TNT @ 11:10

Qua, 27/05/09

Poderia começar a falar de pompoarismo, mas a expressão tira metade da graça à coisa. Dá logo um ar muito técnico e isto de misturar engenharia com sexo é só para geeks. Basicamente, é uma ginasticazita que o mulherio faz, quer os meninos estejam quer não. Consiste em contrair e descontrair os músculos vaginais as vezes que nos apetecer. Revitaliza corpo e mente como aquela bebida que dá asas e pode até fazer reviver com intensidade bons momentos de uma noite de sexo.

Pode ser feito com ou sem acessórios. Tenho uma amiga que durante uma viagem ao aeroporto usou umas bolas tailandesas e chegou lá toda afogueada. O pior é que ia buscar os sogros... 

Ao computador, no metro, no trânsito, nas filas da Loja do Cidadão e... truca. Até o Simplex sabe melhor! Fortalece a musculatura para futuras aventuras e, para quem já domina a técnica, proporciona momentos de verdadeiro prazer.

Em pé, sentadas ou deitadas, mas nunca de pernas cruzadas. A coisa não funciona tão bem e dá muita bandeira... O open space é local a evitar! Já foi experimentado e somos sempre apanhadas com um sorriso de orelha a orelha, olhos a meia haste e ruborizadas que nem adolescentes em apuros.

Experimentem lá agora: estão sentadinhas na cadeira do escritório? Então agora finjam que estão cheias de vontade de fazer xixi mas o estúpido do chefe está ali a pedir um raio de um documento que tem - porque tem - mesmo de ser entregue agora. A casa-de-banho está mesmo ali à nossa espera, mas ainda não dá… o que fazer? Contrair, porque, por enquanto, ainda não usamos Lindor. Depois, quando finalmente se atinge o bendito mictório, vá de descontrair. O processo é o mesmo, mas sem líquidos à mistura. Contrair, descontrair, contrair, descontrair…

Esta é uma actividade que depois de treinada a solo deve ser posta em prática com os respectivos. Experimentem fazer umas contracções quando o rapazinho está ali todo empenhado. Fica logo com os olhos arregalados “Ah! O que é isto??”. Ou seja, dá para eles e dá para nós. Acto democrático e cheio de vantagens!

É um bocado como o totoloto: é fácil, é barato e dá milhões (de orgasmos)!

 

TNT




TNT @ 14:36

Dom, 29/03/09

Isto das mulheres terem alguns gostos e preferências no sexo é um grande sarilho! Eles, na sua grande maioria, são uma cambada de conservadores que só abrem a pestana depois das coisas acontecerem. Hoje vamos ter uma aula sobre algumas preferências generalizadas e esperemos que os homens percebam... duvido, mas a esperança é sempre a última a morrer, certo?


Num inquérito e consequente post que a minha sócia fez a propósito de lingerie verificámos que a maioria dos homens não está nem aí com o raio da lingerie que nos custa uma pipa de massa. Pois é, meninos, mas nós gostamos. Faz-nos sentir sexy e capazes de coisas que, com a cueca branca de algodão, nem sequer nos passaria pela cabeça. Sim, nós gostamos de corpetes e ligas e não, essas coisas não são exclusivas das gajas das revistas. As mulheres comuns gostam de as usar e gostam de ser apreciadas por isso. Dá-lhes pica, ponta, desejo, prazer... o que quiserem chamar.


As mulheres gostam de mandar na cama. Grande parte não consegue mandar por pudor e vergonha, mas no íntimo, estão cheias de vontade que os meninos adivinhem os seus desejos. Ora isto é uma tarefa quase impossível! Eles adivinharem o que nos vai na alma?? Deve ser verdade, deve... Assim, para remediar esta situação, proponho o seguinte e façam de conta que a ideia foi vossa: sugiram à menina que ela coloque uma venda e que vos dê as ordens que quiser. Ela não vos vê e assim não tem tanto pudor. Apenas sente o que realmente quer sentir. Esta situação pode ser muito reveladora e os meninos vão ficar a saber coisas sobre a vossa moçoila que nunca imaginariam!


Há quem goste de silêncio na cama e há quem se excite com palavras bem aplicadas no momento. Creio que a maioria se encontra no segundo grupo. Para começar, não se pode entrar a matar. Como tudo na vida, a coisa tem de ser pesada, doseada e com pinças. Podem começar devagar com “gostas assim?”, depois passam para “queres assim, queres?” depois para “gostas que eu te coma assim?” e sempre em frente. Vejam a reacção dela perante esta conversa. Se ela não se mostrar incomodada, muito provavelmente, estará a gostar. E pode até responder em conformidade! Embora lhe custe a admitir. Estas conversas só deverão ter lugar com sexo à mistura. Antes ou durante o acto. Nunca utilizem este tipo de palavreado noutras circunstâncias. Pode cair mal e lá se vai o encanto do dirty talking.


Quase todas as mulheres têm o desejo de serem bombas na cama. Querem ser “uma lady na mesa, uma louca na cama”. Mas não querem que os papéis se misturem. E os homens têm grande tendência para os misturar. Cuidado... À cama o que é da cama! E divirtam-se!

 

Para quem não assistiu às aulas anteriores, toca a tirar apontamentos:

Sexo no Feminino - Aula #1

A anatomia do Bico - Aula #2

Na cama com... Gräfenberg - Aula #3

Trabalhos Manuais - Aula #4

Quem és tu hoje? – Aula #5

 

TNT




TNT @ 13:30

Ter, 20/01/09

Parto da presunção de que os ilustres leitores deste blog já viram um filme porno. Se não viram, toca a alugar porque isso é uma grave lacuna curricular de qualquer pessoa que se preze. Baseando-me nos complicadíssimos argumentos dos filmes porno (daqueles mais soft, sem animais, etc.) verifico que o tipo das pizzas, o canalizador, o limpa-piscinas e afins, têm sempre imensa sorte, assim que tocam à porta.

Invariavelmente, a dona da casa é uma senhora cheia de silicone, por todo o lado que convenha encher, de farta cabeleira com extensões e cheia de amor para dar.

A aula que proponho para hoje tem que ver com estas coisas do role-play. E esta aula, como de costume, é direccionada aos leitores do sexo masculino. Então é assim, meus caros: as mulheres precisam de emoção. E quando não a têm em casa, vão buscar fora. Normalmente ao dentista, ao pediatra dos miúdos ou mesmo ao médico de clínica geral. São figuras de alguma confiança que funcionam em paralelo com os handymen dos filmes.

Tentem variar um bocadinho. Não sejam sempre o Pedro, o Paulo ou o João. Tentem ser, de vez em quando, o Dr. Morais, o Sr. Simões ou o Carlos bombeiro. Sempre apagam uns fogos e tratam da saúde a quem precisa.

Tenho uns amigos que, às vezes, decidem encontrar-se num bar, fingindo que não se conhecem. Pelo que consta, o sexo é fantástico e estão juntos há mais de 20 anos. Para eles, a coisa funciona muito bem assim e fazem jogos de personagem, amiúde.

Creio que para os homens também deve ser atractivo chegarem a casa e darem de caras com a Enfª Matilde, a D. Beatriz ou a Menina Clarinha em fato colegial a lembrar os bons tempos do colégio.

A minha proposta é que estudem personagens e que apliquem esse estudo na cama. Vão por mim, que nunca vos enganei. Se precisarem de alguma ajudinha da construção da coisa é só dizer que nós temos inúmeras sugestões.

Como TPC é aplicar os conhecimentos adquiridos e depois fazer o relatório de avaliação. Basta uma pontuação de 0 a 20 porque não temos grande interesse nos pormenores.

Divirtam-se e reportem.

Para quem não assistiu às aulas anteriores, toca a tirar apontamentos:

Sexo no Feminino - Aula #1

A anatomia do Bico - Aula #2

Na cama com... Gräfenberg - Aula #3

Trabalhos Manuais - Aula #4

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