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O Interno Feminino

Divagações e reflexões do mundo no feminino. Não recomendado a menores de idade ou a pessoas susceptíveis.

O ponto G de Gigi

Avatar do autor TNT, 11.01.10

Há uns tempos, esta empresa ofereceu-nos uma coisa destas para experimentar. Já que fazemos tanto alarde do ponto G pareceu-me uma boa oportunidade. Vai daí, toca de criar ambiente para a experiência.

O que posso dizer é que nestes dias de Inverno, e à falta de quem nos aqueça os pés, a temperatura sobe como se estivéssemos em Agosto às três da tarde e em Beja! Outra vantagem é a de que mesmo que a empregada nos vá à gaveta dos mistérios, dificilmente percebe do que se trata, uma vez que o luxo e a estética da coisa se assemelha a qualquer objecto de decoração. E quem diz empregada, diz sogras metediças ou crianças curiosas.

Tem on e off, coisa que não acontece com o tipo que temos em casa, várias intensidades - o que reitera o ponto anterior – está sempre disponível, é silencioso e bonito.

Como vêem, só vantagens!

10 comentários

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    TNT 13.01.2010

    E o sintético não me convence... mas em situações extremas lá terá de ser!
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    garimpadas 14.01.2010

    O ponto G é algo interior que só se revela no ardor do amor. Não creio que o gigi desempenhe completamente a função para que foi criado: dar prazer verdadeiro. No homem a coisa é mais fácil e o climax manual é sempre apoiado na imaginação pornográfica do ser, do ter, do possuir.
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    Carla 16.01.2010

    E o que é que o leva a crer que na mulher a imaginação (pela qual, aliás, somos muito mais "conhecidas" do que os homens) não nos acompanha nestes actos????


    E o que é que o leva a crer que no homem é sempre mais fácil?


    Olhe que não, olhe que não...
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    garimpadas 18.01.2010

    Porque a mulher vive mais de coisas internas  (O Interno Feminino) não precisando de se apoiar na vista mas muito mais nos sentidos de que ela é feita e depois o sentido da realização tem a ver com o aspecto prático e externo da coisa que se acende mais depressa mas que mais depressa se vai embora tal como na forma como se tempera o aço. Aquecido com rapidez e depressa esfriado resulta em aço estaladiço como sempre acontece ao homem exactamente por ser mais fácil.
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    Carla 19.01.2010

    Eu acho-vos sempre imensa graça (é a sorte!)


    Então quando somos sentimentais e lamechas...é porque somos sempre sentimentais e lamechas! Quando somos práticas e imaginativas....é porque não pode ser, porque a nós nos falta a componente sentimental!


    Já vocês homens e ilustres machos não vos faz falta a componente sentimental e emotiva para se satisfazerem sexualmente (isso é coisa de gaja). Desculpem mas tenho que me rir!


    Se colocarem de parte os preconceitos, homens e mulheres recorrem à imaginação e não será à toa que, segundo as estatísticas, as lojinhas de artigos sexuais vendem mais artigos para elas do que para eles (ou nós usamos e abusamos da imaginação e até gostamos e nos sentimos satisfeitas ou vocês andam a fazer uma péssima performance).


    Óbvio que o ideal é a dois, mas também me parece óbvio que o prazer auto proporcionado também é possível para ambos os sexos, e julgo que essa coisa do mais rápido, melhor, mais prazeiroso etc , depende de pessoa para pessoa e não do género a que se pertence.


    E graças a deus, que as mulheres não têm elemento fálico ou haveria por aí muito macho boquiaberto. Oh se haveria!
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    garimpadas 21.01.2010

    Para a mulher o prazer não tem limites. Georg Sand (mulher disfarçada de homem) conta que o prazer com homens é pouco porque os homens depressa se dão por derrotados.
    Acho mesmo que as mulheres são o objectivo da natureza na sua lógica objectiva.
    Digo isto porque não penso que os homens tenham "imensa graça".
    O homem é um valdevinos que de vez em quando se cruza com a mulher. 
    Só que em vez de caça hoje em dia gosta mais de serrar presunto no meio de umas imperiais. Coitado, ele que é tão frustrado e que só pelo intelecto se poderia realizar se a sociedade o proporcionasse. Mas não, dão-lhe cada vez mais responsabilidades de tal forma que qualquer dia se esfuma e as mulheres poderão passar a viver umas com as outras e acabar com a mania de cada uma ter um homem só para si.
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    Carla 23.01.2010

    Na parte das responsabilidades ainda estamos um pedacinho à frente. Quanto mais não seja porque, bem vistas as coisas, e mais uma vez sem preconceitos, ainda cabe às mulheres a responsabilidade da casa e dos filhos (na maioria das vezes, há excepções, claro). Isto, acrescido ao facto de a maioria das mulheres hoje em dia trabalhar. 
    Falando por mim, não desejo nada que os homens se esfumem, até porque não tenho a mínima vocação para lésbica. O que desejo é que vejam as coisas como elas são, exactamente, e que aprendam a partilhar com as suas parceiras (namoradas, mulheres) o lado bom e o lado menos bom da vida, sem dramas ou traumas.
    Os fascistas acham sempre que quando saírem do governo o respectivo país entra na bancarrota e vai atravessar uma crise milenar, porém, a verdade dos factos, é que sempre que um fascista sai do governo, o país não só cresce economicamente, tecnologicamente, cientificamente, como ainda melhora o seu tecido social e a qualidade de vida das suas populações. Na guerra dos sexos ainda não vivemos numa democracia, mas é bom que percebam que já existem todas as condições para se poder viver nessa tão famigerada democracia de géneros!
    p.s. A realização pelo intelecto também já é um objectivo de ambos os sexos e ainda bem que assim é! 
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    garimpadas 25.01.2010

    Há sempre em cada um de nós 2 seres: o social e o natural. A mulher arca com a responsabilidade do natural e o homem com a responsabilidade do social. o pai é sempre o papão: "se não te portas bem vou dizer ao pai". Pimba, é o polícia, o chefe do estado lá de casa e o homem suporta a responsabilidade que só ao Estado devia competir, se vivessemos numa sociedade justa, tantas vezes sendo pai enganado, julgando preservar os seus genes está preservando genes alheios.
    O fascismo também nos divide em dois, tal como tudo, e a isso se chama dialéctica sendo a nível do casal onde mais isso se faz sentir e os filhos sendo a síntese eles próprios e de imediato tese e ou antítese.
    Mas a injustiça é uma praga que nos tira a felicidade e desde a escravatura que assim é e só acabando com a injustiça é que nos podemos livrar destas coisas, quanto mais cedo melhor antes que elas acabem connosco.
    Como dizia o poeta, a verdadeira vida está ausente de tal forma que as mulheres têm de se socorrer de algo que  "está sempre disponível, é silencioso e bonito", ... Lamentavelmente. 
     
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    Carla 27.01.2010

    Hoje em dia só preserva genes alheios quem quer. Há os testes de ADN que são muito fiáveis. O papel de má quem faz lá em casa sou eu, e tenho um problema, ainda levo com o facto do mundo achar que a mim me compete lavar a roupa, limpar a casa, ir buscar o filho à escola, levá-lo ao médico....

    As injustiças existem desde sempre! É verdade. Tenho um defeito de educação: acho que antes de tentar corrigir o mundo, devo primeiro tentar corrigir-me a mim e aos meus.

    Em relação ao que disse, de acordo, é a sua opinião...excepto uma coisa: Não percebo porque é que é lamentável e antinatural as mulheres recorrerem à masturbação, quando em relação ao mesmo acto masculino, nunca tal ouvi dizer?
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