TNT @ 15:10

Sex, 23/10/09

Há uns anos fui para uma reunião com um administrador bancário. Dirigi-me às instalações do dito cliente e esperei durante uns minutos enquanto ele se despedia das pessoas da reunião anterior. O dito senhor mandava umas larachas à laia de despedida enquanto jogava bilhar de bolso. Eu achei aquilo de uma falta de gosto tremenda. Ainda íamos nas primeiras horas da manhã e o circo já estava instalado só não sei se a tenda estava armada.

Ele dirige-se a mim para me receber e cumprimentar. Eu, que sempre tinha cumprimentado o senhor de bacalhoada, lanço-me intempestivamente para ele e prego-lhe dois beijinhos. Assim como assim, sempre era um cumprimento mais formal do que se lhe desse um aperto de mão depois de ele ter estado a arrumar o material durante largos minutos.

E agora pergunto: porque é que os homens estão sempre a arrumar, ajeitar, coçar, remexer o material de guerra?

É algo completamente transversal. Não olha a idades, classe social, política ou cultural. Todos mexem com afinco, várias vezes ao dia em privado ou em público.

O que me faz confusão é que se aquilo está agarrado ao corpo desde que nasceram porque é que ainda não se habituaram? Continuam a ajeitar, arrumar e sei lá mais o quê… O que é que se passa? Os elementos separam-se, querem fugir e vocês andam sempre a certificar-se que lá permanecem?

Se eles fossem tão cuidadosos com a casinha como o são com o armazém, os lares deste mundo andavam todos num brinquinho!
 



Paula @ 16:20

Dom, 25/10/09

 

LOL, pois eu também penso o mesmo. Pior ainda é estarem a falar e a tirarem-nos as medidas, no fim toca de arrumar o que dizem ser o"material", não há paciência para tamanha falta de educação. Eu que lido diáriamente com esses "animais" já começo a ficar farta, fartinha mesmo.
Beijos
Paula

Eduardo @ 21:12

Dom, 25/10/09

 

Eu julgo que é uma atitude própria de um homem que não sabe distinguir entre um azul claro e um azul bebé.


Não se pode ter tudo não é meninas? Macho que é macho brinca com o badalo, mesmo com plateia.  


(Para quem não percebeu a private joke, é favor visitar o post de Janeiro http://internofeminino.blogs.sapo.pt/75720.html )


LIMÃO @ 17:21

Sex, 12/11/10

 

Ora nem mais!

Se gostam de homens que são homens, então qual é o problema com o "ajeitar do material"?

Um bocado incongroente, não?

eduardo @ 10:50

Seg, 26/10/09

 

daquilo que observo acho que é tão comum ver um homem a ajeitar o "material bélico" como mulheres a ajeitar as "gémeas". penso que se procurar esse comportamento em pessoas mais educadas vai detectá-lo com menos frequência.


Inocêncio da Silva @ 12:41

Seg, 26/10/09

 

Image ...que saudades deste humor agudo!!!Image

Caríssima:

A "ferramenta" que guardamos para além dos olhares, mas ao alcance daquela mão marota através das algibeiras, é extremamente sensível aos nossos estados de espírito , humores, etc. ...
É tipo um "termómetro" ou um "relógio" que nos dá a conhecer o que nos vai na alma, manifestando-se fisicamente com rodopios, cambalhotas, saltinhos, etc. !
É um bicho algo irrequieto e como tal tem que se domado e colocado no seu devido lugar. O pior de tudo isto é a falta de memoria do dito cujo, que mesmo depois de levar valentes tareias acaba sempre por se portar pessimamente mal em publico.

Como diz um amigo meu: Tenho lá culpa "dele" ser tão alegre e brincalhão!!!


Carapaucarapau @ 23:07

Seg, 26/10/09

 

A zona é de clima quase tropical: quente e húmida. E como também é pouco arejada, é um local com as condições ideais para o desenvolvimento de erupções  ou simples irritações  cutâneas, que produzem comichão. O tratamento em geral é fácil: lavar a zona pelo menos duas vezes por dia. Raramente são necessárias pomadas ou cremes.
Portanto quando alguém coça com frequência a tomatada, isso só quer dizer falta de água e sabão.


LIMÃO @ 17:24

Sex, 12/11/10

 

Também pode ser o caso, mas nem sempre é esse o motivo!

Alguém que ilumine estas cabecinhas?

 

Anónima @ 11:02

Ter, 27/10/09

 

Oh eu acgho que não são todos os homens e que tem a ver com as situações. Se estão descontraíos ou pensam que ninguém está a ver, fazem-nos. Senão penso eu que se acomodam mais um bcoadinho e esperam ansiosamente pela hora adequada.
Nós mulheres, e por mim falo, também damos o nosso ajeito ao soutien que saiu do sítio, ou as cuecas que se lembraram de entrar na gaveta... mas isto sempre, regra geral, de uma forma mais subtil e tendo mesmo a sensação que ninguém está a ver (e não deve estar, porque temos o tal 6ºsentido).

Joao @ 16:12

Ter, 27/10/09

 

É um tique que me causa perplexidade porque, sendo eu homem e tendo um "material de guerra" como todos os outros (ou até, quem sabe, melhor :) ), não tenho necessidade de o ajeitar nem coçar. Se alguma vez o fiz, foi em alguma circunstância muito particular.

Miss Jane Fields @ 00:00

Qua, 28/10/09

 


Hilariante! Há de facto homens com esse hábito, pode ser um tique, difícil de evitar; ou uma tentativa inconsciente de nos fazer olhar para o o material.

O realista @ 09:36

Qui, 29/10/09

 

O problema (ou não), é que isto "incha e desincha" (sem que possamos realmente controlar), logo desajusta-se e por consequente há que voltar a colocar no sitio. Agora, fazê-lo em publico ou não, isso já é uma questão de educacional.

Miguel @ 13:37

Qui, 29/10/09

 

Mexer no material pode ser, e em regra é, apenas o equivalente a tirar as cuecas do rego, a puxar a alça do soutiã ou do vestido para cima do ombro, a levar a mão à mamoca e ajeitá-la ou simplesmente passar os dedos pelo cabelo. Se algo se desloca para um mau sítio, a tendência é promover a recolocação no lugar certo. Sendo o tomatal coberto de pele sensível e pelos em abundância, é muito fácil sentir a necessidade de o arrumar, até por um qualquer movimento infeliz, como levantar, sentar, andar.

Isto porque o post não trata daqueles que mexem e remexem e depois cheiram os dedos.


cigana @ 22:44

Dom, 01/11/09

 


Mas passar os dedos pelo cabelo não é a mesma coisa que coçar a fruta, ou tirar macacos do nariz, ou estar a ajeitar o soutien ou desentalar as cuecas! Image

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