Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

O Interno Feminino

Divagações e reflexões do mundo no feminino. Não recomendado a menores de idade ou a pessoas susceptíveis.

Vamos lá ver aqui uma coisa...

Avatar do autor TNT, 15.01.09

Situação:
A é solteiro.
B é comprometida com C (casada, vivente, algo assim).
A e B embrulham-se.
O resto do abecedário culpa o A… que é um malandro, que se fez à rapariga, que o C está todo lixado e que isso não se faz. Pois, eu até acredito que não se faça. Mas continuo a achar que quem é comprometido é que tem de ter juízo. Contra mim falo, que já fui uma sem juízo. Sim, porque, hoje em dia, sou uma rapariga cheia de pergaminhos e boas intenções. Yeah right!

Noutro dia, uma amiga confidenciava-me que andava meio enrolada com um tipo casado. Ah e tal, o casamento é só de fachada, a mulher dele também tem outras pessoas e só não se separam por causa dos miúdos. Pois, pois…

Vamos lá ver aqui uma coisa. Grande parte da população solteira já trocou fluidos (ou algo mais) com a população comprometida. O que é fundamental saber, nestas coisas, é que não se deve acalentar esperanças. Pessoas comprometidas – na sua grande maioria – são para o que é que é, e nada mais. No caso específico a que me referi (A e B) são das poucas excepções que conheço. Acabaram por ficar juntos. Mas nem todas as pessoas são excepcionais… a maior parte são perfeitamente comuns com todas as coisas boas e más que isso acarreta. A impaciência (esta para mim é fatal!), a espera (olha outra que é letal para mim!), as impossibilidades, a comunicação combinada, a falta de espontaneidade… enfim, mais tarde ou mais cedo, tudo isto se transforma numa enorme trabalheira sem retorno, quando há emoção envolvida.

E aqui é que mora o perigo. No raio das emoções. No desatino do envolvimento. E a parte difícil da coisa é evitar que estes elementos venham ao de cima. Já alguém conseguiu? Duvido…

Encarar a troca de fluidos (ou algo mais) como um negócio, não é para todos. Bem sei que é a profissão mais velha do mundo, porém, ainda não é a mais comum ou transversal. Então vejamos: se não considerarmos a coisa de forma meramente mercantilista, como fazer?

Alvíssaras a uma resposta convincente!

 

TNT
 

2 comentários

  • Sem imagem de perfil

    executivo_chanfrado 16.01.2009

    Olá,
    Concordo com algumas partes aqui expostas.
    1) Um relacionamento com o "pinanço" ao alto tem tendência a ser um relacionamento em que estas pulsões são menos frequentes. E sejamos francos. Se dou uns gandas "fodões" em casa para que é que me vou arriscar a perder esses momentos de luxuria por algo desconhecido? E há que manter essa chama do sexo bem acesa, criatividade ao alto, etc, etc… Isto obviamente para quem é apreciador destas actividades. Também conheço os que de bom grado trocam um belo joguito de playstation ou estenderem-se no sofá a verem um belo joguito de futebol por estas actividades. E elas fazem o mesmo com outras actividades. Habilitam-se…
    2) Qual o problema dos pijamas e chinelos?
    3) Em resumo. Uma vida sexual activa e satisfatória para ambas as partes é meio caminho andado.
    4) Para mim a 2ª opção era a pior. Viver na mentira.
    5) A terceira opção era a mais arriscada. Quem não arrisca...
    6) A minha visão sobre estas coisas é a seguinte. Se uma pessoa gosta da sua cara metade, se tem uma vida porreira o melhor é tentar evitar estes esquemas. Não sejamos ingénuos. Isto é tudo muito giro ao início (a caçada, a conquista, só temos o lado bom). Depois...vai tudo parar ao mesmo. A paixão esmorece, as chatices aparecem, as idiossincrasias de cada um expõem-se e…olha, afinal isto não é muito diferente do episódio anterior… entretanto lixámos a nossa vidinha, das crianças, da ex e, se calhar estamos pior.
    Já no caso do relacionamento estar nas lonas, de um tipo já não se poder ver à frente…então aí devemos partir para outra…nem que seja sozinho.
    Claro que isto é a teoria e entre esta e a prática…
  • Comentar:

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog tem comentários moderados.

    Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.