TNT @ 20:52

Sab, 10/01/09

Há alturas da vida em que fazemos balanços. Olhamos para trás e pensamos como seria a nossa vida se tivéssemos enveredado por outro caminho que não aquele. Seríamos necessariamente diferentes, com certeza. Há cerca de uns 14 ou 15 anos tive uma relação com um tipo que vivia em Los Angeles. Ah e tal, ‘bora lá, vamos viver para Beverly Hills. Não fui. Provavelmente, se tivesse ido, estaria cheia de silicone, loura platinada e, obviamente, já me teria separado do personagem em questão, até porque ele conseguia ser mais doido do que eu.

Os caminhos e escolhas que fazemos ao longo da vida são absolutamente decisivos na construção da pessoa que somos.

Noutro dia fomos ver o Yes, Man! e à saída, a minha sócia aqui do blog diz-me: “devias ser mais assim. Devias dizer que sim mais vezes”. Ao que eu lhe respondi: “por dizer que sim algumas vezes é que me lixo e bem!”

Não devemos ir contra a nossa natureza. Quando não estamos completamente convictos e há ali uma vozinha que não cessa, uma incerteza que não nos larga, o melhor é fazermos de conta que nada aconteceu e prosseguirmos com a nossa vida. Ir contra a nossa natureza dá sempre mau resultado. Porque estamos sempre em esforço. A coisa não é completamente espontânea. Há sempre ali uma espinha atravessada.

Há uns tempos tive a minha primeira relação em que fui completamente dedicada e bem-comportada. Fui imensamente feliz. Mas a verdade é que estava a ir contra a minha natureza. Todos os dias sentia um sussurro que teimava em avisar-me que algo não estava bem. E não estava!

Quando olhamos para a nossa vida e pensamos “mas o que é que passa comigo que eu nunca fui assim?” é porque alguma coisa não está onde deveria estar. São sempre estados doentios. Mesmo que sejam agradáveis!

Proponho que nos oiçamos com atenção e que dêmos razão à nossa voz. Não embarquemos em missões impossíveis. Não temos os gadgets necessários e heróis só há nos filmes!
 

TNT



RubeMicheL @ 14:33

Dom, 11/01/09

 

será que por vezes a nossa inner voice também não se engana, e perdemos mais do que ganhamos em não arriscar? penso que pelo menos no caso do filmes a ideia é essa: se perdermos algo, ou sairmos magoados de algo, ao menos que seja por termos arriscado. porque o mundo não é dos fortes, mas do corajosos, e os corajosos arriscam, por muito amargo que seja o sabor da derrota!


TNT @ 15:03

Dom, 11/01/09

 

Eu sou menina de fazer planos. Gosto de tudo muito organizadinho. Não gosto de surpresas.
Claro que as tenho de vez em quando! Mas não tenho feitio para andar sempre a saltar de precipícios...

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