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O Interno Feminino

Divagações e reflexões do mundo no feminino. Não recomendado a menores de idade ou a pessoas susceptíveis.

Para pensar

Avatar do autor tsetse, 18.02.08

Dizia-me um amigo que uma determinada ex-namorada dele era o supra-sumo nas artes sexuais e que jamais encontraria alguém com quem se desse tão bem na intimidade. A história não teria nada de especial não fosse o caso da referida ter sido também ex-namorada de outro conhecido meu, passados dois anos. Este classificava-a como enfadonha e pouco apelativa nas mesmas artes. Tendo em conta que ambos são experientes e minimamente inteligentes, a questão é no mínimo intrigante.

Já todos ouvimos dizer que sentimos mais química por umas pessoas do que por outras, mas penso que este caso ultrapassa uma simples equação. Uma pessoa pode ficar mais animada por sentir mais química pelo parceiro, mas não passa de bomba a aborrecida só por causa disso! Tem que haver mais factores diferenciais e eu diria que só podem ter a ver com o facto da tal rapariga se sentir mais desinibida e segura com o primeiro interlocutor.

O que levanta as seguintes questões:
1. Quantas pessoas haverão por aí com limitações semelhantes e com uma vida íntima menos interessante, pela simples razão de não conhecerem uma alternativa?
2. Saberão os seus parceiros que podem estar a causar essas limitações?

Para pensar, solucionar e aplicar a solução em casa.

Tsetse

2 comentários

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    Miguel 19.02.2008

    Paloma, obrigado pela tua achega.
    O que eu não percebo, de todo, é quando e como se começam tais conversas. Na primeira vez que estamos com uma pessoa, não acredito que seja de bom tom perguntar do que gosta em termos de sexo. Há que ir avançando (ele e ela), com muito tacto para não insistir no que provoca qualquer arremedo de ...aí ou assim não...
    Na segunda vez já temos umas luzes para não fazer o que a parceira não quis e insistir no que ela óbviamente gostou. Mas continuo a achar que ainda é cedo para tais conversas. Depois, bom, depois já há quase um conhecimento de causa/efeito.
    Reconheço a necessidade de haver diálogo sobre gostos e preferências, mas, que raio, isso não cortará um bocado o "gás"?
    E como falar disso? com termos técnicos? com tons de "tenho uma fantasia"? deito-a nacama e vou fazendo coisas e perguntando: assim? ou assado? não? então e frito? também não? e cozido?
    Não me considero um atávico em termos sexuais ou sociais, mas confesso que nesta questão estou completamente às escuras.
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