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O Interno Feminino

Divagações e reflexões do mundo no feminino. Não recomendado a menores de idade ou a pessoas susceptíveis.

O Cantinho do Inimigo 4

Avatar do autor o_inimigo, 04.10.07

Caros amigos,

Eis a nossa oportunidade para limpar a nossa espécie neste espaço criado por duas mulheres fantásticas, que tiveram a ousadia de nos provocar ao longo deste últimos 15 meses. E nós, como seres fantásticos, humildes e inteligentes que somos, fomos apreciando cada tema, cada provocação e acima de tudo… levámos na cabeça como ninguém. Mas tudo sobre a égide do intelecto e da nossa imensa capacidade de encaixe!
 
Sim, meus caros! Está na hora de alguém aqui se esforçar por subir os egos masculinos, de convencer a TNT que chegou o momento de esperar um pouco mais de nós, e da Tsetse não nos ver somente como o "inimigo"!
A verdade é que ao ler os muitos posts aqui publicados, percebo finalmente a mensagem que estas duas senhoras nos querem passar. Está na hora de abrir o olho, de perceber as falhas das relações, de melhorar as nossas performances sensoriais!
 
A outra performance não é com leitura meus caros...
 
Nós gostamos tanto de vocês, mulheres em geral, que temos um tendencial para o abismo da insensibilidade e parvoíce, e note-se que estas duas características tendem a andar de mão dada! Desde que leio este blog que perco alguns minutos na minha atarefada vida para observar homens, mulheres e relações… E constato que devia haver mais gente a ler este espaço!
 
Quantas vezes não vemos esta situação:
- O que é que tens?
- Nada…
- Nada como?
- Nada… deixa-me…
*silêncio*
 
- Agora calas-te?
- Mmm…??
- Esquece…
- Mas o que é que tens?
- Nada…
*silêncio*
 
Porque razão, nesta história toda da génese e mais não sei o quê, não nos deram também a sensibilidade para agir de uma forma mais elegante ou mais inteligente perante o grande "Nada! Não tenho nada…"??? Onde é que falhámos para termos de passar pelo tormento daqueles minutos em que não sabemos bem o que dizer, já que o único zumbido na cabeça é uma espécie de estática de um televisor dessincronizado, baseado na repetição!
 
- Nada como?
- Nada como?
- Fui eu?
- Nada como?
- Devo ter feito merda!
- É qualquer coisa…
- Não pode ser nada…
- Tem de ser algo!
- Mas nada… Como?

O mundo desliga-se!
Tentamos por tudo perceber onde é que simplificámos em excesso desta vez, para ela ter complicado em demasia.

(enviado por Perignon)

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