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O Interno Feminino

Divagações e reflexões do mundo no feminino. Não recomendado a menores de idade ou a pessoas susceptíveis.

Conhecer os pais deles...

Avatar do autor TNT, 27.08.07

Todos conhecemos a influência que os pais têm, nas opiniões/decisões das
pessoas com sorte de terem famílias funcionais (em oposição a
disfuncionais... será assim que se diz? funcionais? cheira a Estado
que ferve...!)

Há uns tempos atrás, uma amiga minha queixava-se das dificuldades de
relacionamento que tinha com os sogros e creio que na altura nem
sequer eram sogros oficiais, apenas oficiosos... Que era tudo muito
difícil, que eram inflexíveis, que influenciavam o seu mais-que-tudo,
etc, etc...

Pois é, fiquem sabendo que estas são batalhas perdidas! Contra os
sogros, nada a fazer. Mãe é mãe, e nós não gostamos nada que
contrariem a nossa. Ou que a desdigam. Ou que a ofendam, ou ainda que
ponham em causa a sua sanidade mental. Se alguém pode fazer isso,
somos nós! Nada de segundos ou terceiros a meterem o bedelho nas saias
das nossas mãezinhas.

Parece-me que a fórmula de sucesso ideal para um bom relacionamento
reside no bom princípio da coisa. Quando se derem a conhecer aos pais
dos respectivos, falem pouco. Oiçam... é muito melhor, mais prudente e
mais inteligente. O assunto deve ser encarado como uma entrevista de
emprego em que devemos mostrar o nosso melhor. Nada de temas
polémicos como a política, religião ou bons costumes. Nada de grandes
revelações sobre nós próprios e muito menos sobre terceiros. Manter o
low profile é essencial, enquanto não soubermos que terreno pisamos.

Depois, e para manter uma boa relação com os nossos caros respectivos,
há que ter uma infinita paciência para ouvir as queixas dos seus
progenitores, um belo ipod para conseguirmos ignorar certas coisas
quando já se está naquela fase perigosa, prestes a explodir podendo
incorrer-se no gravíssimo erro de responder torto ou ao lado, uma
grande dose de humor (enquanto se riem, não chateiam nem dão palpites)
e finalmente saber contar até 100 em silêncio de trás para a frente...

As guerras ganham-se batalha  a batalha. Se bem que, nestes assuntos
dos paizinhos, é muito melhor entrar nas freakalhices do "Make Love,
Not War"!

TNT

2 comentários

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    In 28.08.2007

    Mesmo assim nunca se sabe.
    Quando eu conheci os meus sogros não fazia a mínima ideia que um dia ia ter namoro com o segundo filho deles (uma vez que eu era amiga da namorada do outro filho). Gostavam imenso de mim, especialmente a sogra, não havia viagem nenhuma que fizesse que não trouxesse um presente para mim (e sempre coisas giríssimas, sempre a última novidade e que era mesmo a minha cara...)
    Até ao dia em que começámos a ter namoro...
    Quando casámos deu-nos 5 anos para estarmos divorciados... fazemos agora 21...
    Felizmente acho que os meus sogros são uma excepção pela negativa.
    Eu tive o descaramento de lhes "roubar" o filho que eles queriam que ficasse solteiro para tratar deles (ele é médico) e, sobretudo, para os ajudar a suportarem-se um ao outro uma vez que têm uma relação que é um inferno!
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