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O Interno Feminino

Divagações e reflexões do mundo no feminino. Não recomendado a menores de idade ou a pessoas susceptíveis.

Vivente

Avatar do autor TNT, 10.11.06

Não deve ser propriamente uma grande surpresa para os caríssimos leitores, mas nunca fui casada. Fui apenas vivente.

Acredito profundamente que o casamento deve ser para sempre, daí ser melhor não me meter nesses filmes. Sou mais pelas curtas-metragens...

Vivi acompanhada durante uns anos e quando me vêm com a conversa que é a mesma coisa, sou obrigada a discordar. Quando somos viventes têm-se as mesmas experiências de um casamento, é verdade. Mas quando chega a hora da separação, é tudo completamente diferente. Digamos que é mais light. Mais rápido. Mais indolor. 

Claro que quando a relação mete crianças, o caso deve mudar de figura. Mas de momento falo apenas das relações entre as duas pessoas envolvidas. (como devem calcular, não tenho crias...)

Na separação dou cinco minutos por cada ano de vivência. Um anito, cinco minutos, dois anitos, 10 minutos e assim sucessivamente. Se tivermos a mala semi-feita então, ainda poupamos um ano ou dois na hora da separação.

As relações e as coisas boas devem durar o mais possível. As separações e outras coisas menos agradáveis devem passar num ápice. E aqui é que reside a grande diferença entre o casar e o viver. Se formos casados, ainda temos de levar com a papelada do divórcio, advogados, conservatórias, filas, carimbos, senhas, selos... Se formos viventes, é só pegarmos nas nossas coisinhas e pormo-nos a andar. Simples, certo?

TNT

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