tsetse @ 19:00

Qua, 29/04/09

O João pediu à TNT para explicar a sua aversão aos homens que falam sobre a cor da roupa e acabámos a falar sobre metrossexualidade e sensualidade masculina:

 


(download)

 

O próximo entra às 20h00!

 

TNT & Tsetse




TNT @ 16:29

Seg, 20/04/09

Muitas vezes me perguntam como é que se saca um gajo. Ou uma gaja. Embora não seja detentora de grandes técnicas de sedução ou engate, consigo quase sempre sacar os gajos a que me proponho. Houve um que me falhou. É uma mácula na minha carreira, mas qualquer dia volto à carga!

Mas vamos ao que interessa: como sacar?

Primeiro que tudo, tem de se escolher atentamente. Fazer um reconhecimento do terreno. Conhecer o alvo. E não importa que a coisa seja presencial! Pode ser através de registos. Se o alvo tem um blog, a coisa é-nos facilitada. Percebemos exactamente qual o estilo da presa e se nos agrada realmente. Se agradar, podemos pôr-nos em campo.

A minha técnica é muito simples. Apresento-me de forma quase irresistível, com um teaser para lhes suscitar a curiosidade, dou-lhes alguma conversa durante uns tempinhos e depois passo ao movimento seguinte. Que é o que me interessa desde o princípio. Mas há que fazer algum investimento porque não se pode espantar a caça! De qualquer maneira, de uma forma geral, sou muito directa. Explico-me. Faço saber o que pretendo exactamente. Não perco tempo com tretas. Esta é uma técnica que desarma a maioria dos alvos. Deixam de se movimentar no seu território – dos jogos e tretas – e têm de passar para o meu. E aí eu fico, claramente, em vantagem. Estou no meu campo onde domino sem quaisquer limitações.

Como sou uma pessoa impaciente por natureza, não tenho pachorra para esperar pelas iniciativas dos outros. Trato eu do assunto, se possível. E, nas minhas investidas, nunca perco muito tempo. Se a coisa me começar a dar seca, desisto. Era porque, afinal, me enganei no alvo. Não era bem aquilo que me apetecia na altura.

Claro que para aplicar estas “técnicas” é preciso ter uma dose mínima de vergonha, e de pudores ainda menor! Uma coisa é certa: a nossa entrada triunfal deve ser sempre diferente, inesperada, bem-humorada e curiosa.

Como naqueles livros em que nos apetece sempre ler a página seguinte, estão a ver?
 

TNT




TNT @ 14:36

Dom, 29/03/09

Isto das mulheres terem alguns gostos e preferências no sexo é um grande sarilho! Eles, na sua grande maioria, são uma cambada de conservadores que só abrem a pestana depois das coisas acontecerem. Hoje vamos ter uma aula sobre algumas preferências generalizadas e esperemos que os homens percebam... duvido, mas a esperança é sempre a última a morrer, certo?


Num inquérito e consequente post que a minha sócia fez a propósito de lingerie verificámos que a maioria dos homens não está nem aí com o raio da lingerie que nos custa uma pipa de massa. Pois é, meninos, mas nós gostamos. Faz-nos sentir sexy e capazes de coisas que, com a cueca branca de algodão, nem sequer nos passaria pela cabeça. Sim, nós gostamos de corpetes e ligas e não, essas coisas não são exclusivas das gajas das revistas. As mulheres comuns gostam de as usar e gostam de ser apreciadas por isso. Dá-lhes pica, ponta, desejo, prazer... o que quiserem chamar.


As mulheres gostam de mandar na cama. Grande parte não consegue mandar por pudor e vergonha, mas no íntimo, estão cheias de vontade que os meninos adivinhem os seus desejos. Ora isto é uma tarefa quase impossível! Eles adivinharem o que nos vai na alma?? Deve ser verdade, deve... Assim, para remediar esta situação, proponho o seguinte e façam de conta que a ideia foi vossa: sugiram à menina que ela coloque uma venda e que vos dê as ordens que quiser. Ela não vos vê e assim não tem tanto pudor. Apenas sente o que realmente quer sentir. Esta situação pode ser muito reveladora e os meninos vão ficar a saber coisas sobre a vossa moçoila que nunca imaginariam!


Há quem goste de silêncio na cama e há quem se excite com palavras bem aplicadas no momento. Creio que a maioria se encontra no segundo grupo. Para começar, não se pode entrar a matar. Como tudo na vida, a coisa tem de ser pesada, doseada e com pinças. Podem começar devagar com “gostas assim?”, depois passam para “queres assim, queres?” depois para “gostas que eu te coma assim?” e sempre em frente. Vejam a reacção dela perante esta conversa. Se ela não se mostrar incomodada, muito provavelmente, estará a gostar. E pode até responder em conformidade! Embora lhe custe a admitir. Estas conversas só deverão ter lugar com sexo à mistura. Antes ou durante o acto. Nunca utilizem este tipo de palavreado noutras circunstâncias. Pode cair mal e lá se vai o encanto do dirty talking.


Quase todas as mulheres têm o desejo de serem bombas na cama. Querem ser “uma lady na mesa, uma louca na cama”. Mas não querem que os papéis se misturem. E os homens têm grande tendência para os misturar. Cuidado... À cama o que é da cama! E divirtam-se!

 

Para quem não assistiu às aulas anteriores, toca a tirar apontamentos:

Sexo no Feminino - Aula #1

A anatomia do Bico - Aula #2

Na cama com... Gräfenberg - Aula #3

Trabalhos Manuais - Aula #4

Quem és tu hoje? – Aula #5

 

TNT




TNT @ 10:42

Qua, 28/01/09

Confidenciava-me uma amiga que tinha decidido fazer uma surpresa ao tipo que andava a engatar. Tudo muito giro pelo telefone, ânimos e outros apêndices perfeitamente levantados. E quem diz telefone, diz Messenger, Facebook e afins. É então que ela decide chegar-se à frente e marca um daqueles motéis cheios de surpresas agradáveis para as mulheres, mas, pelos vistos, problemáticas para o cromossoma Y.

Depois de feitas as apresentações ao local, vamos lá ao que interessa que já se faz tarde. E eis que senão quando… power off! Power off??? Não é possível! Depois de tanta conversa do “Ah e tal, nem consigo estar” e do “não vejo a hora”, eis que a hora se apresentou como uma grande carga de trabalhos. Desculpa para aqui, desculpa para ali, mas o que é certo é que a coisa não se concretizou.

Ela, cheia de problemas de consciência tipicamente femininos – estarei gorda, será da depilação e outros mimos que nos damos quando há problemas de funcionalidade – entrou numa espiral por ali abaixo a achar que era a culpada de tudo e mais alguma coisa, incluindo a crise financeira mundial e o empate do SLB com o Belém.

O que se passa é muito simples: há homens que gostam imenso de música, mas que nunca vão aos concertos por acharem que há muita confusão! Ouvem os disquinhos em casa, apreciam a coisa, fazem as suas críticas, mas vê-los nos concertos? É o vês!

Há gente que só funciona com o audiovisual e quando o presencial é exigido, vão-se as virtudes.

 

TNT
 




TNT @ 13:30

Ter, 20/01/09

Parto da presunção de que os ilustres leitores deste blog já viram um filme porno. Se não viram, toca a alugar porque isso é uma grave lacuna curricular de qualquer pessoa que se preze. Baseando-me nos complicadíssimos argumentos dos filmes porno (daqueles mais soft, sem animais, etc.) verifico que o tipo das pizzas, o canalizador, o limpa-piscinas e afins, têm sempre imensa sorte, assim que tocam à porta.

Invariavelmente, a dona da casa é uma senhora cheia de silicone, por todo o lado que convenha encher, de farta cabeleira com extensões e cheia de amor para dar.

A aula que proponho para hoje tem que ver com estas coisas do role-play. E esta aula, como de costume, é direccionada aos leitores do sexo masculino. Então é assim, meus caros: as mulheres precisam de emoção. E quando não a têm em casa, vão buscar fora. Normalmente ao dentista, ao pediatra dos miúdos ou mesmo ao médico de clínica geral. São figuras de alguma confiança que funcionam em paralelo com os handymen dos filmes.

Tentem variar um bocadinho. Não sejam sempre o Pedro, o Paulo ou o João. Tentem ser, de vez em quando, o Dr. Morais, o Sr. Simões ou o Carlos bombeiro. Sempre apagam uns fogos e tratam da saúde a quem precisa.

Tenho uns amigos que, às vezes, decidem encontrar-se num bar, fingindo que não se conhecem. Pelo que consta, o sexo é fantástico e estão juntos há mais de 20 anos. Para eles, a coisa funciona muito bem assim e fazem jogos de personagem, amiúde.

Creio que para os homens também deve ser atractivo chegarem a casa e darem de caras com a Enfª Matilde, a D. Beatriz ou a Menina Clarinha em fato colegial a lembrar os bons tempos do colégio.

A minha proposta é que estudem personagens e que apliquem esse estudo na cama. Vão por mim, que nunca vos enganei. Se precisarem de alguma ajudinha da construção da coisa é só dizer que nós temos inúmeras sugestões.

Como TPC é aplicar os conhecimentos adquiridos e depois fazer o relatório de avaliação. Basta uma pontuação de 0 a 20 porque não temos grande interesse nos pormenores.

Divirtam-se e reportem.

Para quem não assistiu às aulas anteriores, toca a tirar apontamentos:

Sexo no Feminino - Aula #1

A anatomia do Bico - Aula #2

Na cama com... Gräfenberg - Aula #3

Trabalhos Manuais - Aula #4

TNT




TNT @ 13:43

Qui, 15/01/09

Situação:
A é solteiro.
B é comprometida com C (casada, vivente, algo assim).
A e B embrulham-se.
O resto do abecedário culpa o A… que é um malandro, que se fez à rapariga, que o C está todo lixado e que isso não se faz. Pois, eu até acredito que não se faça. Mas continuo a achar que quem é comprometido é que tem de ter juízo. Contra mim falo, que já fui uma sem juízo. Sim, porque, hoje em dia, sou uma rapariga cheia de pergaminhos e boas intenções. Yeah right!

Noutro dia, uma amiga confidenciava-me que andava meio enrolada com um tipo casado. Ah e tal, o casamento é só de fachada, a mulher dele também tem outras pessoas e só não se separam por causa dos miúdos. Pois, pois…

Vamos lá ver aqui uma coisa. Grande parte da população solteira já trocou fluidos (ou algo mais) com a população comprometida. O que é fundamental saber, nestas coisas, é que não se deve acalentar esperanças. Pessoas comprometidas – na sua grande maioria – são para o que é que é, e nada mais. No caso específico a que me referi (A e B) são das poucas excepções que conheço. Acabaram por ficar juntos. Mas nem todas as pessoas são excepcionais… a maior parte são perfeitamente comuns com todas as coisas boas e más que isso acarreta. A impaciência (esta para mim é fatal!), a espera (olha outra que é letal para mim!), as impossibilidades, a comunicação combinada, a falta de espontaneidade… enfim, mais tarde ou mais cedo, tudo isto se transforma numa enorme trabalheira sem retorno, quando há emoção envolvida.

E aqui é que mora o perigo. No raio das emoções. No desatino do envolvimento. E a parte difícil da coisa é evitar que estes elementos venham ao de cima. Já alguém conseguiu? Duvido…

Encarar a troca de fluidos (ou algo mais) como um negócio, não é para todos. Bem sei que é a profissão mais velha do mundo, porém, ainda não é a mais comum ou transversal. Então vejamos: se não considerarmos a coisa de forma meramente mercantilista, como fazer?

Alvíssaras a uma resposta convincente!

 

TNT
 




TNT @ 00:34

Sex, 11/01/08

Comentava-me uma amiga, que andava toda entusiasmada com um certo moçoilo e que parecia ter voltado à adolescência: mal dormia, experimentava dez vezes a roupa antes de sair para o trabalho, sentia várias borboletas no estômago e o coraçãozinho a bater desalmadamente, de cada vez que o telemóvel tocava.

Enquanto a coisa anda ali no vai-não-vai, no chove-não-molha e outros aforismos do género, é o total desatino de emoções, descontrolo hormonal traduzido muitas vezes em falta de apetite - o que pode ser altamente benéfico, diga-se de passagem! - e um turbilhão de pensamentos, que julgo que já todos sentimos, por isso nem me vou alongar mais na descrição.

Até ao primeiro encontro, normalmente concretizado numa boa refeição, não há úlceras que resistam à confusão. E mais, que é feito do apetite para partilhar o repasto? Normalmente bebe-se qualquer coisa para descontrair e não se notar que trememos como varas verdes, o que sem nada de jeito no estômago, pode não ser a atitude mais inteligente. Believe me, I know! Adiante...

O primeiro encontro será o culminar de todas as expectativas e fantasias que andámos a alimentar. Raras são as vezes em que se realizam, convenhamos. Ou porque o rapazinho trocou o talher, ou porque aquele pedacinho de espinafre teima em permanecer na dentadura da menina, ou porque ele se riu de menos ou porque ela se riu demais, a longa metragem idealizada ao longo da semana, poderá tornar-se rapidamente numa daquelas curtas manhosas, em V8, já para não falar, num filme de terror série B.

Tal como acontece com a primeira noite de sexo onde normalmente sobram braços e pernas, não se deve esperar muito do primeiro encontro. As pessoas estão normalmente nervosas, a representar papéis que julgam ser os correctos, demasiado preocupadas em agradar e pouco recordadas daquilo que são. Todas as certezas e seguranças se esvaem junto com o líquido dos copos e recorrentemente se cometem erros que podem custar um possível e agradável relacionamento.

Para a coisa correr bem, parece-me que o melhor será sermos nós próprios, mais bem vestidinhos, mais sorridentes, menos nervosos, ficando com a certeza de que se não gostaram da personagem assim, a coisa nunca poderia resultar. Sim, porque podemos disfarçar um dia ou dois, mas mais do que isso, é só para Robert de Niros ou Meryl Streeps.

E como eu costumo dizer, “não gostou? há mais quem goste!”

TNT



TNT @ 17:15

Ter, 10/07/07

Ouve-se amiúde que os homens não resistem a bom sexo e que essa poderá ser uma técnica infalível para os deixar malucos aos nossos pés. Conheço porém outra técnica, a meu ver, muitíssimo mais eficaz que o sexo.

 

Já experimentaram massajar-lhes o ego em vez do sexo?

 

Salvo raras excepções, o ego das criaturas é muitíssimo maior e com muita mais capacidade de inchar que o dito penduricalho, ou seja, há mais espaço de manobra para a dita massagem. E resulta tão bem, tão perfeitamente, tão eficazmente que chega a assustar.

 

Digam-lhes como aquele pólo lhes fica bem, que ficam com um ar apetecível, enquanto mordem o lábio de desejo... É limpinho! Nos momentos íntimos, digam-lhes como eles são bons, que vos põem malucas, que eles é que sabem... Acelera substancialmente a coisa, se por acaso já estiverem a levar seca!

 

Claro que não podem elogiar o cabelo se eles forem carecas, nem o sorriso se houver casos de cáries violentas. Tem de ser minimamente genuíno, devidamente acompanhado da mordedura leve no lábio, um arfar suave e uma inflexão de desejo na voz!

 

Há um aforismo que diz algo como isto: “massaja o sexo de um homem e tem-lo por um dia, massaja-lhe o ego e tem-lo para toda a vida...”

 

Eu posso não ser boa em muitas coisas, mas garanto-vos que na massagem ao ego, há poucas que me batem aos pontos. Os meus meninos, enquanto andam por aqui, andam sempre de sorriso estampado na cara, alegres e contentes que é um gosto vê-los...

Claro que há sempre o perigo de se exagerar na dose e eles ficarem tão seguros que depois se acham os maiorais e vão pregar para outra freguesia.Mas isto, como tudo na vida, tem de ser devidamente doseado e tudo o que é demais não presta.

 

Por isso com classe e alguma parcimónia, elogiem-lhes o cheiro, os músculos, o que vos apetecer! O que vos ocorrer! Depois vejam os resultados e digam-me se não estou coberta de razão!!

 

TNT



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