tsetse @ 20:49

Seg, 09/11/09

Quando uma relação parece já não ter recuperação e já estamos fartos de lutar e só apetece ir noutra direcção qualquer mais simples e simpática, a maior tentação é acabar da forma rápida e, tanto quanto possível, indolor. Dizer algo que nos permita fugir rapidamente, como "não és tu, sou eu", "gosto muito de ti, mas não aguento a pressão" ou "esta relação não nos está a fazer bem e eu não aguento", e tentar escapar a todas e quaisquer perguntas que impliquem conversas chatas.

 

Acontece que, para além de haver a hipótese do outro não compreender a verdadeira razão do fim e, por isso, ter maior dificuldade em ultrapassar, não se podem esquecer que aquela pessoa já vos foi especial. Abriu-vos a alma e, à sua maneira, dedicou-vos tempo, carinho e atenção. Por muito enfadonho e imbecil que vos pareça naquele momento, merece uma segunda oportunidade.

 

Sejam sinceros. Digam de forma inequívoca que não se sentem bem na relação e porquê. Expliquem tudo o que vai na alma: como certos factores são essenciais para a continuação ou não da relação. Depois, tentem chegar à derradeira estratégia.

 

Podem optar pela estratégia da lista, em que cada um escreve tudo o que está mal e espera ver resolvido; por um contrato, onde a outra pessoa promete nunca mais fazer uma determinada coisa, quando o problema é fácil de identificar; ou por outra qualquer estratégia mais inteligente. (Aliás, aceitam-se sugestões). O mais importante é que o outro tenha um pré-aviso do fim e a hipótese de se redimir.

 

A verdade é que a maior parte das vezes nada disto funciona e normalmente por uma das seguintes razões:

- A outra pessoa está confortável naquela relação que nos parece um inferno, porque esta foi feita à sua imagem e medida, e por isso não está interessada em ceder um milímetro;

- A outra pessoa não reage bem ao fracasso e, ao perceber que o outro já não está assim tão interessado na vida a dois, em vez de lutar, fica deprimida ou amuada e à espera de receber a atenção que deveria estar a dar;

- A outra pessoa não quer estar a ter trabalho por uma relação que nem valoriza assim tanto;

- A outra pessoa já está viciada num certo comportamento e não o consegue largar;

- O casalinho não tem nada em comum; etc.

 

Mas, mesmo sabendo que a hipótese de sucesso é mínima, o importante é sermos justos, dando uma segunda oportunidade. E isto aplica-se a todo o tipo de relações intensas e duradouras: amorosas, de amizade ou profissionais.




tsetse @ 16:17

Qui, 23/10/08

Eu não tenho nada contra as pessoas que deixam de trabalhar para criar os filhos, dedicar-se ao marido ou ajudá-lo nos seus negócios. É uma opção e acredito que seja até uma experiência muito enriquecedora, visto que, na sua maioria, as mulheres sentem um grande prazer em ajudar. Desde que (e esta é a questão essencial) o marido tenha capacidade de lhe proporcionar uma situação económica e um futuro semelhante ao que ela teria se não estivesse a dedicar-se a ele.

Quando o meu avô se casou com a minha avó, ela era professora primária. Ela deixou de trabalhar para se dedicar à família, mas o meu avô sempre fez questão de descontar a sua segurança social, de lhe fazer um plano de poupança reforma e de criar uma conta poupança só em nome dela. Hoje, que o meu avô já não está cá, a minha avó tem o privilégio de ter duas boas reformas e viver bem. As viúvas, mesmo que não tenham descontado, também podem receber uma reforma de viuvez. Mas e aquelas que se dedicaram anos ao marido e, de repente, o vêem fugir, não para o céu, mas para outras paragens? Ficam sem nada.

Ainda noutro dia li que uma grande parte da população que vive abaixo do limiar da pobreza é constituída por mulheres idosas que nunca descontaram e que foram abandonadas.

Para além destes casos mais drásticos, protagonizados por mal agradecidos imbecis, há ainda outros mais camuflados como, por exemplo:

1. Os que conseguem que as mulheres que trabalham dentro e fora de casa paguem as despesas da casa e o supermercado com o seu ordenado e vão amealhando (ou divertindo-se com) o seu ordenado. Dentro deste grupo, ainda há aqueles que têm a lata de, no dia do divórcio, passar todas as poupanças para a conta do irmão;

2. Os que que não ajudam nada em casa, por trabalharem horas a mais, e por isso conseguem ter um ordenado muito superior ao dela (que tem que sair do trabalho às 17h para ir buscar o miúdo à creche e tratar da vida dos dois) e que dividem as despesas a meio e usam o seu chorudo ordenado para fazer uma conta poupança ordenado só para eles;

3. Os que pedem às mulheres para trabalharem em negócios deles (às vezes, sem lhes pagar) e depois desaparecem; etc.

Por estes e outros casos que tenho ouvido ultimamente, só tenho a dizer:
O amor é muito lindo, dar sabe muito bem, mas o futuro é incerto. Não tenham vergonha de exigir o que merecem e não se esqueçam de fazer uma poupança só em vosso nome.

Porque, cada vez mais, é raro ouvir um caso como o do meu avô. Parece que o agradecimento e a compaixão estão fora de moda. O futuro está nas vossas mãos.

 

Tsetse




tsetse @ 00:18

Qua, 19/03/08

Todos nós conhecemos histórias de pessoas que terminam uma relação, deixando a outra parte infelicíssima e arrasada, mas que, mesmo assim e em prol da amizade ou de outro qualquer motivo alegadamente altruísta, continuam a vê-la frequentemente. Arranjam mil justificações, mas no fundo a maior motivação não é os sentimentos do outro, mas os seus próprios. Querem lá saber se a outra pessoa sofre sempre que a volta a ver partir, se a outra vai demorar mais tempo a recuperar ou se está a perpetuar falsas esperanças de uma reconciliação. O que as move é diminuir as suas próprias chatices: não ter que tomar uma posição antipática; não ter que se afastar dos familiares ou amigos com quem simpatiza; manter a companhia, quando lhes apetece; presenciar a adoração do outro, para alimentar o ego; etc.

Na minha opinião, por muito que custe, quando uma relação acabou e a decisão é irreversível, a melhor forma de garantir que a outra pessoa reconstrua a sua vida com o mínimo sofrimento possível é dar-lhe espaço. Claro que custa muito deixar de ver a pessoa que nos acompanhou por algum tempo, mas o mundo não roda à nossa volta e, se realmente somos amigos do outro, devemos desejar o seu melhor. Depois, muito depois, quando ambos estiverem conformados com a separação, a amizade pode voltar naturalmente.

Tsetse



tsetse @ 14:59

Ter, 24/07/07

É muito comum ouvir falar de casais que se separam depois das férias ou de pessoas que se começam a distanciar do parceiro depois das mesmas.

A verdade é que as férias, principalmente quando passadas só a dois, são uma altura propícia a conhecer melhor o parceiro. Já não há a desculpa do trabalho nem de outras actividades para adiar as conversas e o conhecimento mútuo.

Há muitos chatos que conseguem disfarçar a sua falta de graça e apatia no dia-a-dia mas que são descobertos nas férias, quando não há mais familiares para visitar ou festas para ir.

Depois há os outros: aqueles que não podem ser contrariados, que se transformam quando a reserva do hotel desaparece ou quando o tempo está mau. De repente, cansados com as viagens e contrariedades, mostram a sua verdadeira essência. A mesma que irão mostrar quando a relação acabar.

Por isso, antes de se casarem ou assumirem outros compromissos, passem umas férias juntos. De preferência, façam uma viagem longa, que tenha de tudo um pouco: dias calmos na praia, dias cansativos de viagem e dias cheios de desafios na cidade. Depois, se continuarem a achar que o outro é uma óptima companhia e que mantém a classe e boa disposição perante as dificuldades, aí, por vossa conta e risco, já podem passar para o passo seguinte.

Tsetse



tsetse @ 20:16

Seg, 25/06/07

Há uma questão que é muitas vezes debatida no universo masculino:
As mulheres gostam de ser mal tratadas? Se não gostam, porque continuam com parceiros que as magoam ou desrespeitam?

Na realidade, conheço algumas mulheres que permanecem em relações sofredoras. Algumas dessas não conseguiram lidar com relações saudáveis no passado e hoje permanecem em relações complicadas e pouco favoráveis. Sendo assim, comecei a analisar os casos que conheço e não cheguei a uma conclusão, mas a várias. Existem várias razões diferentes para isto acontecer, que dependem do tipo de mulher:

1. As Mártires

São aquelas que acham que devem sofrer para salvar os filhos de uma vida sem pai, o amado de uma vida sem família ou o malandro de uma vida errante. Como se conseguissem purificar-se com o sacrifício. A sua felicidade é secundária no grande plano que têm em mente.

2. As Masoquistas

São aquelas que subconscientemente gostam de sofrer. Provavelmente, acham que o merecem. Querem ser castigadas por todos os seus pecados e procuraram relações com alguém que as maltrate. Muitas vezes, manipulam o parceiro até o levar ao desespero e à violência.

3. As Loucas

As que estão apaixonadas e não conseguem ter uma visão objectiva sobre o que se passa. Fazem tudo por amor, sem precisarem de retribuição.

4. As Amorfas

As que não aguentam o seu próprio tédio e precisam de motivos de preocupação para viver. Normalmente, não gostam da sua própria companhia e precisam de problemas para se ocuparem e de razões para se fazerem de vítimas.

5. As Antiquadas

As que não querem separar-se, para não ficarem mal vistas na sociedade. As que defendem que o casamento é para sempre, mesmo que só traga sofrimento.


Sinceramente, as únicas coisas que lhes posso aconselhar é que se valorizem, que acreditem que merecem ser felizes, que se actualizem e que leiam este blog todos os dias, repetidamente, até acreditarem numa alternativa saudável. Querem melhor remédio?

Tsetse



TNT @ 15:46

Ter, 12/06/07

Costumam dizer que eu sou boa em fins. Que tenho jeito para a coisa. E que consequentemente ajeito-me a gerir os finais de relação. Ficamos sempre amigos após o período obrigatório de luto, falamos ao telefone, partilhamos as agruras e as conquistas... enfim tudo muito bonito e civilizado, comme il faut.

Verifico porém, que a maior parte das vezes, as coisas não se processam desta maneira tão blasé.

Noutro dia, testemunho um comentário do género “Eu já tenho alguém e ele ainda não. Ninguém lhe pega! Eu cá, já estou atrelada e ele coitado não consegue arranjar ninguém...” Oh filha, já pensaste que ele ficou tão farto, tão farto, tão farto de tanta parvoíce que agora o que quer é estar sozinho e andar a curtir com os amigos? Respirar fundo e dar graças por ter sobrevivido à tua intempérie? São as Ventoínhas.

Mas há mais! Há aquela versão “Coitado... continua num sofrimento atroz. Não consegue conceber a vida sem mim. Estou farta de lhe dizer que ele tem de refazer a vida dele, arranjar novos interesses... Não há dia que não lhe diga isso, mas...” Oh querida, a menina já pensou que se o deixar em paz, ele pode então refazer a vida? Estas são as típicas nem f*** nem saem de cima! Mas sempre com o rótulo de pessoas preocupadas e cheias de boas intenções. São os Anjos Negros.

Depois temos os Dramáticos. São aquelas pessoas que não largam, que não se conformam e que acham que o mundo vai desabar porque levaram com os pés... “Não posso viver sem ela, a vida não faz sentido! O que é que eu vou fazer agora? O que fazer? Fazíamos tudo juntos...” Pois! É boa altura de começar a gostar mais de si e menos dos outros. Daqui a uns tempos já descobriu um novo sentido para a vida, novos locais a ir e novas actividades a levar a cabo. O mundo não acaba por causa de uns patins, ok? Sem dramas!

E aquelas Stressadas que se passam quando vêem os ex acompanhados? “Já viste? Com aquela gaja? Ainda por cima com ela...! Vou fazer uma escandaleira, ah vou, vou!” Dói não dói? Mas o teu tempo já passou... E fazer uma escandaleira só vai piorar as coisas. Dignidade, minhas lindas, dignidade...

Com certeza que já todos passámos por estas situações, de um ou outro lado da barricada! Mas digo-vos já: é muito melhor fazer um período de “luto” pelo fim da relação e depois tornarem-se a ver como pessoas que já tiveram uma história.

Na maior. Sem penas, sem moralismos ou sem roupa se preferirem!!

TNT



tsetse @ 16:11

Qua, 28/02/07

Por muito que achemos que não somos influenciáveis, nem sempre conseguimos resistir ao poder da "sugestão". Principalmente, quando nos sentimos identificados com a desgraça alheia e vemos os outros a lutar com argumentos de peso.

Ultimamente, tenho assistido a vários fenómenos desses, em áreas bem distintas. Para exemplificar, imaginem um homem que se divorcia, porque acha que a relação já não tem emoção suficiente, que é preciso arriscar e mudar de vida, e comenta o facto com os amigos. Se ele se mostrar entusiasmado com a escolha e começar a justificar de forma lógica a sua decisão, os amigos que se identificarem com o seu problema vão, sem dúvida, pensar: "Mas o que se passa com ele é parecido com o que se passa comigo. Se ele é uma pessoa sensata e acha que este problema implica uma ruptura, se calhar tenho que pensar melhor na minha situação". E, depois, começam a analisar tudo e a colonizar sentimentos de liberdade, ruptura, e novidade. Conclusão: se ainda não tinham pensado em acabar, passam a pensar.

O mesmo se passa noutros tipos de relações. Se estamos no nosso emprego, sossegados, descontentes com algumas coisas e, de repente, vários colegas começam a queixar-se da empresa, a contar mais situações desagradáveis (que desconhecíamos) e a decidir sair, nós começamos a pensar: "Espera aí, afinal estes problemas são graves. Há mais pessoas descontentes. Descontentes ao ponto de sair. E, pelos vistos, o mercado não está assim tão mau, pois já arranjaram emprego". Mesmo sem querermos ser influenciados, só o facto dos nossos colegas se terem revoltado, dá-nos dados novos sobre a empresa e o mercado.

Por isso, meus amigos, muita atenção aos sinais. Nunca se sabe quando chega a nossa hora de demitir ou ser demitido. Seja do emprego, relação ou casamento. Se não querem perder, trabalhem mais e sejam mais dedicados. E, já agora, não vão em modas.

Tsetse



tsetse @ 18:24

Ter, 09/01/07

O final de uma relação é normalmente uma maçada. Mas há finais piores que outros. Há uns que provocam muito choro e saudade, há outros que é só chatices e coisas para esquecer, outros ainda, que passam quase despercebidos.

Os tipos de fins mais comuns são:

1. Não o posso nem ver!
São os casos sobre os quais nem gostamos de falar... Normalmente, ocorrem quando descobrimos no outro alguma característica que não suportamos ou quando este faz algo imperdoável. Muitas vezes, implica sentimentos de perda de várias coisas, principalmente de tempo.

2. Ala que se faz tarde!
Ocorre, por exemplo, quando já não o queremos por perto. Estamos cansadas. As razões mais comuns são: companhia do parceiro pouco interessante ou paixão por outra pessoa.

3. Amigos para sempre!
Gostamos muito da pessoa, mas não dá. Temos tanto respeito pelo outro que a amizade fica. Esta é a minha modalidade preferida.

4. Até qualquer dia!
Acabamos por uma razão ou outra. Mas é bom demais para não voltar a ter. Normalmente, ocorre em relações curtas.

5. As desgraças previstas!
Estas são as piores. Sabemos que vai correr mal e acabar pior, mas não conseguimos resistir. Desde o início que sofremos com a antecipação do fim. Normalmente, são resultado de paixões avassaladoras.

6. Os filmes de terror!
Casos em que o parceiro não aceita bem o fim e decide perseguir, chantagear ou infernizar a nossa vida.

Eu acho que devia haver uma forma de controlar isto. Logo no início, assinava-se um acordo tipo pré-nupcial onde ficava acordado como seria o fim. "Ah e tal, no fim quero distância, liberdade e respeito sempre que me vires. Assina aí na linha tracejada..."

Tsetse



TNT @ 15:35

Sex, 10/11/06

Não deve ser propriamente uma grande surpresa para os caríssimos leitores, mas nunca fui casada. Fui apenas vivente.

Acredito profundamente que o casamento deve ser para sempre, daí ser melhor não me meter nesses filmes. Sou mais pelas curtas-metragens...

Vivi acompanhada durante uns anos e quando me vêm com a conversa que é a mesma coisa, sou obrigada a discordar. Quando somos viventes têm-se as mesmas experiências de um casamento, é verdade. Mas quando chega a hora da separação, é tudo completamente diferente. Digamos que é mais light. Mais rápido. Mais indolor. 

Claro que quando a relação mete crianças, o caso deve mudar de figura. Mas de momento falo apenas das relações entre as duas pessoas envolvidas. (como devem calcular, não tenho crias...)

Na separação dou cinco minutos por cada ano de vivência. Um anito, cinco minutos, dois anitos, 10 minutos e assim sucessivamente. Se tivermos a mala semi-feita então, ainda poupamos um ano ou dois na hora da separação.

As relações e as coisas boas devem durar o mais possível. As separações e outras coisas menos agradáveis devem passar num ápice. E aqui é que reside a grande diferença entre o casar e o viver. Se formos casados, ainda temos de levar com a papelada do divórcio, advogados, conservatórias, filas, carimbos, senhas, selos... Se formos viventes, é só pegarmos nas nossas coisinhas e pormo-nos a andar. Simples, certo?

TNT



TNT @ 10:05

Sex, 21/07/06

Pois é... esta é uma questão muito delicada.
O território ocupado por cada uma das partes de uma relação.

Todos nós temos locais de eleição onde gostamos de ir jantar, beber uma champanhoca ou dar um pézinho de dança. E caímos no enorme erro de os apresentar aos nossos mais-que-tudo da altura. E é um erro enorme, porque normalmente os nossos locais de eleição tendem a durar mais do que as nossas relações. E depois? Como gerir os espaços? A quem atribuir a custódia? E caso fique connosco, teremos de compensar o ex com alguma pensão de alimentos por danos morais e psicológicos?

Eu tenho um local de eleição onde vou há mais de 15 anos, mas como sou estúpida que nem uma alforreca quando gosto das pessoas, esqueço-me sempre da redistribuição dos territórios nas situações pós-guerra. E depois, para os tirar de lá? É um sarilho, pois claro!

Caríssimos leitores, façam como eu digo, não façam como eu faço. Guardem religiosamente o vosso bar, restaurante ou afins. Porque podem vir a conhecer invasões irrecuperáveis que nem os capacetes azuis vão conseguir negociar.

TNT


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