TNT @ 20:28

Qui, 05/07/12

Tom Cruise consegue romper com todos os dogmas normalmente atribuídos aos interesses manifestados pelas mulheres: é jeitoso, é famoso, é rico, é influente. É tudo isto e ainda assim não chega.

 

As suas incursões pelo universo feminino não são tão triunfantes como nos filmes. Se na película, Tom Cruise consegue arrancar alguns suspiros do público feminino, na vida real as coisas já não correm tão bem. A verdade é que os filmes duram apenas duas horas. Viver diariamente com um homem, por mais bonito e famoso que seja, é muito diferente.

 

Senão vejamos:

Mimi Rogers, primeira mulher de Cruise, dispensou os seus serviços matrimoniais, não sem antes o ter introduzido na Cientologia. Aquilo correu tão mal que a atriz acabou por se dedicar ao poker. Sempre lhe dava algum extra e chateava-se menos. Aplicou as lições de bluff aprendidas durante o casamento, que no poker se revelaram lucrativas.

A dama que se seguiu foi a lindíssima Nicole Kidman. Ainda aguentou uns tempos, mas assim que soube que tinha de ter filhos sem epidural e sem gritar durante um parto natural, por causa das exigências da Cientologia, achou por bem adotar duas criancinhas. Era um bocado demais exigir que ela, uma rapariga tão estreitinha, pudesse parir sem anestesia e sem pio. O desfecho foi de tal forma que ela, após ter posto o Cruise com dono, acabou por se envolver, e mais tarde casar, com Keith Urban. O desespero foi tal que preferiu um toxicodependente a um imbecil!

E eis que entra em cena a caliente Penelope Cruz. Sangue latino e dona do seu nariz, percebeu que aquilo não ia dar nada, mas aproveitou o que pôde para lançar a sua carreira em Hollywood. Assim que se viu bem na vida, fez uma pega de caras e espetou-lhe a bandarilha. A ele e às suas manias. Olé!

É então que Tom Cruise se perde de amores por uma mocinha de ar cândido e o mundo estremeceu com pena da pobre rapariga. Katie Holmes, que tinha um enorme fascínio por Cruise desde a adolescência, claro está, viu um sonho transformar-se em realidade. E nem abriu os olhos quando assistiu à aparição no programa da Oprah em que Cruise pulava de sofá em sofá, como um símio, anunciando ao mundo o seu amor por Katie Holmes.

“O Tom e eu vamos estar sempre na nossa fase de lua-de-mel.” – dizia Holmes. Ninguém a condenou por pensar assim. Afinal ela estava com o seu ídolo de meninice. E já toda a gente esteve apaixonada e bem se recorda dos disparates que se dizem nessas alturas.
Lá teve uma bebé, não se sabe se pariu de acordo com as regras da Cientologia – espero que não, coitada! – e fazia agora o seu papel de mulher de um dos mais famosos e poderosos atores do mundo. Acabaram por se recolher num rancho. No princípio, ainda pode ter tido piada, mas depois deve ter pensado: o que é que é que eu estou aqui a fazer, enfiada no meio das cabras e dos repolhos, com este lunático que pensa que a qualquer momento os ‘homenzinhos verdes’ nos vêm buscar?

E eis que a poucos dias do 50º aniversário do ator, a sua cândida amada pede o divórcio à laia de presente. E mais uma vez, Tom Cruise foi mandado à vida dele.

Há muitos homens que até gostavam de ter o sorriso do Tom Cruise, a sua fama, as motos, o dinheiro. Desenganem-se. Isso só não conta. É preciso ser homem. E, para Tom Cruise, isto de ser homem só no Top Gun.

 

Publicado no SAPO Mulher




TNT @ 20:49

Dom, 11/04/10

Se há coisa que me encanita é como é que os casamentos ‘do antigamente’ subsistiam e duravam, apenas uma casa de banho no lar doce lar.

Uma pessoa pode até partilhar a cama, o sofá, e, quem sabe,  o armário – acho pouco prático, mas enfim -, mas a casa de banho não me parece coisa para se partilhar. O mulherio tem sempre uma data de coisas que PRECISA de ter no aconchego daquelas paredes de azulejo. Os cremes para a cara – leia-se três ou quatro diferentes para o dia e para a noite – os cremes para o corpo, para os pés, para os cotovelos, para as mãos, para as cutículas, o óleo de amêndoas doces para as unhas, os vernizes, a maquilhagem, o champô, o creme amaciador, a máscara, as escovas, o pente, o secador, os tampões, as toalhitas, os discos de algodão, o desmaquilhante...

Como é que pode sobrar espaço para a espuma de barbear e o lote de revistas com que os gajos sempre se fazem acompanhar em momentos de grande reflexão como a ida à retrete? Não é praticável! Já para não falar daqueles tipos que precisam do seu momento matinal no trono durante cerca de 1h10, quando toda a gente sabe que problemas de obstipação são quase exclusivamente femininos! Por que carga de água é que os gajos ficam lá tanto tempo? Para não nos aturarem? Eh pá, o raio que os parta, vão para o café do Sr. Amândio e ponham as leituras em dia!

A fórmula para um casamento sofrível é ter duas casas de banho. Pode até ter-se um T0, mas não me lixem... com duas casas de banho!




tsetse @ 15:00

Qua, 29/04/09

Opiniões, revelações e dissertações:

 


(download)

 

O próximo entra às 16h00!

 

TNT & Tsetse




TNT @ 13:45

Dom, 15/03/09

Almoço com um amigo que já não via há mais de vinte anos. Ele, virtuoso dos seus votos matrimoniais, eu, solteira convicta. Ao pormos a escrita em dia com comentários mais ou menos bem-dispostos sobre o estado civil dos demais, a bomba é apresentada por esta vossa menina ao pôr na mesa o assunto que mais casais separa, traduzido pelo mijar fora do penico, o pular a cerca, o apanhar ar por outras paragens. Digo-lhe que as mulheres, quando o fazem, fazem-no consciente e convictamente, planeiam a coisa ao pormenor e sabem exactamente com quem, como, quando e porquê. Quando as mulheres dizem “ah e tal, perdoa-me, aconteceu...” é treta! O que acontece às mulheres é irem na rua, tropeçarem e caírem. Isto são coisas que acontecem. Trocarem fluidos ou algo mais, quando são comprometidas, não acontece. É planeado. Ao pormenor.

Para quem está no mercado, isto não é novidade. Para os mais arredados destas andanças poderá até ser.

Então, mas afinal, as mulheres são umas cabras!? – questiona-se o macho. Bom, serão ou não, já lá dizia o outro. Se ser-se cabra é sinal de se ser organizada, eu, cabra, me confesso!

Lá porque os homens são atabalhoados e deixam tudo ao deus-dará, metem os pés pelas mãos, não se aguentam à bomboca e publicitam aos sete ventos as suas conquistas, é lá com eles!

Da mesma maneira que as mulheres organizam a sua agenda de forma a conciliar todas as vidas que a vida feminina comporta - carreira, casamento, filhos, amigos, idas ao cabeleireiro, pedicure, manicure, depilação, compras de supermercado, outras compras, vida doméstica, organização das agendas da canalha com as agendas das mães das outras canalhas – também o fazem na mui valiosa arte de enchifrar.

Há que dar mérito a quem o tem. E as mulheres têm-no!
 

TNT




TNT @ 13:43

Qui, 15/01/09

Situação:
A é solteiro.
B é comprometida com C (casada, vivente, algo assim).
A e B embrulham-se.
O resto do abecedário culpa o A… que é um malandro, que se fez à rapariga, que o C está todo lixado e que isso não se faz. Pois, eu até acredito que não se faça. Mas continuo a achar que quem é comprometido é que tem de ter juízo. Contra mim falo, que já fui uma sem juízo. Sim, porque, hoje em dia, sou uma rapariga cheia de pergaminhos e boas intenções. Yeah right!

Noutro dia, uma amiga confidenciava-me que andava meio enrolada com um tipo casado. Ah e tal, o casamento é só de fachada, a mulher dele também tem outras pessoas e só não se separam por causa dos miúdos. Pois, pois…

Vamos lá ver aqui uma coisa. Grande parte da população solteira já trocou fluidos (ou algo mais) com a população comprometida. O que é fundamental saber, nestas coisas, é que não se deve acalentar esperanças. Pessoas comprometidas – na sua grande maioria – são para o que é que é, e nada mais. No caso específico a que me referi (A e B) são das poucas excepções que conheço. Acabaram por ficar juntos. Mas nem todas as pessoas são excepcionais… a maior parte são perfeitamente comuns com todas as coisas boas e más que isso acarreta. A impaciência (esta para mim é fatal!), a espera (olha outra que é letal para mim!), as impossibilidades, a comunicação combinada, a falta de espontaneidade… enfim, mais tarde ou mais cedo, tudo isto se transforma numa enorme trabalheira sem retorno, quando há emoção envolvida.

E aqui é que mora o perigo. No raio das emoções. No desatino do envolvimento. E a parte difícil da coisa é evitar que estes elementos venham ao de cima. Já alguém conseguiu? Duvido…

Encarar a troca de fluidos (ou algo mais) como um negócio, não é para todos. Bem sei que é a profissão mais velha do mundo, porém, ainda não é a mais comum ou transversal. Então vejamos: se não considerarmos a coisa de forma meramente mercantilista, como fazer?

Alvíssaras a uma resposta convincente!

 

TNT
 




TNT @ 13:51

Qui, 02/10/08

Ao passear pela blogosfera, leio um post do "inimigo" onde se justificava a procura dos homens por prostitutas, devido ao facto de as mulheres deixarem de "fazer pressão para o sexo" depois do casamento, uma vez que, segundo aquelas mentes brilhantes, já não precisavam de o fazer.
 
Como não sou dona da verdade e da razão, tento sempre informar-me junto de outras pessoas e saber se sou caso único ou não. Depois de lhes deixar lá um comentário em conformidade e após alguma reflexão e conversas com elementos do sexo feminino, confirmo o que já sabia. Como sempre, não vou falar de excepções, mas sim da maioria!
E a maioria das mulheres diz que não está satisfeita com a sua vida sexual com os maridos/viventes etc., por eles terem perdido o interesse. Todas dizem que a frequência se vai espaçando cada vez mais e algumas até deixaram de tomar a pílula por acharem que não vale a pena, dada a raridade do evento. Que gostam muito deles, mas que se começam a interrogar se existe outra pessoa ou se, de repente, eles as deixaram de achar atraentes.
 
Quando o homem que nós gostamos se recusa a fazer sexo connosco ou foge a sete pés da coisa, a mulher acha sempre que a culpa é dela própria! Quando o inverso se verifica, o resultado é o mesmo. O homem também acha que a culpa é dela! Parece que estamos de acordo numa coisa: a culpa de não haver sexo em casa é da mulher... Ironias à parte, creio que os homens andam perdidos com o seu novo papel na vida. Se dantes, eram o principal sustento da casa, há muito que esse domínio se foi atenuando. Se dantes, só as mulheres se embonecavam, hoje em dia, basta ir jantar fora para se perceber que os papéis quase se inverteram.
 
Não será que os homens estão inseguros quanto ao seu papel e já não sabem o que fazer?
 
Na semana passada, numa revista de actualidade, o tema de capa era sobre as infidelidades femininas, como se processam e por que acontecem. Aconselho vivamente a leitura do artigo. Quanto mais não seja para reflectir. Porque justificar a busca de prostitutas com a ausência de interesse por parte da mulher, cheira-me a cobardia e de que maneira! Não será, antes, por as prostitutas fingirem que estão a gostar – por serem pagas para isso – e as mulheres com quem eles vivem já não precisarem de o fazer?
 
Na maioria das vezes, são as mulheres que se lembram de ir para o motel x, são elas que compram a lingerie sexy, são elas que procuram nas sex-shops algo que apimente a relação. Os homens vão às sex-shops para mais uma sarapitola com as revistas e filmes que compraram. Nós vamos à sex-shop para comprar afrodisíacos, óleos e objectos de prazer. (Isto são factos estatísticos dos proprietários das ditas lojas).
 
Por isso, meus caros, pensem bem no que andam a fazer. E, principalmente, pensem no que não andam a fazer. Porque há sempre, mais tarde ou mais cedo, quem o faça por vocês...

 

TNT
 




TNT @ 13:37

Sex, 20/06/08

Fui ver o filme... pois claro! Fui à estreia. Eu e algumas centenas de mulheres, meia dúzia de casais gay e alguns homens hetero, nitidamente arrastados pelas suas fêmeas. O mulherio em êxtase, batia palmas e ouvia-se um ou outro bruaá quando entrava alguma personagem importante. Eu, completamente hipnotizada pelos sapatinhos que iam desfilando no ecrã. Futilidades próprias do género à parte, achei o filme a querer roçar o romântico e uma tentativa idiota de nos vender a ideia de que afinal as nova-iorquinas fashion querem é casar com véu, grinalda e flor de laranjeira.

Se assim é, devo dizer que as portuguesas urbanas (como eu e aqui a minha sócia) estão muito mais à frente. Se a felicidade estivesse dependente do casamento, não estaríamos em primeiro lugar no número de divórcios na Europa! Digo eu...

As mulheres querem é ser felizes! O casamento é apenas uma canseira! Um factor de stress imenso com convidados que não se dão, distribuição absolutamente cuidada das mesas, escolha criteriosa da ementa, vestido, local... uma canseira para a qual não há pachorra! O casamento per si pode estragar qualquer relação. No fundo, o casamento pode dar cabo do casamento. Há casais que não resistem ao casamento (boda) e que por isso não chegam sequer a ter o casamento (relação) com que sonharam, em consequência de complicações trazidas pelo casamento (boda).

O português é, de facto, uma língua muito traiçoeira. Atraiçoa-nos desta forma insultuosa insinuando que casamento e casamento são uma e a mesma coisa. Por estas e por outras é que os anglo-saxónicos têm a distinção entre wedding e marriage. Eles lá sabem...

 

TNT
 




TNT @ 11:53

Qui, 08/05/08

Leio uma reportagem numa revista de actualidade sobre uma comunidade matriarcal – Mosuo - lá para os lados da China. Confesso que, embora não seja propriamente uma feminista acérrima, a coisa me agradou. Tirando ali uma ou duas situações mais ridículas, no cômputo geral, a coisa agradou-me, pronto.

Ponto primordial e que me suscitou mais interesse: não existir casamento. Parece que, por ali, as relações duram enquanto houver amor. Já não há amor?... Next! O que me parece assaz curioso... Com a fama que as mulheres têm de sedentas pelo casamento, estranho o facto de não existir o dito laço, logo num sistema matriarcal! Ou será que andamos todos enganados e afinal as mulheres, no fundo, estão-se nas tintas para o casamento e só querem os gajos para dar umas quecas? Será possível???

Enlevada por esta nova realidade decidi investigar as características das restantes três sociedades matriarcais conhecidas. Conclusões? Poligamia com fartura; o ciúme não existe; os homens servem “pró que é” e pouco mais; ‘céu’ e ‘inferno’ também são conceitos desconhecidos ou propositadamente ignorados; e o único ‘pecado’ é tratar-se mal as crianças...

Oh inclemência! Oh martírio! Estarão os valores todos trocados? Querem lá ver que quando são as gajas a mandar não há casamento e há sexo com fartura?
Logo as mulheres que, segundo os homens, só querem é casar, e assim que casam perdem a vontade de ter sexo... Ou será que os gajos assim que casam, desleixam-se e elas perdem o desejo sexual... por eles? Não deixa de ser uma hipótese legítima, não me lixem!

Todas estas comunidades matriarcais situam-se do outro lado do mundo... o que me fez pensar... Com a sede instituída pelo casório, será que no Ocidente as mulheres gostam menos de sexo e mais de copos-de-água?

Devo ter uma costela oriental e não sei! Para que conste, nunca me casei... nem pretendo!

TNT



o_inimigo @ 00:01

Sex, 14/09/07

A Mulher Submissa

Um dos momentos que mais aprecio quando vou a casamentos (para além do almoço, quando a comida é boa) é aquela altura, na igreja, em que um amigo dos noivos sobe ao altar para ler uma passagem da Bíblia. Em particular, agrada-me aquela leitura em que se pede à noiva que seja subsmissa.

As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor... Como, porém, a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido" (Efésios 5:22,24).

Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor" (Colossenses 3:18)

Deixa-me particularmente descansado que, em pleno séc. XXI, pelos menos a Igreja Católica seja um garante de um princípio fundamental da Humanidade: a mulher deve ser submissa ao seu marido. Foi assim que Deus a criou e tal não deve ser alterado nem, muito menos, questionado!

Contudo esta perspectiva relativamente ao papel da mulher não é um exclusivo da religião cristã. De acordo com o Islão, a mulher deve andar coberta em público e sempre um passo atrás do marido, o qual deve respeitar. De acordo com o Corão, as mulheres muçulmanas devem vestir-se de forma modesta e sem exibir beleza ou adornos.

Já o Código Civil Português de 1966 atribuía às mulheres casadas um estatuto menor e reconhecia ao marido a qualidade de chefe de família, conferindo-lhe o poder de decidir na generalidade dos assuntos da vida conjugal. À mulher incumbia o governo doméstico. Está claro...!

Assim sendo, caras leitoras (e caros leitores), apesar do que possam pensar, não devemos questionar estes ensinamentos milenares: as mulheres devem ser submissas aos seus maridos, devem respeitá-los e servi-los; devem tratar do lar e dos filhos; e devem ser humildes e vestir-se de uma forma modesta e pouco vistosa. Está escrito, é lei. Quem somos nós para o questionar ?


(enviado por Mumu)



TNT @ 17:41

Qua, 29/08/07

Já falámos aqui algumas vezes das abébias que damos, de vez em quando, às criaturas masculinas e da sua tendência para abusar da nossa boa vontade.

Venho a saber de diversas histórias de homens que decidiram "mudar de vida" (vulgo mudar de mulher, de casa, de tudo...), após terem desenvolvido interesses vários, em diversos temas, e que por isso mesmo, lhes apeteceu subitamente fazer um curso.

É arrepiante a quantidade de gente que desenvolve interesses com o intuito de "tirar cursos" e que acaba por mudar de vida. Seja fotografia, arranjos de flores, culinária ou escrita, os cursos acabam sempre por ser complementados por interessantes companhias do sexo oposto (ou do mesmo sexo, no caso de serem gays), que por acaso, também foram fazer uns cursitos para ver se o tédio com o pessoal lá de casa, era atenuado.

Qual speed dating, qual hi5? Esta é a nova moda do engate! Simpática, bem intencionada, dissimulada q.b., aprendem-se umas coisas e o sexo é mais que garantido!

Tudo muito direitinho, limpinho, devidamente camuflado por interesses e pessoas alegadamente interessantes, cujo único interesse será alegadamente o de afogar algumas mágoas, entre outras coisas.

Da próxima vez que os vossos respectivos repentinamente mostrarem interesse em fazer um curso sobre determinado tema, das duas uma: ou a vossa relação está por um fio, ou se acham que não é o caso, mostrem-se disponíveis para tirar o curso também. Até podem levar uma seca sobre história de arte, mas asseguram a falta de seca na cama lá em casa...

O risco é giro, mas é nos desportos radicais...!

 

TNT



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