TNT @ 15:55

Ter, 04/08/09

Já por várias vezes amigas me confidenciaram que os filhos adolescentes mantêm grande parte das suas relações por sms. Trocam mimos por sms, começam namoros por sms, desenvolvem as relações por sms e acabam-nas por sms.

Na era pré-sms era tudo muito diferente. Mais vagaroso. Mais pausado. Melhor? Não sei…

Lembro-me que quando tínhamos um arrufo com o namorado, tínhamos de esperar pelo dia seguinte da escola para pôr as coisas em pratos limpos. Assim como assim, já tínhamos dormido uma noite inteira – não havia cabo nem fibra, não havia Internet e poucos teriam vídeos no quarto. A malta tinha mesmo de dormir! Lia-se uma ou duas páginas e destilava-se a raiva ao sabor dos Patinhas ou de Mário de Sá Carneiro. E a coisa morria ali. E se não morria, sofria graves danos com efeitos identificados como fraqueza, realidade e preguiça. No dia seguinte lá íamos para a escola, depois de uma refastelada noite, e quando lá chegávamos, o gigantesco problema do dia anterior tinha encolhido como lã a 60 graus.

Hoje em dia a coisa é diferente. Bem diferente. Mais intensa. Mais rápida.

Tudo se passa de forma mais precipitada. Não se espera. Não há o tempo necessário para reflexão. A resposta é imediata. E tudo se precipita: tanto o bom como o mau. Claro que perdem menos tempo a começar as coisas o que é deveras simpático. Quando se é teenager não há cá as tretas da conquista que só provocam mais borbulhas. Salta-se essa parte que é uma verdadeira seca aos 16. Só que as relações são tão vividas em todo o horário escolar que um namorico de três meses esgota-se em três dias. Enquanto que os primitivos da era pré-sms apenas poderiam falar durante os 10 minutos de intervalo entre aulas, os actuais pós-sms passam as aulas todas a trocar epítetos de ordem vária. Quando chegam à hora do almoço já se apaixonaram, namoraram, ficaram noivos, casaram, separaram-se, discutiram a partilha dos bens, divorciaram-se e apaixonaram-se novamente. E tudo isto entre as 8H10 e as 13H00!

E agora pergunto eu: entre tanta comunicação quando têm tempo para comunicar? Para trocar olhares, corar de emoção? Até para trocar fluidos… quando?

Cheira-me que a geração pós-sms vai ter grandes dificuldades em largar os aparelhómetros e o vício dos polegares. E preocupa-me mais uma geração de mal comidos. O que lhes vale é que nunca vão saber como foi…

 

TNT
 




TNT @ 19:27

Sab, 04/04/09

Tenho por hábito atribuir falta de sexo a pessoas mal dispostas. Inseguras. Invejosas. Impossíveis de aturar. Para mim, é fácil de diagnosticar a coisa: é falta de sexo!

Sempre que testemunho declarações tristes, descontextualizadas, ao lado, embirrantes, chamo a Dra. TNT e ela diz sem apelo nem agravo... “errr, não há qualquer dúvida que é um nítido caso agudo de falta de sexo! É gente mal comida à grande e à francesa!” O que agrava substancialmente a coisa, convenhamos...

A falta de sexo é também conhecida nos meios médicos como stress. Uma dor de cabeça é stress. Cansaço é stress. Desmotivação é stress. Dores de costas é stress. Problemas gástricos é stress. Falta de apetite é stress. Apetite voraz é stress...
- Então diga lá, tem tido stress ultimamente?
- Não sôtor, até tenho andado com uma vida muito calma... (leia-se, não tenho tido sexo nenhum, nestum, nicles, zero, bola!)
- Pois, mas olhe que estes sintomas são típicos de stress...

E lá receitam umas coisas para as pessoas acalmarem.

Estas panaceias estão completamente erradas! Deviam era receitar umas coisas para as pessoas terem mais energia para irem para o engate e conseguirem ter o tal sexo que, isso sim, é o remédio santo!

Sexo bom e frequente é a cura para a maior parte dos males do mundo. Guerras incluídas! Ou acham que o Kim Jong Il anda bem comido? Podem dizer, em consciência, que o Osama anda a curtir que nem um doido? Claro que não!! E o Bush? Quando muito, uma ou outra sarapitola... não vou a mais!

Acreditem no que vos diz aqui a Dra. TNT e as suas receitas milagrosas: se as pessoas tiverem mais sexo – do bom, já agora! – anda tudo muito mais feliz e metade das maleitas desaparecem. E se o outro governa sem canudo, eu também passo receitas sem me inscrever na Ordem.

Para a estação Primavera-Verão receito e carimbo: sexo com fartura. E olhem que eu sei bem do que falo!
 

TNT




TNT @ 18:05

Seg, 26/01/09

Vou eu muito bem num centro comercial, quando avisto um casalinho de vinte e muitos anos. Ele, bastante mais alto que ela, abraçava-a quase que a espreguiçar-se. Quando passo por eles oiço o macho do casal comentar o seguinte: “… aquilo ficava mesmo bem era com a minha camisa azul-bebé…”. Saí dali rapidamente antes que começasse a distribuir tabefe pelos dois.

Meus amigos… um homem não fala de roupa. E um homem, muito menos fala de conjugações de cores de roupa. Aliás, um homem à séria até devia ser daltónico. E o que é mais deprimente é ter de ouvir um homem dizer “azul-bebé”. Um homem não diz azul-bebé, não pode. Diz azul-claro, azul-escuro e até consigo admitir que diga azul forte. Mais do que isto e temos claramente um piquinho a azedo. E uma mulher que aceite mais do que isto, também deixa muito a desejar!

Que um tipo ligado às artes chame às cores de magenta e cyen, até aceito. Agora se me falam em rosa choque e azul-turquesa, tenham lá paciência! Já foram ultrapassados os limites da boa convivência heterossexual!

Eu já acho mal que homens heterossexuais falem de roupa, sapatos e coisinhas a condizer e mais não sei o quê. Quando a coisa chega às cores só consigo ter pensamentos violentos do estilo de lhes mandar com a cabeça à parede várias vezes ao dia, até aprenderem. Ou, pelo menos, um par de bofetadas todos os dias ao acordar. Pelo sim, pelo não. Só para garantir…
 

TNT




TNT @ 00:07

Ter, 09/09/08

Ando um bocado preocupada com a nova geração de garotas que anda por aí...

De todas as gerações devida ou erradamente identificadas como X, Pepsi, Rasca ou Whatever, não as vejo encaixar em lado em nenhum. A não ser, talvez, numa nova geração M de malcriadas, S de sem classe, B de baixo nível ou I de infelizes.

No meu local de férias, assisto a uma cena de chegada de um jantar de quatro miúdas giríssimas, elegantes, bem-vestidas e cheias de pinta. Observação de uma delas: “eh pá, vocês são cá umas c*nas!” Ehhhh... aquilo caiu-me tão mal a seguir ao jantar...! Lá teve de vir um chá de cidreira para acalmar o estômago...

Tinham todo o ar de meninas de Cascais, mas rapidamente as identifiquei como rascas de Cascais.

Será que as mãezinhas delas não lhes explicaram que o facto de serem mulheres acarreta mais responsabilidades a todos os níveis? Ou será que as mãezinhas também mandam umas caral**das, enquanto chamam pelo Salvador, pelo Martim e pela Matilde? “Cab*ão do Bernardo que não há maneira de chegar... F*da-se!”

É que isto não é só serem convidadas para as festas da Silly Season. Há que se saberem comportar, mesmo quando o jantar não caiu bem. A azia é lixada mas experimentem Kompensan. Dizem que é bom!

 

TNT
 




tsetse @ 00:12

Seg, 01/09/08

Contou-me um amigo que agora há muita oferta de "sushi-girls" nas secções de classificados dos jornais. Parece que estas meninas se oferecem para fazer de "prato humano", com o sushi exposto por cima delas.

Eu bem sei que as mulheres têm um corpo muito mais delicado, requintado e perfeito do que os homens e que estes dão muito mais valor ao corpo do sexo oposto (ou do mesmo sexo, no caso dos gays) do que as mulheres - ou seja, neste campo, são muito mais fúteis. Por isso, não posso dizer que tenha ficado surpreendida com a nova moda. Mas, mesmo assim, fiquei triste por descobrir que encontraram mais uma forma de vender o corpo da mulher.

Eu aceito que, na publicidade, o homem represente a força e a mulher a perfeição, até porque é um facto. Também aceito a maior frivolidade masculina na sua relação com os corpos. Basta comparar o número médio de horas passadas pelos homens a ver imagens de mulheres nuas ou semi-nuas com o equivalente nas mulheres, para o constatar. E, como as mulheres também têm as suas frivolidades, nem vou atirar a primeira pedra.

Mas, mesmo assim, tenho dificuldade em aceitar que a mulher seja tratada como uma obra de arte que ornamenta uma mesa, nua e depois de ser paga, porque é reduzi-la a um objecto sexual inanimado.

 

Tsetse

 




TNT @ 00:28

Seg, 28/04/08

Sabem aquelas saídas em que são só casais? E que um solteiro, ou temporariamente solteiro, se sente sempre um bocado deslocado?

Noutro dia assisti a uma cena hilariante. Ele, amuado com ela. Razão do amuo: Ele tinha ido sair com mais uns amigos (casais) e ela não foi porque estava chateada com ele e não lhe apetecia estar a fazer fretes. Repentinamente ele começa a dizer que foi uma situação meio constrangedora porque eram só casais e ele era o único desamparado - "estavam lá todos com os maridos e mulheres, e eu era o único desgarrado..." Armado em Calimero, portanto! Resposta dela que fez silenciar sepulcralmente a sala: "oh pá deixa-te disso... maridos e mulheres?? Deves estar a gozar comigo! O A anda a dormir com a B há que tempos; a C anda a dormir com várias letras; a mulher do A mesmo sabendo que ele anda a abrir, não se importa porque o quer como troféu; o D está-se nas tintas para a C... continuo, ou nem por isso? Ou seja, tu foste o único tipo honesto nessa saída. Estávamos chateados, fizemos um intervalo e foste sozinho!".

A verdade é que para a maioria das pessoas não é suficiente enganarem o cônjuge. Têm de tentar enganar todo o resto da aldeia para os autóctones ficarem com boa impressão deles. Para ninguém comentar. Para parecerem ser felizes. Que está tudo bem.

Andam todos enganados e a enganarem-se. Mas o pior e mais grave engano é aquele que se tenta convencer e arranjar justificações para comportamentos injustificáveis. O que se engana a si próprio e finge ser feliz quando se vê ao espelho.

TNT



TNT @ 00:17

Qui, 28/02/08

Ultimamente tenho ouvido cada vez com mais frequência queixas de mulheres em relação à performance sexual dos seus homens. Não sei se anda para aí uma nuvem negra inibidora da testosterona, se os homens andam a trabalhar muito, se andam a gastar energias noutros lugares ou se, pura e simplesmente, deixaram de querer. O que sei é que cada vez há mais mulheres mal comidas, o que nos dias que correm é quase uma heresia.

Chega-me às mãos este artigo, onde o fenómeno procura ser explicado. Aparentemente o vírus espalhou-se pelo mundo inteiro e não é só em partes lusas que a falta se faz sentir! Provavelmente, até fomos dos últimos a sofrer deste mal, como de resto, acontece com quase tudo...

Na minha opinião, o artigo é exuberantemente machista, sublinhando efusivamente e em pormenor as falhas das mulheres como papel de fêmeas que já não conseguem que o macho sucumba aos seus encantos. Desde a toma de medicamentos, até ao excesso de peso, todos os defeitos femininos são apontados.

Não percebo isto!

Então eles é que não correspondem e nós é que temos a culpa? Era só o que faltava! Andamos pela rua e temos magotes de gajos a meterem-se connosco e apenas o idiota que temos em casa é que não nos liga nenhuma e a culpa ainda por cima é nossa?? A culpa é nossa se eles têm ejaculação precoce? A culpa é nossa, se de repente e sem acontecimento nenhum aparente, eles deixam de nos tocar e afastam-se quando lhes tocamos? A culpa é nossa se de um momento para o outro, eles passam a dormir à pontinha da cama? Esta agora!

Provavelmente, aconteceu algo exterior que nos ultrapassa por completo e somos confrontadas com a inutilidade do espécime, adquirido uns tempos antes.

Quando os jantares românticos já não resultam, quando as massagens com óleos de não sei quê orientais já não funcionam, quando a farda de colegial ou de french maid deixou de causar furor, acho que já não há nada a fazer, a não ser rifá-los!

A conversa, o diálogo e mais o raio que os parta a todos, já não é aplicável a estas situações. Solução? Como qualquer electrodoméstico que deixou de funcionar lá em casa, o mais prudente é substituí-lo... E anda aí tanta coisa em promoção!

Abram os olhinhos e deixem de ser humilhadas por aqueles que julgam amar-vos.
Porque quem ama, deseja. E quem deseja, corresponde!

TNT



TNT @ 23:12

Qui, 31/01/08

Como alguns se lembrarão, decidimos abrir o fórum do Interno Feminino assim que se atingisse 50 “associados”. Como estas meninas nunca deixaram de cumprir as suas promessas aos fiéis leitores, o fórum está oficialmente aberto.

No próximo domingo às 22H30 e durante uma hora inteirinha, estaremos no SAPO Spot à vossa espera para respondermos a questões e, quem sabe, aproveitarmos alguns dos temas lançados para futuros posts aqui no Interno Feminino.

Todas as semanas, com datas a designar, vamos responder a questões e debater temas previamente definidos. Da infidelidade aos hábitos, das dúvidas femininas e masculinas ao flirt, tudo pensamos abordar, mantendo a linha que nos é habitual.

Por isso, nada de se perderem com a TV, nada de saídas à noite, nada de cineminhas, nada de nada. Um cafézito a correr logo a seguir ao jantar, e ala que se faz tarde para a frente dos monitores!

Tudo bem preparadinho, resmas de perguntas, listas para não se perderem. Já sabem que os estilos são diferentes para cada uma de nós, por isso será melhor direccionarem bem as perguntas. Amores e feminismo para a Tsetse, relações e traições para a TNT. Ou então... não!

Já sabem! Domingo às 22H30 no SAPO Spot, o Interno Feminino ao vivo e a cores.... errrr... quer dizer não será bem ao vivo, mas as cores (rosa) lá estarão bem representadas pelas autoras, na abertura oficial das hostilidades.

See you then...!

TNT & Tsetse



TNT @ 13:25

Sex, 18/01/08

Não vendo melhor maneira de abrir as hostilidades, reparo que a maioria dos homofóbicos têm um piquinho a azedo.

Agora que abri as portadas da guerrilha vamos a isto!

Na minha opinião, quem tem medo que a coisa se pegue é porque não está... como dizer isto?... completamente seguro da sua sexualidade. Deve haver ali qualquer coisa mal resolvida. Alguma experiência a mais ou a menos que os impede de uma forma inequívoca de partilhar os mesmos 100 metros quadrados que um gay.

Encaram a coisa com uma virose, como a influenza para a qual os homens da ciência ainda não conseguiram descobrir a vacina. Escondem-se dos gays, encostam-se às paredes, não vá serem atacados com um daqueles falos de manga japonesa que dão várias voltas à cadeira, sentem-se desconfortáveis, nauseados e com vontade de desaparecer, não deixando porém, de mostrar um esgar à laia de sorriso, prevenindo assim, as opiniões dos convivas de que não são modernos.

Comentários como: “o quê, tens amigos gays?”, “eu cá gosto pouco de misturas”, “não me digas que os gajos dormem juntos...?”, “comigo, nem pensar”, são conversas que deixam muito a desejar... Têm medinho de gostar, é? Consta que quem vai, já não volta...

Oh meus amigos! Aquilo não se pega. Nem sequer suscita curiosidade a quem não a tinha já. E à pála da curiosidade, sabe-se que matou o gato... Ninguém vai pensar que são gays só porque frequentam o mesmo bar ou porque foram vistos no mesmo restaurante.

Acho que o essencial é assegurarem-se primeiro da vossa total orientação sexual para então poderem ir ao Bairro Alto descansadamente. Até porque aos fins-de-semana não há quase paredes disponíveis para protegerem as virtudes.

Em tom de remate, não quero que pensem que sou uma activista ortodoxa da 'paneleirice' vigente... até porque nos tiram algum mercado a nós, mulheres!

TNT



TNT @ 14:15

Sex, 04/01/08

Em épocas natalícias, grande é a tendência para lembrar e relembrar pessoas a quem mandamos a sms da praxe ou de quem a recebemos.

Passam-se meses e meses sem sabermos delas, mas é limpinho que nos dias que antecedem o natal ou o fim-de-ano, recebemos aquelas mensagens da tanga em catadupa, muitas vezes tiradas a papel químico, o que muito nos apraz saber que aquela pessoa, para nós, apenas se deu ao trabalho de carregar na tecla reencaminhar.

Ou para saber o que andamos a fazer – não vá o diabo tecê-las que um gajo nunca sabe o dia de amanhã – ou apenas porque faz parte da tradição como a árvore e o presépio, todos os anos somos bombardeados por notícias de gente que não interessa, já não interessava no ano passado e que muito dificilmente interessará no ano que vem.

Em variados jantares de natal com amigos, houve sempre alguém que ao ouvir o Pi-Pi no telemóvel (não conspurcar a palavrinha pi-pi que aqui não passa de uma onomatopeia) comentou: “olha-me, esta! Deves querer, deves...!” ou ainda “a lata do bicho! Querem lá ver...?”

Será que as pessoas não se enxergam e acham que lá por ser natal temos o coração mais aberto e tal e tal e que vai na volta ainda damos uma abébia só por causa do nascimento do “menino”?

Se querem alguma coisa de jeito, pelo menos dêem-se ao trabalho de nos mandar umas sms com uma periodicidade mais assídua, sei lá, uma vez por mês... Acham que é pedir muito? Tipo tarefa mensal: comprar a Maxmen; pagar a tv cabo; ligar àquela gaja; limpar o frigorífico...

Eu compreendo que se houver muita gaja a quem mandar mensagens, a coisa ainda sai carota. Mas têm de encarar isto como um investimento, como se de um certificado de aforro se tratasse. No fundo é comprar acções daquela grande empresa em expansão que é o Vale dos Lençóis!

Meninos e meninas, actualizem-se. Sejam periódicos. Invistam. Porque como diz o outro “se eu estiver parado, não rendo...”

TNT


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