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  <title>O Interno Feminino</title>
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  <description>O Interno Feminino - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Mon, 26 Mar 2012 22:20:09 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Mon, 26 Mar 2012 22:10:18 GMT</pubDate>
  <title>O Interno Feminino responde #1</title>
  <author>tsetse</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 10px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tsetse/fotos/?uid=jMNd6175w0ZQJDZU80UI&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/oc4067f7c/10677378_nNMmg.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;292&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Uma leitora enviou-nos a seguinte questão: &quot;O que pode levar um homem a flirtar 2 meses e depois desaparecer, após a primeira noite juntos?&quot;. Fiquei a pensar no assunto e tentei organizar as hipóteses, segundo experiências que fui ouvindo ao longo da minha vida, temperadas com um pouco de imaginação e lógica, em tópicos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. Gosto&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta é a mais óbvia, mas também a mais difícil de aceitar. Ele estava interessado na rapariga mas, após o contacto mais próximo, descobriu que não havia química, graça, pachorra, beleza, perfeição ou outro qualquer factor que ele valorize.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Timing&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele até lhe acha graça, mas estão em fases distintas. Ele quer encontrar uma companheira dedicada, simpática, simples, para casar, ter filhos ou ter uma vida mais cómoda, mas encontrou uma pessoa que parece preferir festas, viagens e muita animação. (Claro que, normalmente, é mais ao contrário. Só dei este exemplo para ter mais graça.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. Arrependimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O rapaz é comprometido, a relação está chata, ele está a tentar não morrer de tédio flirtando com outras pessoas, não consegue resistir a tanta beleza que anda pelo mundo fora, depois, olha para a namorada, que até é uma querida e muito dedicada, e arrepende-se. (Esta é a hipótese menos provável. Tipicamente, o homem só se &quot;arrepende&quot; ao fim de 10 ou 20 noites, quando a outra parece estar envolvida o suficiente para poder causar problemas.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4. Medo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rapariga parece areia a mais para a sua camioneta e ele prefere sair de cena, enquanto ainda faz boa figura. Ou passou por uma ou várias relações difíceis e tem medo de voltar a aproximar-se de alguém. Ou simplesmente tem medo de intimidade. (Outras hipóteses pouco prováveis. Mas é sempre bom imaginar que pode haver uma causa maior.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5. Diversão&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele não está interessado numa relação ou está à procura de uma princesa encantada linda de morrer e, enquanto espera, vai-se divertindo. Enrola-se só uma vez, para não ter que se aborrecer com a reacção e sentimentos da &quot;divertida&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fundo, a razão não interessa muito. Quando um homem gosta (e tirando os casos que envolvam filhos, muito dinheiro ou problemas mentais), ele vai atrás. Como já disse várias vezes, os homens são sempre mais básicos do que imaginamos. E qual é o interesse de estar com alguém que não gosta assim tanto de nós?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* ilustração de Roxy Lady&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sexo</category>
  <category>comportamento masculino</category>
  <category>amor</category>
  <category>vida</category>
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  <pubDate>Mon, 26 Dec 2011 23:49:53 GMT</pubDate>
  <title>Compras de Natal</title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;p&gt;O Natal é cada vez mais uma fonte de stress. As compras que se têm de fazer, os centros comerciais à pinha, o calor que não se aguenta no interior das lojas. E os gajos… Os gajos que andam por ali porque são obrigados pelas respectivas. Com um ar de sofrimento e de seca desgraçados e elas a perguntarem-lhes a opinião “O que achas deste cor de champagne para a minha irmã?” enquanto manuseiam um soutien entre os expositores de lingerie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles, coitados, sem saber o que dizer, lá esboçam um ‘hum-hum’, enquanto uma gota de suor lhes escorre pela têmpora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Minhas meninas e senhoras, os homens não sabem movimentar-se em lojas cheias de gente. Desconhecem por completo os códigos de desenvoltura por entre os charriots. Ficam firmes e hirtos nas áreas de lingerie – e não é no sentido desejado – num misto de excitação, vergonha e vontade de fugir.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que os obrigaram a ir às compras de Natal para vos fazerem companhia, por favor, tenham pena das criaturas – e, já agora, das outras mulheres que andam nas compras – e liguem-lhes só na hora de carregar com os sacos quando forem fazer as trocas típicas desta quadra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ajudar a criar um mundo melhor e livre de homens nas lojas!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>comportamentos</category>
  <category>mulheres</category>
  <category>compras</category>
  <category>homens</category>
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  <pubDate>Sat, 12 Nov 2011 20:56:15 GMT</pubDate>
  <title>E foi o final do Codebits! </title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A conclusão a que podemos chegar depois de um evento como este, é que a maioria dos &lt;em&gt;geeks&lt;/em&gt; apesar de primar pela inteligência, não prima propriamente pelo sentido de humor. Que, como é sabido, é uma das características mais apreciadas pelo género feminino. E, por isso, toca a rir e a fazer rir porque o sexo virtual até é giro, mas sempre, sempre é que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;geek&lt;/em&gt; típico é simpático, educado, tímido, a roçar o aflitinho quando uma mulher lhe dirige a palavra. E estas coisas até têm graça para uma mulher, convenhamos. Parecem precisar de colinho, estão a ver o género?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns a todos os que passaram pelo Codebits e principalmente à organização que me deu liberdade de circulação e expressão para poder cascar forte e feio neste enorme grupo de pessoas – 800 participantes dos cinco continentes. É obra!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aqui ficam &apos;três homens muito brasa&apos; para a despedida!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object width=&quot;400&quot; height=&quot;224&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://www.facebook.com/v/2428464068724&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;400&quot; height=&quot;224&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://www.facebook.com/v/2428464068724&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>codebits</category>
  <category>geeks</category>
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  <pubDate>Sat, 12 Nov 2011 11:10:12 GMT</pubDate>
  <title>Passou aqui o Vitinho</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/99663.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=a2faiRb165ZtPuLrJ48u&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1007261c/9416229_UZBgt.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ui! Que bem que se está aqui debaixo da mesa. Estes gajos já se calçavam...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>codebits</category>
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  <pubDate>Fri, 11 Nov 2011 19:35:04 GMT</pubDate>
  <title>Nuclear Tacos - Uma prova de virilidade?</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/99554.html</link>
  <description>&lt;p&gt;As provas de virilidade sempre me encanitaram. Fazer fila para sofrer é coisa que a mente feminina não entende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem três níveis de picante e a verdade é que a maioria dos moçoilos arrisca o nível mais perigoso. Segundo soube, na edição Codebits 2010, os alarmes de incêndio dispararam enquanto confeccionavam os tacos. Só para terem uma noção do calibre do picante! Fiquei apenas uns 10 minutos na sala, equipada com máscara e ainda estou a pigarrear enquanto escrevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ‘Nuclear Tacos’ já tradicionais no Codebits são apenas, e só, provas de virilidade, quase um ritual de passagem. Eu diria que isto é um bocado aquela afirmação infantil de ‘o meu carrinho é melhor que o teu’ ou numa versão mais púbere ‘a minha pilinha é maior do que a tua e até já tenho algum buço’. É, no fundo, o grito do Neandertal na sua mais pura essência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=pNslonF6NzP0KPWNC8HL&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B480791f3/9414420_kR0Al.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;446&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, geek que se preze equipa-se para qualquer prova. E para suportar melhor este aperto há que estar prevenido com bebidas lácteas mesmo à mão. Ou, no caso, mesmo à boca!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=cwKIETm62U40nzQ9nasD&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0007e549/9414424_Uq2sI.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;377&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E os desgraçados que confeccionaram e serviram os doidos por picantes não devem conseguir procriar nos próximos dois anos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=02AtlKHPQzTguzSoWIBR&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1807118c/9414426_QUj4y.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;362&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As filas para a casa de banho é que vão ser de chorar daqui a umas horas...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>codebits</category>
  <category>nuclear tacos</category>
  <category>picante</category>
  <category>geeks</category>
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  <pubDate>Fri, 11 Nov 2011 12:32:40 GMT</pubDate>
  <title>Codebits V - A moda, o cansaço e os apanhados</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/99242.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Segundo dia de SAPO Codebits. Muitos dos geeks pernoitaram por aqui. Dormiram por cima dos pufs ou por cima uns dos outros. Há coisas que prefiro não saber. Quem ainda tem pulseirinha de identificação é porque não tomou o belo do banho matinal. São fáceis de identificar e são claramente a maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percorrem os monitores de fundo preto com umas letras e símbolos às corzinhas – deve ser uma réstia de cromossoma X…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem sei que não costumo propriamente falar de moda nestas linhas, mas não posso deixar de assinalar que existe claramente um geek style. As t-shirts são do mais imaginativo que há, mas obviamente não dava para apresentar estes meninos à avó. Não queremos que a senhora tenha um chilique!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=kbEzSpOiNP64KEAkY3o8&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0307b5d7/9412837_Db4Bw.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;326&quot; height=&quot;435&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cansaço já começa a instalar-se e há até quem tenha decidido passear-se de roupão e pantufinhas. Basicamente, os geeks sentem-se mesmo em casa e este deve ser um sonho tornado realidade e algo que anseiam durante o ano inteiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=sZww9WUucmTfZbM2YueB&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb6077cde/9412843_tv4iO.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;326&quot; height=&quot;435&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 10 Nov 2011 19:24:39 GMT</pubDate>
  <title>Ai Scarlett, nem tu te safavas aqui filha!</title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 10px 0px;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=BYvZ9dIsrHfCfVlvuZcp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc6078d50/9409447_NHzjZ.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;333&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Aposto que se passasse por aqui a Scarlett Johansson ninguém dava por ela...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 10 Nov 2011 17:02:11 GMT</pubDate>
  <title>Vrum, vrum!</title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=CVQbJBgtwZhvzo38H4hy&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 10px 0px;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=DIqVoyLr5ph62tzRnCZE&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7007d128/9408989_q54Np.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;333&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Os meninos crescidos também gostam de Legos...&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 10 Nov 2011 14:54:47 GMT</pubDate>
  <title>Codebits V – Parte 1</title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;p&gt;O cromossoma Y desceu às entranhas da Sala Tejo do Pavilhão Atlântico. São 800 participantes, 739 dos quais são homens. Ok, estou a ser generosa… talvez não sejam ainda homens, na verdadeira acepção da palavra, mas ainda assim a testosterona e o cromossoma Y imperam sem qualquer dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;fast food&lt;/em&gt; é a eleita e todos se banqueteiam com pizzas e hamburgers. E se lhes perguntarmos quem são os seus &lt;em&gt;chefs&lt;/em&gt; de eleição, muito provavelmente responderão &lt;a title=&quot;McDonalds&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_McDonald&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ronald McDonald&lt;/a&gt; ou o &lt;a title=&quot;Fried Chiken&quot; href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Colonel_Sanders&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Coronel Sanders&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção às marcas de shampoos anti-caspa! Linics e Head &amp;amp; Shoulders desta terra: este é um mercado onde devem investir forte e feio. Aconselho-vos a patrocinarem os próximos eventos. Aqui há clientela aos molhos! E, não se esqueçam que, por enquanto são apenas jovens imberbes, mas são os grandes crânios do nosso país. Em breve, eles terão dinheiro para comprar frasquinhos às paletes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 18:50:47 GMT</pubDate>
  <title>Codebits V</title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 0px 10px;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=Zn41YWZ5Kw3rRmc500aZ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bfa073278/9405732_rWw27.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;369&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a title=&quot;Codebits V&quot; href=&quot;https://codebits.eu/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Codebits V&lt;/a&gt; arranca amanhã e eu vou lá estar para ver como é que aqueles mocinhos se portam. Eu até gosto de geeks, vocês sabem, mas cheira-me que vou ter material em barda para lhes partir a cabeça. A ver vamos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 31 Oct 2011 17:19:57 GMT</pubDate>
  <title>Taras e manias</title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 5px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=w5EGHaCOO6BqZka9REU8&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5c072323/9361920_hksJR.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;203&quot; height=&quot;292&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Tenho ouvido com muita frequência ‘&lt;em&gt;sabes, já estou habituado/a a viver sozinho/a e agora não me apetece nada partilhar o meu espaço...&lt;/em&gt;’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma separação, quase toda a gente acha que vai morrer de desgosto e que a vida a sós é impossível de ser vivida. Depois, começa-se a apreciar aquele silêncio matinal. O domínio do remote control. O frigorífico com as coisas que realmente gostamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que me diz respeito, garanto-vos que tenho uns hábitos muito dificeis de aturar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de trabalhar à noite na cama, com o portátil nas pernas em equilíbrio enquanto fumo cigarros como se não houvesse amanhã. E se alguém me dissesse ‘ah e tal, vai fumar para a sala’ a coisa não ia correr bem. Tenho os comandos todos à minha volta, o cinzeiro com tampa na mesa de cabeceira, tv na parede em frente. Tenho três dígitos de sapatos. Quatro dígitos de livros. Gosto de silêncio quando estou para aí virada e detesto que me interrompam quando estou a trabalhar. E trabalho muito em casa. Gosto de música em altos berros. Gosto de falar ao telefone a altas horas com algumas pessoas, essencialmente sobre política. Sou viciada em jogos de computador e detesto que me digam’então, ainda falta muito?’ quando ainda me apetece ficar naquilo umas quantas horas. Gosto de dormir de janela aberta mesmo que esteja uma tempestade lá fora. Gosto da porta do quarto encostada e da porta da sala aberta. Sou obsessiva em relação a horários e detesto esperar. Qualquer atraso me tira do sério. Tenho embirrações várias em relação à partilha da casa de banho que nem vou enumerar. Gosto de dormir sozinha, salvo raras excepções (quando está muito frio, não é mau de todo ter quem nos aqueça os pés, certo?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, com tanta mania, não é possível partilhar espaços! Não dá para conceber que alguém nos venha perturbar as rotinas, os silêncios, os momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se partilhar a vida com alguém já é difícil, depois de nos habituarmos a estarmos sozinhos torna-se impossível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* ilustração de Roxy Lady&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>relações</category>
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  <pubDate>Fri, 19 Aug 2011 17:50:33 GMT</pubDate>
  <title>Macho que é macho</title>
  <author>tsetse</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;padding: 10px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tsetse/fotos/?uid=0efMtj3OrfGpJdC9FV6c&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/of007263d/8965325_1vyRZ.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;196&quot; height=&quot;282&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Embora eu seja a favor da igualdade de oportunidades, de direitos civis e de remunerações entre géneros, não sou a favor do fim da feminilidade ou da masculinidade e, muito menos, da criação de uma metro-sexualidade transversal, que transforma todos os seres em iguais. Nunca queimaria soutiens, nem participaria em marchas contra os saltos altos ou a maquilhagem.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Gosto de ver mulheres delicadas e arranjadas de forma feminina e gosto de homens masculinos, daqueles que inspiram confiança e que nos fazem sonhar com uma protecção eterna. Com isto não quero dizer que os homens não devem cuidar da sua aparência ou tentar vestir algo que os favoreça e esteja na moda. Podem e devem, desde que não passem um certo limite.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E onde está o limite? Como é difícil de definir, vou tentar listar o que me faz espécie em alguns homens e que funciona, para mim, como um turn-off:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Homem que é homem, não usa pijaminha e raramente tem frio. Se um namorado me dissesse que gostava de dormir de pijaminha para ficar quentinho durante a noite, não conseguiria conter o riso.&lt;br /&gt; - Macho a sério pode interessar-se por decoração, mas jamais irá decorar o espelho da casa de banho com conchinhas que apanhou na praia ou coleccionar miniaturas de prata ou de cristal.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Homem a sério não tem medo de ser arranhado por um gato ou de torcer um pé, nem anda sempre a queixar-se das pequenas mazelas. Um homem, para mim, tem que ser resistente e pieguice é sinónimo de efeminado.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;- Um macho digno desse título não pede a uma senhora para não colocar um copo em cima da mesa, para não estragar a madeirinha, nem fica preocupado sempre que colocamos um copo cheio perto do seu rico telemóvel. &lt;br /&gt;- Um verdadeiro homem não tem medo de baratas, ratos e outros pequenos animais e nunca, mas nunca, pede a uma mulher para matar tais seres, por ele. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Com certeza que, para outras mulheres, o limite será outro, mas há sempre um limite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* ilustração de Roxy Lady&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>comportamento masculino</category>
  <category>vida</category>
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  <pubDate>Wed, 03 Aug 2011 17:58:59 GMT</pubDate>
  <title>Do T2 à gruta do Ali Babá</title>
  <author>TNT</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;padding: 5px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=26B6B6nAGslvMht0IjL5&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba10776cf/8899839_1ithb.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;196&quot; height=&quot;287&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Bem sei que a crise é mais que muita e que muitas vezes temos de fazer sacrifícios que não faríamos noutros tempos mais abastados. Ainda assim, confesso que me baralha um bocado a ideia de um casal se separar e manter-se na mesma casa. E, claro que, não são propriamente palacetes com várias alas. São, na maioria, T1 ou T2 com arrecadação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço uma série de ex-casais – sem filhos - a viverem juntos em ex-casas, com ex-memórias, ex-chatices e ex-aventuras. Tudo muito civilizado – dizem eles – com novas relações a despontar e a presença dos ex no sofá da sala a alambazarem-se em Doritos frente à tv.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A meu ver, quando as pessoas se separam, deviam mesmo separar-se. Nem que fossem viver para um quartinho com serventia de cozinha e banho com águas correntes. Antes isso, do que chegar a casa e encontrar o imprestável de quem nos decidimos separar porque já não lhe podíamos olhar para as trombas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja antiquada, talvez não esteja bem a ver a crise em que nos encontramos, mas não bastará já a crise financeira? Temos de arranjar crises acrescidas para os tempos difíceis que se vivem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma separação, embora sempre penosa, tem de ser literal. Separarmo-nos e mantermo-nos é como ir até à porta da gruta do Ali Babá e não entrar. Nunca se fica a conhecer os tesouros que estão para além daquilo que já conhecemos e que são provavelmente mais valiosos que as paredes do T2…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* ilustração de Roxy Lady&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 22:53:56 GMT</pubDate>
  <title>E se...</title>
  <author>tsetse</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/97026.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;padding: 6px 6px; float: left;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o4d07d6b0/8828413_HzSt3.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;196&quot; height=&quot;287&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;E se um dia conhecessem o homem dos vossos sonhos e ele vos dissesse que era bissexual? Monogâmico, mas com alguns ex-namorados no repertório?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando faço esta pergunta aos homens (versão mulher dos sonhos deles) a resposta é quase sempre a mesma. Que não faria diferença. Quando coloco a pergunta a mulheres, até agora e com a excepção das mulheres que também são bissexuais, recebo a resposta contrária. Ouço um &quot;Não, não era capaz&quot; ou um &quot;Só de imaginar que ele esteve com outro homem, até fico mal disposta&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que levará a esta dicotomia? Será que as mulheres são menos liberais? É uma hipótese, mas não me parece que seja a principal razão. Tenha a impressão de que as mulheres associam um homem que se sente atraído por outro a feminilidade e falta de testoterona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para além disso, não gostam de pensar no seu mais que tudo enrolado com outra pessoa e, perante a notícia da bissexualidade, não podem deixar de imaginar o rapazinho em posições menos próprios com outro marmanjo qualquer. E isso não é nada sensual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário dos homens, que desde novinhos vêem pornografia, alguma dela envolvendo várias moçoilas bastante amistosas umas com as outras, as mulheres, para além de consumirem menos este tipo de conteúdos, quando querem ver alguma coisa, normalmente vêm imagens produzidas para homens heterossexuais. Imagens essas que, normalmente, não incluem homens a acariciar outros homens. Por isso, estas não são imagens que populem o seu imaginário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E vocês? O que pensam?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* ilustração de Roxy Lady&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sexo</category>
  <category>relações</category>
  <category>bissexualidade</category>
  <category>vida</category>
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  <pubDate>Fri, 03 Jun 2011 10:14:49 GMT</pubDate>
  <title>Os maridos exemplares (ou nem por isso)</title>
  <author>tsetse</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/96869.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;
&lt;div&gt;Noutro dia, uma amiga minha confessava-me, com grande desgosto, que tinha visto o marido da prima a dar um beijo a outra mulher. Para ela, o casamento da prima representava a relação ideal. O marido tinha uma tal adoração pela prima, que fazia tudo para que ela se sentisse melhor. Fazia quase todas as tarefas domésticas; fazia massagens à mulher todas as noites, para ela dormir melhor; olhava para ela sempre com o olhar mais apaixonado do mundo; etc. Um verdadeiro marido exemplar.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Poucas semanas depois, estava com outra amiga, quando chegou uma velha amiga dela, a Raquel. A Raquel começou a contar as novidades e, no meio de várias histórias, veio a história da sua melhor amiga, a Maria. A Maria, segundo ela, era a mulher mais sortuda do mundo. Como na história anterior, tinha o marido ideal. Ele fazia frequentemente viagens de 600 Km para ir levar e buscar a mulher a casa dos pais, para &lt;span&gt;ela&lt;/span&gt; não ter que andar de comboio sozinha; estava sempre atento a todas as necessidade dela e não podia ser mais querido. Tudo muito bonito, se eu não conhecesse o marido da Maria e não soubesse que ele anda envolvido com outra mulher.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A questão é: o que leva estes maridos exemplares a trair as mulheres que parecem adorar?&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A minha primeira teoria é a de que eles se cansam de viver em estado de adoração constante e começam a ter necessidade de ter também alguma atenção. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A segunda teoria é a de que todas as relações têm uma data de validade. Mesmo as mais perfeitas. Por questões instintivas e animalescas, os homens precisam de novidades e, os que são fracos, não se controlam perante a beleza alheia.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Mais teorias são sempre bem vindas.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Nota: Os nomes e alguns pormenores foram alterados, para não revelar a identidade dos envolvidos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>comportamento masculino</category>
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  <category>traição</category>
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  <pubDate>Fri, 20 May 2011 11:07:51 GMT</pubDate>
  <title>Sorrisos</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/96766.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Num jantar, com amigos de longa data e outros mais recentes, fala-se de amor e paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já disse aqui algures que considero a paixão um estado de demência temporária. Aconteceu-me uma vez e não gostei. Não gostei da falta de controlo, da ansiedade permanente, do olhar frequente para o telemóvel. Detestei todos os minutos da coisa. Felizmente durou apenas uns meses, senão acho que teria ido parar a uma daquelas salinhas almofadadas com uma camisa com umas mangas muito, muito compridas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Todos concordámos que a paixão não dura muito tempo. Boa, digo eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu amigo de longa data - que é doido, eu sei – dizia que a paixão é que era e que se conseguisse prolongar a coisa durante anos seria feliz e coiso e tal. O outro homem – que conheço há pouco tempo – dizia que para se estar apaixonado é preciso estar-se desequilibrado. Tendo a concordar com esta teoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E de repente uma amiga que estava na mesa sai-se com esta: ‘o que eu gosto mesmo é de sorrir. É de estar naquele estado em que me apanho a sorrir durante o dia.’&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio à mesa. Sorrisos estampados. Todos a lembrarmos outros sorrisos.&lt;br /&gt;E com isto disse tudo. Não sei o que chamar a este estado, mas que é bom à brava lá isso é!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>paixão</category>
  <category>relações</category>
  <category>amor</category>
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  <pubDate>Thu, 12 May 2011 13:43:10 GMT</pubDate>
  <title>Missão (im)possível: educar um geek</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/96364.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;padding: 7px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tnt/fotos/?uid=cKzM0CbZPZQ7sFfiiSGY&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be6067c3f/8472310_WrWko.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;292&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Trabalho num local onde há muito homem. Muito homem mesmo. Há-os de todas as idades, modelos e marcas, mas a grande maioria são geeks que devem andar ali pelos 25-35 anos. Como geeks que são, estiveram fechados na cave grande parte das suas vidas. Quando saíram da cave foram para ali trabalhar e, hoje, estão fechados numa sala com mais 30 geeks iguais a eles, com as mesmas t-shirts, o mesmo ar alienado, sempre a pensarem na próxima linha de código.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Claro que a convivência com a espécie feminina tem sido rara e nalguns casos, que não devem ser tão poucos como isso, inexistente. Não dá sequer para criticar grande coisa, pobres, eles nunca tiveram acesso, excepto via web. Por isso, nem me chateio especialmente quando eles dizem alguma coisa fora do sítio. A verdade é que eles não sabem onde é o sítio, nem que raio de sítio é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se eles lêem o Interno Feminino. Sei que há um grupinho 2.0 que já subiu alguns degraus na escada evolutiva e que nos lêem. Ainda bem para eles e para a Humanidade de uma forma geral, uma vez que estes meninos de quem falo são muitos dos grandes cérebros deste país. E não há nada mais sedutor que um crânio que também se interessa por coisas terrenas. Delicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, este é um grupinho muito restrito… uns 10 no máximo. Os restantes 356 são uns absolutos trapalhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo não tendo grande jeito para salvar o mundo sem me lixar, e sabendo que o Nobel da Paz também não me vai bater à porta tão cedo, acho que o meu papel no mundo pode começar perfeitamente junto dos 356 trapalhões que se atravessam nas portas, que comem de boca aberta, cujo banho é algo que não deve ser praticado amiúde e que ruborizam sempre que uma mulher lhes dirige a palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Educar estes moçoilos e prepará-los para a vida é uma missão tão nobre como a de qualquer ONG. Vai na volta, o Nobel não está assim tão longe. Se o Arafat o sacou, não há-de ser assim tão difícil.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que alguns são casos perdidos, somente dignos de estudos antropológicos. Mas se puder ‘salvar’ uma ou outra alminha, terei com toda a certeza 70 rapazinhos bronzeados e bem cheirosos à minha espera quando esticar o pernil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>serviço público</category>
  <category>mulheres</category>
  <category>educação</category>
  <category>geeks</category>
  <category>homens</category>
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  <pubDate>Sun, 08 May 2011 17:05:16 GMT</pubDate>
  <title>Raptados, drogados ou actores?</title>
  <author>tsetse</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/96088.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Há homens que, quando se metem numa relação, ficam irreconhecíveis. Parece que foram raptados por aliens e substituídos por robots ou contaminados por zombies e transformados em mortos-vivos. De repente, perdem a alegria, as tiradas hilariantes, a vontade de sair, a energia, a graça, a alma. Ficamos assim desconfiados, a pensar se foi a namorada que os drogou ou se estamos perante algum perigo público e devemos fugir a sete pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira vez que reparei nisso foi já há muitos anos. Tinha um amigo fantástico, daqueles que fazia toda a gente rir, com uma imaginação que parecia não ter fim e uma boa disposição constante. Enquanto ia tendo namoradas de curta duração, nunca percebi nada de estranho. Mas, no dia em que começou uma relação com a pessoa com quem se veio a casar, perdeu toda a graça. Parecia um caso de abdução digno de um episódio dos X-Files. Depois de uma análise grosseira, concluí que ela devia ser má influência. Imaginei que, para estar ao lado de uma pessoa tão amorfa e entediante, ele tivesse que se adaptar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns anos mais tarde, qual não foi o meu espanto quando ouvi dizer que os amigos da rapariga se queixavam exactamente do mesmo. Que ela até era muito divertida e que o nosso amigo, chato que só ele, a tinha mudado à sua imagem e medida. E, quanto mais histórias malucas eles contavam sobre a rapariga (e sim, eram muitas e boas), mais o mistério se mostrava, afinal, por resolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, tenho reparado em mais casais que sofrem do mesmo mal. Pessoas que, sozinhas ou com outros companheiros, tinham muita graça e personalidade, mas que agora, embora pareçam convencidos de estar com a pessoa certa, estão chatos, sem esperança no olhar e sem assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o caso é grave, voltei à investigação e para já tenho as seguintes teorias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A velha teoria dos aliens, robots ou zombies, que ainda não está descartada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A suspeita de que certas relações são tão boas ao início, que acabam por funcionar como uma droga. Deve estar tudo bem, quando estão a drogar-se (sozinhos a curtir a relação) mas, quando estão com os amigos, sentem a falta da droga (vida em casal) e, por isso, ficam com os sintomas de qualquer ressacado. Mais tarde, sentem-se mal na relação, porque sabem que estão uma nódoa, mas não conseguem sair, tal é o vício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A hipótese de essas pessoas não terem mesmo graça nenhuma, mas terem fingido ser alguém que gostariam de ter sido, para caçar um companheiro que tudo indica que vá ser de longa duração. Objectivo cumprido, acaba o teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusões? Para já, só uma: é uma pena ver tanto potencial desperdiçado. Mas mais teorias são bem vindas!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>relações</category>
  <category>vida</category>
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  <pubDate>Fri, 06 May 2011 22:56:58 GMT</pubDate>
  <title>Interno Feminino no Facebook</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/95967.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Pois é... decidimos abrir uma &lt;a href=&quot;http://www.facebook.com/InternoFeminino&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;página&lt;/a&gt; no Facebook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode ser que o Mark Zuckerberg tenha dúvidas e precise de nos perguntar qualquer coisinha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre a pensarmos no bem dos homens - de quem muito gostamos, como sabem! - e das mulheres que os aturam, agora podem encontrar-nos &lt;a href=&quot;http://www.facebook.com/InternoFeminino&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lá vos esperamos. &lt;img title=&quot;{#emotions_dlg.kiss}&quot; src=&quot;http://blogs.sapo.pt/tinymce/0.3/plugins/sapoemotions/img/EMOTICON_KISS.png&quot; alt=&quot;{#emotions_dlg.kiss}&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>interno feminino</category>
  <category>facebook</category>
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  <pubDate>Thu, 05 May 2011 10:34:56 GMT</pubDate>
  <title>A vaca, o leite e o prémio</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/95488.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Noutro dia à conversa com um amigo que tem um rancho de filhas, conversávamos sobre os receios dele como pai sobre as relações que as meninas viriam a ter quando fossem mais crescidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu disse-lhe que as meninas tendem a exigir dos homens o mesmo tipo de relação com que cresceram. Ou seja, por mais que ensinemos as crianças elas tendem a imitar os comportamentos dos educadores. O ‘&lt;em&gt;faz o que eu digo, não faças o que eu faço&lt;/em&gt;’ não é válido para a maioria dos petizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizia-me ele que falava muito com elas ensinando-as a serem difíceis com os homens, que o prémio viria mais tarde. Prémio? O que quereria ele dizer com ‘prémio’? “&lt;em&gt;Se querem ficar com eles, não se dêem. Eles vão andar doidos atrás de vocês…&lt;/em&gt;”. E mais aquela conversa da vaca e do leite grátis, etc. Nessa altura, fiz por não ouvir mais nada até porque não deveria intrometer-me na educação que ele resolveu dar às miúdas. Mas lá tive de apelar ao kompensan!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os homens queixam-se de as mulheres serem manipuladoras, mas assim que têm a oportunidade de educar uma, é isto que fazem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um aforismo imbecil e machista que resume esta ideia: &quot;&lt;em&gt;quando uma menina diz não, quer dizer talvez, quando diz talvez quer dizer sim e quando diz sim ela não é menina nenhuma!&lt;/em&gt;&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez tenham razão. Talvez não seja uma menina, mas sim uma mulher. Que não tem qualquer pudor em dizer o que quer, quando quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/95488.html</comments>
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  <category>comportamento masculino</category>
  <category>comportamento feminino</category>
  <category>mentiras</category>
  <category>educação</category>
  <category>homens</category>
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  <pubDate>Thu, 21 Apr 2011 22:18:37 GMT</pubDate>
  <title>Juntos... sempre?</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/95245.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Noutro dia, numa conversa ao jantar, um dos convivas perguntava por um tipo que já não via há uma data de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então o Francisco, o que é feito dele? Ainda está casado com a Isabel?&lt;br /&gt;- Bom, desde que ele não passe cinco horas por dia na net. Já sabes que ela desatina… quase lhe pôs as malas à porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As relações têm destes desencontros. Principalmente, quando não se espera certos comportamentos por parte do outro.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uns largos anos, lembro-me que tinha saído uma nova expansão do meu jogo de eleição. E toda a gente sabe que enquanto não se acaba uma campanha, não se descansa. Vai daí, sou menina para ter ficado agarrada àquilo umas boas 16 horas diárias durante uns três, quatro dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece! A verdade é que nem todos os dias saem novas expansões do nosso jogo preferido. E a coisa tem de ser saboreada até ao tutano, não vá o mundo acabar entretanto. Bem sei que, para certas pessoas, estas coisas dos jogos são incompreensíveis. Mas, porra! O gajo até me tinha conhecido por causa dos jogos. Ele próprio jogava imenso. Sabia que eu jogava. O moço não foi ao engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamúria para aqui, lamúria para ali e ‘não me ligas nenhuma’ e ‘anda lá’ e eu ‘já vou’. Mas não ia. Quando estamos no auge do jogo, não se dá pelo tempo. Ele passa, eu sei. Quem está de fora sente o tempo vagaroso e pesado. Mas eu só queria era ganhar mais xp para conseguir fazer aquele feitiço e conquistar o último reduto do inimigo. Cenas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me irritava solenemente eram aqueles amuos impossíveis de mastigar, quanto mais de engolir, durante uma semana ou mais. O menino sabia ao que ia. Não foi como os eleitores do Nobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá por as pessoas estarem juntas não quer dizer que estejam sempre juntas. Que diabo, não somos nenhuns testículos. Esses é que têm de andar sempre juntos, quer queiram, quer não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/95245.html</comments>
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  <category>comportamentos</category>
  <category>mulheres</category>
  <category>relações</category>
  <category>homens</category>
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  <pubDate>Wed, 16 Feb 2011 17:55:35 GMT</pubDate>
  <title>Tem calma, pá!</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/95018.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Noutro dia, um amigo contava-me que no meio de uma discussão mais acesa com a namorada, ele teve a triste ideia de lhe dizer: &lt;br /&gt;- Calma, pá! Tem calma…&lt;br /&gt;Houve uma explosão imediata. E ele muito admirado com a reacção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caros concidadãos, o pior que se pode fazer a uma mulher quando ela está a desatinar é dizer-lhe para ter calma. É como pôr gasolina na fogueira. É como tirar a cavilha da granada. Salve-se quem puder.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Calma?? Mas tu estás parvo? Que conversa é essa da calma? Estás a chamar-me histérica, é?” – isto é do mais leve que pode acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparem uma coisa: quando nós estamos a desatinar só esperamos que haja anuência e pouco mais. Um ou outro sinal afirmativo com a cabeça, um ar de cachorro que fez um disparate e a resposta inequívoca “tens razão” à eterna pergunta “então, não dizes nada?”. Mas atenção: cuidado com as inflexões na voz. Nada de tons irónicos ou de quem quer dizer ‘cala-te lá, que já não te posso ouvir’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ‘desabafos’, como muito parcimoniosamente lhes chamamos, são momentâneos. Passam com alguma rapidez desde que não se alimente a fera. Mas uma vez a fera alimentada, oh meus amigos, saiam da frente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se na maior parte do tempo os homens não nos ouvem, porque diabo é que desatam a ouvir-nos no meio de um desatino?&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/95018.html</comments>
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  <category>mulheres</category>
  <category>relações</category>
  <category>comportamento feminino</category>
  <category>desabafos</category>
  <category>homens</category>
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  <pubDate>Sat, 08 Jan 2011 00:09:20 GMT</pubDate>
  <title>A teoria da bruxa</title>
  <author>tsetse</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/94939.html</link>
  <description>&lt;p&gt;É muito comum ouvir histórias de mulheres que enfeitiçaram homens e os fizeram fazer coisas que eles nunca teriam feito, se a dita bruxa não tivesse aparecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As histórias são muitas. As mais comuns envolvem mulheres traídas que não atribuem culpas ao tonto do ex, que não se soube controlar, perante tanta beleza que há no mundo, ou a elas próprias, que nunca tiveram energia ou paciência para melhorar a relação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não, a razão tem que ser de algo mais transcendental. E o mais fácil é colocar as culpas numa bruxa, que por acaso nem as conhecia, que apareceu das brumas e enfeitiçou o coitado. Já quando o caso é ao contrário, é diferente. A culpa raramente é do outro, é da bruxa da ex, que enfeitiçou o outro e o fez cometer adultério. Dois pesos e duas medidas que me começam a irritar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se, por exemplo, o caso é de duas pessoas comprometidas do mesmo grupo de amigos que se apaixonaram e que acaba descoberto, quem é expulso do grupo? Dos casos que eu conheço, sempre a mulher. Porque a bruxa é a culpada, claro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se duas pessoas trocam um olhar menos correcto, de quem é a culpa? Dos dois, diria eu. Da mulher, diria a maior parte da pessoas que eu conheço. Ficaria rica se ganhasse 50 euros por cada vez que ouvi um homem a fazer-se de vítima em situações que era óbvio serem recíprocas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os homens podem escorregar, pecar e arrepender-se no fim. As mulheres, quando fazem o mesmo, são afastadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que me faz mais confusão em todas estas histórias é como os bananas dos homens destas histórias permitem que isto aconteça, só para fugirem às responsabilidades, e não dão um passo à frente para admitir a sua parte. Na maior parte dos casos, preferem acreditar na culpa da mulher, para não terem que avaliar o seu próprio comportamento ou, pior, terem que ficar com peso na consciência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, lá está, é mais fácil deixar uma mulher a arder, principalmente quando todos estão habituados a fazê-lo, do que ter que admitir que não somos perfeitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Serão resquícios da inquisição?&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/94939.html</comments>
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  <category>mulher</category>
  <category>preconceitos</category>
  <category>vida</category>
  <category>traição</category>
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  <pubDate>Mon, 15 Nov 2010 14:05:02 GMT</pubDate>
  <title>O &apos;casa-separa&apos; no Facebook</title>
  <author>TNT</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/94556.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Esta coisa do Facebook tem muito que se lhe diga no que respeita às relações. Se esta rede social já juntou muito boa gente que andava por aí à nora sem conhecer o rasto dos amores de adolescência, também é a melhor forma de saber &lt;a href=&quot;http://sol.sapo.pt/inicio/Interior.aspx?content_id=3565&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;quantos se andam a separar&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por razões que não vêm agora para o caso, eu passo cerca de 11 a 12 horas diárias no Facebook. Ora a quantidade de pessoas que me obrigaram a saber que se andaram a chatear com os respectivos é demasiada para a minha sanidade mental. Fiquei até a saber que houve um casal que se separou e depois percebi que ele estava com outra pessoa que entretanto tinha encontrado no Facebook. É só seguir os passinhos. É um lavar de roupa suja que não se aguenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Manuel is no longer in a relationship&lt;/em&gt;. Pronto! Está o caos instalado &lt;em&gt;“Então o Manel já não anda com a Lídia? O que terá acontecido?”&lt;/em&gt; E monta-se o circo com tenda, palhaços e trapezistas, sem esquecermos o urso que é a estrela da companhia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num episódio da série “A Teoria do Big Bang” Leonard teve um caso com uma rapariga. A coisa torna-se séria, mesmo com o desconhecimento dele, quando ela decide publicar no seu mural que tem um relação com ele. É oficial! Se está no Facebook é porque é mesmo assim. Isto passa-se numa série, mas quantos exemplos não conhecemos nós de pessoas que insistem em expor as suas conquistas nas redes sociais? O pior é que, passadas duas semanas, lá vemos nós a comunicação que a relação já acabou. E andamos todos a saber que alguém teve um arrufo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os amigos mais chegados não vão andar a perguntar até porque, em princípio, já sabem. Mas, e o resto dos 364 amigos, que de amigos têm muito pouco? Lá porque nos ‘amigámos’ daquele tipo que conhecemos há dois anos no casamento da prima Eduarda, não quer dizer que queiramos que ele saiba que andamos numa roda-viva de junta-separa-junta-separa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que esta necessidade de gritarmos ao mundo que estamos com alguém é assim tão imperativa? E, acima de tudo, será que o mundo quer mesmo saber? Se calhar, vai na volta, quem sabe, esse não será o assunto mais importante que temos para partilhar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A não ser naqueles casos muito especiais em que se tem mesmo de esfregar a relação nas trombas de alguém. Mas se tiver mesmo que ser, pode optar-se por um telegrama, um mail, um sms, uma coisinha assim mais privada para não se andar a fazer figuras tristes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>comportamentos</category>
  <category>relações</category>
  <category>facebook</category>
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  <pubDate>Wed, 23 Jun 2010 22:46:35 GMT</pubDate>
  <title>Complexo de inferioridade feminino</title>
  <author>tsetse</author>
  <link>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/94393.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Um dia destes, uma amiga contava-me que se tinha apaixonado por um rapaz por ele ser calado e misterioso. Ela ficou intrigada sobre os pensamentos profundos que ele poderia estar a esconder, mas veio a descobrir que ele estava calado por uma razão bem mais simples. Não tinha nada de interessante para dizer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra amiga confessava que nunca tinha sido apaixonada pelo ex-namorado, mas pela imagem que tinha dele. À medida que o foi conhecendo, percebeu que ele não tinha nenhuma das qualidades que ela lhe tinha atribuído inicialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que os homens e a sociedade em geral repetem tantas vezes que as pessoas do sexo masculino são seres intelectualmente superiores e filósofos natos, que nos custa a aceitar que muitos deles são simplesmente medíocres. Quando temos um idiota à frente, começamos a inventar características nobres e misteriosas para explicar o improvável: a existência de homens menos inteligentes e, pior, o facto de nos sentirmos atraídas por eles. Isto acontece porque as mulheres são generosas por natureza e querem ver o melhor que há nos outros. Além disso, são mais expansivas e proactivas e, por isso, quando são burras, nota-se logo. Mas (e aqui vem a parte que mais me faz confusão) isto acontece porque muitas de nós continuam a acreditar que somos inferiores aos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está na altura das mulheres perceberem e aceitarem que são melhores do que pensam e que os homens não são assim tão especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, descobri recentemente numa apresentação mais ou menos científica que, quase sempre que vemos um homem calado e ficamos intrigadas sobre o que é que ele está a pensar, na realidade ele não está a pensar em nada. Todas aquelas conversas românticas em que tentávamos descobrir a alma complexa que o homem parecia ter dificuldade em expressar, com a célebre pergunta &quot;em que é que estás a pensar?&quot;, na realidade foram em vão. Ele estava mesmo a pensar &quot;em nada&quot; e nós estávamos a ser as chatas que não os deixávamos cumprir essa árdua tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que eles têm a estranha capacidade de parar o cérebro, enquanto nós temos sempre o cérebro a mil e a passar de ideia em ideia, preocupação em preocupação. O que é muito difícil de aceitar, porque, mais uma vez, nos custa a compreender qualquer tipo de limitação intelectual masculina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais cedo aceitarmos as diferenças e perdermos o complexo de inferioridade, mais depressa seremos felizes. E, já agora, não há nada de errado no facto de nos apaixonarmos por homens burros. Alguns homens fazem isso há séculos e têm até muito orgulho nisso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://internofeminino.blogs.sapo.pt/94393.html</comments>
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  <category>complexos</category>
  <category>comportamento feminino</category>
  <category>vida</category>
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