TNT @ 14:05

Seg, 15/11/10

Esta coisa do Facebook tem muito que se lhe diga no que respeita às relações. Se esta rede social já juntou muito boa gente que andava por aí à nora sem conhecer o rasto dos amores de adolescência, também é a melhor forma de saber quantos se andam a separar.

Por razões que não vêm agora para o caso, eu passo cerca de 11 a 12 horas diárias no Facebook. Ora a quantidade de pessoas que me obrigaram a saber que se andaram a chatear com os respectivos é demasiada para a minha sanidade mental. Fiquei até a saber que houve um casal que se separou e depois percebi que ele estava com outra pessoa que entretanto tinha encontrado no Facebook. É só seguir os passinhos. É um lavar de roupa suja que não se aguenta.

Manuel is no longer in a relationship. Pronto! Está o caos instalado “Então o Manel já não anda com a Lídia? O que terá acontecido?” E monta-se o circo com tenda, palhaços e trapezistas, sem esquecermos o urso que é a estrela da companhia.

Num episódio da série “A Teoria do Big Bang” Leonard teve um caso com uma rapariga. A coisa torna-se séria, mesmo com o desconhecimento dele, quando ela decide publicar no seu mural que tem um relação com ele. É oficial! Se está no Facebook é porque é mesmo assim. Isto passa-se numa série, mas quantos exemplos não conhecemos nós de pessoas que insistem em expor as suas conquistas nas redes sociais? O pior é que, passadas duas semanas, lá vemos nós a comunicação que a relação já acabou. E andamos todos a saber que alguém teve um arrufo.

Os amigos mais chegados não vão andar a perguntar até porque, em princípio, já sabem. Mas, e o resto dos 364 amigos, que de amigos têm muito pouco? Lá porque nos ‘amigámos’ daquele tipo que conhecemos há dois anos no casamento da prima Eduarda, não quer dizer que queiramos que ele saiba que andamos numa roda-viva de junta-separa-junta-separa.

Será que esta necessidade de gritarmos ao mundo que estamos com alguém é assim tão imperativa? E, acima de tudo, será que o mundo quer mesmo saber? Se calhar, vai na volta, quem sabe, esse não será o assunto mais importante que temos para partilhar.

A não ser naqueles casos muito especiais em que se tem mesmo de esfregar a relação nas trombas de alguém. Mas se tiver mesmo que ser, pode optar-se por um telegrama, um mail, um sms, uma coisinha assim mais privada para não se andar a fazer figuras tristes.



Ahsonnutli @ 18:22

Seg, 15/11/10

 

Para isso servirão as definições de privacidade, não?... ;)


TNT @ 20:21

Ter, 16/11/10

 

Pois, mas parece que as pessoas não andam muito interessadas em privacidade. Querm mesmo é gritar ao mundo os ajuntamentos e separações. O que pode trazer alguns amargos de boca... digo eu!


AlfmaniaK @ 22:46

Seg, 15/11/10

 

Depende da perspectiva. Eu acho útil o status no facebook.
Tive que fazer prova do meu estado social na SS e nem foi preciso ligar o cartão do cidadão à máquina. Apresentei um printscreen do facebook.
Validado!


TNT @ 20:19

Ter, 16/11/10

 

Muito bom!

mv @ 13:44

Ter, 16/11/10

 

Concordo!
Depois há o problema das tags e das fotos íntimas. Nos últimos dois anos já vi o mesmo colega de trabalho agarrado ou aos beijos a três raparigas diferentes. E eu precisava de saber isto?


TNT @ 20:20

Ter, 16/11/10

 

Pois é! Ainda me faltou abordar esse assunto. As tags nas fotos. Bom, pelo menos serviu para saberes que esse tal colega é um pinga-amor!

Conto erotico @ 17:40

Ter, 23/11/10

 

Olá, de facto é abusiva a quantidade de pessoas que acabaram as suas relações por causa das redes sociais uma vez que mais tarde se arrependem e não há volta a dar.

Bj adorei o artigo

Francisco @ 12:44

Qui, 25/11/10

 

é como em tudo na vida...

Obrigado pelo artigo, pois é um sério aviso a quem navega por essas águas... e quem anda na água... ás vezes molha-se...


Criatura da Noite @ 19:27

Qua, 08/12/10

 

Lá diz o povo que, apenas faz figuras tristes quem quer. No que toca a Facebook's, HI5's e afins, sou uma total info-excluída-de-redes-sociais. Sim, também já tive a minha continha nesses famosos 'sites', mas como tenho mais do que fazer do que andar a "amigar-me" com gente que não conheço de lado algum, decidi desactivá-las.

Será que vou ser condenada às chamas do Inferno por ter cometido tamanho pecado?


TNT @ 02:10

Sex, 10/12/10

 

Dá para estar nas redes sociais sem nos expormos em demasia. É possível. E é muito simpático reencontrar pessoas de quem não sabíamos o paradeiro há anos.
Mas o que se passa é que as pessoas têm mesmo necessidade de se expor. E é aí que a coisa se complica...


Criatura da Noite @ 23:11

Dom, 12/12/10

 

Mais uma vez, não posso deixar de concordar inteiramente com as suas palavras. 
Dantes, as pessoas faziam de tudo para terem os seus 15 minutos de fama na TV. Actualmente, essa necessidade transferiu-se para a Internet.

asdada @ 23:19

Qui, 09/12/10

 

das 2, 3: ou és funcionária publica ou andas a mamar subsidios do estado e a ver o facebook em vez de andar à procura de emprego...enfim.


TNT @ 02:07

Sex, 10/12/10

 

Nem sequer lhe pode ter passado por essa cabecinha que eu trabalho com o facebook, pois não?

calvicie @ 15:30

Qui, 20/01/11

 

Oioioi, isso sim que é uma verdade, e ainda mais agora que dá para ver no muro da pessoa o que andou fazendo... booo, por isso deixo somente as informações mais básicas sobre a mim mesma....

Patricia @ 23:17

Qui, 24/03/11

 

que pena... não posso partilhar =)

Andressa @ 01:28

Sex, 08/04/11

 


Interessante... mas é isso aí, a necessidade de expor ao mundo é tanta que ao mesmo tempo que está postando a novidade, já está ficando pronta para alterá-la. Cada dia que passa tento me privar ao máximo desse tipo de coisa!!!

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