tsetse @ 14:34

Seg, 18/02/08

Dizia-me um amigo que uma determinada ex-namorada dele era o supra-sumo nas artes sexuais e que jamais encontraria alguém com quem se desse tão bem na intimidade. A história não teria nada de especial não fosse o caso da referida ter sido também ex-namorada de outro conhecido meu, passados dois anos. Este classificava-a como enfadonha e pouco apelativa nas mesmas artes. Tendo em conta que ambos são experientes e minimamente inteligentes, a questão é no mínimo intrigante.

Já todos ouvimos dizer que sentimos mais química por umas pessoas do que por outras, mas penso que este caso ultrapassa uma simples equação. Uma pessoa pode ficar mais animada por sentir mais química pelo parceiro, mas não passa de bomba a aborrecida só por causa disso! Tem que haver mais factores diferenciais e eu diria que só podem ter a ver com o facto da tal rapariga se sentir mais desinibida e segura com o primeiro interlocutor.

O que levanta as seguintes questões:
1. Quantas pessoas haverão por aí com limitações semelhantes e com uma vida íntima menos interessante, pela simples razão de não conhecerem uma alternativa?
2. Saberão os seus parceiros que podem estar a causar essas limitações?

Para pensar, solucionar e aplicar a solução em casa.

Tsetse



antiego @ 15:09

Seg, 18/02/08

 

Ora aqui está um blog que merece entrar para os meus favoritos (e sou exigente).
Parabéns e obrigado por fazeres pensar.


tsetse @ 15:41

Seg, 18/02/08

 

Muito obrigada pelo elogio!


gomesh @ 16:01

Seg, 18/02/08

 

Um ponto muito interessante... quase que põe em causa a monogamia...

Agora a sério... parece-me mais falta de diálogo... cada vez mais damos valor (felizmente a meu ver) à intimidade vivida entre casais e finalmente as pessoas admitem que o amor por si só não é suficiente para termos uma relação duradoura e estável (pelo menos uma monógama ...)

Nada como uma conversa tipo "gosto disto, não gosto daquilo, vamos experimentar isto..."

Se as pessoas não conhecem alternativa... deveriam procurá-la... já não vivemos em épocas onde as pessoas esperam ter apenas um parceiro sexual na vida. E a experiência adquirida só ajuda quando encontramos a nossa alma gémea. recomenda aos teus amigos que leiam este blog... de certeza que abririam os olhos e aprenderiam algumas coisas... afinal aprendemos algo de novo todos os dias...


tsetse @ 16:20

Seg, 18/02/08

 

No caso desta história, o rapaz que a acha uma bomba namorou com ela uns dois anos antes do outro. Ou seja, não foi um caso de "aquisição de experiência"...

De qualquer forma, tens razão, Gomesh. E isso também dá que pensar.


gomesh @ 16:45

Seg, 18/02/08

 

O que resulta para uns, não significa nada para outros...

No meu caso, como até gosto da coisa nada como deixar tubo bem claro de início... partilhar uns livros (não necessariamente pornografia) - ver o que as pessoas pensam... depois... se não se gosta... coloca-se na borda do prato...

Miguel @ 17:32

Seg, 18/02/08

 

Sem dúvida que a diferença de atitudes da tal rapariga é bastante intrigante. Nem me atrevo a sugerir uma hipótese que explique tal coisa.
Mas tenho uma pergunta que julgo ser pertinente, que me surgiu quando li "... falta de diálogo..." e "... conversa do tipo..." etc etc: Vocês falam mesmo com a vossa companhia sobre o que cada um gosta de fazer ou que lhe façam?. A sério? Mesmo, mesmo, mesmo a sério?
Caraças, quando comecei o meu envolvimento com a minha actual mulher fomos fazendo coisas (às vezes tentando fazer) que ou iam em frente ou eram "desviadas". Aprendemos assim o que cada um mais apreciava ou desapreciava de todo, o que era tolerado ou intolerado, enfim...
Mas perguntar-lhe coisas do tipo: gostas de levar no ...? ou queres experimentar a enbolir...? ou gostas que lamba assim ...? ou assado ...?, isso foi coisa que nunca tivemos. Têm mesmo a certeza de que há quem o faça? nestes ou noutros termos?
TSE-TSE, TNT, ou mesmo o GOMESH, digam lá, como se faz para que aconteça tal conversa?
Estou a falar a sério, não estou no gozo.


gomesh @ 12:13

Ter, 19/02/08

 

Só posso responder por mim, mas de certeza que a Tsetse e a TNT poderão te responder (aliás este assunto tem sido bastante discutido no blog) em relação a elas.
Em relação às minhas relaçoes eu tenho tendência para ser muito claro nesse tipo de conversas... acho importante que tenhamos a capacidade de falar como as(os) nossas (os) pareceiras (os) sobre estes assuntos... claro que não podemos esquecer a química mas ao mesmo tempo não acredito que uma relação duradoira (e monógona) se mantenha apenas com sinais sublimes do tipo “gosto disto, não gosto daquilo”.
Aliás, para mim (porque todos somos diferentes) parece-me uma relação chata... nada como uma boa conversa sobre esse assunto, poderá ser mesmo tida como uma das fases preliminares. Mas não só conversas... nos dias de hoje, mensagens, e-mails, conversas no messenger, tudo isso serve para mostrarmos o que gostamos, ou o que desejamos num determinado momento.
Se não falas sobre sexo com a tua mulher... com quem falas sobre o assunto, ou não consideras que este tipo de conversas poderá melhorar a vossa vida sexual? Se achas que poderá ser estranho uma vez que nunca tiveram

Paloma @ 19:25

Seg, 18/02/08

 

Não posso deixar de comentar este post...principalmente depois de ter lido o comment do "Miguel" e isto é para ti...sim, ainda há pessoas que questionam o parceiro sobre aquilo que gostam, de maneira a evitar-se investidas que nem sempre são mt bem apreciadas, pq neste ramo o factor"tentativa-erro"nem sempre é aplicado.
Não é uma conversa do tipo "gostas de levar..aqui e ali" porque até no sexo tem de haver entendimento e é aí que reside a diferença entre o bom e o mau sexo.

Miguel @ 09:25

Ter, 19/02/08

 

Paloma, obrigado pela tua achega.
O que eu não percebo, de todo, é quando e como se começam tais conversas. Na primeira vez que estamos com uma pessoa, não acredito que seja de bom tom perguntar do que gosta em termos de sexo. Há que ir avançando (ele e ela), com muito tacto para não insistir no que provoca qualquer arremedo de ...aí ou assim não...
Na segunda vez já temos umas luzes para não fazer o que a parceira não quis e insistir no que ela óbviamente gostou. Mas continuo a achar que ainda é cedo para tais conversas. Depois, bom, depois já há quase um conhecimento de causa/efeito.
Reconheço a necessidade de haver diálogo sobre gostos e preferências, mas, que raio, isso não cortará um bocado o "gás"?
E como falar disso? com termos técnicos? com tons de "tenho uma fantasia"? deito-a nacama e vou fazendo coisas e perguntando: assim? ou assado? não? então e frito? também não? e cozido?
Não me considero um atávico em termos sexuais ou sociais, mas confesso que nesta questão estou completamente às escuras.

Flor de Lis @ 22:53

Seg, 18/02/08

 

Gosto deste post... Sobretudo porque corresponde à realidade! Se todos fizessemos faísca com todos de igual forma a vida era tão simples!!!!!! Mas muito menos saborosa! O prazer da coisas reside na incógnita, mas é evidente e, sabemos por cada um de nós, que as nossas reacções mudam de acordo com os parceiros, e que se podemos ser umas verdadeiras feras na cama com alguns, outros ( que poderão ser fantásticos com outras) só nos fazem bocejar...


cigana @ 23:35

Seg, 18/02/08

 

Agora gostava de saber a versão da rapariga!
Porque é que caiu numa relação tão chata com um tipo com quem tinha tão pouco a ver que ela até passou por frígida? Porque é que isso momentaneamente a satisfez?
Outra equação para resolver!

Miguel @ 09:34

Ter, 19/02/08

 

Comentei este asunto com a minha mulher.
Segundo ela, quando estão sempre a tomar a iniciativa as mulheres podem ser vistas como umas p...s, ou oferecidas, ou outra coisa do género. Tendem então a entrar numa fase passiva ou, no limite, numa fase de indiferença mesmo durante a coisa.
Quem sabe se a miúda do post não se cansou de ser pró-activa?


tsetse @ 14:24

Ter, 19/02/08

 

Sim, Miguel, a tua mulher pode ter razão... Ela pode ter entrado numa fase mais passiva, por ele a ter feito sentir mal, quando ela tomou a iniciativa.


tsetse @ 14:11

Ter, 19/02/08

 

Cigana, neste caso, só posso supor...

Mas imagino que houvessem outras coisas na segunda relação que a satisfizessem. Até porque esta durou mais de um ano. Também não me admirava nada que fosse mais um caso de "paixão cega" e ela estivesse pronta a aceitar tudo, só pelo privilégio de estar perto da pessoa amada. Acontece aos melhores...

De qualquer forma, o que me intriga mais é porque é que ela não se sentiu tão à vontade com este segundo, para mostrar o seu verdadeiro potencial. Será que ele se riu de algo no início e ela ficou então inibida? Será que ela gostava tanto dele, que tinha medo de fazer algum disparate? Será que ele não sugeria nada e ela teve medo de mostrar o seu lado mais descontraído?

Se calhar, nem ela sabe.


oamante @ 09:49

Ter, 19/02/08

 

Primeiro pensem em Camões: «Um fraco Rei faz fraca a forte gente», depois nisto: nunca tratem bem uma mulher: não a ajudem muito com as compras, não lhe dêem muito prazer na cama, não façam muitas coisas por ela, não ajudem muito em casa.
Porquê? Porque acho que isso provoca um amolecimento na mulher que se acomoda a esse tipo de vida e passa de independente a uma certa dependência e isso pode estragar as coisas.
Estranho? Talvez, mas parece ser real.


tsetse @ 14:16

Ter, 19/02/08

 

Caro omante, que maus conselhos!

Há uma grande diferença entre tratar bem o parceiro e mimá-lo demais, ao ponto de o tornar num inútil mal agradecido.

É preciso peso e medida, como em tudo, e incentivar o parceiro a ser uma pessoa melhor.

Tété @ 15:11

Ter, 19/02/08

 

Com essa mentalidade espero sinceramente que estejas sozinho...porque deves ser um caso perdido!

Tété @ 10:57

Ter, 19/02/08

 

Ora ai está mais um tema que realmente dá que pensar! Eu que tb gosto de pensar tenho algumas observações a fazer:
1 - Não acredito que sintamos a mesma química , a mesma sintonia com toda a gente, o que explica que possamos ter comportamentos diferentes
2 - TseTse , será que o amigo que referes no segundo caso, não é ele sim, um chato enfadonho, que não dá "pica" nenhuma? sim, porque há por aí muitos machos a acharem-se o máximo, mas...enfim..
3 - Sim, Miguel, é possível e saudável conversar sobre temas íntimos . Mas, a meu ver não será bem do género que falas, tipo "gostas de levar..." , mas mais tipo, na hora H , sussurrar se gostas assim, ou assado, disto ou daquilo. Creio que assim fica aberto o caminho para mais tarde até se falar no que se gostou mais ou menos, no que se pode melhorar ou não.E aprender mais sobre o outro.
4 - Que terá levado esta rapariga a ter uma relação tão monótona ? e pq não perguntam tb que terá levado a rapariga ou o amigo da TseTse a acabar uma relação que era o máximo? poissssss ...é que uma relação não é só sexo, seja ele o máximo ou nem por isso!

Estarei a pensar mal?

Miguel @ 14:02

Ter, 19/02/08

 

Finalmente uma dica.
Obrigado.


Inocêncio da Silva @ 14:41

Ter, 19/02/08

 

...não me sai da cabeça que tudo na vida acaba por ser motivado pela inspiração!
Sem inspiração não há motivação, sem motivação não há prazer, e sem prazer em bem fazer...


Não obstante, é ou não é engraçado poder avaliar estas questões ouvindo varias partes e vários pontos de vista?
É que nos tempos que correm, tudo opina e tudo julga...mas poucos são justos.
Lá diz o povo "não sejas precipitado a julgar, pois nem os mais sábios conseguem ver todas as pontas".

O_Alminhas @ 15:11

Qua, 20/02/08

 

O sexo só e a parte mais importante de uma relação... sexual! Só dessa, de nenhuma outra.

Rita @ 16:53

Qua, 20/02/08

 

Acho que o comportamento sexual de cada parceiro depende muito de como acha que o outro o vê. Uma pessoa que sinta que o parceiro tem uma atracção irresistível por si sente-se à partida mais sexy e confiante, logo mais expansiva. E isto vale para os dois lados! Não me parece que nenhum tipo tenha grande pica em estar com uma rapariga que lhe dá a entender que é "bife com ovo a cavalo". Será que o actual namorado da cachopa não lhe passou, mesmo sem querer, a ideia de que ela não é "caviar"?

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