TNT @ 23:22

Sex, 05/05/06

Contam-se pelos dedos de uma mão!

Num jantar com amigas fez-se a pergunta fatal: quantos homens?
Quantos homens são lícitos de passarem pelas nossas mãos? 5... 9... entre 15 e 20? O que é socialmente aceitável? E moralmente reprovável?

Até 5: Amores impossíveis, controlados e controladores, que ainda não deixaram espaço a outras experiências. Um bocado seca...
Até 10: Relações falhadas, tentativas frustradas, procura incessante pelo príncipe encantado. Com sorte lá chegaremos...
Até 20: Muita viagem, muita coisa experimentada, falhanços, tentativas, quedas e liftings. Estamos no bom caminho...
Mais de 20: É a loucuraaaa!!

Quantos são os homens que já passaram pelas nossas vidas?
E pelo nosso coração? E pela nossa cama?
São todos números diferentes e contam-se sempre pelos dedos de uma mão. Temos é que ir sempre repetindo os dedos da mesma mão...

As mulheres independentes, saudáveis e bem-dispostas, podem dar-se ao luxo de dizer abertamente o que lhes vai na alma e noutros sítios. Mas será que os homens estão preparados para ouvirem que são o 14º de uma lista que ainda não se pretende terminar?
Nem pensar! Eles querem sempre os primeiros, querem a eterna virgem experiente que lhes diga que eles é que são especiais e que vieram dar um novo significado à cama... E se não são os primeiros, querem ser os últimos!

Quando perguntaram à Samantha Jones de “O Sexo e a Cidade” quantos parceiros ela tinha tido, hesitou antes de responder – “No último ano?”

Os homens podem reagir a esta situação de duas formas: curiosidade e/ou afastamento. Curiosidade de saber como será estar com uma mulher com tão vasta experiência e quererem ser eles a mudar esses comportamentos de multivariedade. Afastamento, por medo de tanto poder, de tal forma, que não consigam suportar e consequentemente ‘levantá-lo’.

E nós... quando vamos parar de procurar? Quando vamos conseguir tomar a decisão de que este é que é o tal? E será que é isso que queremos?
Queremos é ser felizes! Umas casadas, outras solteiras, umas fiéis, outras nem por isso... E se e quando lá chegarmos, damos por isso com certeza. A questão é que enquanto chegamos e não chegamos, temos de ir experimentando e partilhando as experiências, errando, gozando, curtindo.

Quando lá chegar, prometo que aviso!

TNT


Manela @ 10:35

Seg, 08/05/06

 

Também já pensei nisso!!! Número adequado de relacionamentos sexuais? Pois..., resposta não temos. Cada parceiro faz-nos experimentar as diferenças que nos deliciam ou nos são indiferentes. Porém, se um homem nos faz únicas e nos aumenta a libido, devemos (para nosso bem) utilizar a máxima: a prática conduz à perfeição! digo eu...
E para o bem de todas, nunca calar o que nos vai na mente: guiá-los, dirigi-los, chamar-lhes nomes bons ou maus e insistir na competência... Afinal o sexo não é uma "ciência exacta" por isso é que é tãooooo bommmmmm!

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