TNT @ 16:25

Seg, 11/01/10

Há uns tempos, esta empresa ofereceu-nos uma coisa destas para experimentar. Já que fazemos tanto alarde do ponto G pareceu-me uma boa oportunidade. Vai daí, toca de criar ambiente para a experiência.

O que posso dizer é que nestes dias de Inverno, e à falta de quem nos aqueça os pés, a temperatura sobe como se estivéssemos em Agosto às três da tarde e em Beja! Outra vantagem é a de que mesmo que a empregada nos vá à gaveta dos mistérios, dificilmente percebe do que se trata, uma vez que o luxo e a estética da coisa se assemelha a qualquer objecto de decoração. E quem diz empregada, diz sogras metediças ou crianças curiosas.

Tem on e off, coisa que não acontece com o tipo que temos em casa, várias intensidades - o que reitera o ponto anterior – está sempre disponível, é silencioso e bonito.

Como vêem, só vantagens!




TNT @ 16:53

Sab, 02/01/10

Todos nós fazemos balanços das nossas vidas nestas alturas do ano. Olhamos para trás e arrependemo-nos do que fizemos e, principalmente, do que não fizemos. Olhamos para o presente e, para além de sentirmos a ressaca consequente do espumante marado da noite anterior, propomo-nos a objectivos mais ou menos concretizáveis.

Desejamos o Euromilhões, aumento de salário, coberturas em Manhattan e outras coisas que não dependem directamente de nós. Apenas porque são mais fáceis de pedir e não temos de nos esforçar para que a coisa aconteça. Um bocado como aquela história do tipo que se está a afogar e com a sua fé em deus recusa todos os recursos marítimos e aéreos para o salvar, uma vez que acredita que o criador há-de tratar do assunto. Acaba por se afogar e quando chega à presença de deus pergunta-lhe porque é que ele não o salvou. Deus responde: Estás parvo? Até helicópteros te mandei!

Proponho que façamos um exercício sincero no que respeita às nossas relações. Será que temos a relação que queremos? Será que podemos fazer algo para a melhorar? Será que realmente fazemos aquilo que está ao nosso alcance para atingirmos o que queremos?

Muitas vezes, deixamos que o orgulho, a preguiça, a rotina ou as pressões sociais/familiares nos prendam a algo que não queremos. Autorizamos a que dominem e controlem a nossa vida. E habituamo-nos... até ao dia! Até ao dia em que percebemos que não se aguenta mais viver assim.

Vamos lá pensar... Somos mesmo felizes? O que é que queremos verdadeiramente? E, acima de tudo, o que podemos fazer para sermos felizes?
 



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