tsetse @ 14:44

Seg, 29/06/09

A maioria das pessoas gosta de sentir que é especial e que alguém se sentiu suficientemente encantado por si para prestar atenção às suas particularidades. A forma e o conteúdo pode variar, mas, no fundo, todos gostamos que estejam atentos à nossa essência. Se isso é verdade para o ser humano em geral, é-o a dobrar para as mulheres e a triplicar para as mulheres mais sensíveis.

Não há nada mais desagradável do que receber uma abordagem que nos desrespeite. Não estou a falar especificamente de libertinagem, nem sequer de abordagens muito ousadas. Se, para algumas mulheres, um homem convidá-la para ir a sua casa, após quinze minutos de conversa, pode ser um insulto, para outras, uma corte de vários meses pode ser despropositada e sinal de que o cortejador não está atento à sua natureza.


Se observarem os vossos amigos mais bem sucedidos na arte de namorar ou de engatar, repararão que, com a excepção dos Adónis, que já nasceram com uma grande vantagem competitiva, eles têm algo em comum: são pessoas atentas e adaptam a sua abordagem à pessoa que lhes interessa.

 

Dentro das asneiras mais comuns, a pior de todas, é o interlocutor usar a técnica que gostaria que utilizassem consigo. Esse é o cúmulo do egocentrismo e da falta de consideração pela visada. O facto de vocês não gostarem de perder tempo e desconhecerem o encanto da sensualidade e da conquista requintada, não implica que todos achem que o amor é um prato que se coma frio.

 

Desçam do vosso pedestal ou arriscam-se a cair, de tanto vento passar.




TNT @ 13:53

Qua, 24/06/09

As mulheres tendem a procurar a história do Príncipe Encantado sem cessar. Foi o que nos ensinaram a vida toda. Desde pequenas que nos contam estas histórias. O pior é que ao longo da nossa vida só vamos encontrando sapos. E mais sapos. Pântanos deles. E de quem é a culpa? É desta nossa noção absurda de que eles devem ser mais do que conseguem ser. Queremos heróis, paladinos, quando, na verdade, essas coisas só existem nos filmes. E, mesmo no cinema, as coisas já não são o que eram.

Se tentarmos meter na cabeça de uma vez por todas que os homens são básicos - desta vez, nem sequer estou a utilizar o termo de forma pejorativa - seremos muito mais felizes. O pior é que estas nossas cabecinhas tentam sempre ler a mensagem que está para além das palavras e gestos masculinos. Deixem-se disso! Os homens são aquilo e nada mais do que aquilo! É pura perda de tempo e energia tentar decifrar o enigma... Simplesmente porque não há enigma nenhum!

Eles gostam de beber cervejolas com os amigos e falar de estranhezas e estatísticas durante horas a fio. Gostam de desportos (todos), papam desde o futsal ao curling, sempre de calções e pés descalços. Espalham pelo tapete aquelas casquinhas vermelhas de amendoins impossíveis de remover. Deixam os sapatos na sala, colam pêlos ao sabonete e raramente se lembram de passar água na banheira depois do duche. Raramente se lembram? Deixem-me cá refazer a ideia: não se lembram, porque nem sequer percebem para que serve e por que raio é que alguém há-de fazer isso...

Até podemos dizer: ah e tal, essas coisas educam-se... Sim, concordo. Mas a que custo de exaustão? Com certeza, não queremos que eles sejam os nossos filhos e para mães eles já têm uma. Que, por sinal, é uma santa e jamais poderemos sequer chegar aos calcanhares dessa divindade na terra.

Meninas, desenganem-se... não há príncipes. Há apenas alguns (poucos) tipos que nos respeitam e nos fazem rir. E depois, há o resto da maralha que não interessa a ninguém.
 

TNT




TNT @ 14:46

Ter, 16/06/09

Como já falei aqui noutras circunstâncias, a tecnologia é amiga. A tecnologia é amiga das relações, pode apimentar alguns momentos, torná-los inesquecíveis e passíveis de visionamento posterior para prazeres futuros e repetíveis. Porém, como em tudo, existe sempre o dark side da coisa. E está sempre ali à espreita… quando menos esperamos.

As pessoas revelam-se nos piores momentos. Não é quando estão in love que nos vão dizer “ah e tal, quando acabarmos vou-te fazer a vida negra e lixar-te com F grande”. Não são raras as vezes que sofremos vinganças de cariz variado, dependendo da imaginação de cada um. E se existem fotografias, filmes e afins, as vinganças tornam-se mais fáceis e eficazes. Podem destruir famílias, carreiras, auto-estimas e por aí fora…

Que a tecnologia e captação diversa de imagens seja um turn on para muito gente, nem sequer discuto. Manter essas imagens em arquivo é que já me parece francamente estúpido. Não se consegue prever se nos vão roubar o telemóvel ou se o deixamos no táxi. Acontece às melhores famílias. Mas nestes casos, o único prejuízo deve ser o do aparelhómetro propriamente dito e não o de uma vida inteira. Ou será agradável os nossos familiares ou colegas de trabalho receberem um mail com fotos altamente reveladoras tiradas num momento incauto de paixão, excitação ou outras coisas terminadas em ão? Para os familiares não será com certeza! Para os colegas de trabalho pode dar origem a várias horas de risota e parvoíce. E são coisas que nunca desaparecem.

Meninos e, principalmente, meninas: querem apimentar as noites loucas? Apimentem! Querem ter paz depois disso? Apaguem as imagens logo depois do cigarrinho pós-coito!

Nestas coisas é melhor antecipar os cenários negros. Porque a entrega ao dark side tem piada, mas é no Star Wars!
 



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