TNT @ 14:36

Dom, 29/03/09

Isto das mulheres terem alguns gostos e preferências no sexo é um grande sarilho! Eles, na sua grande maioria, são uma cambada de conservadores que só abrem a pestana depois das coisas acontecerem. Hoje vamos ter uma aula sobre algumas preferências generalizadas e esperemos que os homens percebam... duvido, mas a esperança é sempre a última a morrer, certo?


Num inquérito e consequente post que a minha sócia fez a propósito de lingerie verificámos que a maioria dos homens não está nem aí com o raio da lingerie que nos custa uma pipa de massa. Pois é, meninos, mas nós gostamos. Faz-nos sentir sexy e capazes de coisas que, com a cueca branca de algodão, nem sequer nos passaria pela cabeça. Sim, nós gostamos de corpetes e ligas e não, essas coisas não são exclusivas das gajas das revistas. As mulheres comuns gostam de as usar e gostam de ser apreciadas por isso. Dá-lhes pica, ponta, desejo, prazer... o que quiserem chamar.


As mulheres gostam de mandar na cama. Grande parte não consegue mandar por pudor e vergonha, mas no íntimo, estão cheias de vontade que os meninos adivinhem os seus desejos. Ora isto é uma tarefa quase impossível! Eles adivinharem o que nos vai na alma?? Deve ser verdade, deve... Assim, para remediar esta situação, proponho o seguinte e façam de conta que a ideia foi vossa: sugiram à menina que ela coloque uma venda e que vos dê as ordens que quiser. Ela não vos vê e assim não tem tanto pudor. Apenas sente o que realmente quer sentir. Esta situação pode ser muito reveladora e os meninos vão ficar a saber coisas sobre a vossa moçoila que nunca imaginariam!


Há quem goste de silêncio na cama e há quem se excite com palavras bem aplicadas no momento. Creio que a maioria se encontra no segundo grupo. Para começar, não se pode entrar a matar. Como tudo na vida, a coisa tem de ser pesada, doseada e com pinças. Podem começar devagar com “gostas assim?”, depois passam para “queres assim, queres?” depois para “gostas que eu te coma assim?” e sempre em frente. Vejam a reacção dela perante esta conversa. Se ela não se mostrar incomodada, muito provavelmente, estará a gostar. E pode até responder em conformidade! Embora lhe custe a admitir. Estas conversas só deverão ter lugar com sexo à mistura. Antes ou durante o acto. Nunca utilizem este tipo de palavreado noutras circunstâncias. Pode cair mal e lá se vai o encanto do dirty talking.


Quase todas as mulheres têm o desejo de serem bombas na cama. Querem ser “uma lady na mesa, uma louca na cama”. Mas não querem que os papéis se misturem. E os homens têm grande tendência para os misturar. Cuidado... À cama o que é da cama! E divirtam-se!

 

Para quem não assistiu às aulas anteriores, toca a tirar apontamentos:

Sexo no Feminino - Aula #1

A anatomia do Bico - Aula #2

Na cama com... Gräfenberg - Aula #3

Trabalhos Manuais - Aula #4

Quem és tu hoje? – Aula #5

 

TNT




tsetse @ 16:33

Sex, 20/03/09

Costumamos dizer que "nunca é tarde", "o que interessa é a idade do espírito" e outras pérolas animadoras do género, mas a realidade não é bem assim.

Se uma mini-saia fica muito bem a qualquer adolescente saudável e a muitas adultas com a sorte de manter umas belas pernas, a verdade é que, a partir de uma certa idade, não há ninguém que fique bem com os joelhos à mostra. O mesmo se aplica a um bâton vermelho. É uma excentricidade que dá muita graça e irreverência a uma cara jovem, mas que fica vulgar numa face cheia de rugas.

Há experiências, como dar a volta ao mundo de mochila às costas, que podem ser maravilhosas quando ainda temos muita energia, mas que se podem tornar penosas se forem feitas, por exemplo, depois dos cinquenta. Há locais, como Ibiza, muito divertidos para a energia dos vintes, mas que podem deixar alguém de meia-idade deprimida e com o sentimento de que está fora do contexto.

O grande problema é que, quando temos a idade certa para fazer todas estas coisas, nem sempre temos o dinheiro, permissão e/ou a auto-confiança para o fazer. E, quando temos a vontade e a disponibilidade, ficamos na dúvida se ainda vamos a tempo.

A primeira vez que tive pernas e descontracção para vestir uma mini-saia curta, já tinha 27 anos. Por sorte, ainda tinha uma cara que combinava com o traje e pude experimentar a sensação. Já Ibiza e bâton vermelho, falhei e não me parece que ainda vá a tempo de experimentar. E porque é que não experimentei tudo o que podia? Porque tinha muitos complexos, porque tinha medo, porque não comecei a gerir a minha imagem exterior quando devia, etc...

Por isso, a minha mensagem a todos os leitores é: aproveitem a idade que têm, não vivam escravos dos vossos medos, experimentam tudo o que têm direito e, se o tempo certo já tiver passado, aceitem o facto e poupem a nossa sensibilidade de figuras tristes. Há outras coisas que vos ficam muito melhor do que a uma miúda qualquer.

 

Tsetse




TNT @ 13:45

Dom, 15/03/09

Almoço com um amigo que já não via há mais de vinte anos. Ele, virtuoso dos seus votos matrimoniais, eu, solteira convicta. Ao pormos a escrita em dia com comentários mais ou menos bem-dispostos sobre o estado civil dos demais, a bomba é apresentada por esta vossa menina ao pôr na mesa o assunto que mais casais separa, traduzido pelo mijar fora do penico, o pular a cerca, o apanhar ar por outras paragens. Digo-lhe que as mulheres, quando o fazem, fazem-no consciente e convictamente, planeiam a coisa ao pormenor e sabem exactamente com quem, como, quando e porquê. Quando as mulheres dizem “ah e tal, perdoa-me, aconteceu...” é treta! O que acontece às mulheres é irem na rua, tropeçarem e caírem. Isto são coisas que acontecem. Trocarem fluidos ou algo mais, quando são comprometidas, não acontece. É planeado. Ao pormenor.

Para quem está no mercado, isto não é novidade. Para os mais arredados destas andanças poderá até ser.

Então, mas afinal, as mulheres são umas cabras!? – questiona-se o macho. Bom, serão ou não, já lá dizia o outro. Se ser-se cabra é sinal de se ser organizada, eu, cabra, me confesso!

Lá porque os homens são atabalhoados e deixam tudo ao deus-dará, metem os pés pelas mãos, não se aguentam à bomboca e publicitam aos sete ventos as suas conquistas, é lá com eles!

Da mesma maneira que as mulheres organizam a sua agenda de forma a conciliar todas as vidas que a vida feminina comporta - carreira, casamento, filhos, amigos, idas ao cabeleireiro, pedicure, manicure, depilação, compras de supermercado, outras compras, vida doméstica, organização das agendas da canalha com as agendas das mães das outras canalhas – também o fazem na mui valiosa arte de enchifrar.

Há que dar mérito a quem o tem. E as mulheres têm-no!
 

TNT




tsetse @ 11:35

Seg, 09/03/09

Às vezes, tenho a sensação de que a maior parte das pessoas vivem na esperança de serem felizes no futuro. Fazem enormes sacrifícios em prol do futuro, deles ou dos que amam, por uma felicidade que, na realidade, não sabem se vão alcançar. Deixam de conviver com os amigos e companheiros, para poderem trabalhar mais e ficarem ricos; deixam de seguir os sonhos, para acompanhar os filhos ou outros familiares; passam todas as horas livres a estudar, na esperança de aprender tudo; aceitam as maiores privações, para garantirem um companheiro na velhice; etc.

Mas a verdade é que este tipo de sacrifício extremo raramente funciona como esperado. Basta ler algumas notícias e falar com pessoas mais velhas para ouvir várias histórias de mulheres que passaram por grandes privações, anos a fio, apoiando o marido, para, no fim e se ele realmente alcançar o sucesso, serem trocadas por outra; de pessoas que descobrem que tudo o que estudaram na universidade está completamente desactualizado; etc.

Meus amigos, há uma altura certa para tudo e 24 horas dá para muita coisa. Não deixem passar a vossa juventude sem experimentar o amor nas suas várias formas e feitios (platónico, namoro curto, namoro longo, etc), sem espalhar alegria por todos os cantos, sem experimentar e sem conhecer o mundo; não deixem a idade adulta passar, como se estivessem em coma; não adiem tudo para a velhice, porque não sabem se vão lá chegar e, se chegarem, vão ter muito menos energia e paciência para realmente valorizar todas as pequenas coisas que vos fazem felizes. E esqueçam a ideia de pecado e de ter que sofrer para merecer o céu. O maior pecado que podemos cometer é não valorizar e usufruir do corpo e do mundo que nos foi dado. Tratem bem o planeta, o vosso corpo e o próximo, não tenham medo de ser felizes e o resto será com certeza perdoado por quem realmente interessa.

Já agora, para todas as mulheres que vêem a sua vida prejudicada por causa das horas a mais que o marido trabalha, tenho a dizer que, se ele não consegue fazer bem o seu trabalho em oito horas diárias, exceptuando urgências esporádicas (que, por isso mesmo, não podem durar muitos meses nem serem muito frequentes), só podemos estar perante um dos seguintes cenários: ele não está as oito horas concentrado; ele prefere estar a trabalhar do que estar na vossa companhia; ele tem uma amante. Se ele vos disser o contrário, proponham que ele passe a retirar horas de sono (e começar os dias de trabalho às 7h da manhã, por exemplo), de almoços com os colegas ou de outro qualquer prazer que não vos inclua, em vez de suprimir os vossos momentos de qualidade ou de deixar de ajudar em casa. Quero ver se eles, de repente, não passam a ser muito mais eficientes nas horas de trabalho. Até fazem um favor à economia mundial!

Disclaimer: eu sei que há excepções e que há homens fantásticos; eu sei que os médicos estagiários têm que cumprir horários exigentes, etc. Falo da generalidade e não das excepções e a verdade é que ainda vemos mais mulheres a serem prejudicadas em prol dos outros, do que o contrário.

 

Tsetse




tsetse @ 18:11

Qua, 04/03/09

 

Para comemorar, colocámos um widget aqui ao lado, com os perfis dos leitores que aderiram ao nosso Clube. Para quem ainda não está lá, recomendamos que se registe no SAPO Spot e adira ao grupo.

O primeiro leitor a encontrar o tão esperado número 250.000 e a enviar um printscreen da página para convidada@sapo.pt, a prová-lo, ganha um pin oficial e um convite para a nossa festa de aniversário. Como contabilizamos visitas únicas, em vez de pageviews, várias pessoas podem ver o número mágico. Por isso, apressem-se, porque só o primeiro é que ganha!

 

TNT & Tsetse



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