TNT @ 15:31

Qui, 26/02/09

Bem sei que me vão lixar a cabeça com esta minha provocação. Mas tem mesmo de ser! Eu tenho mesmo de dizer isto: os homens, ao contrário do que se pensa, querem é compromissos!

A partir dos 30, bem que uma pessoa tenta levar as coisas na desportiva. Mas eles? É o levas! O que eles querem é a alegre casinha com os filhotes aos pulos e pouco sexo, que isso dá muito trabalho. Pantufinhas, jantar na mesa, futebol na TV, há lá coisa melhor? Conversas de aventura, emoção e outras que tais, isso é coisa para meninos.

Quando uma mulher se dispõe a ter uma relação sem compromisso, amizades coloridas ou como lhes queiram chamar, é um sarilho. Um homem não percebe. Não consegue perceber por que carga de água é que a moçoila não quer mais… Então mas ela não quer juntar os trapinhos? Não quer mais nada que não seja rir-se e vir-se? Serei eu um homem objecto? Ai que lá se vão os pergaminhos da família!

Agora os caros leitores irão dizer “Ah e tal! Quem me dera ser homem objecto! Logo vias!”… Treta! Tudo uma grande patranha!

Os homens não suportam ser reduzidos à sua essência. Não suportam que uma mulher lhes diga: “tu és o que eu agora quero para a minha vida. Quero rir. Quero sexo. Quero divertir-me. Apenas! Tem lá os filhos e os problemas domésticos com outra. Comigo é assim uma coisa mais leve… “. Morrem por dentro e visualizam todos os antepassados masculinos às voltas na tumba tipo frango no espeto.

São gerações e gerações de menininhos que ainda não sabem que as mulheres já não são o que eram! Todas metidas nas veias do homem ocidental do XXI!

Yeah, right…
 

TNT




TNT @ 16:24

Seg, 23/02/09

O bom tempo anda a instalar-se e a preguiça também. E com a chegada da Primavera andamos mais em período de experimentação do que de teoria. Por isso, vamos brindar-vos com um desafio enviado pelo João. Vejam se adivinham as três tretas da TNT e da Tsetse. Há seis verdades e três tangas em cada uma. E não, não há prémios… estamos a guardá-los para o aniversário!

Seis verdades e três tangas da TNT
 

1. Desisti do casamento um mês e meio antes da cerimónia

2. Adoro café

3. Sou alérgica a pimentos

4. Luto pelos meus ideais e convicções diariamente

5. Sou tímida e discreta

6. Fui a melhor aluna da escola duas vezes

7. Estou a poupar dinheiro para uma operação plástica

8. Estou a pensar em emigrar novamente

9. Adoro romances trágicos dos séculos XVIII e XIX


Seis verdades e três tangas da Tsetse

 

1. Treinei tiro ao alvo com pistola.

2. Fui a única rapariga da turma do 10º ao 12º ano.

3. Trabalhei numa televisão e apareci várias vezes como pano de fundo de um noticiário.

4. Fumo dois maços de cigarros por dia.

5. Vivi com os meus pais na Bolívia durante dois anos.

6. Nasci em Angola.

7. Fiz um InterRail aos 19 anos, sem telemóvel nem cartões de crédito e só telefonei à minha família quando cheguei a Budapeste.

8. Fiz o caminho de Santiago de Compostela, a pé e em 28 dias.

9. Estive um mês na Escócia sem a companhia de adultos, quando tinha 13 anos.

 

E agora? Quais são as tretas de cada uma?

 

TNT & Tsetse
 

Actualização a 26 de Fevereiro 2009

 

Pois aqui vai a solução: O Gomesh acertou em tudo!! Incrível! É definitivamente o leitor que melhor nos conhece... Parabéns!

E já por causa das coisas: A Tsetse não fuma nem um nem dois maços. Simplesmente, não fuma! E a TNT esteve mesmo para casar. Ainda tem o vestido lá em casa e tudo!




tsetse @ 23:44

Ter, 17/02/09

Noutro dia um amigo falava-me sobre uma teoria que tinha desenvolvido sobre as relações entre pessoas serem semelhantes às relações das pessoas com a droga: no início dá um grande prazer, provavelmente devido à produção de substancias químicas no nosso organismo, depois só ficamos porque não aguentamos a privação da relação. Ou seja, ficamos porque estamos viciados e não temos força de vontade para sofrer com a ausência do outro. Eu não concordei, pois conheço várias pessoas, de ambos os sexos, com relações duradouras e que ainda falam do seu parceiro com  entusiasmo e orgulho e que parecem continuar radiantes com a sua escolha.

No entanto, ele não deixa de ter razão numa coisa: há realmente muitos casais que, embora continuem juntos, não parecem muito entusiasmados com o facto e a teoria do vício e do medo de o ultrapassar pode ser, aqui, muito bem aplicada. No entanto, ele errou no essencial: extrapolou a sua experiência para toda a humanidade, ignorando factores intelectuais e civilizacionais, que ultrapassam a simples química. Quem tem esse comportamento pode realmente ser comparado com um agarrado: com fraqueza de carácter, falta de interesse pelos sentimentos de quem o rodeia e sem capacidade para desfrutar da vida em toda a sua plenitude. Mas há quem consiga ser superior a isso.

E este texto teria acabado aqui, se eu ontem não tivesse adormecido a pensar neste tema. O meu subconsciente pregou-me uma partida (ou tentou dar-me uma lição, como preferirem). Sonhei que descobria que uma amiga (que tinha escolhido mentalmente como representante de uma relação feliz, antes de adormecer) estava a ter um caso com o meu amigo que mais me enternece quando fala da mulher, com quem é casado há catorze anos. Na realidade, eles nem se conhecem, nem moram na mesma cidade. Mas o meu sonho juntou-os, para lembrar-me que as aparências iludem e que a experiência já me devia ter ensinado a ser menos romântica.

E vocês, em que acreditam? São todos os casais uma cambada de fracos entorpecidos? Ou só o são os mais azarados ou com menos jeito para escolher o derradeiro parceiro?

 

Tsetse




TNT @ 14:03

Qui, 12/02/09

Com tanta reflexão sobre a obesidade e problemas que daí advêm, ainda ninguém se terá lembrado de um tipo muito específico de obesidade que ocorre nas mulheres mal alimentadas?

Pois é… As mulheres quando não andam de barriguinha cheia de bom sexo tendem a refugiar-se na comida. Já várias vezes devem ter ouvido que a Rita, desde que casou, se deixou engordar. As Ritas desta terra deixam-se engordar porque procuram no frigorífico aquilo que não encontram na cama.

As mulheres, de uma forma geral, quando têm bom sexo andam felizes da vida e elegantes que é um mimo. Se virem a mulher de um amigo engordar a olhos vistos, já sabem que ele não anda a cumprir com as suas obrigações. E das duas uma: podem gozar com ele até à imoralidade ou começarem a ser responsáveis pelo emagrecimento da pobre moça negligenciada!

Aconselhá-lo a cumprir com o seu papel é que já não vale a pena. Acreditem que ela já lho disse milhões de vezes, mas ele continua a preferir a Liga dos Últimos…
 

TNT




TNT @ 15:03

Seg, 09/02/09

Ora cá vamos nós para mais um post de serviço público sem recebermos um cêntimo do Estado. Mas como somos raparigas dedicadas à causa e com espírito de missão, sempre vamos fazendo a coisa à borla.

Não sei se sabem, mas existem por aí vários miúdos chamados João, Pedro ou Rita, mas que na verdade verdadinha se deveriam chamar Clamoxyl, Bactrim ou Clavamox. São os filhos dos antibióticos. Claro que estas coisas não devem ser ditas às criancinhas… “Ah e tal, na verdade o menino é fruto de uma infecção”. Não soa bem e poupam-se anos de terapia.

Quase toda a gente já passou por uma dor de dentes. E quase toda a gente tomou Clamoxyl. O que nem toda a gente sabe é que os malditos antibióticos interferem (e de que maneira) com a pílula anticoncepcional. Pois é. Da mesma maneira que o álcool potencia o desejo sexual, também anula o efeito do antibiótico no que respeita às infecções. O pior é que o antibiótico anula a acção contraceptiva da pílula, mesmo com álcool à mistura. Está tudo ligado para nos lixarem!

Meninas, se não querem ter um filho do antibiótico tomem medidas protectoras adicionais.
Meninos, se elas estiverem a antibiótico assegurem-se que o vosso desejo é ter mesmo um rebento aos berros passados nove meses. Se não for, já sabem o que fazer, não? Ou é preciso um desenho?
 

TNT




TNT @ 00:46

Qua, 04/02/09

Em conversa com um amigo fico a saber que ele não acredita em relações de amizade entre homens e mulheres, a não ser que um deles seja gay. Principalmente - e como agravante - se a mulher for bonita e interessante.

Como eu e a minha sócia temos vários amigos homens – preciosos consultores dos nossos posts – achei a declaração algo falsa. Ou estarei enganada? Será que, em circunstâncias específicas as pessoas acabam por se enrolar se houver oportunidade para isso?

Julgo que há situações em que o meu amigo está coberto de razão. Desgostos e fragilidades: é limpinho! Se há um amigo do sexo oposto que se dispõe a consolar-nos, muito dificilmente resistimos. A vida apresenta-se difícil e, de repente, vemos ali alguém disposto a consolar-nos e em plena solidariedade com a nossa dor. Claro que isto é válido para pessoas normais, com desejos normais e vidas normais. Não falo de beatas, mãezinhas profissionais, nem de gente chata de uma forma geral.

Tenho vários amigos homens com quem nunca pensei enrolar-me... Mas, e eles? Será que, alguma vez, lhes passou pela cabeça?

Não me considero a pessoa mais ingénua do mundo, mas confesso que já fui apanhada na curva umas quantas vezes na vida. E, realmente, como reza o ditado, fui a última a saber. Lembro-me de ter ficado incrédula, de boca aberta tipo peixinho dourado. Passei depois para o modo ofendida e defraudada. E depois... nada! Fiz de conta que nada se tinha passado e amigos como dantes.

Porém, fica sempre aquela pulguinha incomodativa atrás da orelha. Será que...?
Por isso, elucidem-me: será realmente possível uma relação de amizade entre homens e mulheres sem intenções de meter os garfos, assim que a situação o permitir?

 

TNT




tsetse @ 01:54

Seg, 02/02/09

Nos últimos tempos, tenho ouvido alguns desabafos de mulheres com filhos pequenos. Trabalham oito horas por dia, depois chegam a casa, têm que tratar da vida doméstica e dar atenção a um ser pequeno, ou mais, que ainda não conhece limites e precisa de atenção constante. Chegam ao fim do dia exaustas e querem aproveitar todo o tempo livre para descansar. Com isto, a vida sexual passa para segundo plano, pois não têm energia e mais uma hora de sono dá mais prazer que um envolvimento apressado, programado e sempre parecido.

No caso dos homens que foram demasiado mimados, de repente, surge ainda mais um problema. Habituados a ser o centro de atenções da mulher, começam a ficar carentes, quando estas têm que dedicar quase todo o seu tempo às crias. Com esta carência, vem também a falta de iniciativa.

E, no caso dos homens que não ajudam, a coisa fica ainda mais complicada. A exaustão da mulher é maior e a irritação aumenta, proporcionalmente. E uma mulher irritada com o seu parceiro não fica propriamente com vontade de grandes intimidades.

A solução? Eu, que nunca tive filhos e que vejo de fora, diria que deve passar por:
1. Os pais partilharem as tarefas (de notar que a única que só pode ser feita pelas mulheres é a amamentação) e, assim, aliviar a exaustão da mãe.
2. As mães perceberem que não podem dar atenção só aos filhos. Têm que fazer um esforço para, dentro do possível, não alterarem muito o comportamento com o companheiro.
3. Ambos arranjarem umas horas por semana sem filhos, nem conversas sobre as finanças do lar. Um momento para manter a cumplicidade e aumentar o bem-estar. Claro que este ponto depende de ter alguém que tome conta das crianças ou de dinheiro para a contratar.
4. Evoluir e diversificar, para que o divertimento supere o cansaço. Para isso, recomendo as aulas da TNT e os manuais da Bee.

 

Aulas:

Sexo no Feminino - Aula #1

A anatomia do Bico - Aula #2

Na cama com... Gräfenberg - Aula #3

Trabalhos Manuais - Aula #4

Quem és tu hoje? – Aula #5

 

Manuais:
Manual da bomba na cama

Manual do super-homem na cama


Tsetse



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