TNT @ 17:55

Seg, 30/06/08

Confidenciava-me uma amiga, que a sogra deve ser bipolar.
Bipolar??
Embora a coisa até esteja na moda, eu inclino-me mais para a sogra dela ser uma grandessíssima fdp.
Aparentemente o tratamento à rapariga é completamente diferente, caso o marido/filho esteja ou não presente. Se o marido/filho está presente, o tratamento é por ‘tu’, efusivo, alegre, solícito e bem-disposto. Caso ele não esteja presente ou falem ao telefone, o tratamento é por ‘você’, frio, distante e antipático.

Ora isto não tem nada que ver com bipolaridade. Tem mesmo a ver com filha-da-putice!

Ela anda completamente louca com a situação da sogra. E, por isso, dá troco a conflitos, e ainda os facilita por cima. Dá o flanco. Não percebe que essa é uma batalha que nunca vai ganhar. Por mais que se esforce. Por mais que tente. Por mais que insista.

Como tenho alma de jogadora, só vou a jogo quando tenho francas probabilidades de ganhar. Se não as tenho, passo. Arriscar tudo até ficar com tudo no prego, não será muito inteligente. Arranjar confusão por causa de terceiros? Era só o que faltava!!

Embora não seja a primeira vez que falo neste tema aqui no blog, considero que nunca é de mais reforçar a ideia que só devemos dar a nossa atenção a quem merece. Só devemos dispender tempo e energia com quem nos deve alguma consideração. Quanto aos outros todos, o melhor é ignorar. Seja quem for!

Já diz o ditado... “os cães ladram e a caravana passa”.

 

TNT
 




tsetse @ 00:13

Qua, 25/06/08

Já viram o último spot publicitário da Compal Light? Onde uma mulher diz a outra que ela está magra, óptima e adorável, mas na realidade pensa que ela é uma cabra?

Gostava de saber o que passou pela cabeça dos génios criativos que escreveram o plot. Terá sido "e que tal agora fazer um anúncio para que as mulheres se possam identificar, por exemplo, com uma falsa, cínica e má amiga"?

Eu não sei o que todas as mulheres pensam, mas posso garantir que eu e as minhas amigas mais próximas não andamos para aí a chamar "cabra" às outras pelas costas (ou em pensamento), só porque elas estão bonitas ou bem na vida. Pelo contrário, ficamos contentes e orgulhosas por elas. Só pensamos "aquela é uma cabra" quando a outra realmente o merece: quando, por exemplo, faz algo grave como mentir para obter informações que não teria de outra forma ou tentar prejudicar-nos profissionalmente.

No entanto, é usual ouvir homens contar histórias de mulheres que eles garantem ser como as do spot. Terão eles as mesmas amigas manhosas dos publicitários da Compal?

 

Tsetse

 




TNT @ 11:23

Seg, 23/06/08

Numa revista de informação vejo um artigo acerca das "desculpas" usadas por homens e mulheres para não terem sexo.

Começo por dizer que não percebo esta conversa das desculpas. Se querem, querem, se não querem, digam, que com certeza, há mais quem queira! Mas adiante...

Uma das "desculpas" usadas pelos homens era algo como: "tás a precisar de perder uns quilinhos...". Ora se um homem me dissesse uma destas, é certo que não teria sexo nessa noite. Nem na noite a seguir. Nem na semana seguinte. E nem no milénio seguinte!

Será possível que há quem diga isto a uma mulher?? Prefiro acreditar que esta referência não passou de liberdade criativa do autor e que, na verdade, estas coisas não acontecem. Nenhum homem no seu juízo perfeito se saíria com uma destas, sob o elevado risco de acordar à laia de Bobbit. E isso, já são coisas que acontecem!

De dores de cabeça ao cansaço, do stress aos problemas no trabalho (esta última apresentada como a mais eficaz para ambos os sexos), tudo é válido para quem não está com apetites. Sei que não sou sexóloga, mas parece-me que quando se perde o interesse sexual é porque se perderam outros interesses. Ponto! Claro que há fases complicadas na vida, mas essas são notórias e as pessoas apercebem-se delas. E quem tem bom-senso, respeita.

Já dores de cabeça sucessivas, parece-me até insultuoso! Embora, por vezes, achemos que somos os mais espertos da freguesia e que os outros são todos uns idiotas chapados, nem sempre isso é verdade. A verdade é que nos podemos andar a enganar a nós próprios. E as desculpas podem não ser mais do que o camuflar de algo mais que precisamos fazer e não temos coragem.

Fica muito bem ter tomates. Mas nem todos os têm... o que é uma pena!
 

TNT

 




TNT @ 13:37

Sex, 20/06/08

Fui ver o filme... pois claro! Fui à estreia. Eu e algumas centenas de mulheres, meia dúzia de casais gay e alguns homens hetero, nitidamente arrastados pelas suas fêmeas. O mulherio em êxtase, batia palmas e ouvia-se um ou outro bruaá quando entrava alguma personagem importante. Eu, completamente hipnotizada pelos sapatinhos que iam desfilando no ecrã. Futilidades próprias do género à parte, achei o filme a querer roçar o romântico e uma tentativa idiota de nos vender a ideia de que afinal as nova-iorquinas fashion querem é casar com véu, grinalda e flor de laranjeira.

Se assim é, devo dizer que as portuguesas urbanas (como eu e aqui a minha sócia) estão muito mais à frente. Se a felicidade estivesse dependente do casamento, não estaríamos em primeiro lugar no número de divórcios na Europa! Digo eu...

As mulheres querem é ser felizes! O casamento é apenas uma canseira! Um factor de stress imenso com convidados que não se dão, distribuição absolutamente cuidada das mesas, escolha criteriosa da ementa, vestido, local... uma canseira para a qual não há pachorra! O casamento per si pode estragar qualquer relação. No fundo, o casamento pode dar cabo do casamento. Há casais que não resistem ao casamento (boda) e que por isso não chegam sequer a ter o casamento (relação) com que sonharam, em consequência de complicações trazidas pelo casamento (boda).

O português é, de facto, uma língua muito traiçoeira. Atraiçoa-nos desta forma insultuosa insinuando que casamento e casamento são uma e a mesma coisa. Por estas e por outras é que os anglo-saxónicos têm a distinção entre wedding e marriage. Eles lá sabem...

 

TNT
 




TNT @ 12:23

Qua, 18/06/08

Sexo: o que fazer quando os homens deixam de corresponder à principal actividade para a qual foram talhados?

Como sabem, tenho-os em pouca conta, mas sou obrigada a reconhecer que em termos de sexo, humor e força, os homens são os maiores!

Há uns tempos, comentava-me uma amiga (gira, sexy e interessante) que não sabia o que estava a acontecer, que o macho dela tinha deixado de se fazer à vida. E quando era ela a fazer-se, ele fugia a sete pés! Humm...

Embora as coisas não sejam lineares, creio que ou ele se está nas tintas para ela ou então arranjou outros interesses de cariz sexual fora da relação... sejam eles com uma mulher ou com um homem, que isto, hoje em dia, nunca se sabe!

Diz ela que tentou de tudo: massagens com óleos xpto, uniformes de menina de colégio e aquilo nem se movia. Nem um movimentozito. Ele diz que são problemas no trabalho. Eu digo que são problemas com o zézinho. Se não se consegue erguer é melhor dizer logo, que assim, uma pessoa sempre pode arranjar alternativas enquanto a coisa se mantém inerte.

É que é muito frustrante darmos conta de que, apesar de eles terem tão poucas funções importantes na vida, ainda assim, conseguem falhar.

Alvíssaras a quem esclarecer esta questão de (i)mobilidade...

 

TNT




tsetse @ 14:02

Seg, 02/06/08

Já me aconteceu várias vezes falar em separado com os dois lados de uma relação e acho sempre engraçado ouvir uma mesma história contada por duas pessoas e tentar perceber porque é que ambos vêem o mesmo acontecimento de maneira tão diferente.

Uma das críticas recorrentes dos homens é que as mulheres a meio da relação deixam de fazer uma série de coisas que eles gostam e que, de repente, ficam umas chatas e/ou chantagistas. Obviamente que, quando falo com elas (se já não falei antes de ouvir a outra versão), a história tem uma série de pormenores que foram omitidos pelo homem e o caso muda logo de figura.

A maior parte das histórias segue até um padrão:
Inicialmente, as mulheres acham que devem ceder sempre que se encontram num conflito sem fim à vista, para facilitar a relação e serem o que gostam de chamar de "conciliadoras". Começam a desistir de lutar pelos seus princípios, para não os desiludir; a passar a roupa dele, porque o pobrezinho não tem jeito; a fazerem de secretária pessoal, porque ele é muito distraído; a ajudá-lo a fazer um plano de vida, para acabarem as queixas e os chefes chatos; ou a ir e pagar o supermercado, porque ele não tem paciência. Dão, dão, dão. Cedem, cedem, cedem.

Conclusão:
Os homens habituam-se a ter tudo de mão beijada e passam a acreditar que, tal como a mãe, a mulher é muito despachada e por isso nada lhe custa. Ou seja, nada como deixar tudo como está.
(Muito conveniente, portanto)

Por outro lado, as mulheres cansam-se de dar tudo e receber pouco, começam a fazer as exigências que deviam ter feito no início da relação e começam a desconfiar que jamais darão a volta à história.

De quem é a culpa?

Na minha opinião, dos dois:
- Elas não tinham nada que os mimar demais - aliás, dar muito na expectativa de receber muito é por si uma atitude injusta, pois pressupõe que a outra pessoa tem a capacidade de dar na mesma medida que está a receber e que tem a mesma noção do que é adequado.
- Eles deviam ser menos comodistas e aproveitadores e deviam convencer-se definitivamente que essa conversa de que tudo é mais fácil para as mulheres é conversa fiada e que a prática ajuda a perfeição.

 

Tsetse



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