TNT @ 23:12

Qui, 31/01/08

Como alguns se lembrarão, decidimos abrir o fórum do Interno Feminino assim que se atingisse 50 “associados”. Como estas meninas nunca deixaram de cumprir as suas promessas aos fiéis leitores, o fórum está oficialmente aberto.

No próximo domingo às 22H30 e durante uma hora inteirinha, estaremos no SAPO Spot à vossa espera para respondermos a questões e, quem sabe, aproveitarmos alguns dos temas lançados para futuros posts aqui no Interno Feminino.

Todas as semanas, com datas a designar, vamos responder a questões e debater temas previamente definidos. Da infidelidade aos hábitos, das dúvidas femininas e masculinas ao flirt, tudo pensamos abordar, mantendo a linha que nos é habitual.

Por isso, nada de se perderem com a TV, nada de saídas à noite, nada de cineminhas, nada de nada. Um cafézito a correr logo a seguir ao jantar, e ala que se faz tarde para a frente dos monitores!

Tudo bem preparadinho, resmas de perguntas, listas para não se perderem. Já sabem que os estilos são diferentes para cada uma de nós, por isso será melhor direccionarem bem as perguntas. Amores e feminismo para a Tsetse, relações e traições para a TNT. Ou então... não!

Já sabem! Domingo às 22H30 no SAPO Spot, o Interno Feminino ao vivo e a cores.... errrr... quer dizer não será bem ao vivo, mas as cores (rosa) lá estarão bem representadas pelas autoras, na abertura oficial das hostilidades.

See you then...!

TNT & Tsetse



convidado @ 00:13

Ter, 22/01/08

Tenho reparado que há uma série de mentiras que são muito usadas pelos homens. Coisas que eles tentam manter em segredo, mas que nós queremos desmistificar e divulgar. Por isso, aqui fica uma lista das suas mentiras mais frequentes:

Mentira 1: Faz-me bem à saúde jogar futebol (ou golf, ou até trabalhar num projecto que não tem fim) com os amigos e depois aproveito e vou beber umas cervejinhas, para manter a conversa em dia.
Verdade pura e dura: Ele está cansado da vossa companhia e precisa de uma desculpa plausível para fugir da mulher e dos filhos. O objectivo é a cervejinha sem vocês e não o desporto ou o trabalho.
Soluções: Ir sempre com ele ou arranjar algo ainda mais interessante para fazer com  esse tempo.

Mentira 2: Tu és tão sensual, que eu não me consigo aguentar muito tempo.
Aqui pode haver duas verdades puras e duras: 1. Ele está-se nas tintas se vocês não chegam a atingir o orgasmo, por isso não quer perder tempo e fazer um esforço ou 2. ele sempre teve este problema, mas não o admite.
Soluções: A mais fácil é trocar de namorado. A mais engraçada é fazer-lhe o mesmo. A mais sensata é obrigá-lo a ir a um médico.

Mentira 3: Eu até ajudava em casa, mas nunca tive jeito.
Verdade pura e dura: Ele não tem vontade de ajudar e provavelmente nunca tentou. Se tivesse que ser, teria tanto jeito para limpar a casa como tem para limpar o barco, a mota ou a espingarda. E, se vocês insistirem, vai fazer tudo mal de propósito, para que não peçam de novo.
Solução: Pedir para ele fazer as tarefas que mais implicam com a vida dele. Como, por exemplo, lavar a sua roupa interior, passar as camisas, limpar a parte dele do quarto ou colocar as cervejas no frigorífico.

O importante é saber quais são as mentiras de cada um e aprender a dar a volta. Até desistirem de nos fazer passar por tontas.

Bee



TNT @ 13:25

Sex, 18/01/08

Não vendo melhor maneira de abrir as hostilidades, reparo que a maioria dos homofóbicos têm um piquinho a azedo.

Agora que abri as portadas da guerrilha vamos a isto!

Na minha opinião, quem tem medo que a coisa se pegue é porque não está... como dizer isto?... completamente seguro da sua sexualidade. Deve haver ali qualquer coisa mal resolvida. Alguma experiência a mais ou a menos que os impede de uma forma inequívoca de partilhar os mesmos 100 metros quadrados que um gay.

Encaram a coisa com uma virose, como a influenza para a qual os homens da ciência ainda não conseguiram descobrir a vacina. Escondem-se dos gays, encostam-se às paredes, não vá serem atacados com um daqueles falos de manga japonesa que dão várias voltas à cadeira, sentem-se desconfortáveis, nauseados e com vontade de desaparecer, não deixando porém, de mostrar um esgar à laia de sorriso, prevenindo assim, as opiniões dos convivas de que não são modernos.

Comentários como: “o quê, tens amigos gays?”, “eu cá gosto pouco de misturas”, “não me digas que os gajos dormem juntos...?”, “comigo, nem pensar”, são conversas que deixam muito a desejar... Têm medinho de gostar, é? Consta que quem vai, já não volta...

Oh meus amigos! Aquilo não se pega. Nem sequer suscita curiosidade a quem não a tinha já. E à pála da curiosidade, sabe-se que matou o gato... Ninguém vai pensar que são gays só porque frequentam o mesmo bar ou porque foram vistos no mesmo restaurante.

Acho que o essencial é assegurarem-se primeiro da vossa total orientação sexual para então poderem ir ao Bairro Alto descansadamente. Até porque aos fins-de-semana não há quase paredes disponíveis para protegerem as virtudes.

Em tom de remate, não quero que pensem que sou uma activista ortodoxa da 'paneleirice' vigente... até porque nos tiram algum mercado a nós, mulheres!

TNT



TNT @ 00:34

Sex, 11/01/08

Comentava-me uma amiga, que andava toda entusiasmada com um certo moçoilo e que parecia ter voltado à adolescência: mal dormia, experimentava dez vezes a roupa antes de sair para o trabalho, sentia várias borboletas no estômago e o coraçãozinho a bater desalmadamente, de cada vez que o telemóvel tocava.

Enquanto a coisa anda ali no vai-não-vai, no chove-não-molha e outros aforismos do género, é o total desatino de emoções, descontrolo hormonal traduzido muitas vezes em falta de apetite - o que pode ser altamente benéfico, diga-se de passagem! - e um turbilhão de pensamentos, que julgo que já todos sentimos, por isso nem me vou alongar mais na descrição.

Até ao primeiro encontro, normalmente concretizado numa boa refeição, não há úlceras que resistam à confusão. E mais, que é feito do apetite para partilhar o repasto? Normalmente bebe-se qualquer coisa para descontrair e não se notar que trememos como varas verdes, o que sem nada de jeito no estômago, pode não ser a atitude mais inteligente. Believe me, I know! Adiante...

O primeiro encontro será o culminar de todas as expectativas e fantasias que andámos a alimentar. Raras são as vezes em que se realizam, convenhamos. Ou porque o rapazinho trocou o talher, ou porque aquele pedacinho de espinafre teima em permanecer na dentadura da menina, ou porque ele se riu de menos ou porque ela se riu demais, a longa metragem idealizada ao longo da semana, poderá tornar-se rapidamente numa daquelas curtas manhosas, em V8, já para não falar, num filme de terror série B.

Tal como acontece com a primeira noite de sexo onde normalmente sobram braços e pernas, não se deve esperar muito do primeiro encontro. As pessoas estão normalmente nervosas, a representar papéis que julgam ser os correctos, demasiado preocupadas em agradar e pouco recordadas daquilo que são. Todas as certezas e seguranças se esvaem junto com o líquido dos copos e recorrentemente se cometem erros que podem custar um possível e agradável relacionamento.

Para a coisa correr bem, parece-me que o melhor será sermos nós próprios, mais bem vestidinhos, mais sorridentes, menos nervosos, ficando com a certeza de que se não gostaram da personagem assim, a coisa nunca poderia resultar. Sim, porque podemos disfarçar um dia ou dois, mas mais do que isso, é só para Robert de Niros ou Meryl Streeps.

E como eu costumo dizer, “não gostou? há mais quem goste!”

TNT



tsetse @ 13:26

Qua, 09/01/08

Há certas questões que são fundamentais para que uma relação tenha um futuro risonho - ou seja, sem grandes discussões nem problemas graves. São questões de base, que podem definir se as pessoas estão ou não a falar a mesma língua. E, dependendo da pessoa, estas questões podem ter dimensões e prioridades diferentes.

A primeira e a mais importante para mim é: com que princípios regemos a nossa conduta? Por exemplo, vamos partir do princípio que "os fins justificam os meios" ou não? Se a resposta dada pelos dois não for a mesma, dificilmente terão a mesma opinião sobre variadíssimos assuntos, incluindo sobre algumas questões que têm de ser resolvidas com o mútuo acordo.

Por exemplo, outra questão que está no topo das minhas preocupações é: somos pessoas interessantes e interessadas? Gostamos de aprender e valorizamos a descoberta de coisas novas? Se uma pessoa responder que sim e a outra não, a primeira vai sentir-se limitada. Por outro lado, a segunda nunca vai perceber o verdadeiro valor de quem está ao seu lado, pois não a entende e muito menos a estimula. Até já estou a imaginar a discussão quando a primeira quiser gastar um dinheirão numa viagem ao Japão e a outra preferir um sofá novo...

Outra questão pertinente é: valorizamos ou não a perversão? Não, não estou a falar daquelas perversões que dão direito a cadeia. Refiro-me àquelas pequenas conquistas mais ou menos maquiavélicas, como sentir orgulho na subversão de uma alma ingénua. Uma pessoa que valoriza a perversão dificilmente dá o devido valor a uma que não. E uma "que não" dificilmente terá orgulho da perversão da outra. Em ambos os casos, o mérito que um acha ter, não será devidamente valorizado pelo outro. Na melhor das hipóteses, apenas sente curiosidade pela realidade do outro.

A diversidade pode ter muita graça entre amigos, pois sempre proporciona umas conversas diferentes e umas visões mais alargadas. Como se visitássemos um planeta distante e nos divertíssemos por lá uns tempos. Sempre com a hipótese de voltar para a paz da nossa casinha. Mas, numa relação, a história é diferente. Correriamos o risco de mudar de planeta, para nunca mais voltar. (Ou, pelo menos, até novas núpcias...)

Tsetse



TNT @ 00:48

Ter, 08/01/08

Não, não é sobre uma nova série americana passada num qualquer hospital dos States. Tem mesmo que ver com aquilo que as meninas fazem aos meninos, heterossexualmente falando.

O bico, bóbó, alfinete de peito ou etimologicamente, o belo do fellatio, tem aparentemente, muito que se lhe diga. Em conversas com amigos – homens por quem tenho apreço, cultos, educados e interessados - reparo que a coisa é encarada artisticamente, com laivos de quase divindade. Ora, consultando as wannabes, vejo que na maioria das vezes, a coisa é vista como frete. Em deusas do olimpo mais consagradas, a arte volta à conversa.

Constato então que o bico tem idade. Se para os homens, é sempre bom, para as mulheres, a coisa começa a ter interesse lá mais para os trinta – como de resto, quase tudo o que diz respeito a estes assuntos de cama.

E agora pergunto-me eu: como aprender a fazer a coisa convenientemente?

Poderia dizer-vos para verem uns filmaços daqueles cuja capa não tem imagens, com títulos sugestivos tipo “orgias orais” ou “arma frutífera” e outros que agora não me ocorrem... Mas não! Segundo os homens, esta não é a forma de levar a cabo a demanda de “bem oralizar em toda a sela”. Dizem que aquilo é tudo muito à pressa e que é para despachar e que é mais para se ver do que para se sentir, e outras considerações que tais. Então meus amigos, em que é que ficamos?

Na minha opinião, como tudo na vida, para sair bem feito tem de se gostar do que se faz. Como aprender a gostar? Como dizia esse monstro maior da literatura portuguesa sobre um refrigerante “primeiro estranha-se, depois entranha-se” ou ainda, continuando nestas coisas publicitárias das bebibas, “é como a tónica: aprende-se a gostar...”

Conselho para os meninos: tenham paciência com as mais novinhas, dêem-lhes uma ajudinha sem forçar situações, guiem-nas com palavras e não com a mão, e quando apanharem uma mais experiente, desfrutem. Ah, muito importante! Quando a tampa estiver mesmo prestes a saltar, não se esqueçam de avisar o que lá vem... deixem a decisão do grand finale para elas! Capisce?
Conselho para as meninas: tenham paciência que o vosso dia há-de chegar...

TNT



TNT @ 14:15

Sex, 04/01/08

Em épocas natalícias, grande é a tendência para lembrar e relembrar pessoas a quem mandamos a sms da praxe ou de quem a recebemos.

Passam-se meses e meses sem sabermos delas, mas é limpinho que nos dias que antecedem o natal ou o fim-de-ano, recebemos aquelas mensagens da tanga em catadupa, muitas vezes tiradas a papel químico, o que muito nos apraz saber que aquela pessoa, para nós, apenas se deu ao trabalho de carregar na tecla reencaminhar.

Ou para saber o que andamos a fazer – não vá o diabo tecê-las que um gajo nunca sabe o dia de amanhã – ou apenas porque faz parte da tradição como a árvore e o presépio, todos os anos somos bombardeados por notícias de gente que não interessa, já não interessava no ano passado e que muito dificilmente interessará no ano que vem.

Em variados jantares de natal com amigos, houve sempre alguém que ao ouvir o Pi-Pi no telemóvel (não conspurcar a palavrinha pi-pi que aqui não passa de uma onomatopeia) comentou: “olha-me, esta! Deves querer, deves...!” ou ainda “a lata do bicho! Querem lá ver...?”

Será que as pessoas não se enxergam e acham que lá por ser natal temos o coração mais aberto e tal e tal e que vai na volta ainda damos uma abébia só por causa do nascimento do “menino”?

Se querem alguma coisa de jeito, pelo menos dêem-se ao trabalho de nos mandar umas sms com uma periodicidade mais assídua, sei lá, uma vez por mês... Acham que é pedir muito? Tipo tarefa mensal: comprar a Maxmen; pagar a tv cabo; ligar àquela gaja; limpar o frigorífico...

Eu compreendo que se houver muita gaja a quem mandar mensagens, a coisa ainda sai carota. Mas têm de encarar isto como um investimento, como se de um certificado de aforro se tratasse. No fundo é comprar acções daquela grande empresa em expansão que é o Vale dos Lençóis!

Meninos e meninas, actualizem-se. Sejam periódicos. Invistam. Porque como diz o outro “se eu estiver parado, não rendo...”

TNT


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