TNT @ 14:06

Qui, 20/12/07

À conversa com vários amigos, tento sempre descobrir, que tipo de mulheres é que raio eles preferem. Se as cheias de personalidade, pouco tempo e uma carreira exigente, se as submissas, disponíveis, sem muito para dizer, a não ser uns afagos ao ego masculino. Em tudo na vida há a questão da causa-efeito e as nossas escolhas têm sempre a outra face da moeda...

Os que se tentam armar em modernos, tentam contrariar a sua posição de macho das cavernas e optam com algum esgar de receio e contrariedade, pelas da personalidade. Aquelas que sabem o que querem (ou estão convencidas disso), que têm opiniões e convicções e que não hesitam em contrariar o companheiro, se acham que ele está muito ao lado numa determinada questão.
Neste caso, a insegurança masculina e a falta de oportunidade de fazer vencer a virilidade, vai acabar por se interpor na escolha. A infelicidade espreita, e “que se lixem as conversas da menina de nariz no ar que já não há pachorra para tanta opinião”.

Os sinceros, dizem que embora gostassem de ter uma mulher cheia de personalidade, graça e cheia de coisas para dizer, confessam que lhes dá mais jeito para mãe dos filhos, a tal submissa, com tempo e sempre pronta para dizer coisas bonitas e elogiosas (embora falsas por vezes) ao seu legítimo e que muito raramente o contraria.
Ai, o limbo... ficar sempre naquela dúvida do que seria, caso escolhesse a outra que era cheia de piada e animava qualquer serão. Sempre com histórias interessantes e uma força de vida incomparável... Sempre a desejar o que não se teve e conformado com o que se tem...

Os  marialvas armados ao pingarelho, dizem que mulher para eles, tem de ser uma autêntica gueisha ocidental, sempre pronta, sempre disponível a idolatrar o seu amo e senhor, que não chateie nada e que faça a sua vidinha sem interferências de maior nos hábitos adquiridos do macho da casa.
Aqui o caso é de extrema felicidade. Ele escolheu exactamente o que quis e não aceita menos do que isto. O que ele desconhece é que a mulher ocupa os imensos tempos livres com outras actividades lúdicas que incluem cama com fartura com outros rapazes, também eles disponíveis e com muito amor para dar...

E assim se vai vivendo... uns mais iludidos que outros!

TNT




convidado @ 16:59

Seg, 17/12/07

Em conversas com outros exemplares do meu sexo (sim, feminino), sempre ouvi dizer que a posição que elas preferem é a de "ela por cima". Já vi até alguns filmes trágicos em que a actriz principal, chorosa, comenta com as suas amigas que só assim consegue achar alguma graça à coisa, o que lhe dificulta a sua já muito triste vida. Mas, como sou uma rapariguinha curiosa e que gosta de pôr tudo em causa, tenho andado atenta aos artigos sobre o assunto. Entretanto, encontrei dois que colocam esta teoria em causa:

Um dizia que a posição preferida pelo mulherio era a da "borboleta", que consistia em qualquer coisa como a posição de "missionário", mas com o quadril da moça elevado. O ângulo explicava o sucesso.

Hoje, vejo outro artigo, baseado num inquérito a 200 indivíduos femininos, que conclui que a posição preferida das meninas é o "Doggy Style" (não, não vou traduzir, que em português soa-me muito mal). Ora aqui está a prova de que nunca é tarde para ficarmos espantados. Porque, verdade seja dita, nunca tinha ouvido tal coisa. Andam as mulheres com vergonha de admitir a verdade, com medo que pensem que gostam de ser dominadas? Ou será este inquérito uma treta?

Bee



TNT @ 18:06

Ter, 11/12/07

Os homens começam amiúde uma série de coisas, mas raramente acabam. Seja uma tarefa doméstica, seja profissional, seja sexual ou emocional. O acabar, concretizar, é algo certamente muito assustador. Senão, vejamos...

#1 Tarefa Doméstica
Eu costumo dizer que passou a bolinha e já não há nada a fazer. “Ai... lá passou a bolinha!” Isto significa que algo de diferente se atravessou no campo de visão dos rapazotes e eles rapidamente limparam do disco, o términos da tarefa. Tem de se tirar o chocolate do frigorífico, partir em quadradinhos, meter numa taça, e enfiar no microondas. As duas primeiras etapas ainda acredito que se concretizem. Conseguir fazer chocolate derretido para servir com os morangos, é que já é uma coisa muito à frente...! Esta é para mim imperceptível... não consigo mesmo atingir!

#2 Tarefa Profissional
Frequentemente se ouve nos relatos da bola algo como “ahhhhh... teve medo de ser feliz...!!”. Traduzindo para português, significa que teve medo de arriscar com vista à concretização. Não se percebe! Se faz o campo todo com a bola, se finta três ou quatro, se chega sem adversários à grande área, se só tem o guarda-redes pela frente de uma baliza de 5m, por que raio é que teve medo de ser feliz???? Por que raio é que não consegue concretizar aquilo a que tão proactivamente, se propôs? Ou seja: muita parra e pouca uva!

#3 Tarefa Sexual
Eles até podem começar. Metem-se connosco, provocam-nos, “o que tu queres sei eu” e tal e tal. Tratam do que têm a tratar, mas esquecem-se daquilo que iniciaram, que foi a provocação à moçoila. “Então como é que é? Provocas, começas, levas-me contigo e depois ficamos a meio?? Oh amigo, toca a concretizar! Ah, pensavas que já tinha acabado...? Pois, tou a ver... Mas não, fica sabendo que ainda não acabaste aquilo a que te propuseste!”. Esta é um clássico...

#4 Tarefa Emocional
Os homens raramente terminam relações. Acham sempre que já terminaram, simplesmente, porque deixaram de aparecer ou de atender o telemóvel. Claro que alegam que para bom entendedor, meia palavra basta. Mas nestas coisas, raramente basta. Há cofres que se abrem que depois não se podem nem devem deixar entreabertos. Têm de ficar bem fechadinhos sob o risco de oxidar o conteúdo, e criar verdetes para o futuro. Esta é a mais comum e gritante!!

Após consultar os manuais linguísticos reparo que “concretização” é uma palavra feminina... deve vir daqui a dificuldade. É isso, pois...

TNT



TNT @ 14:53

Sex, 07/12/07

Meninos, aprendam que eu não duro sempre... Com a proximidade do Natal, o cansaço e o stress são galopantes e a coisa vai ficando cada vez mais difícil para o vosso lado!

Indagaram-me acerca da constância da vontade feminina para o bem-bom em situações de stress e/ou depressão. Ah e tal, como é que é quando se está em baixo...? Quando se está em baixo, está tudo em baixo! Off, kaput, adeus e um queijo! Como eu costumo dizer... nem um alfinetinho entra, não sei se me faço entender?!...

Vamos ver se nos entendemos de uma vez por todas em termos de sexualidade feminina. Vamos ter uma aula de disposição, disponibilidade e tempos para a actividade em questão.

O mulherio quando está em baixo gosta é de miminhos e colinho. Sexo puro e duro não é adequado para estas alturas. Porquê? Porque estupidamente nós gostamos de participar na actividade e não nos cingirmos a ser um mero receptáculo (que imagem tão bonita...). E se não estamos com energia para a coisa, não conseguimos participar em conformidade, logo não é propício. Até tem lógica, certo?

Quando estamos cansadas, o sexo não nos diz muito. Precisamos de descansar para a coisa funcionar. Embora não seja linear, a maioria das mulheres gosta mais de sexo ao acordar do que antes de dormir. Porque se sentem restabelecidas e mais uma vez com vontade de participar na actividade em questão. Por isso, quando nos sentimos cansadas, é melhor entreterem-se com a Play Station ou então com a Vanessa e a Tânia, vulgo mão direita e esquerda.

Os meninos interessados nestas coisas e que gostam realmente de sexo, têm de perceber que para tudo isto funcionar, a garota tem de estar em sintonia. Stress, cansaço e má disposição não são sinónimos de sexo. Estes estados pedem miminhos, piadas, massagens com óleo, levantamentos de auto-estima e não de outras coisas...

TNT




tsetse @ 00:30

Qua, 05/12/07

Dizia-me um amigo que havia uma rapariga a aborrecê-lo com várias declarações amorosas por sms e e-mail e que até já estava a perder o respeito por ela, que ela não devia ter amor próprio, etc. Ora como ele até lhe dava corda e chegou a ter um envolvimento com ela, eu comecei a ponderar porque é que aquelas declarações inofensivas o importunavam tanto. Até porque tenho várias amigas que recebem declarações muito mais bombásticas em situações semelhantes e raramente se queixam.

Antes de concluir precipitadamente que os homens não gostam de grandes atenções românticas, decidi fazer um inquérito sobre o assunto. Depois de colocar a questão a vários amigos, a conclusão foi: os homens gostam e até alinham neste tipo de provas de amor quando... (e este é o ponto mais importante da questão) ...quando estão muito interessados e encantados por elas. Não basta gostar da companhia, da atenção ou do aspecto dela. Têm que estar realmente e completamente interessados por elas. E, pelos vistos, isso muda tudo.

A minha questão passou a ser: então, porque é que estes homens continuam a sair com elas ou a manter a questão em aberto (vulgo, não chove nem molha), quando não estão assim tão interessados?

Pelo que tenho visto, há várias razões:
1. porque ela é muito bonita e eles valorizam muito esse facto;
2. porque não há mais ninguém naquele momento e sempre vão passando o tempo;
3. porque gostam do estilo de vida delas e lhes parece uma atitude acertada associarem-se ao mesmo;
4. porque estão mesmo a precisar de atenção;
5. porque ela até tem casa e dá jeito;
6. porque acham que não vão arranjar melhor;
7. ou tudo isto e mais alguma coisa.

Não vos parece um pouco egoísta? Para seu bel prazer, ter um envolvimento ou dar esperanças a quem não conseguem dar o seu melhor?

Tsetse


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