TNT @ 16:58

Seg, 29/10/07

Contava-me um amigo, uma história mirabolante que não posso deixar de partilhar. Perdoem-me os intervenientes, mas nem sequer os conheço! Azarito!

Falava-se de motéis – daqueles com espelhos, cadeiras, camas redondas e jacuzzi – quando ele me conta a história que se passou numa conversa similar entre um grupo de amigos, dentre eles, um casal sui generis. Ele, o maior engatatão da história, infiel a torto e a direito e gabarola, ela muito apagada e metida num cantinho... Cenário montado? Estão a ver o filme? Então vamos a isto!

Pelos vistos e no meio da conversa de motéis com as características referidas, a rapariga atira com uma bomba: “Ah sim, sim... Aquele ali em Albarraque...?”

O dito namorado, à beira de uma apoplexia, olha com ar de censura para a donzela praticamente virgem e interroga-a com laivos pidescos, como é que ela conhecia Albarraque, escusando-se a entrar em mais pormenores por causa da presença dos amigos que já o gozavam à farta... A rapariga lá disfarçou, sempre com um ar muito inocente e incrédulo das acusações veladas, e a converseta da cobrança ficou por ali... Os amigos, tão manhosos como o dito, ficaram a comentar o calibre da menina e acima de tudo, o ar de incredulidade do visado...

E comento eu... “Havia de ser comigo... levava logo ali com um comentário que nunca mais se atrevia a humilhar-me! Que tinha lá passado uma tarde maravilhosa e quando ele quisesse, podíamos ir experimentar porque valia mesmo a pena! Calava-se ele e os amigos... era limpinho!”

A verdade é que os homens acham muito giro falarem das suas conquistas e das loucuras que fazem (ou que imaginam que fazem) com elas. Mas se uma mulher se chega à frente e se documenta com pergaminhos e respectivas localizações, é logo uma devassa e responsável pelo aumento de fluxo das urgências cardiovasculares do Santa Maria!

Os machos lusitanos – não, não estou só a falar dos cavalos – não conseguem conceber que se pode gostar de variar, sem se ser a rameira mais conhecida da zona. Para eles, todas as mulheres são putas, à excepção das santas mãezinhas que só prevaricaram para a divina concepção das suas pessoas, as santas irmãzinhas que serão virgens até casar pela igreja e por fim, as santas mulherzinhas que nunca conheceram nem conhecerão outro homem para além deles.

É como eu costumo dizer... anda meio mundo a enganar o outro meio!

TNT



o_inimigo @ 00:01

Sex, 26/10/07

Cuidado com elas

Penso que não será surpresa para ninguém quando digo que as mulheres não são muito de se fiar…
São predadoras na sua forma de actuar, e aliando uma frieza e calculismo desmedidos, tornam-se extremamente eficazes no campo de batalha, e implacáveis quando chega a altura de espezinhar o seu alvo predilecto: O ego masculino.
Desengane-se aquele, que pensa que pela pouca dimensão do desafio que por vezes lhes damos, elas se pouparão a esforços nos seus intentos.

Bom… talvez esteja a entrar em pleonasmos desnecessários, e como tal irei colocar o “porquê” deste meu ponto de vista sob a forma de uma conclusão que tirei há algum tempo atrás, quando me demorei um pouco mais por um dos meus sofás, a assistir a uma qualquer série televisiva que, a meu ver, tentava passar uma mensagem de alerta para um perigo que correm os marialvas lusitanos (e não só…), e que creio ter passado despercebida…

A cena que vos vou dar a conhecer, retrata uma das mais comuns fontes de discussão entre casais, e que apesar da banalidade da mesma, dá a conhecer a verdadeira forma das criaturas femininas quando encurraladas e sem argumentos...

…o casal discutia sobre quem deveria levar o lixo à rua naquela noite.

Imagine-se então o seguinte cenário:

A arena estava montada, e os dois adversários debatiam-se ferozmente convictos da sua razão.
Mas a vantagem recaía sobre o gladiador azul (chamemos-lhe assim…) devido às fortes estocadas que deferia sobre o gladiador rosa (e porque não…), plenos de razão e fortemente argumentados com factos indeléveis.
Ao seu invés, o gladiador rosa, e perante tal desvantagem técnica, apenas esgrimava tímidos ataques ao seu adversário, que eram facilmente contra-atacados pelo mesmo…
A vitória sorria ao gladiador azul, que sorria de volta para o seu adversário enquanto este pateticamente se tentava levantar do chão ensanguentado (…) quando de repente, vindo do nada e completamente fora de contexto, o gladiador rosa desembainha o seguinte argumento, que passo a citar:

-…e eu não tenho culpa que a tua mãe te mimasse demais em pequeno porque tinhas a pilinha pequena… – Fim de citação.

                    …ZÁÁÁSSS, a cabeça do gladiador azul rola pelo chão…

O público feminino rebenta em êxtase na bancada rosa, na bancada azul o estarrecimento e a indignação imperam nos semblantes masculinos enquanto se observa, com uma expressão de horror, o corpo decapitado do gladiador azul avançando penosamente em direcção ao Ecoponto mais próximo…Meu Deus, que bestialidade!!!
Tudo frio, tudo calculado, tudo implacavelmente executado, resumindo: Os fins justificam os meios.

Pois é meus amigos, nós homens temos cometido um grave erro…
Ingratamente, bons rapazes têm sido degolados, e acredito que muitas vidas continuarão a ser ceifadas por tal estratégia, a menos que, nos preparemos para o embate.
Nos inícios de relação, nós homens, temos o (inocente) hábito de dar a conhecer às tímidas donzelas, receios, anseios, episódios constrangedores e afins, que sacramente guardámos para nós até àquela data, com o intuito de lhes mostrar o quanto confiamos nelas, o quanto gostamos delas, o quanto são merecedoras do nosso coração ou simplesmente para as meter na mesma alcova que nós.

NUNCA COMETAM TAL ERRO…

Ao contrário da opinião generalizada entre as camadas masculinas, elas não guardam estes artefactos no melhor mostruário que os seus corações têm…
Na verdade, este tipo de objecto é trabalhado, moldado, afiado e guardado num armeiro que se encontra no mais recolhido, obscuro e tenebroso lugar das suas alminhas, para um dia nos ser esfregado na cara, e se possível com audiência para que o achincalhamento seja completo e total.

Portanto fica o conselho deste vosso camarada, caros irmãos:

A vossa vida só começou a ser escrita a partir do dia em que conheceram essa moça que vos acompanha neste momento, seja ela a 1ª, 2ª ou a 10ª da vossa lista…antes dela, são páginas e páginas em branco, sem absolutamente nada gravado, a não ser alguma informação que vos identifique, tipo aquela expressa no B.I….e nada mais, senão arriscam-se a que vos seja cortada a cabeça…ou algo pior.

Depois não se queixem…


P.S. Se alguém duvidar dos fundamentos da minha exposição, da veracidade dos factos aqui descritos, ou de onde fui eu desencantar tal cabala, peço que prestem atenção na ilustração que está no canto superior esquerdo da página deste blog (sim, aquela pequena t-shirt) …e cada um tire as suas conclusões.

(enviado por Hailstorm a.k.a Inocêncio da Silva)



tsetse @ 01:10

Ter, 23/10/07

Há comportamentos muito masculinos que ainda hoje se esperam do verdadeiro macho que é macho. Citando alguns:
- Dizer que toleram bem o picante, comendo malaguetas, piri-piri e gindungo a torto e a direito. Podem até ficar com ar de quem está na sauna, mas aguentam-se que é um mimo;
- Gostar de fazer grelhados. Deve trazer-lhes reminiscências da Idade do Fogo;
- Beber cerveja pela garrafa, quando estão com os amigos;
- Chamar a atenção para a sua barba rija, quando a têm. De preferência, com muito orgulho, como se ela fosse a prova do seu elevado grau de masculinidade;
- Dizer que não gostam de filmes franceses ou da língua francesa, por ser muito abichanada;
- Dizer asneiras quando estão a ver futebol e fingirem que são os maiores especialistas da área;
- Dizer que, se tiverem uma filha, vão comprar uma espingarda para afugentar os pretendentes e que só a vão deixar sair de casa depois dos 35 para ir ao cinema (e, de preferência, para ir à matinée);

Estes são uma espécie de "mínimo denominador comum", espectável para ser aceite entre os seus e raramente se encontra um exemplar que não cumpra orgulhosamente pelo menos metade destas premissas. Isto já para não falar daqueles mais radicais que cospem para o chão e andam de palito na boca...

A minha dúvida é: será que eles são assim por vontade própria ou sentem-se obrigados a ser assim? É que até já os estou a imaginar na sua adolescência a forçar uma malagueta garganta abaixo, com as lágrimas à mistura, só porque tem que ser assim...




o_inimigo @ 00:01

Sex, 19/10/07

Sou uma mulher independente, mas gosto que tomem conta de mim

Eu pessoalmente gosto de mulheres independentes, com uma boa auto-estima e que não tenham problemas em expressar a sua opinião e se possível mulheres com uma carreira de sucesso; regra geral são mais interessantes, cultas e capazes de manter conversas edificantes e nos dias que correm pelos vistos é moda dizer “Sou uma mulher independente – e não preciso de nada nem ninguém!”.
Será bastante comum ouvir por parte do sexo feminino que todas as tarefas domésticas são responsabilidade comum, que o homem tem também a obrigação de ajudar nas tarefas domésticas, mudar fraldas, participar nas limpezas da casa etc., etc.. Eu pessoalmente nem concordo muito com a ultima frase... acho que o termo ajudar vem mesmo da “nossa” mentalidade pequenina e antiquada... o termo mais correcto seria mesmo PARTILHAR as tarefas domésticas por isso senhoras não atirem ainda a primeira pedra...
Aquilo que não entendo e que oiço também por parte de muitas dessas senhoras de carreira, é a devida separação de tarefas que ainda faz parte APENAS do universo masculino... e passo a citar alguns exemplos:
1.    Lavar o carro;
2.    Cortar a relva do jardim;
3.    Bricolage na casa.
Defendo de unhas e dentes a emancipação feminina e a igualidade entre sexos... reconheço que fisicamente o homem tem tendência para ser mais forte (claro que existem excepçoes) – e provavelmente nunca permitiria que uma companheira minha realizasse tarefas tipo cortar lenha e outras tarefas mais pesadas... ao mesmo tempo...
1.    Se eu limpo a casa de banho, a minha companheira pode lavar o carro;
2.    Se eu passo o aspirador, a minha companheira pode aparar a relva;
3.    Se eu mudo uma fralda dou um banho à cria (se existe), a minha companheira pode instalar um candeeiro, reparar um interruptor, etc.;
Conheço casos extremos por sinal em que fulana ficou com o beltrano mais uns meses porque estava a renovar a casa e o beltrano até era prendado para a bricolage, assim ficou com uma cozinha nova em troca de favores sexuais 1 ou duas vezes por semana... (eu a isto chamo prostituição... LOL).
Outros em que a fulana pretende ser tratada como uma princesa (nada contra...), querendo toda a atenção do seu “mais que tudo” mas ao mesmo tempo nunca foi capaz de ser celibatária (para ser sincero em 12 anos que a conheço todos os seus namorados foram “enfeitados”) mas exigindo exclusividade do seu “ente querido”.
Estes dois casos aconteceram com “mulheres de carreira”, independentes, com um nível de vida acima da média e com uma educação razoável, mas em nenhum dos casos se prestam a lavar carros, arranjar o interruptor etc.; aliás... eu que nunca andei a comer nenhuma delas já fui chamado para pequenas reparaçoes... e qual foi a recompensa? Cozinham um jantar... parece-me uma recompensa bem tradicional ...
 “Bear in mind” que sou um “metrossexual” assumido... sou uma fada do lar, executo qualquer tarefa doméstica que for necessário, e serei por vezes mais “maníaco” em relação às limpezas que a minha presente “cara metade”. Ao mesmo tempo adoro mulheres... acho-vos uma maravilha da evolução e não sei como seria feliz se não tivesse a companhia se um tão maravilhoso ser no dia-a-dia...  talvez a unica vantagem seria o facto de acabar por ter braços bem musculados...
Assim sendo caríssimas com todo o respeito que merecem tentem não nos colocar de lado... parece que pelos vistos esta rivalidade nem deveria existir... temos mais uma relação simbiótica que qualquer outra coisa, para terminar passo a citar uma caríssima senhora:
“I’m an independent woman, but I like to be taken care of” (sou uma mulher independente mas gosto que tomem conta de mim”

(enviado por Gomesh)



TNT @ 00:01

Qua, 17/10/07

Trair...
do Lat. tradere, entregar
    v. tr.,
atraiçoar;
enganar por traição;
falsear;
ser infiel a;
denunciar;
revelar;
não cumprir;
    v. refl.,
descobrir involuntariamente o que se pretendia ocultar;
delatar;
comprometer-se.

Todas estas definições e tantas outras que se encontram em manuais enciclopédicos não são suficientes para mostrar como é o sabor da traição. Nem para o traidor, nem para o traído. Curiosamente, é amargo em ambos os casos. O acto de trair nunca é doce, por mais que o traído mereça.

A traição nas relações amorosas heterossexuais – que são as que conheço de gingeira – tem, para além dos óbvios pontos de vista diferentes na perspectiva do traidor e do traído, dois outros, que na minha opinião são completamente distintos: o feminino e o masculino.

As mulheres, quando o fazem, é mesmo a sério. Traem com convicção. Sabem muito bem o que estão a fazer e têm plena consciência da sua traição. Numa mulher, estas coisas não acontecem. São planeadas ao detalhe. Desenganem-se aqueles que já ouviram a história do “aconteceu”. Às mulheres, acontece irem na rua, tropeçarem e caírem. Não acontece trocarem fluidos com terceiros.

As mulheres, quando traem é porque lhes falta algo na relação. Atenção, na maioria dos casos. E é essencialmente isso que vão buscar noutros lados. Atenção, apenas. O sexo vem por acréscimo. Começam por ser seduzidas – normalmente por um colega de trabalho – sentem-se estimadas e agradadas e acabam por prevaricar, por só verem aquilo como solução para os seus dias entediantes. Entregam a alma provavelmente a quem não merece.

Não pretendo com isto, minimizar a intencionalidade convicta de quem se meteu noutros lençóis! Pretendo apenas explicar as diferenças nos comportamentos de cada género.

Já os homens... são capazes de o fazer só porque sim! Porque beberam uns copos; porque precisam de se afirmar; porque a testosterona atacou em massa; porque a rapariga lhes encheu o ego; para mostrar aos amigos; para não ficarem para trás; porque sim e porque...

Eles raramente planeiam e a coisa com eles, na maioria dos casos, simplesmente acontece. O flirt é quase inexistente e passam logo ao passo da cama sem criação de intimidade. Não entregam a alma porque nem sabem muito bem o que é isso. E no fundo, o que interessa é um gajo ser homem, comer todas as gajas que puder comer ao longo da vida, e deixar-se dessas “paneleirices” do amor e da alma e da atenção e mais não sei o quê.

Posto isto, a conclusão que tiro é que, embora os homens se embrulhem com outras com mais frequência, as mulheres traem mais vezes!

TNT



TNT @ 12:28

Seg, 15/10/07

O Anikin e o Pedro Gonçalves!
O Pedro Gonçalves é um leitor relativamente recente deste blog, ou pelo menos, comenta há pouco tempo.
É um fã incondicional de uma das autoras e talvez por isso tenha estado colado ao computador para conseguir o prémio menos ortodoxo que atribuímos até hoje!
Já o Anikin é um leitor habitué e sabíamos que era um forte candidato ao prémio!

O prometido é devido e eles vão ter o prazer de adormecer na nossa companhia e de tomar o pequeno-almoço connosco...

E o que eles ainda não sabem é que este prazer se pode prolongar pelas noites e manhãs que entenderem... Só está nas suas mãos decidir se lhes apetece ter-nos e quando. Se de manhã com um café para começar bem o dia, ou à noite, com um leitinho quentinho a aconchegar uma noite descansada...

Meninos, os nossos sinceros parabéns! Aqui nos têm, sempre que nos quiserem!

Para tal só têm de nos enviar a morada para o mail do costume e teremos todo o prazer em enviar este presente e quem sabe, mais alguma surpresa!

Porque vocês merecem...!

Bjs

TNT & TseTse



o_inimigo @ 00:01

Sex, 12/10/07

A Relevância dos Pormenores

Estava um amigo outro dia a tentar explicar-me o que falhou na sua relação e disse:

Já dei voltas e mais voltas e não consigo explicar o que falhou! Começo a pensar que o grande problema foi, ao fim de tanto tempo, eu ainda me esquecer repetidamente de puxar a cortina do chuveiro para trás.

Pois é, cada vez tenho mais certezas que os pormenores são essenciais numa relação!

Com o tempo fui ouvindo não só problemas vindos da cortina do chuveiro, mas também da tampa da sanita levantada, da escova de dentes pousada ao lado do lavatório, da toalha de banho deixada no chão, de ler um livro na cama até tarde, de convidar aquele nosso amigo para beber uma cerveja sem avisar..."and so on".

As mulheres não entendem que no essencial somos uns "brutinhos", uns "rudes" e que ao longo da vida vamos, lentamente, alterando algumas posturas e compreendendo a importância de alguns pormenores, mas nunca deixando de todo a nossa "essência". E porque o fazemos? Porque gostamos de vocês, porque estamos dispostos a mudar, a abdicar de algumas coisas e a tentar o entendimento pela relação e o seu futuro.

Enquanto elas em pequenas brincavam às escondidinhas e às mães e filhas, nós brincávamos aos "tirinhos", às guerras e aos jogos de futebol de tudo ao monte e fé em Deus. Crescemos num mundo sem qualquer romantismo , no meio de típicas famílias  tradicionais e  machistas em que o amor, o romance e a partilha, muitas vezes não tinham lugar.

Começávamos a entender que tínhamos sentimentos com o fogo das paixões de Verão em que com o passar da menina, o nosso coração batia mais forte, em que a música começava a soar de outra forma (Barry White começava finalmente a fazer sentido), em que os cheiros e a simples troca de caricias eram uma overdose sensorial para as nossas hormonas, a qual culminava no beijo e nos deixava num estado letárgico, pelo menos até voltar a rotina das aulas.

Isto tudo para dizer que cada vez compreendemos mais a importância dos pequenos pormenores acima descritos e que estamos cada vez mais atentos aos mesmos, no entanto, vocês mulheres, deveriam dar ainda mais importância e relevância a algo que cada vez acontece mais e faz parte do processo evolutivo acima descrito. Não é por acaso que notamos aquele corte de cabelo que na realidade não se nota, ou aquela cor caju que em (quase) nada difere da Vossa cor natural.

Meninas, está na hora de dar a relevância devida a quando Vos fazemos um cafuné enquanto estão deitadas no nosso ombro a ver televisão, a quando dizemos que estão bonitas antes de saírem de casa, quando compramos aquela prenda e acertamos em cheio, quando ao fim do dia cheiramos o pescoço e dizemos que adoramos o Vosso cheiro, quando ao fim da noite adormecem primeiro que nós e levam um beijo e um afago que valem por mil palavras, quando preparamos aquele jantar, com aquela música e aquele ambiente.....

Meninos, tentem lembrar-se de puxar a cortina do chuveiro para trás e aproveitam cada oportunidade, cada situação, cada momento, para alimentar a Vossa relação porque no final ela é feita de pequenos pormenores, pormenores com a máxima importância!

(enviado por Porthos)



TNT @ 02:11

Qui, 11/10/07

Pois é... Este dia havia de chegar!
Havia de chegar o dia em que o visitante 100 mil fosse revelado...
E teria, obviamente, de ser muito bem recompensado.

Após exaustivas reuniões de trabalho, brainstormings, noites em claro e maços e maços de cigarros inalados, chegámos à conclusão que o visitante 100 mil nunca poderia ter menos do que adormecer junto à lareira connosco e tomar o pequeno-almoço do dia seguinte também connosco...

Achámos justo, merecido e parece-nos que não desapontamos o ilustre vencedor!

O procedimento, já o conhecem: O vencedor deverá identificar-se e enviar para convidada@sapo.pt a hora e um print screen com o contador a 100.000, por forma a confirmarmos a veracidade.

Cá te esperamos... sortudo!

TNT & TseTse



tsetse @ 00:03

Qua, 10/10/07

Já aqui falamos muitas vezes das injustiças impostas às mulheres. Mas falta falar de uma das suas vertentes: as prendas. Enquanto os homens recebem livros interessantes, whiskys que gostam, charutos que adoram e outras coisas boas, as mulheres recebem coisas para a casa, que ambos vão usar.

O pior é quando são os próprios maridos a dar. Enquanto a mulher passa uma tarde à procura daquele jogo para a Playstation que ele tanto quer e que está esgotado em todo o lado, ele vai a uma loja de electrodomésticos e compra uma picadora. Para a mulher cozinhar e ambos usufruírem, claro.

Uma vez, estava em casa duns amigos, quando um outro indivíduo entrou na cozinha e perguntou à dona da casa onde tinha comprado um electrodoméstico, pois queria oferecer um à mulher. Perguntei se ele não achava injusto, uma vez que este seria utilizado para fazer comida para os dois. Ficou a olhar para mim, muito surpreso, como se não estivesse a seguir a minha linha de raciocínio. Perguntei se ele gostaria de receber aquela prenda, ao que ele respondeu que óbvio que não, pois nem cozinhava. Aquela seria uma prenda para facilitar a vida à mulher. Por isso, muito bem intencionada. Perguntei então se ele preferia receber uma bem intencionada tesoura de poda, para tratar melhor do quintal, ou um jogo para a sua consola. Espero que tenha percebido a ideia.

É por estas e por outras que tenho um apelo a fazer: este Natal, pensem bem antes de comprar uma prenda. Meninos, se querem uma máquina de fazer sumos lá para casa, tenham a decência de a comprar antes do Natal, como quem compra um outro gadget qualquer. E, meninas, se estavam a pensar oferecer uma garrafa de Vinho do Porto ao tio e uns copos à tia, troquem as voltas! Ofereçam os belos dos copos ao tio e uma caixa de chocolates à tia, para ver como reagem.

Tsetse



TNT @ 20:28

Seg, 08/10/07

Um pouco na linha d’ “O Cantinho do Inimigo 3” tão detalhadamente explanado pelo Mike, tiro algumas conclusões acerca da pressão a que nós mulheres, somos expostas. Relativamente ao que respeita à moda ou à manutenção da linha, parece-me que é uma questão genética. As mulheres são naturalmente vaidosas, adoram ver-se ao espelho, gostam de roupa, de cremes e de perfumes, adoram ter o cabelo lindo e tal e tal e para que isto tudo assente como uma luva, é preciso ter um corpinho a condizer.

Enfim... nada de novo! Para as mulheres, estas são realidades tão óbvias como a nossa própria existência.

Foi o primeiro ponto – o que diz respeito ao casamento e filhos – que me causou alguma brotoeja. A minha experiência não me diz propriamente que são as mulheres quem mais deseja ter filhos. Ou as coisas mudaram radicalmente na minha geração, ou sou eu que tenho pontaria e tenho encontrado ao longo da minha vida homens sempre prontinhos para assumir a paternidade com todos os apitos e flautas. Só um, até hoje é que não mostrou qualquer interesse pelo assunto, nem ficou transtornado por eu não andar aqui com o relógio biológico aos pulos!

Li numa revista de actualidade, há uns meses atrás, um estudo feito nos EUA e em França onde se media a felicidade dos intervenientes através de umas pulseiras que usaram ininterruptamente durante seis meses. A felicidade – ou os seus sinais físicos – era medida em todas as situações, sendo que os resultados se revelaram um pouco constrangedores para os ditos cujos. Estas cobaias sentiam uma imensa felicidade quando viajavam, jantavam com amigos ou falavam dos seus filhos... Porém, os níveis de felicidade medidos aquando do convívio com as crias, era exactamente igual ao sentido quando desenvolviam as lides domésticas. Ou seja, brincar com os filhos ou aspirar a casa, inspiravam a mesma emoção... Como dizia Miguel Esteves Cardoso: O Amor é F*****!

Recentemente uma escritora francesa saiu-se com uma autêntica bomba no mercado editorial europeu: 40 Razões para não se ter filhos. Ela verbaliza o que muita gente pensa, mas que ninguém tem tomates para dizer em voz alta. Porque é feio. Porque vão pensar que somos uns insensíveis. Porque é impensável. Porque é pecaminoso. E porque no fim de contas, parece que andamos por esta terra só com o fito de perpetuar a espécie.

Mas sou alguma galinha de aviário ou quê? Será que não tenho o direito de escolher sem ser mal vista, se quero ou não perpetuar os meus genes? Sou propriedade do capitão KFC para passar a vida a pôr ovos indiscriminadamente só porque os outros acham que esse é o meu papel na vida? Não!

Não se é melhor por se ser mãe ou pai!
Não quero ter filhos e recuso-me a ser vista como menos pessoa por causa disto...!
Com tanta adolescente a procriar, não vão precisar dos meus ovinhos para povoar a terra, pois não?

TNT


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