o_inimigo @ 00:01

Sex, 28/09/07

Trilogia da Pressão
 

Divido essa pressão em três, poderia dividir em mais, mas o post ficaria demasiado longo.

O que passo a apresentar é apenas uma visão, a minha, do que são as mulheres, do seu sofrimento e das suas falsas expectativas. Não é nenhuma teoria, mas bem o poderia ser, faltam-me apenas os dados estatísticos!

  1. A pressão do matrimónio

Ainda que com a evolução social, o período se tenha estendido, é frequente nas mulheres entre os 25 e os 30 anos a inquietação resultante da pressão que a sociedade – mas acima de tudo elas próprias – exerce no sentido de avançarem para o matrimónio, para a gravidez e, como consequência, o fim de uma vida social activa. Durante este tempo ou à medida que ele vai passando, cada vez mais, as mulheres acabam por não ver este objectivo concretizado. Vão perdendo a confiança e a auto-estima. Tornam-se menos interessantes, entram numa espiral que as leva a manterem-se sempre no mesmo ponto. Não evoluem.

Então o que falha ou falhou? Na maior parte dos casos, as paixões e as relações decorrentes neste período não são sólidas. Coincidem com o início da vida profissional, altura em que se começa a conhecer o sabor da independência financeira, o início de novas relações sociais em novos grupos socioprofissionais e por isso, acabam por levar, principalmente os homens, a uma independência a todos os níveis, para aproveitar – não se sabe muito bem o quê ou como – este novo estágio da vida. Abandonadas numa fase em que a expectativa levava para sonhos maiores, as mulheres ficam desesperadas e entram num circuito fechado, onde tudo esbarrará sempre no mesmo e da mesma forma. Ficam os traumas do passado, as traições, os amores mal resolvidos e, pior, os mal explicados. As que sobrevivem a este período divorciam-se anos mais tarde. Poucas são as que conseguem atingir o objectivo inicial.

 

  1. A pressão da moda

Num destes fins-de-semana, numa saída com amigos, e enquanto via passar um grupo inteiramente feminino pensava na divisão certa para as mulheres:

- as que se sabem encaixar na moda do momento

- as que têm estilo próprio

- as outras

Infelizmente, o que impera são as do terceiro tipo. As outras. As que vivem com a pressão de terem de ter estilo, de estar na moda, mas que infelizmente para todos – elas e nós, os que temos de levar com elas – raramente conseguem. Fazem figuras ridículas. Mais vale a discrição do que chamar a atenção pelos piores motivos.

Depois vêm as que se sabem encaixar na moda, ou porque Deus lhes deu um corpinho que ajuda, ou porque têm uma maior capacidade de sacrifício – sim porque pelo que vejo e ouço, é os sapatos que são desconfortáveis, é as calças onde mal cabem, é o frio que têm que passar porque querem têm que levar aquela camisola ou top que compraram, mesmo que estejam -10º C. Eu admiro esse espírito, essa capacidade de sofrimento e é por isso que são elas que dão à luz, porque se preparam desde cedo para o sacrifício e a dor.

Eu cá prefiro as que têm o seu próprio estilo. Essas, normalmente, têm associado ao estilo, uma classe muito própria, que faz delas ainda melhores. Misturam a moda com aquilo que lhes fica bem, não se pavoneiam, e, embora muitas vezes sejam as mais discretas, são de longe as preferidas da larga maioria dos homens.

 

  1. A pressão das dietas

Este é o ponto que mais me impressiona.

Se hoje uma boa parte das mulheres é infeliz, a pressão das dietas tem uma grande quota-parte de responsabilidade.

Vivem com uma falta de auto-estima incrível. Esquecem-se que o mundo não é perfeito e elas também não. Abrem as revistas e olham para as fotos das supermodelos – aquelas pelos quais nós homens babamos – e não percebem que aquela cor, aquela cintura, aquele peito, aquelas pernas, aquele rabo, tudo aparece firme, a ausência de celulite, tudo, é trabalhado no photoshop, não há defeito que passe sem ser corrigido.

Sacrificam-se pelo corpo. Não comem, não bebem, passam a vida em dietas com nomes de brinquedos, agarradas a chás de ervas daninhas que entretanto passaram a servir para emagrecer. Refrigerantes com nomes de água, com fibras ou L-carnitina, que ninguém sabe para o que serve.

Ginásios que mais parecem a tropa, onde toda a gente faz o que lhes mandam. Não é o culto da saúde, é o da doença! Pelo menos mental! Entendo a saúde como uma forma de bem-estar, mas isto é sacrifício, é sofrimento, mas sobre o sacrifício e as mulheres estamos entendidos!

Em contraponto, existem as que em total desalinhamento, não comem, mas enfardam. Enfardam tudo o que lhes apetece e o que não lhes apetece. Aquelas que parecem o Bibendun (boneco da Michelin) ou a traseira de um camião! Aquelas que dizem «quem tiver que gostar de mim, vai ter que gostar assim!». A essa eu desejo boa sorte. Espero nunca atropelar nenhuma. Teria muita pena do meu carro!

Entre os extremos, ficam aquelas que me encantam. As que têm algum cuidado mas que vivem com prazer, que assumem a celulite como um ligeiro problema mas não um drama, que sabem que aquela pequena barriguinha ou aquele pneuzito tem personalidade, que existem e estão lá porque ficam bem, todos os homens gostam, todos os homens um dia conheceram alguém assim por quem se encantaram…

 

(enviado por Mike)




tsetse @ 15:06

Qua, 26/09/07

Como já abrimos o cantinho do inimigo e este não tem trazido grandes revelações (já todos sabemos que uma mulher submissa dá jeito a alguns homens e que há muitos casmurros que não querem ter o trabalho de compreender as mulheres), vou dar uma ajudinha e falar num defeito que se encontra mais nas mulheres do que nos homens: as embirrações seguidas de vitimização.

Já conheci muitas mulheres (e alguns homens, principalmente os mais femininos) que, quando são contrariadas ou não são apoiadas, decidem embirrar com a outra pessoa e, a partir daí, começar a chamar a atenção de todos os erros e falhas da outra.

O problema está no facto de muitas vezes essa embirração tomar uma dimensão tal, que a acusadora perde a objectividade e passa a prejudicar-se mais a si do que ao objecto da sua birra.

Por exemplo, imaginem que vão a casa de uma amiga e ela vos diz:
"Olha a prenda que a palerma deu à minha filha? Um pijama! Se fosse para outra pessoa, dava um fatinho todo giro. Deve achar que para mim qualquer coisa serve." Na realidade, a nossa amiga embirrou com a tal palerma e quer uma oportunidade para dizer mal. Mas o resultado pode ser diferente do planeado. Eu, por exemplo, simpatizaria com a outra e acharia a minha amiga uma mal agradecida.

Outro exemplo: imaginem que vão a uma festa de anos e a aniversariante diz: "Já viste? O meu ex teve a lata de aceitar o meu convite. Ainda teve o descaramento de perguntar como eu estou, como se o que ele já fez não fosse o suficiente". Na realidade, a nossa amiga convidou o rapaz já com vontade de embirrar. Se ele não fosse, seria criticado na mesma. Resultado: alguns de nós ficarão a achar que a amiga é uma chata e uma mal educada, por dizer mal de alguém que teve a simpatia de ir à festa.

Histórias como estas, já vi muitas e raramente são favoráveis à interlocutora. Por isso, acalmem-se. Por não gostarem de uma pessoa, não têm que criticar tudo o que ela faz. E, de preferência, evitem a pessoa em questão.

Tsetse



o_inimigo @ 14:29

Sex, 21/09/07

Error! Softwares inconciliáveis 

Há muito tempo que me divirto com o poder de observação e a forma inteligente e sarcástica com que as meninas de O Interno Feminino procedem à demolição das idiossincrasias do género masculino.

E, atento, venerando e respeitoso, não tenho nenhuma dúvida de que elas são distintas generalas na eterna “guerra dos sexos”.

Mas, amiguinhas, deixem-me que vos diga que é como chover no molhado.

Vocês, e as mulheres em geral, podem criticar, carpir, arrancar cabelos, lamuriarem-se, baterem, arrasarem os pobres machos, esses brutos, grunhos, insensíveis e, pasme-se, às vezes até peludos. Podem até usar todas as técnicas psicológicas, truques de sedução e todo o poder imenso que detêm sobre os homens (sim é verdade, a maioria de nós não consegue irrigar duas cabeças ao mesmo tempo), porque o resultado final, em termos práticos, é nulo.

Reparem que para cada argumento vosso corresponderá um nosso. Isto se conseguirmos entender exactamente do que é que vocês estarão a falar.

O facto é que ninguém, nunca, ganhará esta guerra.

Homens e mulheres têm uma estrutura mental diferente e incompatível, que não tem só a ver com a educação, eles simplificam demais, elas complicam demais.

E se temos a experiência de décadas que nos diz que andamos a errar em algum lado, porque será que não mudamos de técnica, hun?

Na minha opinião, vocês cometem dois pecados capitais.

a) Como é que se pode conviver de forma simples, amena e descontraída com um bicho que nunca afirma o que sente, pensa e quer, que espera de nós, homens, que sejamos simultaneamente másculos, afirmativos, guerreiros e… sensíveis, intuitivos, românticos, hiper pacientes, profundos, descodificadores, numa palavra, bruxos?

Isso, minhas amigas, vocês nunca vão conseguir. Não porque nós não queiramos, sim porque a generalidade de nós pura e simplesmente não traz de origem os componentes necessários, não fomos fabricados para funcionar dessa forma.

b) Associem isso a outro enorme erro feminino, o confundir sexo com amor.

Vão por mim, enquanto essas lindas cabecinhas não descerem à terra e abrirem os olhinhos para a realidade, vão sempre achar-se usadas e abusadas por esses filhos da mãe sem coração que “são todos iguais e querem todos o mesmo”.

Meninas, claro que há paixões, emoções e amor, mas na maioria dos casos o que há mesmo é auto-ilusão.

As mulheres continuarão a fazer sexo para obterem amor e os homens a declarar amor para obterem sexo [não, TNT, isto não se aplica a ti, sim à maioria : )].

Em resumo, contenham a vossa paixão por esse desporto de massas feminino que é o examinar e interpretar meticulosamente as quinhentas hipóteses que podem explicar ele ter ido dormir metade da noite para a sala por estar cheio de calor, sejam directas e verdadeiras quando falam com os homens (eles raramente atingem mais do que isso) e em verdade vos digo que nos entenderemos melhor e seremos todos muito mais felizes.

O que não quer dizer que, mesmo assim, O Interno Feminino deixe de ter razão de existir, já que há diferenças insanáveis entre os géneros.

E ainda bem, digo eu.

(enviado por Antídoto)



TNT @ 13:28

Qua, 19/09/07

Desde miúdas que ouvimos esta expressão. Ah e tal, as sonsas são as piores, fazem-na pela calada, o que elas querem sei eu...! Tendemos então, a afastar-nos das ditas sonsas como diabo da cruz. Não vá aquilo pegar-se ou sermos conotadas de sonsas também.

Como a toda a gente, suponho, passaram algumas sonsas pela minha vida. Daquelas que não pareciam ser sonsas. Das sonsas que tentam parecer normais, para serem aceites pelas não sonsas. Mas depois, mais tarde ou mais cedo, a sonsice acaba por ser mais forte, ganhando a batalha e revelam-se mais sonsas que nunca. Muitos já fomos enganados, por aquelas que pareciam normais ou até a roçar o louco e que depois acabam por ser umas belas sonsas. Contra esta espécie, temos de estar sempre muito atentos, porque embora, seja uma raça que predomina essencialmente no género feminino, também há em homens. Normalmente tendemos a encontrá-los no trabalho. Não sei se estão a conseguir identificar... sim esses mesmo! Os tipos que parecem amigos e dedicados e nos andam a fazer a folha junto do chefe. Mas adiante, voltemos à vaca fria!

Uma vez precavidos contra a sonsice encapotada, facilmente identificamos as que nem se dão ao trabalho de se esconderem. As sonsas assumidas estão sempre rodeadas de criancinhas, de flores, de vestidinhos de folhos, de passarinhos e outras paneleirices afins. São as Floribelas do nosso descontentamento. Que apesar de serem insuportavelmente sonsas, são mais genuínas que as outras, porque não escondem o que são. Todos sabemos o que esperar dali. São espertas que nem um alho, e do alto da sua sonsice, são estrategas implacáveis. Aproximam-se cheias de flores, rodeadas de boas intenções, sempre dispostas a ajudar, para depois, quando já têm o público hipnotizado, darem o golpe final.

Estes golpes traduzem-se normalmente em grandes empregos, grandes casamentos (vulgo golpe do baú), contratos milionários... Olhem à vossa volta e digam lá se não têm uns belos sonsos e sonsas aí mesmo ao lado? Ah pois é, bebé!

TNT



o_inimigo @ 00:01

Sex, 14/09/07

A Mulher Submissa

Um dos momentos que mais aprecio quando vou a casamentos (para além do almoço, quando a comida é boa) é aquela altura, na igreja, em que um amigo dos noivos sobe ao altar para ler uma passagem da Bíblia. Em particular, agrada-me aquela leitura em que se pede à noiva que seja subsmissa.

As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor... Como, porém, a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido" (Efésios 5:22,24).

Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor" (Colossenses 3:18)

Deixa-me particularmente descansado que, em pleno séc. XXI, pelos menos a Igreja Católica seja um garante de um princípio fundamental da Humanidade: a mulher deve ser submissa ao seu marido. Foi assim que Deus a criou e tal não deve ser alterado nem, muito menos, questionado!

Contudo esta perspectiva relativamente ao papel da mulher não é um exclusivo da religião cristã. De acordo com o Islão, a mulher deve andar coberta em público e sempre um passo atrás do marido, o qual deve respeitar. De acordo com o Corão, as mulheres muçulmanas devem vestir-se de forma modesta e sem exibir beleza ou adornos.

Já o Código Civil Português de 1966 atribuía às mulheres casadas um estatuto menor e reconhecia ao marido a qualidade de chefe de família, conferindo-lhe o poder de decidir na generalidade dos assuntos da vida conjugal. À mulher incumbia o governo doméstico. Está claro...!

Assim sendo, caras leitoras (e caros leitores), apesar do que possam pensar, não devemos questionar estes ensinamentos milenares: as mulheres devem ser submissas aos seus maridos, devem respeitá-los e servi-los; devem tratar do lar e dos filhos; e devem ser humildes e vestir-se de uma forma modesta e pouco vistosa. Está escrito, é lei. Quem somos nós para o questionar ?


(enviado por Mumu)



TNT @ 11:05

Qui, 13/09/07

A influência do Interno Feminino... vai para lá do Ganges!

Ver Filme

Obrigada Alfmaniak!

TNT & TseTse



TNT @ 14:22

Ter, 11/09/07

Já fomos acusadas vezes sem conta de sermos cruéis, intolerantes, lésbicas, e outros predicados que nos escusamos a publicar – temos os comentários moderados, para alguma coisa hão-de servir...!

Como em qualquer sistema ditatorial, temos, de vez em quando, de dar uma hipótese ao inimigo de se explicar. Por uma questão de imagem pública. Para não parecermos tão radicais e inflexíveis. Assim, o inimigo fica adormecido e nós podemos voltar à carga!

Assim e com periodicidade semanal, vamos publicar textos dos nossos leitores (HOMENS!!!), como se de uma revista cor-de-rosa se tratasse. Encarem a coisa como o fait divers da semana. Todas as sextas. Como se fosse a Lux ou a Caras! Assim uma coisinha light...!

Queremos só acrescentar o nosso imenso agradecimento ao inimigo que tão gentilmente se prontificou a colaborar nesta iniciativa e que muito nos apraz as palavras a que já tivemos acesso. Uns mimos, só vos digo!

TNT & TseTse



tsetse @ 15:24

Qua, 05/09/07

Depois de avaliar várias relações que têm funcionado a longo prazo e de tomar umas notas, descobri a formula mágica para o entendimento:

Ela:
- Ar cuidado, sem ter que ser muito bonita (só o suficiente para ele se sentir orgulhoso, mas nada de ser muito vistosa para não arranjar problemas nem correr riscos desnecessários).
- Trabalhadora, sem trabalhar horas a mais (nada de muito absorvente para poder ter tempo para tratar da casa e do seu marido e, acima de tudo, sem o afrontar profissionalmente).
- Não é burra, mas também não é muito inteligente (ou, se é inteligente, não convém mostrar).
- Não contraria muito o seu parceiro (a verdade é que eles não sabem lidar com contrariedades).
- Gosta de sexo e pratica regularmente (mas nada de grandes ideias ou loucuras, para não ser mal interpretada) .

Ele:
- Trabalhador e com algum sucesso (para ela ter orgulho nele).
- Não interessa se é bonito ou feio, gordo ou magro (as mulheres não ligam muito a essas coisas, desde que não sejam repulsivos).
- Não interessa se é especialmente inteligente (não vão falar mesmo sobre as alterações climáticas ou do Darfur) .
- É paciente com crianças e com a sua mulher (assim não dá muitas chatices).
- Pode ser injusto, desde que o disfarce bem (low profile, nada de dar nas vistas, para não ser apanhado).
- Mostra-se interessado quando ela fala (mesmo que esteja a levar uma grande seca sobre a vida da colega Amélia lá do escritório) .
- Gosta de ter sexo com a sua mulher (principalmente ao fim-de-semana, quando estão mais descansados).

Nem parece complicado. Principalmente para alguém mediano.
O maior problema é quando se insiste sempre na mesma fórmula errada...

Tsetse



TNT @ 15:40

Seg, 03/09/07

Confidenciava-me um amigo que a namorada tinha feito umas trombas até ao chão depois de ele lhe ter contado umas coisas de peito aberto, e que não compreendia e tal...

Contava-me que por andar de sorriso de orelha a orelha, os colegas de trabalho tinham comentado e perguntado qual a razão de tanta felicidade. Ele, rapaz discreto e educado, fechou-se em copas, mas um dos colegas que o conhecia desde os tempos de liceu, comentou que ele devia ter namorada nova, pois ele ficava sempre com aquele sorriso parvo quando tinha um novo amor... E foi isto que ele foi contar à namorada!


Há homens que dão óptimos amigos... mas péssimos namorados!


Então este animal basicamente o que disse à namorada foi: "Querida, fazes-me muito feliz. Ando sempre a sorrir. Tal como acontecia quando andava com a Maria, com a Sofia e com a Vanda..." E depois admira-se de ela ter ficado de trombas. Ai, ai, ai...


As pessoas que entram nas nossas vidas querem ser únicas, querem ocupar um papel de destaque, e mesmo que não sejam melhores, pelo menos querem marcar a sua diferença. Podemos dizer "és das melhores coisas que já me aconteceu na vida" – não estamos a mentir, e não estamos a equipará-la às outras que passaram pelas nossas vidas e que de vez em quando até podem ensombrar a nossa relação actual. Ou será que os homens gostariam de ouvir algo como "querido, és tão bom na cama como o Tiago era..." ou "fazes-me vir como o Francisco fazia..."? Acho que isto dava direito a pelo menos três meses de terapia! É que há verdades que devem ficar apenas connosco e devemos terminar a frase a meio: "querido és tão bom na cama..." ou "fazes-me vir...". É tudo verdade e não se magoa a outra pessoa com comparações inúteis e escusadas.


Os homens – com sensibilidades de rinocerontes em loja de porcelana – não têm o menor tacto a dizerem as coisas. E não percebem que as mulheres alimentam muitas vezes as suas emoções de palavras... boas e más! Pensar antes de falar é uma qualidade que só a alguns assiste, mas não seria nada má ideia pensar que podem ficar a "pão e água" caso lhes saia este tipo de comentários pela boca fora... Como já referi em posts anteriores, os preliminares para as mulheres, começam muito antes de chegarmos à cama.

Depois não digam que não vos avisei!

 

TNT



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