tsetse @ 15:18

Qui, 29/03/07

Devem haver por aí alguns cientistas na dúvida sobre o que inventar a seguir, sem saber o que fazer para melhorar o mundo. Pois eu tenho uma boa ideia. Algo que iria melhorar a qualidade de vida de muita gente: Um aparelho inteligente, que detectasse o humor de uma pessoa e, conforme o seu estado, permitisse programar uma série de acções, que variariam de caso para caso. Assim grosso modo e como exemplo, estou a lembrar-me das seguintes acções:
1. Fechar o frigorífico e a caixa das bolachas, sempre que detectasse
um alto nível de ansiedade;
2. Não permitir grandes movimentos na conta nem empréstimos, quando a
pessoa estivesse apaixonada;
3. Não permitir fazer telefonemas ou enviar e-mails aos ex-namorados, quando estivesse deprimida ou bêbeda;

Acabariam, decerto, com metade dos males do mundo.

Há também outros aparelhos que dariam muito jeito como, por exemplo:
1. O teletransporte - ui, quantas férias maravilhosas eu não faria;
2. Um robot baratinho para nos ir buscar coisas enquanto estamos refastelados, e
3. Uma máquina eficiente que fizesse exercício por nós.

Depois não digam ah e tal, não sei bem o que hei de fazer. Ideias não faltam!

Tsetse



TNT @ 15:42

Dom, 25/03/07

Comentava-me uma amiga noutro dia, que anda a ouvir imensas queixas dos amigos homens que estão fartos das relações, que estão estagnadas, que são um tédio, que elas afinal têm é demasiada “atitude”, que isto e que aquilo. Dizia ela, que curiosamente naquela semana tinha ouvido queixumes vários, de quadrantes vários, sempre masculinos. A semana a que ela se referia foi a semana que passou, a do calor...

Isto das estações do ano é realmente uma coisa muito curiosa no comportamento da espécie masculina... Com certeza, já devem haver inúmeros estudos acerca deste tema na National Geographic e afins.

Nos primeiros raios de sol, o mulherio fica todo encalorado e vá de usar uns decotes mais generosos, umas saias mais curtas e arejadas, uma sandalucha, sei lá. Se está calor não andamos encasacadas nem cobertas até ao pescoço, certo?

Os machos do nosso burgo, parecendo viver em países muçulmanos, comportam-se como se nunca tivessem visto um bocadinho de pele. Ficam desvairados, dispostos a terminar relações de anos, a acharem defeitos invisíveis, fartinhos até à medula das suas namoradas de inverno.

Se repararem bem, a maioria das relações termina na época Primavera-Verão. Claro! No Inverno estão eles muito doentes, quase a morrerem, coitadinhos, com gripe e nós a levarmos os suminhos de laranja à cama, com o cêgripe. Para quê? Para os meninos ficarem saudáveis, cheios de vitalidade e vitamina C, e assim poderem desfrutar na plenitude, dos prazeres do estio.

No próximo Inverno, levam mas é com antibiótico, que hão-de ficar cheios de cáries e com olheiras até ao chão! Palhaços!

TNT



tsetse @ 11:56

Qui, 22/03/07

Depois de 1 ano a inventar teorias e a desabafar sobre a estupidez humana, quando vocês pensavam que não poderíamos inventar mais nada, eis que vos surpreendemos com um desafio:
Para comemorar o nosso primeiro aniversário (29 de Abril), queremos recolher ideias sobre.... como comemorar o nosso primeiro aniversário. Aceitam-se todos os tipos de sugestões, desde as virtuais às reais, desde que não insultem a inteligência das ilustres autoras deste blog.

Vá lá! Toca a puxar por essas cabecinhas (que também têm que trabalhar de vez em quando) e deixem as vossas ideias aqui, num comentário. A ideia vencedora será escolhida por um júri constituído para o efeito (basicamente, as autoras), se existir pelo menos uma boa ideia.

E pronto, aqui está a prova de que este blog é interactivo e se preocupa com os seus leitores. Eu diria até Web 2.0 no seu melhor!

Tsetse
TNT



TNT @ 23:40

Ter, 20/03/07

Sou um bocadinho inconstante, como os caros leitores já devem ter percebido.
Como qualquer mulher que se preze, tenho oscilações de humor, de vontades e de disposição. Vou no entanto desvendar um segredo: estas oscilações ocorrem de acordo com estímulos exteriores.

Quando eles nos perguntam: “O que é que tens?” e nós respondemos “Nada...” queremos realmente dizer, “...Ó meu ganda palhaço, não sabes o que fizeste? Ficaste de ligar para irmos ao cinema e nem ligaste, nem justificaste, nem te lembras, nem coisa nenhuma... Palhaço!...” Isto é o que nada quer dizer.

No meu caso pessoal, quando sou bem tratada, lembrada, mimada, pela pessoa que me interessa, fico disponível, bem-disposta, pronta. Caso isso não aconteça, começo a achar que os outros meninos (vidé post Homens em Banho-Maria) ganham vida. Até porque esses, de uma forma ou outra dão sempre uma mãozinha aqui e ali.

Nós até queremos que “aquela” pessoa nos mime. Queremos... Para sermos umas meninas lindas e nos portarmos bem. Mas, grandes malandros, de vez em quando esquecem-se que nós existimos. No entanto o universo e a lei das compensações, acabam sempre por actuar. Quanto menos nos ligam de um lado, mais disponibilidade temos para nos mimarem de outro. E se repararem, isso acontece sempre!

Não podemos é andar a chorar pelos cantos armadas em desgraçadinhas e pobres abandonadas. Estamos sozinhas, é verdade, mas também estamos disponíveis! E aí, é vê-los tombar! Aparecem, telefonam, convidam e depois o único problema com que ficamos, é o da escolha!

Há coisas fantásticas, não há?

TNT



TNT @ 20:45

Seg, 19/03/07

Entre outras coisas que faço na vida, colaboro numa revista masculina. A revista masculina, a única, the one.

Para quem não me conhece, eu tenho um ar absolutamente feminino, gosto de homens, rapazes, rapazinhos (com mais de 19 anos, por causa das implicações legais, nunca fiando...), não tenho tendências lésbicas, embora confesse que tenho coisas absolutamente masculinas! Muitas vezes me dizem, pareces um gajo com essas manias... Por “essas manias” entenda-se, a minha falta de mariquice, meiguice, paneleirice e outras “ices” afins.

Ou seja, sou muitas vezes mázinha como só um homem consegue ser, embora não seja nem mentirosa nem egoísta. Só sou fria, bruta e directa. Ah, e distante, muito distante... Mas mesmo assim, creio que não lhes chego aos calcanhares.

A crueldade masculina é muito própria, por ser desprovida de sentimentos. Eles são cruéis como as crianças, nem fazem por mal. Não é intencional. Nem se apercebem das consequências dos seus comportamentos. Não dão pelo rasto de destruição que vão deixando à sua passagem, tipo tsunami emocional. São fdp sem darem por isso, sem qualquer mérito, sem sequer poderem ficar com os louros das suas acções.

E por não terem a noção, vão repetindo, repetindo... E mesmo que alguém lhes diga, eles não vão compreender, não têm capacidade para isso. Ou então, percebem na altura, mas esquecem rapidamente, porque aquelas cabeças, na sua triste maioria, são tipo peixinho dourado. Retêm informação durante dois ou três segundos e depois... puff!

As mulheres... essas são tramadas. Quando querem ser más, são-no conscientemente. Deliberadamente. Premeditadamente. Com muita classe, planificação, sabedoria e glamour. Mas isso... fica para outro post!

TNT



TNT @ 19:11

Dom, 18/03/07

Por manobras do destino, tenho sido obrigada a permanecer em casa mais tempo do que gostaria... Hoje está um sol fabuloso lá fora e eis-me aqui a papar mais uma série de médicos sem o menor interesse, sem qualquer nota de originalidade, mas cujo tema, pelos vistos, continua a vender e bem. (Grey’s Anatomy)

As séries médicas americanas são sempre iguais. Sempre os mesmos dramas pessoais e médicos. Sempre a mistura do sentimento a puxar à lágrima fácil ou ao sorriso tão próprio dos finais felizes. Sempre os mesmos internos (estagiários) a parecerem acabadinhos de sair de castings (ah é verdade... saíram mesmo!), cheios de humor, e a comerem-se uns aos outros sempre que podem.

Uma vez que esta fórmula funciona tão bem, as séries duram uma, duas, três, as temporadas que forem e há portanto a necessidade de entrarem novos médicos, mais uma vez com ar de actores que iniciaram as suas carreiras como manequins, mas que de repente necessitam ficar com ar inteligente, apesar da maquilhagem carregada... E têm de entrar novos personagens porque senão, aquilo fica tudo uma grande badalhoquice porque já rodaram todos várias vezes e parece mal... É necessária carne fresca, até por causa das doenças e assim. Já que é uma série médica...

Mas eis que surge no panorama uma série que pretende contrariar o estereótipo e espantem-se (!) até tem sucesso! O Dr. House é irritante, agarrado a analgésicos, não come ninguém nem ninguém o come a ele porque ele não deixa, não tem sentimentos, não é bonito, não se comove com os casos dramáticos, está-se nas tintas para os doentes, é insuportável, é lingrinhas, inconveniente, uma besta, gosta de novelas e só se torna irremediavelmente atraente, porque é um poço de sabedoria com rasgos de genialidade que deixam qualquer mulher minimamente inteligente a flutuar de pézinhos no ar. Ah, e toca umas pianadas o que é sempre impossível de ser ignorado pelo mulherio. É claro que as médicas desta série continuam a ter ar de quem acabou de sair da Moda Lisboa, muito produzidas e maquilhadas, mas também não se podem romper com todos os cânones repentinamente. Há que assegurar os patrocinadores...

Ou seja, tirando os insignificantes pormenores da sabedoria e dos rasgos de genialidade, o Dr. House poderia perfeitamente trabalhar no serviço nacional de saúde. Fizeram uma sondagem nos EUA onde perguntavam que médico duma série preferiam que os assistisse, caso tivessem um problema de saúde. E a resposta foi quase unânime: Dr. House. Porque a verdade é que ele é muito mais real que os outros todos, o que o aproxima mais das pessoas.

Pode ser que assim, as séries comecem a ficar mais reais, com actores parecidos com pessoas reais, com dramas reais em vez da salganhada costumeira do “não sei se hei-de ir prá cama com o Dr. Yes ou com o Dr. No...”

TNT



TNT @ 14:57

Qui, 15/03/07

Sou uma rapariga muito descontraída. Mas claro que tenho umas manias estranhas como toda a gente.

Em tempos vivi com um rapazinho durante uns anos. Eu modelo, ele músico. Um enjoo, portanto!... Mas o amor é lindo e o estereótipo era esquecido porque nos dávamos realmente muito bem e éramos muito divertidos juntos. A alma da festa! Havia porém um pormenor que causava espécie a toda a gente que nos rodeava. Nós tratávamo-nos por você.

Como nós éramos muito cool, as pessoas achavam aquilo tudo muito estranho e chegavam até a perguntar se nos momentos íntimos o tratamento se mantinha. Enfim...

Passados uns anos esta vossa querida ficou com a testa enfeitada. O tratamento por você terminou. A partir dali começámos a tratar-nos por tu como o resto dos mortais. E como o resto dos mortais, começámos a ter uma relação boring, previsível, boring, rotineira, boring... A falta de cerimónia foi dando lugar a uma “cúnfia”, que a meu ver degradou mais a relação, que o peso que eu senti na cabeça... (peso esse que foi devidamente retribuído, que eu sou uma rapariga que agradeço sempre em conformidade...)

Esta questão do tratamento por você é apenas um reflexo do respeito que se sente pela outra pessoa. E o respeito é fundamental. Tome a forma que tomar. Senão é o degredo total. A intimidade fortalece as relações. A “cúnfia” destrói-as.

As atenções são essenciais. Nunca se podem esquecer. Quando forem esquecidas é porque já não existe nada para lembrar.

TNT



tsetse @ 13:32

Ter, 13/03/07

Domingo, depois de ver os Gato Fedorento na RTP1, passei pela TVI e deparei com um novo programa. Decidi ver uns minutos, para perceber o que era. Trata-se de um concurso onde os concorrentes chegam aos pares, constituídos por uma mulher bonita e um homem inteligente. Assim, à primeira vista, pensei logo: então porque é que não arranjam logo uma mulher bonita e inteligente, poupavam logo uns cobres. Mas ainda não tinha percebido a verdadeira essência do programa. A parte que eu vi consistia num jogo onde se mostrava uma fotografia de alguém famoso e a menina (supostamente linda e burra, porque pelos vistos é isto que eles acham que o povo espera de uma mulher bonita) tinha que adivinhar quem era. Se não adivinhasse à primeira, o apresentador, todo simpático, dava mais umas dicas, para ajudar. Do que eu consegui ver:

Fotografia 1: Agustina Bessa-Luís
Ela: Não sei. (normal, pensei eu, pode não conhecer a cara da senhora)
Apresentador: É uma poetisa portuguesa e o nome começa por Agustina.
Ela: Não sei. (pois, que há tanta poetisa portuguesa que se chama Agustina, que é difícil... or not...)
Apresentador: O segundo nome é um nome de um estádio
Ela: Agustina Benfica? (ah, espera lá, isto de nem saber o nome da Catedral do glorioso já é exagero!)
Apresentador: Agustina Bessa-Luuuuu....
Ela: Agustina Bessa-Luz? (bem, pelo menos redimiu-se quanto ao nome da Catedral)

Fotografia 2: Fidel Castro com a farda de sempre
Ela: Não sei.
Apresentador: Primeiro nome é Fidel e é presidente de Cuba.
Ela: Não sei. (pois, que isto de presidentes em Cuba é aos molhos, por isso é muito difícil)

Conclusão: Escolheram as concorrentes a dedo, para fazer rir o povinho.

Mas, na minha opinião, este tipo de programas só servem para denegrir mais a imagem da mulher e das pessoas que têm algum cuidado com a sua imagem. Será que um dia destes, para parecermos competentes, teremos que nos fantasiar de feios e desarranjados?

Tsetse



TNT @ 23:25

Qua, 07/03/07

Como já expliquei em posts anteriores, a minha experiência com galdérios é vasta. E as tangas que já ouvi dão para encher o Muro das Lamentações. De uma ponta à outra. Pela ordem que se quiser: alfabética, numérica ou de importância. Perguntam-me com frequência: “mas o que é que ele disse?...” As respostas dão sempre para nos rebolarmos a rir durante um bom bocado.

A pedido de várias famílias aqui vão algumas descrições de tangas, de quando eles julgam que estão a enganar-nos:

Os Desastrados - Sempre que repitam uma pergunta nossa.
Nós: “Porque é que não foste logo ter com o Pedro?”
Eles: “Porque é que não fui logo ter com o Pedro?... Então...”
TANGA!! Estão a ganhar tempo. Estão a mentir. Estiveram a fazer alguma coisa que não querem que saibamos!

Os Declamadores - Sempre que derem uma explicação muito extensa.
Nós: “Então o Miguel, tava bom?”
Eles: “Sabes lá!... Cheguei lá e ele ainda não tinha chegado. Acabei por ir ao multibanco pagar a TVCabo. Depois aproveitei e tomei um café, naquela tasca lá ao pé, sabes? Tão mau, tão mau... nunca mais! Ah sim... o Miguel tá bom, sei lá, olha, tá na mesma...”
TANGA!! Tanta explicação quando a resposta era tão simples. Os homens não gostam muito de conversa de chacha. Quando se esticam é porque estão a mentir. Estiveram noutro sítio qualquer com alguém que não se chama Miguel...

Os Generosos - Sempre que nos quiserem poupar.
Nós: “Então que tal correu a noitada ontem?”
Eles: “Complicadíssima. Nem te vou chatear com esta conversa. Há coisas que nem vale a pena perder tempo...”
TANGA!! Os homens não têm este tipo de preocupações. Se nos querem poupar a chatices é porque ainda não tiveram tempo para arranjar uma tanga convincente. Ainda estão desvairados com a noite anterior e os (poucos) neurónios não voltaram ao lugar.

Os Enguias - Quando fogem ao assunto.
Exemplo (ao telefone):
Nós: “Então sempre nos vemos hoje?”
Eles: “Ai... Espera aí, espera aí... Estou aqui a sair do carro. Que raio, mais a gabardine e o portátil e o telemóvel. Olha, deixa-me só aqui tratar disto e já te ligo, ok?”
TANGA!! Já têm outras coisas combinadas ou têm-nos em stand-by. Querem ganhar tempo para verem o que decidem. Off with their heads!

Os FDP – Quando já estão com outra pessoa.
Exemplo (ao telefone):
Nós: “Então querido, já chegaste? Como está o tempo por aí?”
Eles: “Tá imenso frio, nem imaginas, já estou a ficar constipado. Aliás tenho de voltar lá para dentro porque estou a ficar gelado. Estou à espera das malas, só vim cá fora ligar-te. Depois ligo-te mais tarde...”
TANGA!! Estão com alguém que não querem que oiça o telefonema. Se estivessem sozinhos ou com colegas de trabalho, podiam ligar do interior do aeroporto. Estes são mesmo para despachar!

Espero que ao lerem isto, os homens comecem a aperfeiçoar as cantigas do bandido, porque estas acabaram de ficar conhecidas! E as mulheres não entrem todas em parafuso com as conversas deles. Porque nem todos são assim.

Os meus é que são...

TNT

P.S.: Agradecimentos a todos quantos passaram pela minha vida contribuindo para o desenvolvimento deste post, especialmente ao CN, ZP, RR, TZ... Sem vocês, nada disto teria sido possível!



tsetse @ 22:58

Dom, 04/03/07

Do dicionário:

Machismo - ideologia segundo a qual o homem domina socialmente a mulher; subalternização da mulher.
Feminismo - sistema que preconiza a igualdade de direitos entre a mulher e o homem.
Igualitarismo - sistema dos que proclamam e defendem a igualdade social.

Não vos parece que a palavra "feminismo", segundo a forma como é usualmente utilizada e como é definida no dicionário, é desnecessária? E, já agora, como se chama a ideologia segundo a qual a mulher acha que deve dominar socialmente o homem?

Por isso, a partir de agora, não quero ser chamada de "feminista". Acho uma palavra injusta. Quero ser chamada de "igualitarista de género". Mais nada!

Tsetse


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