tsetse @ 16:11

Qua, 28/02/07

Por muito que achemos que não somos influenciáveis, nem sempre conseguimos resistir ao poder da "sugestão". Principalmente, quando nos sentimos identificados com a desgraça alheia e vemos os outros a lutar com argumentos de peso.

Ultimamente, tenho assistido a vários fenómenos desses, em áreas bem distintas. Para exemplificar, imaginem um homem que se divorcia, porque acha que a relação já não tem emoção suficiente, que é preciso arriscar e mudar de vida, e comenta o facto com os amigos. Se ele se mostrar entusiasmado com a escolha e começar a justificar de forma lógica a sua decisão, os amigos que se identificarem com o seu problema vão, sem dúvida, pensar: "Mas o que se passa com ele é parecido com o que se passa comigo. Se ele é uma pessoa sensata e acha que este problema implica uma ruptura, se calhar tenho que pensar melhor na minha situação". E, depois, começam a analisar tudo e a colonizar sentimentos de liberdade, ruptura, e novidade. Conclusão: se ainda não tinham pensado em acabar, passam a pensar.

O mesmo se passa noutros tipos de relações. Se estamos no nosso emprego, sossegados, descontentes com algumas coisas e, de repente, vários colegas começam a queixar-se da empresa, a contar mais situações desagradáveis (que desconhecíamos) e a decidir sair, nós começamos a pensar: "Espera aí, afinal estes problemas são graves. Há mais pessoas descontentes. Descontentes ao ponto de sair. E, pelos vistos, o mercado não está assim tão mau, pois já arranjaram emprego". Mesmo sem querermos ser influenciados, só o facto dos nossos colegas se terem revoltado, dá-nos dados novos sobre a empresa e o mercado.

Por isso, meus amigos, muita atenção aos sinais. Nunca se sabe quando chega a nossa hora de demitir ou ser demitido. Seja do emprego, relação ou casamento. Se não querem perder, trabalhem mais e sejam mais dedicados. E, já agora, não vão em modas.

Tsetse



TNT @ 01:16

Seg, 26/02/07

Noutro dia, um amigo e leitor deste blog, comentou-me que existem “meninas com potencial” algumas tornam-se “grandes mulheres” mas só poucas atingem a classe de uma “grande senhora” (sic). Eu respondi-lhe prontamente: e é isso que os homens querem?

O que a vida me mostra é que os homens até podem ter fascínio por mulheres com classe, mas muito raramente ficam com elas... Ele justificava que a maioria dos homens se desculpa com o facto de não terem estado no local certo, na altura certa e de terem passado ao lado de uma grande carreira, etc...

Conheço homens absolutamente fascinantes que escolheram ficar com mulheres completamente insípidas, tontas ou demasiado vulgares que só podem ser levadas à tasca da esquina. E que passam a vida a lamentar-se que não são compreendidos, que a vida é injusta, que nem imaginamos o sofrimento, a solidão e parvoíces do género.

Os que ainda têm uma réstea de dignidade e capacidade mínima de raciocínio, saem dessa enquanto podem. Dos outros, temos pena. Azarito. Se não mudam a situação é porque não querem. Gostam de levar na corneta, de escandaleiras de mão na anca, gritaria e outras cenas lamentáveis dignas de actores secundários de peças mal encenadas em teatros amadores obscuros. Ou daquelas que estão sempre prontas a concordar com eles, que não têm opinião nem convicções, que moldam a sua personalidade à deles como se de uma relação quase parasita/hospedeiro se tratasse. Ou ainda das completamente vazias a roçar o vácuo, que não percebem nada, não querem perceber e que nem sequer conseguem ter raiva por quem percebe.

Mas o que leva homens inteligentes a juntarem-se a mulheres tão desinteressantes? Será insegurança? Medo da competição? Preferem ficar sempre com a sensação do que poderia ter sido, mas sem arriscar? Preferem o amor platónico? Ou como se diz dos jogadores de futebol, “teve medo de ser feliz”?

Que venham os Mourinhos do romance! Para que o medo destes homens se transforme em risco e o risco em concretização... Gooooooooooooooolo!!

TNT



TNT @ 00:01

Qui, 22/02/07

Reparo que felizmente os homens andam mais preocupados com a sua aparência. Não sei se é por a inteligência emocional e social andar na moda e eles quererem ficar mais parecidos connosco, se já se deixaram de marialvismos imbecis ou se pura e simplesmente foram contagiados pelas campanhas publicitárias. Sei é que gosto dos resultados, embora haja gente que por excesso ou defeito, acabe por se baralhar e a coisa resultar catastrófica.

Vou deixar aqui algumas sugestões daquilo que eu gosto e estou convicta que grande parte das mulheres também gostarão.

Por ter uma pele muito sensível e que fica facilmente marcada, a barba das criaturas deverá estar escrupulosamente feita. Sempre. E não pode ser com máquina, que deixa uns tufos aqui, outros ali. Nem com espumas manhosas de supermercado. O que eu gosto mesmo é que utilizem aquele sabão à antiga com o pincel e que façam a barba calmamente para ficar perfeita. A seguir, esqueçam os after-shaves que só secam a pele. Hidratante, recomendo vivamente.

Brincos. Gosto de ver homens de brinco. Gosto deles irreverentes... Mas por favor, não usem brilhantes. Isso é para gajas, rappers ou jogadores de futebol emergentes. Se quiserem usar brinco e tiverem estilo para isso, usem uma argola pequena de ouro branco ou platina. Dá o ar inconformista pretendido e podemos levá-los a qualquer lado na mesma.

As mãos deverão estar sempre macias e bem tratadas. Não esquecer que é com as ditas que os meninos nos tocam e nos começam a levar à loucura... Creme hidratante todos os dias é o que aconselho. Duas vezes. Quando ninguém estiver a ver! Para as peles junto das unhas, há uns produtos muito bons que acabam com isso num instante, se não se sentirem confortáveis em ir à manicure.

Quanto ao calçado, convém terem sempre no mínimo, dois pares de sapatos pretos. Uns mais formais, preferencialmente aqueles de fivela lateral e outros mais informais que dão para sair normalmente. E por favor esqueçam os sapatos de vela! De ténis não percebo muito, só sei é que não gosto daquelas coisas muito berrantes, muito elaboradas, cheias de tecnologia. Ténis pretos ou castanhos parece-me o mais sensato.

Não sou adepta de muita pilosidade. Depilação é uma opção a ser levada em conta e a cabo, se se tiver o aspecto do Tony Ramos. Pelo menos, há que se verem livres dos pêlos das costas e ombros. É fundamental!

Do cabelo e da roupa não dá para falar. Depende muito do estilo de cada criatura. Há que ter atenção para não misturar estilos, perceber quais as cores que não os favorecem e acima de tudo não imitar ninguém. O estilo próprio é sempre o mais convincente.

Agora já não podem dizer que não sabiam! Se apanho mais algum com a barba mal feita...

TNT

Se precisarem de saber mais pormenores de marcas ou locais: tnt.bombastica@gmail.com




TNT @ 00:44

Ter, 20/02/07

Da mesma forma que existem (ou vão existir) consultas de aconselhamento e reflexão por causa da IVG, o oposto também se deveria pôr - a IOG.

Venho a saber de uma história duma idiota que conheço, mãe, anoréctica e louca, e que já se encontra às portas da morte ligada a várias máquinas porque os orgãos já nem funcionam, etc.

Eu: “espero que não esteja num hospital público a gastar recursos e a tirar a vez de alguém que precise... - Que não, que está na cuf. - Boa...
- Ah e coitada da criança, deixa um miúdo pequeno...
Eu: O quê? A sorte da criança é ela morrer! Assim, ainda pode vir a ter hipótese de ter uma vida normal!”
- Ah, és péssima e tal...

Oh meus amigos... Nem toda a gente está habilitada a ser mãe ou pai. Quando nascemos, não vimos logo com essa licenciatura.

Eu acho que deveria haver uma licença de aptidão que se tinha de tirar para se poder ser progenitor. Para se arranjar um emprego é preciso passar em testes psicotécnicos, de personalidade e sei lá mais o quê. Para se ir para a tropa, que é coisa para uns quatro meses, é preciso estar apto. Mas para se ser pai ou mãe, que dura a vida toda, não é preciso aptidão nenhuma? Onde está a coerência?

Fazem-se exames médicos para ver se a saúde da futura mamã está em conformidade. E da saúde mental, ninguém fala? É que depois, é destas mães, que nascem os psicopatas ou psicóticos, que mais tarde irão chatear quem? A nós! Às mulheres que se lhes cruzarem no caminho.

Devia haver uma comissão, composta por médicos, psicólogos, sociólogos e outros, que avaliariam a aptidão para a maternidade. Mulheres como a que referi, eram logo esterilizadas! Nem se corriam mais riscos!

Política de prevenção: menos riscos, menos custos!
Uma poupança em recursos e chatices, só vos digo...

TNT



tsetse @ 00:36

Dom, 18/02/07

Mesmo quem não passou por ela, já viu amigos fazerem as coisas mais estranhas em prol da dita "paixão".

Normalmente, todas as histórias que metem paixão à mistura são compostas pelos seguintes elementos:
1. Perda de racionalidade na avaliação da outra pessoa e...
2. Perda da noção dos limites.

Depois, quando este estado passa, normalmente pensamos "mas como
posso eu ter achado aquela pessoa tão interessante" ou "que vergonha, como fui capaz de fazer aquilo". Só que já não há nada a fazer. Está feito e não sabemos explicar porquê.

O mais complicado é quando vemos uma pessoa amiga nessa situação. Quando nós estamos a ver a pessoa por quem se apaixonou, com todas as nossas capacidades e lucidez, e vemos que não tem nada a ver com a descrição que nos foi dada. Tipo, estamos a olhar para o maior palhaço que já vimos ao cima da terra e temos que ouvir: "Ai, é o máximo e temos tantas semelhanças" e nós estamos mesmo a ver que nem é o máximo, nem há semelhanças...

O que fazer nestas alturas? Gritar "acorda!"? E salvarmos os amigos destes embaraços? Ou deixá-los viver naquela doce loucura e sorrir, como se estivéssemos também cegos?

Eu gosto mais da segunda opção, pelas seguintes razões:
1. Porque acho graça ver as pessoas nesse estado. (Como se quebrassem a minha monotonia, com os seus disparates)
2. Porque acho que contrariar pessoas neste estado, é um risco. Podem virar-se contra nós. (Sim, eu sei... é cobardia)
3. Porque sou uma romântica incurável.

Tsetse



TNT @ 00:01

Qua, 14/02/07

Bom... cá estamos nós em mais um Dia dos Namorados, Dia de São Valentim que pelos vistos casava o pessoal às escondidas e que por isso ficou padroeiro dos namorados que querem casar. Acho bem, casem-se para aí e convidem-me porque gosto de festarolas!

Eu acho piada a namorar. Só namorar. Curtir, sair, fazer loucuras, sei lá... Porém é esperável – e quantos mais anos passam, pior – que se queira mais do que só namorar. Parece que o conceito namorar tem validade e que se chega a um certo ponto em que deixa de ser permitido. Parece que tem de se tirar a renovação da licença o que não é nada fácil – “...Hum, tem mais de 35 anos? E quer renovar a licença para namorar? Só? Tem a certeza que não quer tirar a licença para casar ou viver junto?... Hum, isso é muito estranho... Vai ter de ir para os casos de estudo e apreciação. Daremos uma resposta em breve....” Bendito Simplex me valha!

Noutro dia num jantar de meninas diziam-me, “mas não vês que isso não tem futuro?!... mas qual futuro, pergunto eu! Já pensaram que eu posso não estar a pensar em futuro? Já pensaram que alguém pode ter uma visão diferente da vossa e não lhe apetecer partilhar já casa, intimidade e outras? Querer namorar primeiro, aproveitar o que de bom a vida nos dá? Sem stresses de maior?”

Será assim tão condenável pensar apenas no momento?

No fim de contas temos de pensar permanentemente no futuro em todos os outros aspectos da nossa vida. Trabalho, dinheiro, investimentos, empréstimos. Será que na parte emocional é tão estranho querermos ter a liberdade de dizer “sei lá, logo se vê... por enquanto sinto-me muito bem assim...”?

Neste dia 14 de Fevereiro vou jantar com uma data de solteiros convictos, outros não tão convictos. Mas pelo menos, sem vergonha de assumir o seu estado livre e descomprometido. Vamos a um restaurante “couple’s free” (espero eu), beber uns copos e celebrar o facto de estarmos sem namorados só porque sim!

Para quem fica em casa, com os seus mais que tudo, tenho uma das minhas receitas infalíveis para sexo bombástico. Confiem em mim que nunca vos enganei!

TNT


Sex Sangria

10 morangos
10 framboesas
½ romã
Açúcar a gosto
Raminho de hortelã
Champagne ou espumante (aconselho Murganheira ou Quinta Cabriz que têm uma excelente relação qualidade/preço)

Esmagar os frutos vermelhos com um pilão (hummm...) até saírem os sucos
Misturar o açúcar e mexer
Colocar a hortelã e esmagar novamente

Misturar o champagne/espumante, mexer suavemente e deixar repousar durante 5 minutos. Provar e ajustar sabores (mais açúcar para os mais gulosos, mais espumante para os menos gulosos)

Beber a dois e esperar 10 minutos pelos efeitos. Enquanto esperam, vão-se embrulhando para não perderem a pedalada...




convidado @ 11:55

Sex, 09/02/07

Ao ler um artigo técnico de psicologia, deparei com a seguinte teoria:

Muitas pessoas, na realidade, não querem bom sexo.

Boas experiências sexuais podem ser emocionalmente exigentes e há quem prefira uma vivência mais confortável. A luxúria sexual exige também o confronto com uma série de preocupações: aproximação emocional ao parceiro (que pode implicar abrir portas para novas exigências); medo de rejeição num momento vulnerável; etc. Ou seja, o bom sexo requer tolerância à ansiedade.

Mas eu tenho mais uma teoria (empírica, mas é o que temos...):

Muitas pessoas não querem ter trabalho para obter bom sexo.

Seja porque nunca tiveram uma experiência realmente boa, seja porque acham que a parceira não é exigente ("Ah e tal, esta tipa está caídinha. Come gato por lebre") ou por puro egoísmo, a verdade é que anda por aí muita gente que não se esforça. Contentam-se com sexo mediano, que "já dá para o gasto".

Se ambas as partes se contentarem com o mediano, teremos um casalito amorfo. Se a outra parte perceber que há mais do que aquilo, aí a coisa pode ficar mais complicada. Se ela tiver uma baixa auto-estima ou estiver desesperada, até pode decidir viver uma mentira. Se não... ala que se faz tarde, que, de onde isto veio, há mais!

Bee



TNT @ 00:09

Qua, 07/02/07

Destaco de várias leituras que o sexo é sempre melhor se temperado com amor. Ah e tal, “fazer o amor” que é lindo e que isto e que aquilo.

Eu, como já se devem ter apercebido, não sou romântica nem muito dada a estas coisas do amor. Been there, done that, still think that’s overrated...

O olhar que se troca, entre a loucura e o quase limite do desespero de um orgasmo em simultâneo, essa cumplicidade momentânea, é preciso ser misturada com amor? Não necessariamente...

Em conversa com amigas trintonas, reparo que o amor é sempre muito valorizado no sexo, porém contam-me aventuras tórridas de sexo irresistível com pessoas com quem não têm grande relação, muito menos amor. Então... como ficamos?

Há pessoas com quem temos sexo uma vez e é absolutamente fabuloso. Com outras, sobram braços e pernas e parece que os tempos estão sempre desencontrados. Com outras, temos sempre a sensação que ainda não foi desta, que falta ali qualquer coisa. Com outras, parece que nunca mais acaba e com outras que foi depressa demais.

O que eu quero dizer é que nestes encontros e desencontros prazenteiros, o amor pode ajudar mas não é nem obrigatório, nem necessário. Na minha opinião, tem muito mais que ver com químicas, cheiros, sabores, predisposição para a coisa, energia.

Tenho a certeza que toda a gente já sentiu uma atracção sexual irresistível que nos leva à loucura e a praticar loucuras, mas aquilo tudo bem espremido, nem paixão dá, quanto mais amor!

Portanto vamos deixar-nos de subtilezas e explicar-nos bem. O sexo não é necessariamente melhor com o amor. Já o amor, é infinitamente melhor com bom sexo!

Certo...? Certo!!

TNT



TNT @ 14:43

Sab, 03/02/07

Noto o desespero das pessoas quando pensam em ficar sozinhas, quando imaginam perder a pessoa com quem vivem, ainda que sejam profundamente infelizes, maltratadas ou que o parceiro seja um estafermo. E não estou a falar em termos físicos...

As pessoas recorrem a tudo. Já se falou aqui em recorrer a detectives, agora preparo-me para falar de outros grandes salvadores das relações: os bruxos!

As páginas dos jornais estão pejadas de anúncios do Prof. Bumba e Bamba, da taróloga Mia e Maia, da vidente Salette ou da nossa saudosa Alcina Lameiras do “não negue à partida uma ciência que desconhece...” esse ícone da vidência mundial.

Mais uma vez refiro aqui o que considero importante e primordial: só devemos estar com quem nos quer e nos merece. Quem não nos quer e acima de tudo, não nos merece, para quê o esforço? Acham que com mézinhas e rezas da tanga, as coisas vão melhorar? Acham que vão gostar mais de nós, porque a nossa Alcina, disse que tínhamos de fazer não sei o quê na sétima onda duma qualquer praia da linha, numa noite de quarto crescente?

Vá lá... Sejamos realistas! Os bruxos prometem amor, saúde e dinheiro. A ser verdade, seríamos todos felizes, saudáveis e ricos. E a verdade não é bem esta, pois não?

Quando as relações “já não são como eram antes” há que fazer algum esforço dentro da própria relação, se acharmos que vale a pena mantê-la, claro! Se forem como eu, desprovidos de características como a paciência, pachorra e afins, acabam com as coisas num instante, após um breve período de reflexão e voltas por fora...

O ir à bruxa é que não está com nada. A não ser gastar dinheiro. Que pode ser investido em coisas muito mais divertidas que podem fortalecer a relação. Hotéis, motéis, cremes, uniformes, danças, strips, filmes, depilações, stilletos, lingerie, jantares, champagne... (se me dão corda passo aqui o resto do dia!)

Ora digam lá se isto não tem muito mais piada do que ir a uma consulta com uma bola de cristal?

TNT

*Perdoem-me o vernáculo em espanhol, mas de vez em quando a minha costela emigrante vem ao de cima...!


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