tsetse @ 15:32

Qua, 31/01/07

A maior parte das relações tendem a perder o interesse ao fim de algum tempo. As pessoas já conhecem quase tudo sobre o outro, já estão cansadas dos seus defeitos e os temas de conversa começam a faltar. Há, no entanto, quem encontre um ou mais caminhos para adiar este destino.

As estratégias mais comuns para combater este flagelo são:

1. A estratégia dos projectos
A ideia é estar sempre a arranjar projectos, para ocupar o tempo e ter novos temas de conversa. Normalmente, o primeiro projecto é a compra da casa. Depois, vem a decoração da mesma. A seguir, vêm os filhos, a casa de praia, o lar. Tudo serve para adiar a falta de assunto.

2. A estratégia de evitar o outro
Passam o dia sem fazer quase nada, para ficar no trabalho até mais tarde. Ao final de semana, combinam festas com mais pessoas, idas ao futebol e mais trabalho. Assim, vão adiando o contacto com o parceiro, na esperança que o outro não descubra que já não há assunto.

3. A estratégia dos moinhos de vento
Aqui a estratégia é manipular o outro e arranjar conflitos imaginários. Assim, têm sempre assunto e apoio. O mais comum é começarem por transformar pessoas críticas ou indiferentes à sua relação, em inimigos. Depois, inventam uma cruzada contra os infiéis que ousaram não acreditar naquele amor, na esperança de o fortalecer. A seguir, arrastam o seu Sancho Pança contra outros moinhos de vento. Muito simples e eficaz, principalmente entre parceiros, digamos que, pouco inteligentes ou sem opinião própria.

4. A estratégia das discussões
A ideia de quem a pratica é, primeiro, arranjar mais assunto e, depois, criar interesse com as reconciliações. Esta, sinceramente, não percebo muito bem. Só sei que há quem a pratique e, pior, que tenha sucesso.

5. A estratégia das actividades
A ideia é estar sempre a arranjar coisas interessantes para fazer a dois. Há dois tipos de actividades: as que se repetem e que ocupam muito tempo e as surpresas. Dentro do primeiro grupo estão: danças de salão, ranchos folclóricos, idas frequentes ao cinema, torneios de bridge, escalada, etc. A ideia é encontrarem coisas que ambos gostem de fazer e que lhes tragam mais assunto. As surpresas servem para contrariar a rotina e, mais uma vez, para aumentar os temas de conversa. Exemplos de surpresas: ir à praia ver o pôr-do-sol e levar uma caixa de sushi para comer a dois; deixar de ser forreta e oferecer bilhetes para uma viagem ao Japão; etc (que o resto das ideias ficam para mim... ou deixariam de ser surpresa).

Qual a mais correcta? Qual a que funciona? Isso depende dos princípios morais e do gosto de cada um. Há quem misture todas. Eu, prefiro a última, como devem ter notado. Gosto de animação e de companhia.

Tsetse



TNT @ 00:26

Seg, 29/01/07

Já foi abordada neste blog a importância das tecnologias no desenvolvimento e tempero das nossas relações em “TeleSexo Boa Noite, Fala a Marta...”. Se na altura se enfatizou mais o messenger como meio de provocar sensações, despertar desejos e combinar estratégias de “ataque”, suponho que, passada essa fase, possamos passar ao nível seguinte. Afinal já passou tempo suficiente, socialmente aceite para esta nova plataforma de comunicação, ou seja, a telefoto.

Dentro da telefoto, podemos estabelecer níveis diferentes, consoante o nível de loucura em que nos encontramos.

Pode ser uma foto assim só pra mostrar que hoje estamos de saltos altos, pode ser uma assim mais subidinha a mostrar que estamos de mini saia ou de decote generoso, uma mais descapotável a mostar a bela da lingerie, ou entrarmos em vias de facto e tratar de mostrar logo tudo. Olha... que se lixe!

Não sei dizer exactamente o que dá mais prazer. Se a parte da produção fotográfica com as infinitas características dos nossos telemóveis, se ficarmos ali meio à toa com o dedo trémulo na tecla enviar, se sabermos que alguém que nos interessa está neste momento a receber.

Uma coisa é certa: tudo o que sirva para acordar os meninos, parece-me ser uma boa ideia. Só há que ter cuidado com um pequeno pormenor. Nunca mostrar o rosto. Assim como assim, se precisarmos de negar, podemos sempre fazê-lo até ao fim.

Meninas, produzam-se e comecem a dar corda aos telemóveis.
Meninos, entrem no jogo e (co)respondam à altura.

Vamos ilustrar a loucura portuguesa! E já por causa das coisas, lançamos um desafio aos leitores aqui na barra esquerda: “Já tiraste fotos picantes com o teu telemóvel?” Respondam... que nós já respondemos!

Votem em consciência... que nós já tratámos disso!

TNT



TNT @ 18:53

Qua, 24/01/07

Há alturas das nossas vidas em que se torna difícil arranjar tempo para essa actividade tão reconfortante, reparadora e dermatologicamente tão necessária: dormir....

De vez em quando, somos obrigados a fazer escolhas: Sexo ou Sono, Sexo ou Sono?
É óbvio que acabamos por fazer sempre a escolha mais acertada - Sexo - e acabamos por passar dias a fio cheios de sono. Leio em várias publicações que os portugueses, dormem pouco, que dormem mal e que produzem menos por causa disso mesmo.

Oh meus amigos... quer dizer... produzem menos nas empresas, é certo! Mas no aconchego dos lençóis é só produzir.

Porque raio é que a produtividade tem de ser medida pelos parâmetros europeus? É que existem várias medidas latinas muito díspares dos meninos lá de cima. Logo para começar, a medida dos preservativos.

Se a nossa força motriz é a cama, se a performance portuguesa se pauta pelo truca-truca, porque havemos de insistir nesta coisa de sermos eficazes como os alemães, rectilíneos como os escandinavos ou criativos como os britânicos?

Façamos de Portugal o bordel da Europa - já falta pouco - e seremos todos, alegres meretrizes, funcionários satisfeitos e com um indíce de produtividade capaz de causar inveja a um japonês.

Diz-se que Portugal é um país de serviços. Sejamos então, a bem da nação, um serviço de acompanhantes da Europa.

Bom, e agora deixem-me ir fazer uma sesta, porque não tenho dormido nada ultimamente...

TNT



TNT @ 01:18

Ter, 23/01/07

Há dias em que nos sentimos mais acessíveis. Com acessível quero dizer disponível. Com disponível quero dizer afável. Com afável, acho que quero dizer puta, mesmo.

Há dias em que acordamos com uma predisposição para a loucura, para o engate, para a provocação. Nem sabemos muito bem porquê, só sabemos é que nos apetece algo, Ambrósio... e não é Ferrero Rocher!

Procuramos hotéis com espelhos estrategicamente colocados, escolhemos sapatos de stilletos, compramos mini-saias, fazemos uma depilação especial e finalmente, quando achamos que está tudo perfeito, telefonamos àquele que achamos que vai embarcar nesta viagem... Sim, porque isto não é para todos!

Como estamos embaladas, começamos logo no telefonema a tratar do assunto e assim quando chegarmos ao hotel/motel, já vamos com vantagem competitiva.

As mulheres têm destas coisas e espírito de iniciativa para a coisa. Já eles... oh meus amigos: que eu saiba, nunca nenhum homem se chegou à frente para uma aventura destas. Podem ir na onda se incentivados, mas não se lembram, não tomam atitudes, não arriscam, aliás nem lhes passa pela cabeça. Será preguiça? Falta de imaginação? Sovinice? Ou pensam que a sua menina não é cá para “essas coisas”?

E as mulheres, porque se lembram? Será que por elas terem “dias difíceis” têm também estes “dias fáceis”?

Confesso que – embora não goste muito de surpresas – gostaria que um homem se apercebesse de um dos meus dias fáceis, e me levasse para uma loucura kitsh de um motel cheio de veludos vermelhos, espelhos no tecto e entrada dissimulada pela garagem. Sem ter sido ideia minha. Sem a minha sugestão.

Só queria que se lembrassem de vez em quando... será pedir muito aos machos cá do burgo?

TNT



tsetse @ 00:12

Sex, 19/01/07

Às vezes dou comigo revoltada, a pensar "mas porque é que eu não nasci homem?".
E para quê? - pergunta o leitor.

- Para não ter que estar sempre a provar que posso ser tão inteligente como um homem.
- Para não ser discriminada no trabalho. (Porque, podem haver aí muitas profissões em que ser mulher é uma vantagem. Mas, na minha, mulher é sinónimo de problema.)
- Para poder ter uma mulher a fazer-me todo o trabalho doméstico, que ainda ficasse agradecida quando eu a ajudasse a lavar a loiça, depois de ela ter estado horas a limpar a casa sozinha. (É que dava-me tanto jeito e ficava tão mais barato do que uma empregada).
- Para que me chamassem "charmoso" em vez de "velha", quando reparassem nas minhas rugas.
- Para não ter dores de barriga todos os meses. Que isto depois de muitos anos é uma canseira.
- Para encontrar calças largas, confortáveis e giras em todas as lojas. (Nem imaginam a quantidade de lojas que eu tenho que percorrer para encontrar um modelo assim para mim).

Depois... depois olho à volta, para todos os homens que me rodeiam e agradeço ter nascido mulher. (Wrong, não é para poder ser mãe... também não me importava de ser pai...) É porque mais vale uma vida difícil, do que a pobreza de espírito, maneiras e desembaraço que ataca a maioria dos espécimes masculinos.

Tsetse



TNT @ 21:43

Qua, 17/01/07

Um dos meus textos preferidos all time é “Seven Ages of Man” do tio Bill. Gostei quando tive de o estudar, gostei depois e hoje continuo a gostar. Nunca o esqueci e mantive sempre presente a inevitabilidade do enfranquecimento a todos os níveis. Por isso há que aproveitar enquanto é tempo!

Sem querer de forma alguma sequer plagiar esse monstro maior da literatura mundial, decido aproveitar-me do seu brilhante título e refazer estas sete etapas à minha maneira. Apresento-vos portanto a minha versão! Como os homens evoluem na minha vida e creio que - espero não estar só nesta apreciação - na vida de muitas mulheres.

Wannabe – Anda ali a rondar. Já o vi, mas ainda não interessa. Se calhar nunca vai interessar. Mas deixa-o estar, deixa-o pousar...

Prospect – Ah ah! O assunto já me interessa. Deixa cá ver se vale a pena. Vamos dar uma voltinha?

Stand-by – Já está aprovado e naquela fase que pode vir a ser algo mais, mas por enquanto mantém-se ali disponível, para quando e se for preciso.

What Else? – Quando estou apenas focada nele. Este está numa fase realmente interessante e não quero saber de nenhum dos anteriores.

Same old, same old – Ah... és tu outra vez... e outra vez… Já agora, podias pelo menos mudar as piadas. Já não me fazes rir como dantes...

Boring... – Oh seca! Estou mesmo farta da tua conversa, do teu cheiro, desse sinal irritante que tens nas costas. Já te ias embora!

Good-Bye – Foste good, mas agora bye-bye. Fazes-me faltar o ar e não é pelas melhores razões! Já foste...

Nem todos passam por todas as fases. Uns não passam da primeira, outros vão directamente para a última.

Seja como for, continuo a achar que um puto surfista, divertido e tonto, é mesmo o melhor que nos pode calhar!... Passam pelas fases todas e nem percebem! Mas deixam sempre aquele saborzinho a mar...

TNT



TNT @ 23:40

Dom, 14/01/07

Estava a ver o meu mail pessoal quando o meu olhar foge para um anúncio: Detective XXXX especializado em infidelidades. Não resisti e fui lá dar uma voltinha. Afinal dá sempre jeito conhecer um especialista em infidelidade. É um assunto que me interessa especialmente. (vidé post Fidelidade e Bons Princípios...)

Verifico com alguma tristeza e preocupação que este site tem mil e uma instruções para os loucos e loucas que possam ainda não ter tido ideias brilhantes para fiscalizar os seus cônjuges.

O tom de pseudo seriedade na apresentação do site é chocante, a moralidade saloia das berças, as observações boçais acerca das relações, bem como, a referência de ser o único detective com escritório de porta aberta ao público (???) e que há muito charlatão neste negócio e tal, e que é preciso estar alerta e denunciá-los, a esses malandros, tudo sob a capa de protecção das pobres almas inquietas que procuram este tipo de serviços.

Ensina a vigiar, vasculhar, controlar, interrogar, observar e armadilhar as pessoas que connosco vivem e com as quais decidimos um dia partilhar a vida...

Uma vez que existe este tipo de negócio e aparentemente com tanto sucesso, referindo e mostrando diversas entrevistas para vários orgãos de comunicação social, leva-me a acreditar que existe um mercado crescente para a coscuvilhice e humilhação. Quem será mais humilhado? O vigiado ou quem manda vigiar? O prevaricador ou o perseguidor?

Eu cá, pelo meu lado, vou ficar muito mais atenta a um qualquer tipo com ar de turista, de máquina fotográfica em riste, porque nunca se sabe se não é um fiel funcionário deste escritório tão sério, que fornece serviços tão necessários, quiçá indispensáveis à felicidade dos seus utentes.

Há que evitar, portanto, monumentos, praias, qualquer local ribeirinho ou marginal, hotéis, bairros típicos, etc... Fiquemos em casa, quietinhos, direitinhos, a ver as novelas e o futebol, que assim não corremos riscos de sermos vigiados e acima de tudo, evitaremos a todo o custo, o que mais incomoda esta gente, ou seja, evoluirmos como seres pensantes.

Dantes vivíamos num país de Fado, Futebol e Fátima. Hoje vivemos num país de Carolinas e Pintinhos, Elsas e afins. Com todas as vergonhas, ignorâncias e achincalhamentos a que temos direito.

Que belo degrau na escala da evolução!

TNT

P.S. Não pretendo dar protagonismo a esta criatura e por isso não lhe divulgo o url. Quem quiser saber mais, utilize o gmail e é um dos sponsored links ou procure num qualquer motor de busca por detectives especializados em infidelidades...



TNT @ 21:57

Qua, 10/01/07

Na sequência dos últimos posts, manuais e sebentas, conselhos e dicas, senti-me um bocado na obrigação de contar alguma da minha experiência, não em termos de manuais e técnicas, pois não será tanto o meu métier (não sou nenhuma marta crawford), mas mais em termos de comportamentos pré e pós acto.

O sexo por si só, uma queca ocasional, um one night stand é uma coisa. Tem pouco pré e nenhum pós. É óbvio que há sempre aqueles amigos coloridos que nos levam às nuvens, que conhecem a misteriosa localização do ponto G (duh!?!) mas que não passam disso... Digamos que estes têm uns pré(zinhos) e uns pós(zinhos)!

O sexo a dois (ou a três: eu, tu e nós dois, como diz um amigo e leitor deste blog) é outra conversa. Inclui mimo, atenção, conversa, apoio.

Parece-me que por mais técnicas sexuais que se desenvolvam há sempre esta questão que se passa fora dos lençóis. E realmente, para as mulheres essa é mesmo muito importante, primordial até. É daí que extraímos a nossa vontade de nos entregarmos de corpo, alma e marotice a alguém. O pré leva ao pós.

Quando a pessoa X não nos dá este tipo de atenção, corre o risco da pessoa Y ou Z se chegar à frente e nos dar aquilo que queremos. Porque a nossa disponibilidade para o exterior - para os Ypsilons e Zês - vai crescendo à medida que decresce a dedicação do X. Sem pré não há pós! Passamos a ter uma placa “Available” na testa e um sorriso de boas-vindas nos lábios.

Welcome sir! Coffee, Tea or... me?

TNT




tsetse @ 18:24

Ter, 09/01/07

O final de uma relação é normalmente uma maçada. Mas há finais piores que outros. Há uns que provocam muito choro e saudade, há outros que é só chatices e coisas para esquecer, outros ainda, que passam quase despercebidos.

Os tipos de fins mais comuns são:

1. Não o posso nem ver!
São os casos sobre os quais nem gostamos de falar... Normalmente, ocorrem quando descobrimos no outro alguma característica que não suportamos ou quando este faz algo imperdoável. Muitas vezes, implica sentimentos de perda de várias coisas, principalmente de tempo.

2. Ala que se faz tarde!
Ocorre, por exemplo, quando já não o queremos por perto. Estamos cansadas. As razões mais comuns são: companhia do parceiro pouco interessante ou paixão por outra pessoa.

3. Amigos para sempre!
Gostamos muito da pessoa, mas não dá. Temos tanto respeito pelo outro que a amizade fica. Esta é a minha modalidade preferida.

4. Até qualquer dia!
Acabamos por uma razão ou outra. Mas é bom demais para não voltar a ter. Normalmente, ocorre em relações curtas.

5. As desgraças previstas!
Estas são as piores. Sabemos que vai correr mal e acabar pior, mas não conseguimos resistir. Desde o início que sofremos com a antecipação do fim. Normalmente, são resultado de paixões avassaladoras.

6. Os filmes de terror!
Casos em que o parceiro não aceita bem o fim e decide perseguir, chantagear ou infernizar a nossa vida.

Eu acho que devia haver uma forma de controlar isto. Logo no início, assinava-se um acordo tipo pré-nupcial onde ficava acordado como seria o fim. "Ah e tal, no fim quero distância, liberdade e respeito sempre que me vires. Assina aí na linha tracejada..."

Tsetse



convidado @ 20:46

Seg, 08/01/07

Depois do sucesso do post Manual da bomba na cama, uma leitora sugeriu um manual para os homens. Daí surgiu a ideia deste novo manual. De notar que, dado o reduzido bom senso de alguns exemplares masculinos, este é bem mais extenso e terá que ser dividido em dois capítulos.

Capítulo 1
Os erros mais comuns
 
1. Não fazer a barba
Dar beijos pelo corpo fora com barba rija, magoa. Principalmente com saliva à mistura.
(Se quiséssemos uma esfoliação, usaríamos um produto mais agradável.)

2. Não ter os cuidados mínimos de higiene
Antes de rebolarem com a menina, cortem as unhas dos pés; Antes de meterem os dedinhos aqui e ali, lavem as mãos; Não deixem a pele chegar ao estado tal de desidratação, que ninguém vos consiga tocar; Tratem da penugem; etc

3. Ficar de meias
Tirem os sapatos e as meias antes das calças! A verdade nua e crua é que os homens ficam ridículos só de meias.

4. Apertar o peito dela, como se de melões se tratassem
Magoa e não é sexy. Tem que ser com cuidado, sensualidade e bom senso.
 
5. Torturar os mamilos
Esta é uma zona sensível! Isso de apertar e sugar até à exaustão ser bom, é mito.

6. Deixar os ouvidos dela cheios de saliva.
Lamber as orelhas é bom, dar um banho de saliva aos tímpanos é mau.
 
7. Não reparar na roupa interior dela
Eu sei que estão com pressa, mas, se ela estiver com uma roupa especial, percam uns minutos a reparar. Vão ver que até vão gostar!
 
8. Usar filmes porno como educação sexual
Nem tudo o que os realizadores colocam lá para vos chamar à atenção é apreciado pelas mulheres do mundo real.
 
9. Rapidinhas em exagero
As rapidinhas podem ser muito interessantes para variar. Mas gostamos de algo mais, de vez em quando.

10. Não Variar
Posição de missionário é boa, mas convém diversificar. Há milhares de posições para experimentar. Se a vossa imaginação não for suficiente, comprem um livro.

11. Seguir para a maratona
A partir de um certo tempo sem parar, começam a magoar a pobrezinha. Não têm nem devem provar que aguentam horas a fio, sem parar.
 
12. Parar para intervalo
Ao contrário dos homens, não é fácil para uma mulher retomar o ponto em que estava.
 
13. Forçar posições estranhas
A não ser que ela seja uma ginasta ou frequentadora de yoga, não insistir para que ela se coloque em posições estranhas. Não se metam nesses filmes! Ainda a magoam! E, se ela não quer, é porque não se sente à vontade.
 
14. Fazer cara de obrigação, ou de pânico
Descontraiam! Façam tudo com cara de quem está a gostar, com auto-confiança e sensualidade.

Capítulo 2
A parte técnica da coisa

Depois de um inquérito feito a algumas mulheres, cheguei à conclusão que há por aí muitos homens (a maioria, infelizmente) que não têm os conhecimentos técnicos mínimos para a coisa.

Visto um dos nossos ilustres comentadores ter já reunido um bom compêndio técnico sobre o tema, remeto para lá todos os que pertençam a esta maioria masculina sexualmente analfabeta: http://oamante.no.sapo.pt

Bee


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