TNT @ 00:02

Sex, 29/12/06

Quem me conhece sabe que gosto de planeamento, de prever as situações imprevistas e de ter os detalhes todos em vista e consequentemente um plano B caso a coisa dê para o torto. Mais dos que os planos A concebo os planos B. Até porque como sabemos, com tantas contrariedades, acabamos sempre por recorrer aos planos B.

Posto isto e como breve nota introdutória, passo ao que interessa. Da mesma forma como concebo vários planos B, gosto de ter, como costumo dizer, algumas janelas abertas. Não chegam a ser portas, apenas janelas. Claro que podem sofrer ugrades e passarem a ser portas. Mas por enquanto, serão apenas janelas. Ou seja, tenho sempre gajos de recurso. Ali assim em banho-maria. Meio em stand-by.

Acho que todas as mulheres descomprometidas os têm. Suponho que sim. E se não os têm, devem arranjá-los rapidamente. E convém serem de estilos diferentes. Embora tenham de ser todos divertidos e cavalheiros, claro.

Convém termos um beto giro, burro como as casas, socialmente encantador, bem vestido, bem falante. Claro que com este não podemos ter grandes dissertações acerca de assuntos mais profundos da alma, até porque eles não sabem o que isso é, nem vem no último catálogo da Breitling ou da Porsche. O humor é básico.

Convém termos um geek. São tão giros. Têm tanta graça. Gostam daquelas coisas que mais ninguém gosta, que não são fashion nem trendy. Gostam de ficção científica, jogar role-play, card e board games, têm sempre o último grito em gadgets e são puros e ingénuos que só apetece. Com estes vamos ao cinema, concertos e exposições underground. O humor é requintado.

Convém termos um empresário materialista. Põe-nos os pés no chão, diz-nos como a vida é realmente. Gostam de luxo e de tudo o que é bom. A este definitivamente podemos levá-lo para o hotel. Porque normalmente é onde têm a sua melhor performance. O humor é corrosivo.

Convém termos um artista que nos deslumbra com aquele lado meio lunático, meio louco, meio sombrio e extravagante, mas que obviamente não podemos levá-lo a todo o lado, à excepção de todos os bares do Bairro Alto. O humor é negro.

Como vêem, falta pouco para atingirmos a felicidade suprema. Para cada mulher deverão haver outros estilos mais importantes. Quanto a mim, se tiver estes quatro, já fico satisfeita!

O estado de nirvana seria obviamente o 4 em 1. Mas isso são histórias de encantar...

TNT



TNT @ 00:09

Qua, 27/12/06

Eu, como a grande maioria das mulheres do mundo desenvolvido, passo a vida a tentar emagrecer, ficar mais elegante, preocupada com a linha e sempre a querer caber naquela roupa fantástica de quando eu tinha 19 anos e que agora está novamente na berra.

Nos últimos meses tenho vindo realmente a conseguir e noutro dia oiço um comentário do género: “Ai, a menina já está a ficar muito magra. Veja lá não exagere porque os homens também gostam de chicha...” 

Gostam de chicha??? E eu com isso?

Mas eu ando a ver se fico em forma por causa de gajos? Será que é essa a impressão que fica quando uma mulher quer ficar melhor, andar mais bonita, vestir-se de forma mais ousada?

As mulheres, de uma forma geral, arranjam-se porque são vaidosas, porque adoram ver-se ao espelho, porque gostam de roupas giras (que obviamente só ficam bem se se tiver aqueles kilos a menos..), porque se sentem mais seguras e consequentemente capazes de feitos impossíveis quando andam de fato de treino!

Arranjamo-nos conforme o nosso estado de espírito. Há dias em que nos sentimos caçadoras e ninguém nos segura. Com certeza nesses dias, preferimos roupa interior de matadora. Se alguém vai ver ou não, pouco importa. Porém, há dias em que só apetece jeans e camisolão. E nesses seguramente, a roupa interior será de algodão.

O que os homens não entendem é que os nossos dias não são passados a pensar em agradar-lhes. E nem sempre vestimos mini-saia para atraí-los. E mesmo quando temos um decote até ao umbigo, pode não ser sinal verde para nos saltarem para a espinha. Podemos ser mesmo vaidosas, exibicionistas, loucas sem pensarmos em meter homens ao barulho.

Por isso não pensem que quando uma mulher se veste de forma mais ousada, ela esteja a pensar em agradar-vos. Pode estar num daqueles dias que gosta mais de si própria que o costume.

TNT



TNT @ 00:48

Ter, 26/12/06

Ligo a Sic Gaja e apanho um programa a meio, julgo que se chama “What men want”. Aparentemente este é sobre romantismo nas relações. Aquilo que os homens julgam ser romance.

A apresentadora questiona várias pobres criaturas sobre o que acham que devem fazer para mostrar o seu romantismo à menina.  

Que chorrilho de asneiras!! Se alguém me fizesse alguma daquelas coisas, ou ficava enjoada que nem um peru em vésperas de Natal ou ria-me até à exaustão. Então um dizia que a noite romântica ideal era um belo take away e alugarem o “Dirty Dancing” porque as miúdas se derretiam com o filme. Outro achava que também devia incluir uma refeição em casa e papar dois episódios do “Sex and the City”... (que apesar de ele não compreender os pensamentos das intervenientes, sabia que a garota gostava). Ah! E que devia dizer 'amo-te' várias vezes ao dia...

Quanto ao Dirty Dancing, nem comento. Só acrescento que não conheço mulher nenhuma que me tenha comentado este filme como o ideal para uma noite romântica. Relativamente ao Sex and the City, reconheço que as mulheres gostam, só acho é que se nos desperta algum tipo de emoção, não será propriamente a do romantismo...

Sei que não sou a rapariga mais romântica do mundo e que para mim a maior história de amor do século XX é “Star Wars” e que a do século XIX oscila entre “Dracula” de Bram Stoker e outros romances dignos desse nome. E que não gosto de peluches. E que não tenho paciência para palavrinhas docinhas, como fofinha, quiduxa e conversas afins. Mas... sou mulher! E é óbvio que me encanto com bom gosto, sentido de oportunidade, perspicácia e interesse.

Dizerem-me ‘amo-te’ só porque sim, entra-me a 100 e sai a 200! Não são as palavras e as flores que nos encantam. São os actos e o facto de pensarem em nós, lembrarem-se de nós, nos momentos mais improváveis. E se nesses momentos nos telefonarem ou enviarem um sms a dizerem ‘something stupid like i love you’, ou um ramo de flores enquanto estamos a trabalhar naquele projecto que nos está a enlouquecer, isto sim... eu considero romântico!

O resto são tangas!

TNT



tsetse @ 13:34

Dom, 24/12/06

Ao longo da vida, conhecemos muitas pessoas interessantes, que tinham tiradas com muito graça, que nos faziam sorrir com o comentário certo na altura certa, que nos faziam ter vontade de passar horas à conversa, etc. Hoje em dia, algumas delas não têm graça nenhuma.

Aqui vai a lista das possíveis causas de tal mudança:

1. Quando conhecemos melhor a pessoa e descobrimos defeitos imperdoáveis (como, por exemplo, oportunismo, falta de princípios, etc...) e só nos queremos é ver longe delas!

2. Quando a pessoa muda de comportamento, por ter arranjado um namorado ou emprego novo (e, de repente, começa a levar a vida muito a sério ou ganha um narizito empinado novo).

3. Quando a pessoa se deixa influenciar por outras, com gostos e hábitos menos apelativos (e começa a ficar chata ou irritante).

4. Quando o outro passa uma fase negativa e parece não querer sair dela (e se torna destrutivo ou simplesmente desinteressante).

Mas porque é que as pessoas não têm fibra suficiente para manter as coisas boas que há em si? Porque é que se deixam apagar ou azedar? Será que se acomodam à chatice e pensam que a vida é mesmo isso, envelhecer na mediocridade?
 
Seja qual for a resposta, tenho pena. De positivo, só posso dizer: a graça deles pode estar em parte incerta, mas as boas lembranças ficam. O que já não é mau.


Tsetse




convidado @ 12:34

Qua, 20/12/06

Hoje vou falar de um tema controverso e que pode ser considerado impróprio para menores. Por isso, se o leitor tiver menos de 18 anos, por favor passe para o post seguinte.

Posto isto, vamos falar de sexo!
(Ou da falta de jeito para o mesmo...)
 
Depois de ter conversado com alguns indivíduos masculinos e de ter lido umas coisas sobre o assunto, fiquei a saber que andam por aí muitas mulheres que, na cama, (como hei-de dizer isto...) não são propriamente um entusiasmo e que dificultam a vida até aos parceiros mais jeitosos. Por isso, decidi prestar um serviço público: Fazer um compêndio das queixas mais comuns.

1. É preciso mexer!

Pois é minhas amigas, não basta ficar à espera que o rapazito faça o trabalho todo. Nem mesmo na posição de missionário.
(De notar que esta é a crítica mais apontada. E que, dentro do grupo das paradas, há as bonecas insufláveis, uma malandras bem económicas)

2. Mais beijos!

Os homens gostam de beijos pelo corpo todo. Cara e zona Y ajudam, mas não chegam. Resumindo, não esperem receber mimos e depois ficar quietas. Façam-me o favor de retribuir!

3. Entusiasmo!

A melhor maneira de mostrar que se está a gostar de certa coisa, é fazer um barulhito especial, para que o parceiro perceba que está a ir no caminho certo. Não fiquem à espera que ele adivinhe tudo. Até porque há coisas que variam de mulher para mulher. E mais: o entusiasmo do outro funciona como afrodisíaco.

4. Sugestões e inovação!

Há homens que se cansam de planear sempre tudo. Gostam de ouvir sugestões e, às vezes, até de ordens! As surpresas também calham sempre bem! (Roupa interior nova, fatiota colegial ou de enfermeira... o que vos apetecer)

5. Nada de fingir!

Se fingirem, eles vão achar que estão no caminho certo. Depois, vão estranhar a vossa falta de vontade para tentar de novo.

6. Não exagerar nas limpezas!

Nada de mudar os lençóis, logo após o acto. Como se o rapazito tivesse violado o vosso espaço. Deitem-se e relaxem, antes de tentarem apagar todas as provas. Também não é agradável correr para a banheira. Estraga o momento.


Espero que tenham lido tudo e que estejam dispostas a melhorar.
Aposto que o vosso parceiro vai ganhar um sorriso novo.
(Posso até enviar o meu nib para os mais agradecidos!)

Bee



tsetse @ 12:32

Ter, 19/12/06

É engraçado como, quando defendo direitos iguais para homens e mulheres, sou muitas vezes chamada de feminista: Escrevi aqui um post sobre como as mulheres são, no fundo, tão eficientes como os homens e fui chamada de feminista; Se eu digo que os homens devem passar tanto tempo em tarefas domésticas como a mulher, sou chamada de feminista; etc...

A verdade é que há certas questões que estão de tal forma estabelecidas, que as pessoas tendem a não pensar na sua injustiça. Principalmente quando estas lhes são favoráveis e dão jeito. Foi assim ao longo da nossa história e, pelos vistos, continua a ser.

Imaginemos o seguinte cenário: Vocês estão em plena África do Sul, em 1960. Ouvem um branco dizer a um preto, prestes a ter um ataque cardíaco, que não pode entrar na ambulância onde ele se encontra, porque a cor da sua pele é diferente. Manda-o para outra, velha e sem equipamento médico apropriado. Achariam que o preto estaria a ser racista, se pedisse para ser tratado de forma igual? Se pedisse para entrar? Claro que não!

Segundo cenário: Imaginem um qualquer faraó do antigo Egipto, habituado a ter mão de obra gratuita (escravos). Acham justo ele escravizar outros seres humanos, só porque era costume e dava jeito? Espero que não!

Então, porque é que ainda hoje temos:
- homens que acham que mulheres que trabalhem tantas horas como eles, têm a obrigação de chegar a casa e limpar a casa de ambos;
- homens que esperam que as mulheres saiam mais cedo do trabalho para ir buscar os filhos, enquanto eles aproveitam para adiantar trabalho ou para ir beber uma cerveja com o amigo;
- homens que acham que o seu género é mais inteligente ou mais eficiente (e que uma mulher que tenha a ousadia de pensar que é igual, só pode ser feminista);
- clubes exclusivos para homens (quando um clube só para brancos seria impensável nos dias de hoje);

Por muito que vos custe perder certas regalias, a verdade é que as únicas diferenças entre os dois sexos são físicas (tal como entre brancos e pretos) e sócio-culturais (tal como entre escravos e homens livres). E, se a maioria das pessoas sensatas está contra a escravatura e defende (tal como eu) que brancos e pretos têm as mesmas capacidades e direitos, está na altura de perceberem que o mesmo se passa entre homens e mulheres!
Sim, dá muito jeito ter uma mulher que faça tudo lá por casa e manter essa postura de superioridade. Eu própria, de vez em quando, gostaria de ter uns escravos lá por casa. Mas tenho o bom senso de perceber que não seria justo.

Meus amigos, a verdade nua e crua é:
Quando temos as mesmas oportunidades, gostos e educação, somos iguais! Homens, mulheres, brancos, índios ou pretos!

Tsetse



TNT @ 13:24

Qua, 13/12/06

Não sei se isto das promessas é um terreno estritamente masculino, mas parece-me que é muito mais fértil junto dos machos.

A distância entre aquilo que eles dizem e o que realmente fazem é de um abismo digno das aventuras de Indiana Jones. O que me vai valendo é que tenho por princípio não acreditar em quase nada do que eles me dizem.

A arte de engonhar, de não resolver, de rodear, de suspender, em suma, de tudo aquilo que nos enerva, tem sido aperfeiçoada ao longo dos anos, por estas malfadadas criaturas, que passam a palavra de geração em geração, como se de um código maçónico se tratasse. Não vem nos livros. Não vem nos motores de busca da Internet. Ninguém sabe como desmistificar. Mas toda a gente sabe que existe.

Quando as mulheres pedem explicações a um homem sobre um qualquer assunto privado, podemos ter a certeza que vamos levar uma seca enorme de grandes dissertações à volta da questão, à excepção daquilo que queremos realmente saber.

E quando eles nos dizem aquelas coisas todas fantásticas e prometem aquela saída, ou fim-de-semana especial e depois não tratam de nada, não acontece nada e nós ficamos nitidamente penduradas? Com pensamentos de torturas dignas de Torquemada?

Uma coisa eu já aprendi: nunca esperar nada deles. E se por algum momento de demência temporária (acontece aos melhores) me descuidar e acreditar nas criaturas, devo certificar-me que recuperei bem do choque e que não me tornam a apanhar!

Está completamente explicada a predominância dos homens na política. É uma coisa genética. Eles já nascem com a habilidade de prometer, engonhar, rodear e no fim, nada fazer.

Não queremos políticos! Queremos activistas!


TNT

Créditos: aos homens que passaram pela minha vida...




TNT @ 22:47

Seg, 11/12/06

Vivi uns tempos em Madrid o que me deu uma visão das aparências muito peculiar. Elas penteiam-se de forma fantástica, perfumam-se, vestem-se super bem, arranjam-se maravilhosamente... Parece tudo bom até agora. Mas não referi um pequeno pormenor: banhinho que é bom, não tomam!

As gajas madrilenas fazem-me lembrar os casamentos portugueses. Em que tudo vive de aparências. Em que tudo parece bonito. Mas se começarmos a raspar a superfície e a levantar aquela película tão ténue da aparência só se vêem rolos de cotão acumulados ao longo dos anos. E estou a ser simpática referindo só o cotão.

Anda toda a gente a enganar-se. A disfarçar. A endrominar. Tenho tido acesso directo e indirecto a histórias macabras que fariam corar Poe.

A mentira, a falta de respeito pela privacidade, a espionagem, a vida dupla e a procura de emoções fortes fora do casamento, instalaram-se nas casas portuguesas. E estão de tal maneira instituídas que já ninguém estranha... “Ah e tal... fui ver o mail dele e tava lá uma mensagem de uma...” ou “Recebeu uma chamada no telemóvel e foi atender para a cozinha. Claro que a seguir fui ver ao registo de chamadas quem estava a ligar...” ou “Fiz-me passar por ele no messenger... elas caem que nem umas patinhas...” E isto já faz parte do dia-a-dia e é tão banal como almoçar ou jantar.

Mas que raio de casamentos são estes? Que raio de relações são estas? São estes valores que querem passar à geração seguinte?

Que eles são uns doidivanas já nós sabemos! Que precisam de afirmar a sua sexualidade diariamente, também sabemos. Agora que nós entremos no jogo das mulheres traídas, mal amadas e reactivas, põe-me muito triste... É que nesta semana foram três histórias diferentes de operações de cosmética matrimonial a que tive de assistir/ouvir.

Não há maquilhagem ou laca que resista a tanta tanga! Estão a ver porque não me caso? Era incapaz de fazer parte deste número de circo. Nem mesmo com o Natal à porta...

TNT



tsetse @ 01:11

Qua, 06/12/06

É engraçado como passei da fase "experiências da vida real discutidas no blog" para "ideias expostas no blog a serem discutidas na vida real".

Tenho ouvido de tudo! Desde estar a dançar num bar e um amigo se aproximar, para falar comigo sobre o facto de eu não ter percebido bem o conceito da mulher pivot (coisa sobre a qual nunca tínhamos falado, mas que eu referi neste blog); Até receber telefonemas de amigos, muito preocupados com o facto de eu estar aqui a passar a ideia de ser uma mulher azeda e triste, coisas que eles (e ainda bem) acham que eu não sou; Até ser apresentada a um amigo de outra ilustre autora, que por acaso já conhecia os meus textos e que ficou muito surpreendido pelo meu aspecto real não coincidir com o que ele esperava (vá-se lá saber porquê e segundo as suas palavras, ele imaginava-me "um armário, tipo muito gorda e mal arranjada"); etc.

De repente, o blog começou a afectar mais a minha vida, do que a minha vida o blog! Isto deve querer dizer duas coisas:

Primeiro, os meus textos não deixam transparecer quem eu realmente sou. O que não me afecta muito, uma vez que a ideia deste blog é discutir questões polémicas e generalistas dentro de um determinado tema e eu tenho o meu próprio blog pessoal para tratar de outros assuntos.

Segundo, parece que as pessoas estão mesmo a levar a sério o que por aqui se escreve. Ficam a pensar sobre o assunto e tudo! Nada mau! Qualquer dia ainda cumpro o meu sonho de transformar trogloditas em homens sensíveis e educados!

Tsetse



TNT @ 12:26

Sab, 02/12/06

Acabo de ver um anúncio de um serviço de televisão por cabo e fiquei com náuseas. É um tipo que chega a casa e encontra uma carta da mulher a comunicar que se foi embora porque ele não se chegou à frente com €15,50 de mensalidade para ela poder assistir à diversidade de canais oferecida pela companhia.

Bom... Após recuperação do choque inicial verifico com tristeza que esta pode ser uma realidade instituída no nosso país.

Deixar um gajo agarrado à roupa para lavar, não me parece nada mal. Mas se tivermos de sair de casa que seja por motivos mais nobres. Sei lá... conhecermos um tipo que é uma bomba na cama, ou um que nos leve para um paraíso no Índico, ou que nos venere como merecemos. Agora por causa da TV Cabo??

Meninas, valorizem-se. Que enquanto não se valorizarem, continuaremos a ter esta política de achincalhamento que com certeza não vão querer passar às vossas filhas.

Se tivermos que nos vender, acho que o mínimo exigido é uma penthouse na Quinta Avenida e vários tipos para nos concederem os mais raros desejos!

Hum... nada mau, hein?

TNT


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