TNT @ 11:40

Ter, 28/11/06

Em conversa com um “amiguinho” pergunta retoricamente como é que uma mulher mantém um homem em casa com ela. Eu com ar de pontos de interrogação, digo que sei lá, que nunca me tinha ocorrido. Ao que ele me transmite uma técnica milenar, aparentemente muito usada ainda nos dias de hoje: fazer beicinho, choramingar um pouco e mendigar afectos.

 

Eu nem acredito!!

 

Que estas “técnicas” funcionem com os homens, é mais que normal, agora que as mulheres as utilizem, é que me faz passar da cabeça!

Ou eu tenho tido muita sorte e os meus mais-que-tudo quando estão ali comigo não se querem pôr a andar, ou então utilizo outras “técnicas” bem mais divertidas! Para mim e para eles, claro... Que eu, sou uma rapariga que gosta de partilhar!

 

A questão é que nunca me tinha passado pela cabeça fazer beicinho e muito menos mendigar afectos. Nem sei como é que isso se faz!

 

Mulheres portuguesas: não nos façam isto! Não nos façam regredir séculos! Eles têm de estar connosco porque somos óptimas, fantásticas, deslumbrantes e irresístiveis. Não porque somos vítimas, choramingonas e artistas do fingimento.

 

Fingir é só em algumas ocasiões e é com quem merece mesmo muito...

TNT




TNT @ 00:02

Sex, 24/11/06

Após ter ido pela segunda vez à Gathering Party, começo a pensar se pelo facto de termos um certo tipo de fixação/gosto/preferência/inclinação/fetiche, enfim, o que lhe queiramos chamar, precisamos de entrar em grupos específicos, frequentar determinados locais ou pertencermos a “tribos”.

Pelo que me diz respeito, não sou muito de rebanhos. Gosto pouco de grupos, excursões e caravanas.

Mas vamos supor que acho graça a algum “fetiche”. A verdade é que a maior parte dos homens ditos normais, não compreende estas coisas.

Ficam logo receosos, de pé atrás, a achar que somos umas loucas, e que a qualquer momento vai sair um tipo vestido de batman do armário e tirar-lhes as virtudes. Se calhar é porque não se sentem completamente confortáveis com a sua própria sexualidade. Ou se calhar é porque são muito mais retrógados do que nós mulheres.

Para as mulheres declararem as suas inclinações têm de ser muito cautelosas, terem pézinhos de lã, porque não dá para espantar a caça assim logo de chofre!

Porque, por mais interessantes e modernaças que as pessoas sejam no seu dia-a-dia, vão ver que depois na parte íntima da questão, vem ao de cima o conservadorismo e todas aquelas tangas que foram apreendendo ao longo da vida.

“... Nah... esta não é mulher pra mim... mulher minha tem de se comportar e ser uma senhora...Sempre!!!...”

Eu já sei que os caros leitores me vão contestar, mas a verdade é que isto acontece muitas mais vezes do que as que desejaríamos. Como dizia o outro: “Believe me... I know.”

TNT



convidado @ 11:59

Qui, 23/11/06

Vamos supor a seguinte situação, que por acaso (e só por acaso) não é verdadeira: imaginemos que eu fui traída, terminei a relação, mas agora e dado o arrependimento sincero do meu companheiro, decidi voltar. Faço as malas, coloco a toilette mais sexy que encontrar, e lá vou eu.
Chego, dou uns amassos no moçoilo, vivo uma segunda lua de mel, até que estou assim sem nada para fazer e me ponho a pensar: Ora bem, agora que estou de novo nesta relação, com o mesmo tipo que não pensou duas vezes antes me trair, como vai ser? Conseguirei realmente confiar nele? Se o palerma me traiu uma vez, não será porque ele acha que essa é uma alternativa possível? Não estará na base dos seus princípios morais? Será que, da próxima vez que ele estiver a apanhar seca e com crises emocionais, não achará normal encontrar uma alternativa divertida?
Outra questão: será que poderei respeitá-lo para todo o sempre? É que não abona nada a seu favor, ter traído uma pessoa como eu!
Depois, já me estou a imaginar num momento difícil, a dizer coisas como:
"Ai não queres que eu vá jantar com o meu amigo? E então porquê? Achas que sou da tua laia e que te vou trair só porque sim?" ou... "Oh meu menino! É melhor ser viciada em compras do que andar por aí, a trair a confiança de quem gosta de mim". Coisas desagradáveis, com certeza, mas que nos saem nos momentos de maior irritação.

Por isso, a minha questão é: será possível construir uma relação saudável, com respeito e igualdade, depois do perdão? Parece-me difícil. Porque perdoar não é esquecer.

É por estas e por outras, que a maior parte das pessoas opta por mentir. Negar tudo até ao fim. E, sinceramente, não me parece nada má escolha.

Bee



TNT @ 23:06

Seg, 20/11/06

Não sei se esta é uma questão que já assolou o corpo e almas dos caros leitores, mas a mim baralha-me de quando em vez.

A hora do Sexo...

Há quem seja mais matinal, que goste logo de manhãzinha ou tardezinha, conforme a hora de acordar. Tem de ver com os sentidos, acordar ali logo com aquela actividade toda e começar a despertar com sexo em vez do despertador, temos de convir que é uma ideia assaz agradável. Tem as suas desvantagens... Há quem tenha um acordar mais rabugento, mais prolongado ou que não se sinta à vontade com o look matutino.

Há quem goste lá mais para a noite. Quando já se cumpriram as obrigações todas e não há mais stresses ou preocupações. Estamos livres para o que der e vier. Estamos com o look perfeito e depois de um banhinho tomado é um vê se te avias! Tem as suas desvantagens... Há quem se sinta muito cansado e não tenha um grande rendimento, gozo ou actividade.

E aqueles que gostam ali mesmo no meio da noite, madrugada fora, que uma pessoa nem percebe muito bem se está a sonhar ou se a coisa está mesmo a acontecer? Há de tudo para todas as horas!

O ideal mesmo, é conseguirmos que os nossos mais-que-tudo gostem ao mesmo tempo que nós.

Senão corremos o risco de entrarmos no sistema de mulher-a-dias / guarda-nocturno e quando dermos por ela, temos um profissional de outra área e com outro horário, a substituir-nos em part-time!

Waky, waky! Está na hora de acordar!

TNT



tsetse @ 23:46

Dom, 19/11/06

Já vários amigos me falaram de um efeito que eu desconhecia, a que eles chamam de mulher pivot. Ou seja, uma amiga muito vistosa que eles levam a passear, para atrair outras mulheres. Sinceramente, não me recordo de sentir mais atraída por um homem, por causa da sua companhia bonita ou espampanantes.

Pelo contrário, lembro-me de achar mais graça a certos rapazes que andavam com raparigas fisicamente abaixo do que se podia esperar ou com um ar simpático. Quer dizer que são pessoas inteligentes que procuram mais do que apenas um palminho de cara.

Outro efeito que já senti, foi o efeito negativo das "cabras". Homens que achava interessantes e que, de repente, desceram na minha consideração por andarem com uma cabra. Este efeito é uma mistura de desilusão com o mau gosto da dita pessoa, com uma espécie de nojo físico difícil de descrever.

Ou seja, a mulher com quem andas hoje pode ter efeito em quem vais andar a seguir. Só ainda não consegui definir bem o padrão.

Tsetse



TNT @ 11:34

Sex, 17/11/06

Não sou grande coisa a ler sinais.

Aliás, nem tenho carta de condução.

Mas suponho que a interpretação errada de sinais não seja uma característica só minha!

Em teenager tive uma primeira experiência de equívocos de mensagens. Um rapaz (com quem vim a privar mais tarde) no meio de uma festa, decidiu declarar-se. Respondi, “eh pá... mas não é comigo! Tu devias era gostar da Rita, e não de mim”. Enfim, basicamente toda a escola sabia que o dito rapaz estava interessado em mim, à excepção da minha pessoa. A coisa lá se resolveu e ainda durou uns anitos. Nada de grave, portanto...

Mas à medida que os anos passam, os sinais vão ganhando mais importância e fazem parte de um jogo permanente. As coisas deixam de ser tão simples e temos realmente de lhes prestar atenção e interpretá-los correctamente, para evitarmos situações dúbias e equívocas.

Mas quando não se tem jeito para este tipo de actividade, não há nada a fazer! É que as pessoas dizem não, quando querem dizer sim, dizem sim a gozar, quando querem dizer logo se vê, dizem talvez quando querem dizer nem pensar e dizem nem pensar quando na verdade não querem outra coisa.

Meus amigos, estou um bocadinho farta destas coisas!

E quando não atendem o telefone, não respondem às mensagens? Tudo faria prever que não existe interesse. Pois é... lamento informar mas a coisa não é assim tão linear. Mesmo quando estas coisas acontecem e nós pensamos que o melhor é não pensarmos mais nisso, riscar da lista e partir para outra, eis senão quando, fazem-nos surpresas avassaladoras.

Acredito que haja quem goste destas coisas (há gente para tudo!) mas também acredito que tudo seria muito mais simples se houvesse um livrinho de interpretação dos códigos. Não haveria equívocos, perdas de tempo nem facadinhas.

Quem tiver jeito, avance e escreva um manual dos sinais. Será garantidamente um best-seller!

TNT



TNT @ 00:48

Qua, 15/11/06

A tecnologia é uma coisa espantosa que não pára de me surpreender. Os conservadores receiam-na, os geeks idolatram-na. Depois há o resto dos mortais que a aproveitam.

Dantes só podíamos fazer sexo telefónico. Ficávamos com os ombros deslocados de estar a prender o auscultador que depois acabava por escorregar com a transpiração no pescoço e aquilo tudo. E eis que inventaram o sistema alta voz. Foi uma lufada de ar fresco, uma outra liberdade de movimentos. Estes tecnólogos, sempre a pensarem nas necessidades do consumidor. Aos senhores que disponibilizaram o alta voz, os nossos agradecimentos.

E o maravilhoso mundo SMS? E MMS? As coisas que podemos enviar e receber enquanto estamos nas reuniões de trabalho? Tudo isto veio dar uma nova alegria aos dias cinzentos do mundo empresarial.

E finalmente a Internet. Oh, o Messenger... Havia tanto para falar sobre o messenger... Tem a vantagem do multitasking. O que permite um leque imenso de escolhas, é só uma questão de imaginação. E isso não nos falta!

Quem ainda não experimentou, arrisque. É fácil, seguro, maroto e nas alturas certas, dá imeeeenso prazer!

Dizem que a tecnologia afasta as pessoas. Pensando bem, nem por isso...

TNT



tsetse @ 23:13

Seg, 13/11/06

Há uma série de situações hipotéticas que tememos defrontar numa relação. Aquelas coisas embaraçosas de que temos medo, por não sabermos como reagir. Uma espécie de limbo, entre o "nem pensar, desampara a loja" e o "gosto tanto de ti, que até aceito isto". Aqui vai a lista dos meus receios:
- e se me calha um que faça chichi na cama e se recuse a usar fraldas?
- e se o tipo me aparece agarrado a um urso de peluche, para dormir?
- e se ele for daqueles que gostam de se vestir de mulher e me aparecer com um soutien vestido?
- e se ele gostar de sofrer e me pedir vergastadas e saltos de agulha espetados nas costas?

Pois é, não sei com reagiria. Mas desconfio que perderia o respeito pela criatura. E podemos amar quem não respeitamos?

Tsetse

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TNT @ 20:26

Dom, 12/11/06

Sempre tive tendência para homens G. Desde que me lembro, todos os homens a quem achei piada pertenciam a este grupo. Num armazém cheio de homens havendo apenas um G eu aponto e escolho-o. É limpinho!

Obviamente, a coisa acaba por não correr muito bem! É que o G é de Galdério!

Confesso que me intriga um bocadinho este fenómeno de nos sentirmos sempre atraídos por um tipo de pessoa. E repetirmos como se não tivéssemos aprendido nada.

Tenho um amigo que só se apaixona pelas mulheres mais cabras à face da terra. Outro que se sente irremediavelmente atraído por mulheres chatas até à medula, daquelas mesmo maçadoras que dão sono. Outra, que apesar de ser queque, procura sempre ali uns rapazinhos meio bloco, meio campismo, meio festivaleiro. Outra adora-os loucos. Mas clinicamente loucos, daqueles com atestado e tudo.

Mas afinal o que é se passa connosco que não conseguimos alinhar esta coisa da direcção? Porque é que vamos sempre para o mesmo lado? Porque é que insistimos em meter-nos em relações que sabemos à partida que vão dar confusão? Podemos prever como e porquê só não sabemos é quando.

E o pior de tudo é que nem posso dizer que estou farta de G’s. O que é que eu hei-de fazer? Acho-lhes graça...

TNT



TNT @ 15:35

Sex, 10/11/06

Não deve ser propriamente uma grande surpresa para os caríssimos leitores, mas nunca fui casada. Fui apenas vivente.

Acredito profundamente que o casamento deve ser para sempre, daí ser melhor não me meter nesses filmes. Sou mais pelas curtas-metragens...

Vivi acompanhada durante uns anos e quando me vêm com a conversa que é a mesma coisa, sou obrigada a discordar. Quando somos viventes têm-se as mesmas experiências de um casamento, é verdade. Mas quando chega a hora da separação, é tudo completamente diferente. Digamos que é mais light. Mais rápido. Mais indolor. 

Claro que quando a relação mete crianças, o caso deve mudar de figura. Mas de momento falo apenas das relações entre as duas pessoas envolvidas. (como devem calcular, não tenho crias...)

Na separação dou cinco minutos por cada ano de vivência. Um anito, cinco minutos, dois anitos, 10 minutos e assim sucessivamente. Se tivermos a mala semi-feita então, ainda poupamos um ano ou dois na hora da separação.

As relações e as coisas boas devem durar o mais possível. As separações e outras coisas menos agradáveis devem passar num ápice. E aqui é que reside a grande diferença entre o casar e o viver. Se formos casados, ainda temos de levar com a papelada do divórcio, advogados, conservatórias, filas, carimbos, senhas, selos... Se formos viventes, é só pegarmos nas nossas coisinhas e pormo-nos a andar. Simples, certo?

TNT


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