tsetse @ 01:34

Qua, 31/05/06

Por muito estranho que vos pareça, ainda me lembro do cheiro do rapazito que fez o meu coração tremer pela primeira vez. Lembro-me de ir à casa de banho, cheirar o sabonete anti-borbulhas da minha irmã (sim, era a isso que ele cheirava...), na esperança de o sentir. E a verdade é que sentia mesmo!

Lembro-me também de outros cheiros marcantes: o perfume da minha primeira grande paixão; o aroma das rosas que aquele alguém especial me ofereceu; o cheiro a água do mar no corpo daquele outro e tal; etc...

A verdade é que, para mim, o cheiro é algo essencial e especial. E que nem sempre me é favorável. Pois também houve aquela outra vez em que fui obrigada a pedir a uma certa pessoa que fosse limpar a cara, pois não aguentava o cheiro a gordura da sua pele. (O que, como até gostava muito da pessoa, foi sem dúvida uma experiência confrangedora.)

Por isso, o meu conselho a todos os amigos e amigas é que invistam no banhinho, no perfume certo, nos tratamentos de pele e nas prendas cheirosas.
Já que alguém nos vai lembrar pelo cheiro, que seja uma boa lembrança...

Tsetse


mariaso @ 16:59

Ter, 30/05/06

Já farta de dar a volta ao miolo achei que, provavelmente, o melhor seria desabafar convosco as minhas sórdidas raivas de automobilista. É que, não há dia que passe sem: reencarnar o espírito de um camionista, uma paragem cardíaca, um ataque de nervos, uns valentes gritos ou mesmo uma conversão tipo, “mas porquê, meus Deus, porquê?”. Ora, os motivos para esta precoce loucura são os génios que, sei lá porquê, abundam nas estradas portuguesas e, não querendo estereotipar, a verdade é que se temos amor à vida, taxistas, mulheres e homens de chapéu são alvos a evitar. Mas há mais, há muitos mais!
 
- O que desconhece em absoluto a utilidade dos piscas;
 
- Aquele imbecil que anda na faixa da esquerda com a descontracção típica dos domingueiros (outra subespécie);
 
- Os que se topa à légua que vão ao telemóvel, já que o carro segue aos ziguezagues;
 
- O “ofendido” que depois de ultrapassado acelera como se não houvesse amanhã;
 
- O indeciso que ainda não decidiu qual é a faixa que mais lhe convém;
 
- A besta que, porque não sabe conduzir, vive para insultar os outros;
 
- Os daltónicos (só pode…) que só arrancam quando o sinal já está no laranja;
 
- O tipo que tem a mania que é tão grande, mas tão grande, que precisa das duas faixas;
 
- A personagem que, talvez movida por um qualquer desvio sexual, necessita de “cheirar cus”;
 
- E por aí fora… até à exaustão…
 
Portanto, não se admirem se me encontrarem toda descabelada por ter acabado de encontrar tudo isto, e mais qualquer coisita, num só sítio, a fantástica e insubstituível IC19!!!
Mariaso
PS: Quando virem uma mulher gesticular, falar sozinha ou mesmo gritar dentro de uma carro, é sinal de que está à beira de um ataque de nervos! Logo, senhores, por favor, não dificultem… vá lá… deixem passar…
 


mariaso @ 19:44

Sab, 27/05/06

Segundo a opinião da maioria, há coisas que, definitivamente, não ficam bem aos homens. Coisas básicas como, por exemplo a “unha de serviço”, essa “maravilha” que até aos cães mete nojo! Ó senhores, será assim tão difícil perceber que unhas com mais de 2 milímetros já não são unhas, são garras?

Ainda nas mãos dos lordes, quem é que pode dizer, com orgulho, que gosta de ver um “cachucho” pendurado nos dedos de um gajo (sim, porque os que usam estes anéis com pedra só podem ser gajos!)?

Fitas, ganchos e outras tretas dessas, só ficam bem em mulheres (e, mesmo assim, não é para qualquer uma…) e, em raras excepções em futebolistas, onde até se compreende pois, se já em condições normais é difícil acertar na bola imaginem com o cabelo nos olhos!

A corrente ao peito que, orgulhosamente, espreita por entre uma camisa excessivamente aberta. E, pior, é que rara é a vez que a cruz de ouro não se faz acompanhar de um espampanante tufo de pêlos…

E, por agora, não me lembro de mais nenhum… mas que eles existem, existem!

Mariaso



convidado @ 11:23

Sex, 26/05/06

Sempre que surge esta pergunta, metade do mulherio responde: "Oh, Sim! Quanto maior, melhor", enquanto a outra metade diz: "Não! O que interessa é o que se faz com ele".
 
Meus amigos, aqui vai a minha opinião sobre o assunto:
 
Claro que o que se faz com o que se tem, interessa! (É preciso jeitinho para a coisa... dar uma ajudinha à natureza... E treinar! Treinar muito!)
 
Mas, se a comparação for feita entre dois indivíduos com as mesmas capacidades, claro que prefiro o maior. (Sim, aceitem... é mesmo melhor!)
 
De qualquer forma, a experiência ensinou-me que, em média, quantos mais atributos físicos um homem tem (e isso também inclui a beleza do resto do corpo), menos vontade tem de se esforçar. (A verdade é que não precisa... as meninas caem a seus pés de qualquer forma).
 
Em relação a todas as mulheres que dizem que "o tamanho não interessa", gostava de lhes perguntar: o que fariam se deparassem com um exemplar de 3 cm? Eu cá não tenho vergonha de admitir: apanhava um susto! (Teria que ser mesmo "true love", para eu ultrapassar o trauma...)
 
E agora, os meus amigos mais desprovidos perguntam: Então se eu nasci assim, o que posso fazer?
Pois podem fazer muita coisa! A começar por ler o kamasutra, onde explicam as melhores posições para cada tamanho. Depois, esforcem-se mais! E, arranjem alternativas! (É a lei da sobrevivência...)
 
Bee

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TNT @ 00:12

Qua, 24/05/06

Não sou propriamente a pessoa mais romântica que conheço, deve faltar-me esse gene. Nunca me lembro das datas ditas importantes, quando tudo começou, quando começamos a trocar olhares, onde demos os primeiros beijos... "and soi on". Nunca sei nada dessas coisas e benditos lembretes telefónicos para me alertarem para as datas de aniversários, senão nem isso!

Recebo uma sms proveniente de um paraíso, no meio do oceano plantado. Ok... Começou o enigma: o que responder? Escrevo uma frase... Hum... não me parece. A maioria das mulheres teriam 50 maneiras diferentes de responder ao desafio. Eu fico ali uma hora às voltas para não parecer demasiado distante apesar dos milhares de quilómetros que nos separam.

O que é preciso fazer para, pelo menos, soar romântico? Ou, se não romântico, vá lá, próximo? É que nem todas as mulheres são lamechas, mas o pior é que isso é sempre esperável de nós. Pensam sempre que andamos a pensar em flores, borboletas e passarinhos. Flores ainda vá! Concedo... Agora lepidópteros? E com a gripe das aves a aproximar-se, passarinhos não será a coisa mais inteligente a pensar! Só se forem no prato...

O que sonhamos, como gostaríamos que fosse, o ideal encantado e o que realmente conseguimos fazer, são dimensões longínquas numa galáxia far, far away. Fico abismada com a capacidade de alguns homens para o romantismo. Será do amor? Mas também eu conheço o amor. Acho que o que não conheço são as palavras do dito cujo.

Será que o amor nos inspira? Ou será que nos torna ainda mais pragmáticos?

Vou mais para o pragmatismo. Mas não me importava de experimentar o romantismo durante um dia. Ou meio dia, pronto...

TNT



convidado @ 14:05

Seg, 22/05/06

Depois de vários namorados e várias confidências femininas, decidi resumir os tipos de homens que andam por aí.
Aqui vai:

Os Atletas
Aqueles que pensam que estão no ginásio a fazer exercício e que nunca ouviram falar de sensualidade.

Os Tímidos
Aqueles que têm tanto medo de errar, que não passam da posição de missionário.

Mr. Zapping
Aqueles que tentam percorrer todas as posições numa só noite, não se mantendo na mesma por mais de 10 segundos.

Os Speedy Gonzalez
Aqueles que, por muito que se esforcem, nunca passam da rapidinha.

Os que não saem de cima
Aqueles que têm o dom de nos tiram o ar, mas não por desejo.

Os Desajeitados
Aqueles que marram e marram, mas nunca acertam no sítio.

As Lesmas
Aqueles que nunca mais acabam e que desafiam o nosso sono.

Os Gatos das Botas Altas
Aqueles muito queridos que desatam a lambuzar a mulher por todo o lado, na esperança de fazer algo de jeito.

Os Cachorros Quentes
Aqueles quentes na cama, mas cachorros no resto do tempo.

E, para dar mais graça à vida:

Os Ideais
Aqueles seres sensuais que nos levam às nuvens, dentro e fora da cama.

Bee



TNT @ 01:24

Sex, 19/05/06

Há uns anos atrás vi um filme com o Mel Gibson e a Helen Hunt,  “What women want”. Era a história de um publicitário que competia para assumir a direcção criativa da agência e que por manhas do destino teve a sorte ou o azar de conseguir ouvir os pensamentos das mulheres durante uns tempos. Acaba por se apaixonar pela adversária, blá, blá, blá....

O Mel Gibson pôde compreender o que é que as mulheres querem. Mas e os homens? Serão mesmo tão superficiais como nós pensamos? Será mesmo possível? Será que o que querem é futebol, carros, copos e mulheres? (não podemos esquecer os gadgets mas isto acho que não é para todos...)

E ao quererem estas coisas é perfeitamente perceptível que queiram tirar o que de melhor/maior elas possam oferecer, ou seja, querem que o seu clube seja o melhor, com mais vitórias e melhores jogadores. Querem os melhores carros com as melhores performances e que estejam sempre afinados e a dar o maior rendimento. Querem as melhores cervejas e mais geladas e experimentam todas as marcas que o mercado lança mensalmente. E das mulheres? O que é que os homens querem das mulheres?

Se nos puserem ao mesmo nível das outras coisas, vão querer a melhor performance, o maior rendimento e a melhor temperatura.

Hum... Não me parece! Se tivermos melhor performance, vão sentir-se ameaçados. Se tivermos mais rendimento, vão sentir-se ameaçados. Se tivermos a melhor temperatura, vão sentir-se ameaçados.

Isto porque os homens se sentem muito inseguros em relação à sua afirmação social, sexual e profissional. Nenhum homem consegue digerir uma mulher que seja melhor do que ele a trabalhar, que ganhe mais e que ainda por cima seja uma brasa! Vai tudo por ali abaixo! Literalmente....

Por isso pergunto.... O que é que os homens querem das mulheres?

TNT



convidado @ 00:08

Qui, 18/05/06

A masculinização do cérebro dá-se ainda durante o desenvolvimento embrionário. Naturalmente, todos sabemos que o que define o sexo é a presença do cromossoma Y, no entanto isso, às vezes, parece não ser suficiente. Na realidade os indivíduos do sexo masculino possuem circuitos nervosos típicos do seu género (wathever that means). A formação destes circuitos tipicamente masculinos ocorre por acção de hormonas (mais precisamente, o estradiol, uma hormona feminina. Roam-se... hihi hi). Pode-se dizer, então, que na nossa formação de base somos todos fémeas, e só mais tarde se dá a masculinização (o mesmo acontece com os órgãos sexuais, que se formam a partir da mesma estrutura).

Dada a explicação neurobiológica necessária, vamos ao que interessa. Isto parece não ser suficiente para fazer um macho!

Pois é, meus caros, não basta tê-los, há que os ter no sítio; não basta usá-los, há que usá-los com gosto e sabedoria. A saber, o macho que não chora com o amigo, que não lava a loiça e não passa a ferro, que não vai ao supermercado ou à loja de conveniência comprar tampões à namorada, que não muda a fralda e não se levanta durante a noite para dar biberon, que não usa preservativo porque é coisa de maricas e nunca recebeu “queixas”, já era!! Actualizem-se, façam um “upgrade”... é que as mulheres já o fizeram e não gostam de trogloditas de uso doméstico, que não servem para nada.

As mulheres aprenderam a mudar o óleo do carro, conduzem a máquina lá de casa (e não precisam de provar nada a ninguém na ponte Vasco da Gama, ao sábado à noite), gostam de futebol (não pelas mesmas razões, é claro!), bebem cerveja (não me consigo lembrar de mais coisas tipicamente masculinas...), conquistaram a independência, são seguras, inteligentes, lutadoras e querem Homens, não machos!

Queremos um homem... (ok, ok, algumas querem vários) que caminhe ao nosso lado, que não tenha medo de chorar e de mostrar o que sente, que não meça o seu desempenho em quantidade, que seja suficientemente seguro  para não ferir o seu orgulho masculino por colaborar nas tarefas domésticas, e que entendam, de uma vez por todas que NÃO GOSTAMOS DE MACHÕES!

E não é um pedido, entenda-se... 

Betty Boob



TNT @ 00:05

Qua, 17/05/06

A rapidinha é muito interessante...
Gosto do conceito, pronto!... Soa a despreocupação, marotice, descontracção,  boa onda e cumplicidade.

Porém, a rapidinha só faz sentido se for inesperada, ou seja, em circunstâncias menos ortodoxas. Sei lá... Vamos no elevador muito descansadinhas e eis que senão quando... truca! É mesmo ali! Ou estamos a cozinhar, muito criativas e animadas e... truca! Ou a ver televisão, uma futebolada por exemplo, e... truca! Até as vitórias do Glorioso sabem melhor!

A satisfação da mulher depende de muitos factores, sendo o principal, a atenção que nos é dedicada ao longo do dia. (ver post Preliminares...)
A partir daí, a rapidinha é muitíssimo bem-vinda e nas alturas certas, pode até equivaler a uma noite de sexo louco, daquelas que dão um andar novo!

E se os rapazes não tiverem jeito para o sexo e se se preocuparem com isso, o melhor então será optar por ter jeito para escolher o momento ideal para a rapidinha. O que também não deixa de ser uma arte a explorar!

Acreditem... a surpresa da rapidinha, compensa muitas vezes a falta de jeito!

TNT

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tsetse @ 00:12

Ter, 16/05/06

Tendo estudado e trabalhado em vários ambientes maioritariamente masculinos (fui, por exemplo, a única rapariga da turma do 10º ao 12º ano), sempre me habituei a ouvir as conversas masculinas. O homem com mais "gajas" é o mais venerado; o que diz "asneiras grossas" é respeitado; o machista chauvinista é tolerado (por vezes até admirado) e tudo vale na arte do provar que o sexo masculino é superior.

Obviamente que nunca concordei com esta última parte. Mas, em todas as discussões, acabava por ouvir: "ah e tal, porque nem as mulheres se suportam", "ah, pois, porque as mulheres nem gostam de trabalhar umas com as outras" ou, e para mim a pior de todas, "porque as mulheres até se traem umas às outras".
Então, antes de mais, tenho umas coisas a esclarecer sobre este assunto:
1. Sim, já conheci mulheres insuportáveis mas também já conheci mulheres muito interessantes. Tal como no universo masculino.
2. Para mim, é tão mau ver um grupo de mulheres histéricas à volta de uma mala nova, como é ver um grupo de homens a babarem-se à volta de umas imagens porno. (Lá porque a causa é diferente, não quer dizer que seja menos fútil...)
3. É verdade que há mulheres que traem as amigas mas, ao contrário do que os homens pensam, não é a maioria. Até posso dizer que, ver uma amiga trair a minha confiança, só aconteceu uma vez, mas ter que aturar amigos de namorados a atirarem-se descaradamente, já aconteceu mais vezes. Até conheço mais homens que tiveram casos com namoradas de amigos, do que o contrário.
4. Há mulheres que, no seu desespero de agradar aos homens, concordam com estas teorias, o que só prejudica a nossa imagem.

Depois, vêm outras pérolas...
Que um homem diga que teve vários casos, só o favorece. Mas, se uma mulher se orgulha de ter tido várias experiências, o caso muda de figura. Para a maioria, o primeiro é um garanhão e a segunda, uma maluca.

Agora, pergunto eu: porque é que há esta diferença de tolerância em histórias tão idênticas? Pois, só me pode parecer que é por causa de preconceitos criados por uma sociedade patriarcal (provavelmente, provenientes da época em que os homens pensavam que dominavam o mundo). E nós, mulheres, só temos é que ser as primeiras a não aceitar estes disparates, a começar pela educação dos nossos filhos.

Somos diferentes, sim. Mas não piores.

E vivam as mulheres que têm histórias interessantes para me contar!

Tsetse


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