TNT @ 00:18

Seg, 14/08/06

Fazem observações recorrentes dos meus comportamentos, barra, atitudes, barra, feitio, barra, whatever...

Que sou insensível, que sou directa, que sou bruta, que não percebo nada de sentimentos e tal e tal...

É um facto que não sou lamechas, que me rio em filmes pategos para chorar, que me dão seca os dramas da tanga, que não tenho pachorra para queixas, queixinhas e queixumes, que não me derreto com bebés, que prefiro tectos de hotéis de luxo a paisagens idílicas, que gosto de guitarras a rasgar ao invés de sons maçadores de elevador, que prefiro o monóxido de carbono das grandes cidades ao ar puro e silêncio telúricos que, confesso, me causam um stress desgraçado. Larguem-me com um passaporte e um cartão de crédito na cidade mais complicada do mundo e eu safo-me bem. Deixem-me junto a uma trepadeira na Estufa Fria com um GPS e eu entro em pânico... Confesso! É verdade! Mea culpa!

Mas será assim tão condenável não chorar com palermices? Será heréctico não ter instinto materno? Será assim tão grave ficar com urticária só de pensar no (meu) casamento? Será assim tão fútil gostar mais de betão do que de relva?

Nasci no século XX, vivo no século XXI. Não tenho pachorra, barra, tempo, barra, paciência, barra, whatever para estar com quem não gosto, para aturar quem não quero, para conviver com quem me dá sono. Por isso, so long suckers!

TNT


sus @ 00:13

Qua, 16/08/06

 

NÃO


TNT @ 17:04

Sex, 18/08/06

 

Obrigada pela compreensão!

Corto M @ 22:20

Qui, 17/08/06

 

é por isso que és a minha bloguista preferida :-)


TNT @ 17:05

Sex, 18/08/06

 

Obrigada pelo apoio! É tão difícil ser emocionalmente incorrecta nos dias que correm...

O incompatível @ 08:15

Ter, 12/09/06

 

Apesar da advertência para o carácter eventualmente susceptível do blog (e eu sou susceptível) não evitei calcorrerar o site , pela primeira vez, de lés a lés. Confesso... estou impressionado! Também com algumas dúvidas....
Sempre foste assim ou foi um desgosto amoroso que te tornou tão insensível, tão terrena, tão animal?
Foi a partir desse desgosto que deixaste de acreditar na possibilidade de amor eterno? Quando partes para uma relação partindo da permissa que não vais ficar com aquela pessoa para sempre consegues, ainda assim, sentir-te apaixonada (com tudo o que tem de bom esse estado de espírito)? Terminou a era em que uma pessoa a dada altura olha para o parceiro e pensa ou diz: "Era capaz de ficar contigo para sempre".Quando escreves que nasceste no séc. XX e vives no XXI significa isso que todas as pessoas que partilham o teu estado temporal tendem a ser naturalmente insensíveis, por força das circunstâncias que nos envolvem? Será que para ti, uma pessoa emocionar-se ao ver um bebé, chorar ao ver um filme é uma epifania.... nos dias de hoje? E a propósito da vida em comum, da partilha de um mesmo espaço.... já viveste com alguém? A única coisa que retiras dessa vivência é a "unhaca" a roçar no teu tornozelo, os pêlos na banheira e as inutilidades amontoadas em sacos de supermercado?
Calculo que seja eficaz apresentares-te assim ao mundo. Acredito que o teu ego não passe "fome". Deve, concerteza, despertar o interesse dos outros, nomeadamente do sexo oposto. É "cool", não?
Imagino-te bonita, atraente e seguramente inteligente. Daquelas pessoas capazes de me cativar ao primeiro contacto. Antes ainda de te dares a conhecer em toda a tua plenitude. Por isso pedia-te que me respondesses a esta pergunta - és mulher para que idade? Pelo menos quantas décadas de existência? Pelo sim pelo não....
É que continuo acreditar no "amor eterno", a aceitar as imperfeições do ser humano independentemente do género, a perdoar, a ter vontade de chorar por inúmeras razões, a não ter medo de me emocionar, a cultivar o sonho enquanto característica que diferencia o ser humano dos demais...


TNT @ 14:43

Sab, 16/09/06

 

Sou mocinha pra 3 décadas e picos de existência. No próximo dia 25 completo mais um anito.
Acredito no amor eterno.
Não acredito é no amor eterno a dois. Sorry...

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