TNT @ 18:28

Sex, 14/12/12

 

Isto está tudo ligado – já lá dizia o outro – é o sistema!

Há uns tempos – os das vacas gordas – os homens, do alto das suas crises de meia-idade, adquiriam um descapotável, uma loira escultural na casa dos vinte e começavam a fumar charuto. Não que tivessem mãozinhas para o bólide, nem para a loira, mas enfim. Isto tudo porque, como se sabe, só há sangue para uma cabeça de cada vez e com o passar dos anos, a contagem dos glóbulos vermelhos vai sendo mais escassa. “Ok, não o consigo levantar, mas pelo menos tenho um coupé vermelho e uma loira com metade da minha idade”. A parte do charuto é que era sempre mais complicada, porque exige algum savoir faire que não assiste a todos os patos bravos.

Ora com a crise económica, já não há orçamento para carros desportivos e muito menos para loiras de alta cilindrada. Mas um gajo tem de continuar a mostrar a todo o mundo a sua disfunção eréctil. E eis que surgem os aparelhos dentários. A ortodontia passou a ser a melhor amiga dos homens de meia-idade em tempos de crise.

Quantos de nós não encontrámos nos últimos tempos homens com idade para terem juízo com um sorriso metálico? Ele é nos bancos, nos elevadores das empresas, na garrafeira do El Corte Inglés ou a deixar os putos à porta dos colégios. De fato, gravata e aparelho nos dentes.

Oh meus senhores, poupem dinheiro e dores. Porque essa preocupação oral só atrapalha.

Um homem crescido com brackets tem a mesma credibilidade de um político que se diz honesto.
Quando um homem crescido mostra o seu sorriso metálico, na verdade, está a dizer que a pila dele já conheceu melhores dias.
E, desportivamente falando, um homem crescido com aparelho nos dentes tem ainda menos credibilidade que um treinador do Sporting.

 

Imagem retirada daqui




TNT @ 20:28

Qui, 05/07/12

Tom Cruise consegue romper com todos os dogmas normalmente atribuídos aos interesses manifestados pelas mulheres: é jeitoso, é famoso, é rico, é influente. É tudo isto e ainda assim não chega.

 

As suas incursões pelo universo feminino não são tão triunfantes como nos filmes. Se na película, Tom Cruise consegue arrancar alguns suspiros do público feminino, na vida real as coisas já não correm tão bem. A verdade é que os filmes duram apenas duas horas. Viver diariamente com um homem, por mais bonito e famoso que seja, é muito diferente.

 

Senão vejamos:

Mimi Rogers, primeira mulher de Cruise, dispensou os seus serviços matrimoniais, não sem antes o ter introduzido na Cientologia. Aquilo correu tão mal que a atriz acabou por se dedicar ao poker. Sempre lhe dava algum extra e chateava-se menos. Aplicou as lições de bluff aprendidas durante o casamento, que no poker se revelaram lucrativas.

A dama que se seguiu foi a lindíssima Nicole Kidman. Ainda aguentou uns tempos, mas assim que soube que tinha de ter filhos sem epidural e sem gritar durante um parto natural, por causa das exigências da Cientologia, achou por bem adotar duas criancinhas. Era um bocado demais exigir que ela, uma rapariga tão estreitinha, pudesse parir sem anestesia e sem pio. O desfecho foi de tal forma que ela, após ter posto o Cruise com dono, acabou por se envolver, e mais tarde casar, com Keith Urban. O desespero foi tal que preferiu um toxicodependente a um imbecil!

E eis que entra em cena a caliente Penelope Cruz. Sangue latino e dona do seu nariz, percebeu que aquilo não ia dar nada, mas aproveitou o que pôde para lançar a sua carreira em Hollywood. Assim que se viu bem na vida, fez uma pega de caras e espetou-lhe a bandarilha. A ele e às suas manias. Olé!

É então que Tom Cruise se perde de amores por uma mocinha de ar cândido e o mundo estremeceu com pena da pobre rapariga. Katie Holmes, que tinha um enorme fascínio por Cruise desde a adolescência, claro está, viu um sonho transformar-se em realidade. E nem abriu os olhos quando assistiu à aparição no programa da Oprah em que Cruise pulava de sofá em sofá, como um símio, anunciando ao mundo o seu amor por Katie Holmes.

“O Tom e eu vamos estar sempre na nossa fase de lua-de-mel.” – dizia Holmes. Ninguém a condenou por pensar assim. Afinal ela estava com o seu ídolo de meninice. E já toda a gente esteve apaixonada e bem se recorda dos disparates que se dizem nessas alturas.
Lá teve uma bebé, não se sabe se pariu de acordo com as regras da Cientologia – espero que não, coitada! – e fazia agora o seu papel de mulher de um dos mais famosos e poderosos atores do mundo. Acabaram por se recolher num rancho. No princípio, ainda pode ter tido piada, mas depois deve ter pensado: o que é que é que eu estou aqui a fazer, enfiada no meio das cabras e dos repolhos, com este lunático que pensa que a qualquer momento os ‘homenzinhos verdes’ nos vêm buscar?

E eis que a poucos dias do 50º aniversário do ator, a sua cândida amada pede o divórcio à laia de presente. E mais uma vez, Tom Cruise foi mandado à vida dele.

Há muitos homens que até gostavam de ter o sorriso do Tom Cruise, a sua fama, as motos, o dinheiro. Desenganem-se. Isso só não conta. É preciso ser homem. E, para Tom Cruise, isto de ser homem só no Top Gun.

 

Publicado no SAPO Mulher




tsetse @ 23:10

Seg, 26/03/12

Uma leitora enviou-nos a seguinte questão: "O que pode levar um homem a flirtar 2 meses e depois desaparecer, após a primeira noite juntos?". Fiquei a pensar no assunto e tentei organizar as hipóteses, segundo experiências que fui ouvindo ao longo da minha vida, temperadas com um pouco de imaginação e lógica, em tópicos:

 

1. Gosto

Esta é a mais óbvia, mas também a mais difícil de aceitar. Ele estava interessado na rapariga mas, após o contacto mais próximo, descobriu que não havia química, graça, pachorra, beleza, perfeição ou outro qualquer factor que ele valorize.

 

2. Timing

Ele até lhe acha graça, mas estão em fases distintas. Ele quer encontrar uma companheira dedicada, simpática, simples, para casar, ter filhos ou ter uma vida mais cómoda, mas encontrou uma pessoa que parece preferir festas, viagens e muita animação. (Claro que, normalmente, é mais ao contrário. Só dei este exemplo para ter mais graça.)

 

3. Arrependimento

O rapaz é comprometido, a relação está chata, ele está a tentar não morrer de tédio flirtando com outras pessoas, não consegue resistir a tanta beleza que anda pelo mundo fora, depois, olha para a namorada, que até é uma querida e muito dedicada, e arrepende-se. (Esta é a hipótese menos provável. Tipicamente, o homem só se "arrepende" ao fim de 10 ou 20 noites, quando a outra parece estar envolvida o suficiente para poder causar problemas.)

 

4. Medo

A rapariga parece areia a mais para a sua camioneta e ele prefere sair de cena, enquanto ainda faz boa figura. Ou passou por uma ou várias relações difíceis e tem medo de voltar a aproximar-se de alguém. Ou simplesmente tem medo de intimidade. (Outras hipóteses pouco prováveis. Mas é sempre bom imaginar que pode haver uma causa maior.)

 

5. Diversão

Ele não está interessado numa relação ou está à procura de uma princesa encantada linda de morrer e, enquanto espera, vai-se divertindo. Enrola-se só uma vez, para não ter que se aborrecer com a reacção e sentimentos da "divertida".

 

No fundo, a razão não interessa muito. Quando um homem gosta (e tirando os casos que envolvam filhos, muito dinheiro ou problemas mentais), ele vai atrás. Como já disse várias vezes, os homens são sempre mais básicos do que imaginamos. E qual é o interesse de estar com alguém que não gosta assim tanto de nós?

 

 

* ilustração de Roxy Lady




TNT @ 23:49

Seg, 26/12/11

O Natal é cada vez mais uma fonte de stress. As compras que se têm de fazer, os centros comerciais à pinha, o calor que não se aguenta no interior das lojas. E os gajos… Os gajos que andam por ali porque são obrigados pelas respectivas. Com um ar de sofrimento e de seca desgraçados e elas a perguntarem-lhes a opinião “O que achas deste cor de champagne para a minha irmã?” enquanto manuseiam um soutien entre os expositores de lingerie.

Eles, coitados, sem saber o que dizer, lá esboçam um ‘hum-hum’, enquanto uma gota de suor lhes escorre pela têmpora.

Minhas meninas e senhoras, os homens não sabem movimentar-se em lojas cheias de gente. Desconhecem por completo os códigos de desenvoltura por entre os charriots. Ficam firmes e hirtos nas áreas de lingerie – e não é no sentido desejado – num misto de excitação, vergonha e vontade de fugir.

Uma vez que os obrigaram a ir às compras de Natal para vos fazerem companhia, por favor, tenham pena das criaturas – e, já agora, das outras mulheres que andam nas compras – e liguem-lhes só na hora de carregar com os sacos quando forem fazer as trocas típicas desta quadra.

Vamos ajudar a criar um mundo melhor e livre de homens nas lojas!




TNT @ 17:19

Seg, 31/10/11

Tenho ouvido com muita frequência ‘sabes, já estou habituado/a a viver sozinho/a e agora não me apetece nada partilhar o meu espaço...

Após uma separação, quase toda a gente acha que vai morrer de desgosto e que a vida a sós é impossível de ser vivida. Depois, começa-se a apreciar aquele silêncio matinal. O domínio do remote control. O frigorífico com as coisas que realmente gostamos.

No que me diz respeito, garanto-vos que tenho uns hábitos muito dificeis de aturar.

Gosto de trabalhar à noite na cama, com o portátil nas pernas em equilíbrio enquanto fumo cigarros como se não houvesse amanhã. E se alguém me dissesse ‘ah e tal, vai fumar para a sala’ a coisa não ia correr bem. Tenho os comandos todos à minha volta, o cinzeiro com tampa na mesa de cabeceira, tv na parede em frente. Tenho três dígitos de sapatos. Quatro dígitos de livros. Gosto de silêncio quando estou para aí virada e detesto que me interrompam quando estou a trabalhar. E trabalho muito em casa. Gosto de música em altos berros. Gosto de falar ao telefone a altas horas com algumas pessoas, essencialmente sobre política. Sou viciada em jogos de computador e detesto que me digam’então, ainda falta muito?’ quando ainda me apetece ficar naquilo umas quantas horas. Gosto de dormir de janela aberta mesmo que esteja uma tempestade lá fora. Gosto da porta do quarto encostada e da porta da sala aberta. Sou obsessiva em relação a horários e detesto esperar. Qualquer atraso me tira do sério. Tenho embirrações várias em relação à partilha da casa de banho que nem vou enumerar. Gosto de dormir sozinha, salvo raras excepções (quando está muito frio, não é mau de todo ter quem nos aqueça os pés, certo?).

Ora, com tanta mania, não é possível partilhar espaços! Não dá para conceber que alguém nos venha perturbar as rotinas, os silêncios, os momentos.

Se partilhar a vida com alguém já é difícil, depois de nos habituarmos a estarmos sozinhos torna-se impossível.

 

* ilustração de Roxy Lady




tsetse @ 18:50

Sex, 19/08/11

 

Embora eu seja a favor da igualdade de oportunidades, de direitos civis e de remunerações entre géneros, não sou a favor do fim da feminilidade ou da masculinidade e, muito menos, da criação de uma metro-sexualidade transversal, que transforma todos os seres em iguais. Nunca queimaria soutiens, nem participaria em marchas contra os saltos altos ou a maquilhagem.


Gosto de ver mulheres delicadas e arranjadas de forma feminina e gosto de homens masculinos, daqueles que inspiram confiança e que nos fazem sonhar com uma protecção eterna. Com isto não quero dizer que os homens não devem cuidar da sua aparência ou tentar vestir algo que os favoreça e esteja na moda. Podem e devem, desde que não passem um certo limite.

E onde está o limite? Como é difícil de definir, vou tentar listar o que me faz espécie em alguns homens e que funciona, para mim, como um turn-off:

- Homem que é homem, não usa pijaminha e raramente tem frio. Se um namorado me dissesse que gostava de dormir de pijaminha para ficar quentinho durante a noite, não conseguiria conter o riso.
- Macho a sério pode interessar-se por decoração, mas jamais irá decorar o espelho da casa de banho com conchinhas que apanhou na praia ou coleccionar miniaturas de prata ou de cristal.
- Homem a sério não tem medo de ser arranhado por um gato ou de torcer um pé, nem anda sempre a queixar-se das pequenas mazelas. Um homem, para mim, tem que ser resistente e pieguice é sinónimo de efeminado.

- Um macho digno desse título não pede a uma senhora para não colocar um copo em cima da mesa, para não estragar a madeirinha, nem fica preocupado sempre que colocamos um copo cheio perto do seu rico telemóvel.
- Um verdadeiro homem não tem medo de baratas, ratos e outros pequenos animais e nunca, mas nunca, pede a uma mulher para matar tais seres, por ele.

Com certeza que, para outras mulheres, o limite será outro, mas há sempre um limite.

 

 

* ilustração de Roxy Lady




TNT @ 18:58

Qua, 03/08/11

Bem sei que a crise é mais que muita e que muitas vezes temos de fazer sacrifícios que não faríamos noutros tempos mais abastados. Ainda assim, confesso que me baralha um bocado a ideia de um casal se separar e manter-se na mesma casa. E, claro que, não são propriamente palacetes com várias alas. São, na maioria, T1 ou T2 com arrecadação.

Conheço uma série de ex-casais – sem filhos - a viverem juntos em ex-casas, com ex-memórias, ex-chatices e ex-aventuras. Tudo muito civilizado – dizem eles – com novas relações a despontar e a presença dos ex no sofá da sala a alambazarem-se em Doritos frente à tv.

A meu ver, quando as pessoas se separam, deviam mesmo separar-se. Nem que fossem viver para um quartinho com serventia de cozinha e banho com águas correntes. Antes isso, do que chegar a casa e encontrar o imprestável de quem nos decidimos separar porque já não lhe podíamos olhar para as trombas.

Talvez seja antiquada, talvez não esteja bem a ver a crise em que nos encontramos, mas não bastará já a crise financeira? Temos de arranjar crises acrescidas para os tempos difíceis que se vivem?

Uma separação, embora sempre penosa, tem de ser literal. Separarmo-nos e mantermo-nos é como ir até à porta da gruta do Ali Babá e não entrar. Nunca se fica a conhecer os tesouros que estão para além daquilo que já conhecemos e que são provavelmente mais valiosos que as paredes do T2…

 

* ilustração de Roxy Lady






tsetse @ 23:53

Seg, 18/07/11

E se um dia conhecessem o homem dos vossos sonhos e ele vos dissesse que era bissexual? Monogâmico, mas com alguns ex-namorados no repertório?

 

Quando faço esta pergunta aos homens (versão mulher dos sonhos deles) a resposta é quase sempre a mesma. Que não faria diferença. Quando coloco a pergunta a mulheres, até agora e com a excepção das mulheres que também são bissexuais, recebo a resposta contrária. Ouço um "Não, não era capaz" ou um "Só de imaginar que ele esteve com outro homem, até fico mal disposta".

 

O que levará a esta dicotomia? Será que as mulheres são menos liberais? É uma hipótese, mas não me parece que seja a principal razão. Tenha a impressão de que as mulheres associam um homem que se sente atraído por outro a feminilidade e falta de testoterona.

 

Para além disso, não gostam de pensar no seu mais que tudo enrolado com outra pessoa e, perante a notícia da bissexualidade, não podem deixar de imaginar o rapazinho em posições menos próprios com outro marmanjo qualquer. E isso não é nada sensual.

 

Ao contrário dos homens, que desde novinhos vêem pornografia, alguma dela envolvendo várias moçoilas bastante amistosas umas com as outras, as mulheres, para além de consumirem menos este tipo de conteúdos, quando querem ver alguma coisa, normalmente vêm imagens produzidas para homens heterossexuais. Imagens essas que, normalmente, não incluem homens a acariciar outros homens. Por isso, estas não são imagens que populem o seu imaginário.

 

E vocês? O que pensam?

 

* ilustração de Roxy Lady




tsetse @ 11:14

Sex, 03/06/11

Noutro dia, uma amiga minha confessava-me, com grande desgosto, que tinha visto o marido da prima a dar um beijo a outra mulher. Para ela, o casamento da prima representava a relação ideal. O marido tinha uma tal adoração pela prima, que fazia tudo para que ela se sentisse melhor. Fazia quase todas as tarefas domésticas; fazia massagens à mulher todas as noites, para ela dormir melhor; olhava para ela sempre com o olhar mais apaixonado do mundo; etc. Um verdadeiro marido exemplar.

Poucas semanas depois, estava com outra amiga, quando chegou uma velha amiga dela, a Raquel. A Raquel começou a contar as novidades e, no meio de várias histórias, veio a história da sua melhor amiga, a Maria. A Maria, segundo ela, era a mulher mais sortuda do mundo. Como na história anterior, tinha o marido ideal. Ele fazia frequentemente viagens de 600 Km para ir levar e buscar a mulher a casa dos pais, para ela não ter que andar de comboio sozinha; estava sempre atento a todas as necessidade dela e não podia ser mais querido. Tudo muito bonito, se eu não conhecesse o marido da Maria e não soubesse que ele anda envolvido com outra mulher.

A questão é: o que leva estes maridos exemplares a trair as mulheres que parecem adorar?

A minha primeira teoria é a de que eles se cansam de viver em estado de adoração constante e começam a ter necessidade de ter também alguma atenção. 

A segunda teoria é a de que todas as relações têm uma data de validade. Mesmo as mais perfeitas. Por questões instintivas e animalescas, os homens precisam de novidades e, os que são fracos, não se controlam perante a beleza alheia.

Mais teorias são sempre bem vindas.


Nota: Os nomes e alguns pormenores foram alterados, para não revelar a identidade dos envolvidos



TNT @ 12:07

Sex, 20/05/11

Num jantar, com amigos de longa data e outros mais recentes, fala-se de amor e paixão.

Já disse aqui algures que considero a paixão um estado de demência temporária. Aconteceu-me uma vez e não gostei. Não gostei da falta de controlo, da ansiedade permanente, do olhar frequente para o telemóvel. Detestei todos os minutos da coisa. Felizmente durou apenas uns meses, senão acho que teria ido parar a uma daquelas salinhas almofadadas com uma camisa com umas mangas muito, muito compridas.
 
Todos concordámos que a paixão não dura muito tempo. Boa, digo eu.

O meu amigo de longa data - que é doido, eu sei – dizia que a paixão é que era e que se conseguisse prolongar a coisa durante anos seria feliz e coiso e tal. O outro homem – que conheço há pouco tempo – dizia que para se estar apaixonado é preciso estar-se desequilibrado. Tendo a concordar com esta teoria.

E de repente uma amiga que estava na mesa sai-se com esta: ‘o que eu gosto mesmo é de sorrir. É de estar naquele estado em que me apanho a sorrir durante o dia.’

Silêncio à mesa. Sorrisos estampados. Todos a lembrarmos outros sorrisos.
E com isto disse tudo. Não sei o que chamar a este estado, mas que é bom à brava lá isso é!



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